Uma clavícula quebrada é uma lesão relativamente comum, principalmente em crianças e adultos jovens. A clavícula ou clavícula liga a porç...

Lidar com uma clavícula quebrada e seu tempo de recuperação




Uma clavícula quebrada é uma lesão relativamente comum, principalmente em crianças e adultos jovens. A clavícula ou clavícula liga a porção superior do esterno ou do esterno para o ombro. As causas mais comuns para esta lesão são: a queda no ombro, lesões esportivas e acidentes de veículos.

Em caso de uma clavícula quebrada ou uma fratura clavicular, auxílio médico imediato é vital. Quase todas as clavículas quebradas curar com aplicação de gelo, analgésicos, um estilingue e fisioterapia. No entanto, uma fratura complicada apela para a cirurgia, para realinhar o osso quebrado.

Uma clavícula quebrada apresenta como dor agonizante grave e sensibilidade no conjunto.

Como lidar com uma clavícula quebrada?

As diretrizes a seguir vai ajudar a aliviar a dor e acelerar o processo de recuperação:

Gelo: aplicar gelo no local da fratura por 2 a 3 dias após a fratura; usar uma bolsa de gelo ou um pano no qual está embrulhada cubos de gelo, que ajuda a controlar a dor, sensibilidade e inflamação.

Imobilização: você deve limitar o movimento da área afetada, é importante para a cura rápida. O repouso adequado ajuda a acelerar a cura e recuperação. Normalmente, o médico vai fazer você usar uma tipóia. Às vezes, o médico pode aconselhar uma cinta em forma de oito que se encaixa em torno de ambos os ombros e mantém o osso quebrado na posição. A duração da imobilização depende-se sobre a extensão da lesão. União do osso tende a demorar cerca de 4 a 6 semanas, no caso de crianças, e de 6 a 12 semanas, no caso dos adultos.

Medicamentos: o seu médico prescrever medicamentos para diminuir a dor e inchaço. Se caso de dor excruciante, você pode precisar de um medicamento que contém um narcótico por alguns dias.

Terapia: você deve começar algum movimento, a fim de diminuir a rigidez em seu ombro. Após o sling é removido, o médico pode defender exercícios de reabilitação e fisioterapia adicionais para restabelecer a força muscular, a flexibilidade eo movimento das articulações. Sessões regulares com um fisioterapeuta são essenciais.

Massagem: fale com o seu médico sobre os benefícios da massagem. Um terapeuta aroma licenciado e qualificado e massagista irá ajudá-lo a se recuperar mais rápido.
Cura Time For clavícula quebrada

Fraturas ósseas colarinho curar dentro de 12 semanas, no entanto, a dor tende a diminuir em 2 a 3 semanas. Você será capaz de retomar todas as atividades dentro de 12 semanas, isto é especialmente verdadeiro para os pacientes mais jovens.

Nunca faça nada que agrava a dor, pare a atividade imediatamente. No caso, não usar uma tipóia gatilhos dor, você deve usar uma tipóia.

Se estiver de carro dói, não dirija. Uma vez que a atividade não causa grande dor e desconforto, você pode gradualmente voltar a ele.

Você pode observar um inchaço constante no local da fratura por alguns meses, mas isso não vai ser problemático.

O terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente Teste de Phalen e Phalen invertido Posição do paciente: sentado ou em ...

Testes especiais do punho e mão




O terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente

Teste de Phalen e Phalen invertido

Posição do paciente: sentado ou em pé, com os cotovelos fletidos à 90º e com os punhos com o dorso em contato e à 90º de flexão.

Descrição do teste: o terapeuta instrui o paciente para realizar uma flexão do punho e colocar o dorso da mão em contato com a outra mão, permanecendo por 1 minuto.

Sinais e sintomas: esse teste serve para diagnosticar a síndrome do túnel do carpo e o aparecimento de formigamento ou dormência na mão, principalmente na região que vai até o 3º dedo, demonstra positividade do teste.

OBS: o teste de Phalen invertido é o mesmo teste, porém é realizado com os punhos em extensão máxima, ou seja, em posição de “reza”.

Teste de Finkelstein

Posição do paciente: sentado ou em pé, com o polegar aduzido e fletido, sendo “segurado pelos outros dedos”, associado a um desvio ulnar.

Descrição do teste: teste utilizado para diagnosticar a tenossinovite estenosante De Quervain, que abrange o primeiro compartimento dorsal (tendões do abdutor longo e do extensor curto do polegar). O terapeuta instrui o paciente para realizar ativamente ou passivamente o desvio ulnar estando com o polegar aduzido e fletido na palma da mão.

Sinais e sintomas: dor com forte sensação de “agulhada” sobre o processo estilóide do rádio.

Teste de Tinel

Posição do paciente: sentado ou em pé, com o punho em supinação e palma da mão aberta.

Descrição do teste: o terapeuta percute com o seu indicador as regiões do túnel do carpo e do túnel de Gyon.

Sinais e sintomas: no momento da percussão, nos trajetos dos nervos mediano e ulnar nos túneis carpais, o paciente refere à sensação de formigamento ou choque irradiado para o 3º dedo no caso de síndrome do túnel do carpo e no 5º dedo no caso da inflamação do túnel do nervo ulnar.

Teste de Allen

Posição do paciente: sentado, com a palma da mão aberta e flexão de cotovelo a 90º.

Descrição do teste: o terapeuta instrui ao paciente que realize repetidas vezes abrir e fechar a mão, mantendo pressionadas a artéria radial e ulnar na altura do punho com os seus dedos polegares. Após perceber a “fuga” do sangue da mão do paciente, ou seja, a mão ficar pálida, o terapeuta deverá soltar apenas um lado e testar o fluxo da artéria correspondente observando a coloração da mão. Se a mão voltar a ter a coloração normal, a artéria contribui significativamente e sua perfusão estará normal. A manobra deverá ser repetida soltando-se agora apenas o fluxo da outra artéria e observar a coloração da mão.

Sinais e sintomas: durante o teste, o terapeuta deverá ficar atento a coloração da mão do paciente e também deverá manter uma pressão constante da artéria contralateral, para não haver interferência na observação. Normalmente, ambas as artérias suprem adequadamente a mão, mas caso a cor da palma da mão demorar significa que após a liberação de ambas as artérias o examinador deverá concluir que a perfusão estará limitada e o teste será positivo.

Teste de watson

Posição do paciente: sentado, com punho supinado e palma da mão aberta.

Descrição do teste: o terapeuta pressiona com o seu polegar sobre o osso escafóide e realiza passivamente no paciente um desvio de ulnar para radial.

Sinais e sintomas: em caso de instabilidade do osso escafóide da mão, essa manobra irá ocasionar um estalido doloroso ao paciente.

Teste de cisalhamento ou teste de Reagan ou Kleinman

Posição do paciente: sentado ou em pé, de frente para o examinador, com o cotovelo fletido a 90º e punho em posição neutra e supinado.

Descrição do teste: o terapeuta deverá segurar firmemente entre o seu polegar e indicador o osso semilunar e com a outra mão desloca os ossos: piramidal e pisiforme dorsalmente.

Sinais e sintomas: quando o terapeuta impõe forças de cisalhamento entre o semilunar e o piramidal, ruídos característicos e dor poderão aparecer em indivíduos que apresentarem instabilidade semilunar-piramidal.

Teste de Froment

Posição do paciente: sentado, com ambas as mãos segurando um papel entre a borda radial do indicador e o polegar.

Descrição do teste: o terapeuta segura uma folha e instrui ao paciente para realizar o mesmo procedimento, segurando a folha entre os seus dedos, indicador e polegar. A incapacidade de manter a folha entre a borda radial do indicador e do polegar fará com que o paciente faça uma flexão da falange distal para segurar o papel.

Sinais e sintomas: o terapeuta traciona a folha e observa a reação do paciente. Em caso de paralisia do nervo Ulnar, o polegar irá realizar uma flexão distal de sua falange e o teste será positivo, pois o músculo adutor do polegar é inervado pelo nervo ulnar enquanto que o músculo flexor longo do polegar é inervado pelo ramo do nervo mediano.

Teste de Bunnell-Littler

Posição do paciente: sentado, com a mão estendida sobre a maca.

Descrição do teste: o terapeuta segura firmemente a mão do paciente e mantendo a articulação metacarpofalangeana em extensão, realiza a flexão da interfalangeana proximal. Caso consiga realizar a máxima flexão dessa articulação será sinal de que não há hipertonia dos músculos intrínsecos da mão.

Sinais e sintomas: caso o terapeuta não consiga realizar a flexão nas articulações interfalangeanas proximais, significa que o paciente está com uma hipertonia da musculatura intrínseca da mão.

Nas primeiras fases da reabilitação, as prioridades são: alívio da dor, proteção da articulação e ganho de movimento do joelho. A colaboraç...

A fisioterapia em lesões no joelho



Nas primeiras fases da reabilitação, as prioridades são: alívio da dor, proteção da articulação e ganho de movimento do joelho. A colaboração do paciente é sempre muito importante. Com a finalidade de obter resultados satisfatórios rapidamente, preparamos algumas atividades que o paciente poderá realizar em casa:

Massagem Cicatricial: consiste em uma massagem (com um pouco de óleo ou creme) com movimentos circulares realizada com o indicador e o dedo médio de cada mão, realizando com uma mão um círculo no sentido horário e com a outra no sentido anti-horário. Esta massagem evita que a cicatriz fique aderida, ou seja, grude, de modo que ao realizar o movimento o paciente sinta dor no local ou próximo ao local do corte da cirurgia.

Desensibilização: Logo depois da cirurgia parece que o joelho fica sem sensibilidade em alguns lugares, principalmente na parte anterior da perna, popularmente chamada de “canela”. Existe um processo chamado de DESENSIBILIZAÇÃO muito simples de ser realizado que consiste em passar diferentes texturas na área sem sensibilidade. Pegue vários tipos de tecidos e texturas, qualquer coisa ou objeto que tenha em casa (bucha, escova de dente antiga, tecido áspero, lixa, algodão, velcro) e passe no local que não tem sensibilidade, sem força durante 2 min, do tecido mais áspero ao mais liso. No começo o mais áspero não irá incomodar. À medida que começar a incomodar é sinal que uma sensibilidade, que nós chamamos de “tato grosso”, está voltando e assim se repete com outras texturas até sentirmos a textura mais lisa, daí se recuperou o “tato fino”. A volta da sensibilidade é importante para evitarmos alguns acidentes como queimaduras.

Ganho de Movimento (amplitude): pode ser realizado com o paciente sentado em uma cadeira, com o pé da perna operada em cima da bola, realizando o movimento de deslizamento para frente e para trás fazendo com que o joelho dobre (flexão) e estique (extensão). Este exercício é denominado pela fisioterapia de mobilização ativa (pois a própria pessoa realiza o movimento).

Aplicação de Gelo: o paciente deve realizar a aplicação de gelo, se possível 3x ao dia. Em caso de inchaço constante (edema), a aplicação deve ser feita de 4 em 4 horas até a resolução do mesmo. Esta aplicação deve ser realizada com o paciente de preferência deitado, de barriga para cima (em decúbito dorsal) com o joelho acima do nível do coração para ajudar a diminuir o inchaço (drenar o edema) e realizar uma compressão com uma atadura de crepe (pode ser comprada em farmácia). Tenha cuidado ao realizar a compressão da faixa, pois muita compressão pode prejudicar ao invés de ajudar. O gelo pode ser colocado em um saco plástico normal, caso use a bolsa que fica no congelador, retire um pouco antes da aplicação para se moldar ao joelho e não ficar rígida, pegando só uma parte do joelho. A duração da aplicação deve ser de 20 min e não deve exceder esse tempo.

Uso de Muletas: A muleta deve ser usada nas primeiras 2 a 3 semanas e sua retirada avaliada pelos profissionais da área da saúde de acordo com a dificuldade para andar e realização das atividades de vida diárias. A muleta deve ser usada no lado contralateral (contrário) ao lado lesado. O uso correto é muito importante nessa fase inicial de recuperação, pois evita esforços nos tecidos que ainda estão se recuperando do processo cirúrgico.

Exercícios Isométricos para Quadríceps: Quadríceps é a musculatura da parte da frente da coxa. Exercícios isométricos são exercícios realizados para aumentar a qualidade da contração muscular.

ISO = mesmo MÉTRICO = tamanho, medida.

Significa que durante o exercício, o músculo se mantém no mesmo comprimento.

Ex1. Paciente deitado de barriga para cima (em decúbito dorsal) com a perna esticada (em extensão) e a outra dobrada (em flexão) vai elevar a perna esticada numa altura que não ultrapasse o joelho dobrado e vai segurar contando até dez (10 segundos) e relaxar a perna.

Repetir 4 séries de 10 repetições cada com intervalo de 20 seg entre cada repetição e intervalo de 1 min entre cada série.

Ex2. Paciente sentado em uma cadeira vai esticar o joelho (realizar a extensão) até onde conseguir sem dor e vai segurar contando até dez (10 segundos) ou o tempo que conseguir inferior a 10 segundos.

Repetir 4 séries de 10 repetições cada com intervalo de 20 seg entre cada repetição e intervalo de 1 min entre cada série.

Exercício para ser realizado intercalado com as sessões de fisioterapia 1 vez ao dia.

A distensão é uma lesão na qual fibras musculares ou tendões são estirados ou rompidos; no caso da panturrilha, a lesão é nos músculos e t...

Distensão na Panturrilha




A distensão é uma lesão na qual fibras musculares ou tendões são estirados ou rompidos; no caso da panturrilha, a lesão é nos músculos e tendões atrás da perna, abaixo do joelho.


Como ocorre?

Pode ocorrer durante alguma atividade física, que exija imenso esforço de flexão plantar dos tornozelos e pés. Pode acontecer durante a corrida, o salto ou uma arrancada.


Quais são os sintomas?

Dor imediata, na parte de trás da perna. Às vezes, é possível sentir ou escutar um estalo e o paciente relata “sensação de pedrada” na parte de trás da perna. O paciente sentirá dificuldades em ficar nas pontas dos pés. A panturrilha pode ficar edemaciada e com hematomas.


Como é diagnosticada?

O médico examinará a perna e encontrará sensibilidade, dor e incompetência no músculo da panturrilha.


Como é tratada?

O tratamento poderá incluir:

• Compressas de gelo na musculatura por 30 minutos, sendo que cada 8 minutos de gelo deve ser seguido de uma pausa de 3 minutos. Pode ser feito a cada 3 ou 4 horas, por 2 ou 3 dias ou até que a dor desapareça,

• Elevação da perna colocando um travesseiro sob ela.

• Uma faixa elástica envolta na perna, para comprimir, evitando que o edema piore, sempre vigiar a circulação dos pés e dedos. Em caso de piora da dor, ou qualquer prejuízo da circulação, retirar a faixa,

• Muletas no caso de dificuladade para andar.

• Antiinflamatórios de acordo com prescrição do médico.

• Fisioterapia, para tratar o tecido do músculo.

Enquanto a lesão não estiver, totalmente, recuperada, o esporte ou a atividade, realizada anteriormente à lesão, deverá mudar para que não haja agravamento da condição. Por exemplo: Nadar ao invés de correr.



Quando posso retornar ao esporte ou atividade?

O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que poderia levar a um dano permanente.

Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação dos músculos da panturrilha, não existindo um protocolo ou um tempo exato para que isto aconteça. Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.

• Possuir total alcance de movimento da perna lesionada, em comparação a não lesionada.

• Possuir total força da perna lesionada em comparação a não lesionada.

• Correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar.

• Correr em linha reta, a toda velocidade sem mancar.

• Fazer viradas bruscas a 45º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Correr, desenhando no chão um 8 de 18 metros, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Fazer viradas bruscas a 90º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente a toda velocidade.

• Correr, desenhando no chão um 8 de 9 metros, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Pular com ambas as pernas e somente com o lado lesionado sem sentir dor.



Como previni-la?

A melhor maneira de prevenir a distensão da panturrilha é realizando aquecimento e alongamento da panturrilha, antes e depois do exercício. Isso é especialmente importante na prática de exercícios que envolvem saltos ou esportes de velocidade.

Também é importante manter condicionamento físico constante (evitar ser “atleta de fim de semana”).

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