Bursite é a inflamação da bolsa sinovial, uma estrutura cheia de líquido que se localiza entre um tendão e a pele ou entre um tendão e...

Causas e Fisioterapia na Bursite do Quadril




Bursite é a inflamação da bolsa sinovial, uma estrutura cheia de líquido que se localiza entre um tendão e a pele ou entre um tendão e o osso, com função de amortecimento, e auxílio no deslizamento dos tecidos e sua nutrição.

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A causa mais comum de bursite é a repetição de movimentos em determinadas articulações ou posições que possam causar danos às bursas.

Esse estresse resulta comumente da sobrecarga nos tendões e bursas provocada por excesso de carga durante uma atividade física; atrito por movimentos repetitivos, no caso da prática esportiva; desequilíbrio muscular ou fraqueza dos músculos que se inserem no grande trocânter (sobretudo glúteo mínimo e médio). Vale lembrar que em casos graves de fraqueza muscular, atividades leves como uma simples caminhada, pode ser considerada sobrecarga e são suficientes para desencadear a lesão e os sintomas.  

Além disso, a bursite trocantérica pode ser causada por trauma direto, por exemplo após queda sobre a lateral do quadril e também por fatores que geram sobrecarga mecânica direta sobre as estruturas do trocânter maior como: discrepância do comprimento dos membros (uma perna mais curta que a outra), quadris largos (uma das causas que justificam a maior incidência dessa doença em mulheres) e encurtamento do tecido fibroso na lateral do quadril (fáscia lata).

Alguns fatores de risco estão comumente associados a essa doença, como por exemplo:  doenças na coluna lombar doença na articulação sacroilíaca, entorse de tornozelo, artrite reumatóide, artrose de joelho, cirurgias anteriores no quadril, dentre outros. A justificativa é que essas doenças podem afetar o padrão e marcha e consequentemente sobrecarregar os tendões e bursas da região lateral do quadril.

Isso pode acontecer nas seguintes situações:

  • Lançar bolas ou levantar algo sobre sua cabeça repetidamente
  • Apoiar-se em seus cotovelos por longos períodos de tempo
  • Ajoelhar-se por períodos longos de tempo
  • Ficar muito tempo sentado, principalmente sobre lugares pouco confortáveis e com superfícies duras
  • Algumas bursas, como no joelho e cotovelo ficam logo abaixo da pele. São esses os locais do corpo com maior risco de traumas que podem ocasionar à bursite.

A fisioterapia é uma ótima opção de tratamento, porque geralmente são obtidos bons resultados, porque reduz o processo de inflamação, alivia a dor e diminui a sobrecarga sobre as bursas inflamadas.

Em um primeiro momento, o fisioterapeuta lança mão de recursos de eletrotermofototerapia (LASER, ultrassom e outros), liberação miofascial (alongamento da fáscia, sem gerar atrito no trocânter maior) e terapia manual para garantir a redução da inflamação e alívio da dor. Com essa finalidade, ressalta-se que um dos recursos com maior evidência de melhora nos casos de dor trocantérica é a aplicação do gelo. 

Nessa fase, alguns ajustes devem ser feitos e não é incomum que o fisioterapeuta solicite ao paciente que este durma com travesseiro entre as pernas e reduza momentaneamente a demanda mecânica (sobrecarga) a qual está exposto durante o dia, na tentativa de reduzir o estresse local e de retirá-lo do quadro agudo de dor.

Logo em seguida são propostos exercícios com a finalidade de fortalecer a musculatura glútea (sobretudo os músculos acometidos – glúteo médio e glúteo mínimo) e demais músculos do membro inferior, como quadríceps, posteriores da coxa e panturrilha, na tentativa de reduzir a sobrecarga do quadril e reestabelecer o equilíbrio muscular de todo o membro inferior.artroplastia-de-quadril

Por fim, é realizado um treino de correção biomecânica com o objetivo de restaurar o controle motor e a absorção das cargas que passam pelo quadril durante atividades de vida diária e principalmente das atividades esportivas, sendo estas recreacionais ou esporte de alto rendimento.

A cintura escapular também conhecida como cíngulo escapular é constituído por um anel ósseo de forma incompleta, formado por dois conjunto...

Músculos e Movimentos da Cintura Escapular




A cintura escapular também conhecida como cíngulo escapular é constituído por um anel ósseo de forma incompleta, formado por dois conjuntos de ossos, às escápulas posteriormente, às clavículas anteriormente, além do manúbrio do esterno (parte axial do esqueleto). Esses ossos são parte do esqueleto apendicular – ossos dos membros (superior e inferior).

A cintura escapular liga o membro superior ao esqueleto axial acoplando o lado esquerdo e direito do corpo.

Os músculos da cintura escapular, bem como os de toda a articulação do ombro, trabalham em um equilíbrio muito fino, e possuem um comportamento um pouco diferente dos outros músculos do corpo, sendo que seus tendões funcionam ora como tendões, ora como verdadeiros ligamentos, agindo como estabilizadores da articulação, ao mesmo tempo em que permitem amplitudes de movimentos maiores por possuírem maior elasticidade.

Os músculos que compões a cintura escapular são o serrátil anterior, o peitoral menor, o levantador da escápula, o rombóide, e o trapézio.

·         Serrátil anterior: sua função é a de abdução da escápula, e por seu deslizamento anterior.

·         Peitoral menor: o peitoral menor é responsável pela protração e cotação superior da escápula, e trabalha em conjunto com o serrátil anterior para produzir protração pura da escápula, sem o componente rotacional.

·         Levantador da escápula: é o músculo utilizado no movimento de levantar os ombros, em conjunto com o trapézio. Ele pode ainda auxiliar nos movimentos de extensão e flexão lateral da coluna cervical.

·         Rombóides: os rombóides são os músculos que conectam as escápulas nas costas, responsáveis pela adução das mesmas.

·         Trapézio: o trapézio é um músculo bem grande, dividido em quatro partes. Ele está envolvido no levantar de ombros e em diversos movimentos da cabeça.

Auxiliando no movimento no ombro, conferindo mobilidade e estabilidade à articulação gleno-umeral, está o conjunto de músculos denominado manguito rotador. O manguito rotador é composto por quarto músculos com origem em diferentes partes da escápula, e que se inserem na cabeça do úmero. São eles:

·         Subescapular: responsável pela rotação interna do ombro.

·         Supraespinhoso: responsável pelo início da abdução do ombro.

·         Infraespinhoso: o maior músculo na superfície posterior da escápula, ele é responsável pela rotação externa do ombro, e pela estabilização articular.

·         Redondo menor: auxilia na rotação externa do ombro.

A estabilidade da cintura escapular como um todo depende da ação sinérgica e organizada desses músculos, bem como de sua correta ativação.

É fundamental o treina de estabilidade da cintura escapular para a manutenção das estruturas do ombro em seu lugar correto, para permitir a correta função da articulação do ombro, e para fazer com que esse segmento fique livre de lesões e sintomas de sobrecarga.

Movimentos realizados pela cintura escapular

A partir da sua posição neutra, a cintura escapular realiza rotação em torno de um eixo vertical no final da clavícula, no ponto onde se localiza a articulação esterno-clavicular.

Durante esse movimento existe um movimento da escápula sobre as costelas de forma que esse osso chega a se mover cerca de 15 centímetros lateralmente, fazendo com que a cavidade glenóide sofra uma rotação de 40 a 15º do plano horizontal.

Quando a escápula é movida medialmente, ela forma um plano frontal com a cavidade glenóide voltada lateralmente. Nessa posição, o ponto lateral mais distal da clavícula roda posteriormente, e o ângulo da articulação acrômio-clavicular se abre ligeiramente.

Quando a escápula de move lateralmente, ela se encontra no plano sagital, com a cavidade glenóide voltada anteriormente. Nesse caso, a parte lateral mais distal da clavícula é rodada anteriormente, e a clavícula em si fica sobre o plano frontal. Ao mesmo tempo em que esse movimento reduz o ângulo entre a clavícula e a escápula, ele expande o ombro.

A escápula ainda pode realizar os movimentos de elevação e depressão a partir da sua posição neutra. Esses movimentos podem ter amplitudes de até 12 centímetros.

Na posição de máxima elevação escapular, a cavidade glenóide de volta para cima, gerando uma rotação externa da escápula, movendo seu ângulo inferior em até 12 centímetros, e seu ângulo lateral em até seis centímetros.

Ritmo gleno-umeral

O ritmo gleno-umeral, também chamado de ritmo escapulo-umeral, é a interação cinemática entre os movimentos da escápula e do úmero, fundamental para o adequado funcionamento do ombro.

O trabalho conjunto das quatro articulações do ombro citadas nas sessões anteriores resulta em padrões complexos e coordenados de movimentos do ombro. Os movimentos de cada articulação envolvida são contínuos, porém, ocorrem em taxas diferentes, e diferentes fases da movimentação dos braços.

O movimento da escápula consiste em rotações desse osso em relação ao tórax. As movimentações da escápula contribuem, em certos níveis, para a movimentação do ombro.

A escápula contribui tanto na flexão anterior quanto na abdução de ombro rodando a cavidade glenóide de 50 a 60º a partir da sua posição de repouso. A articulação gleno-umeral é responsável pelo restante do movimento.

Na realização da abdução de ombro, por exemplo, a articulação gleno-umeral contribui por algo entre 90 a 120º da amplitude de movimento. A combinação dos movimentos escapulares e umerais é que resulta na amplitude de movimento total de abdução do ombro, que vai de 150 a 180º.

É o ritmo de movimento entre o úmero e a escápula, portanto, que irá permitir uma amplitude de movimentação total do ombro de forma coordenada, o chamado ritmo gleno-umeral.

O ritmo gleno-umeral é, portanto, a taxa de movimento gleno-umeral em relação ao movimento da articulação escapulo-torácica durante os movimentos do braço. Essa taxa é obtida dividindo-se o total da elevação do ombro, seja lateral ou anterior, pela rotação superior da escápula, medida em seu angula inferior.

Em um ombro normal, essa relação, ou taxa, é de 2:1, ou seja, a cada dois graus de elevação do úmero, temos um grau de rotação escapular.

Qualquer alteração nessa taxa pode causar prejuízo no movimento do ombro, redução de amplitude de movimento, e perda de funcionalidade.

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O manguito rotador é um grupo de músculos formado pelo subescapular, supra-espinhoso, infra-espinhoso e redondo menor, que cobre a cab...

Como evitar a lesão no Manguito rotator




O manguito rotador é um grupo de músculos formado pelo subescapular, supra-espinhoso, infra-espinhoso e redondo menor, que cobre a cabeça do úmero e tem grande importância na estabilização, na força e na mobilidade do ombro.
Essa estrutura tem grande importância no movimento normal do ombro e na estabilidade da articulação.

De uma forma bem resumida, podemos dizer que as principais funções são: participar dos movimentos de abdução, flexão e rotação da glenoumeral; deprimir a cabeça do úmero; e estabilizar a articulação durante os movimentos.

A ruptura do manguito rotador, considerada originalmente como só resultado de trauma severo, é agora aceita como ocorrência frequente nas atividades diárias.
A patogênese das lesões do manguito rotador é controversa. Trauma direto, atrito, hipovascularização e impacto subacromial são os fatores mais frequentemente citados, sendo que as lesões traumáticas recebem atenção especial. Há autores que falam que fatores genéticos e metabólicos, que se somam aos traumas mecânicos das atividades de vida diária e os fatores de envelhecimento são sempre acusados, mas não claramente delineados, pois variam de diferentes idades e atividades da vida diária.

A síndrome manifesta-se clinicamente por dores recorrentes e rigidez, agravadas pela atividade, ocorrendo no ombro e irradiando-se para a face anterior do braço, uma hipersensibilidade é percebida sobre o manguito rotador no grande tubérculo e sobre o sulco bicipital.

Existe uma relação entre a síndrome do impacto e a degeneração do manguito. O impacto ocorre entre o manguito e a porção ântero-inferior do acrômio, o ligamento córaco-acromial e a articulação acromioclavicular.

A síndrome do impacto e a consequente lesão do manguito rotador ocorrem em 3 fases evolutivas.

Na fase 1 ( edema e hemorragia), que é mais comum em jovens, mas pode ocorrer em qualquer idade, ocorre dor no ombro e na face lateral do braço relacionado a movimentos repetidos de elevação. Pode ocorrer limitação de mobilidade e crepitação.

Os sintomas na fase 2 ( fibrose e tendinite) são semelhantes. Esses estágios são reversíveis. Com a progressão da lesão pode ocorrer a ruptura do tendão, geralmente em pacientes acima de 45 anos e com longo período de sintomas prévios.

Além da dor, que frequentemente é noturna, na fase 3 (ruptura do tendão) podem ocorrer graus variáveis de perda de força e da elevação, abdução, e rotação, dependendo do local e do tamanho da ruptura.

É preciso observar as dores que surgem nessa região muscular para que não haja uma lesão que chegue a ruptura. Exercícios são muito utilizados para esse objetivo.

Os exercícios específicos para evitar a ruptura são compostos de amplitude de movimento diária (exercícios posturais, movimento ativo-assistido, treinamento ativo da musculatura escapular, movimento ativo); flexibilidade diária (alongamento anterior e posterior do ombro) e fortalecimento três vezes por semana (manguito rotador e exercícios da escápula).

Dentre os protocolos que existem para o fortalecimento dos músculos do manguito rotador, o mais conhecido é o descrito por Rockwood. Esse protocolo envolve os movimentos de rotação interna, externa, abdução, flexão e extensão do ombro. A figura abaixo ilustra parte do protocolo de Rockwood, onde deverão ser feitas 10 repetições de cada exercício, três vezes ao dia.

Figura 3 - Protocolo de Rockwood


A síndrome do impacto (SI) do ombro é a mais comum em indivíduos adultos. Esta patologia caracteriza-se por uma síndrome dolorosa do ...

Avaliação da Síndrome de Impacto do Ombro




A síndrome do impacto (SI) do ombro é a mais comum em indivíduos adultos.

Esta patologia caracteriza-se por uma síndrome dolorosa do ombro, normalmente acompanhada por microtraumatismos e degeneração. Também acontece o déficit de força muscular e tendinite do manguito rotador.

O diagnóstico da síndrome do impacto do ombro é baseado na tríade: anamnese, exame físico e exames de imagens.

Anamnese

Ao relatar dor no ombro, o paciente, geralmente, se queixa que a dor se propaga para o trapézio superior e para a face latero-externa do braço homólogo, sendo esta contínua ou intermitente e diária, prevalecendo durante a noite. A dor é desencadeada ou acentuada pelas atividades da vida cotidiana como movimentar os membros superiores para pentear os cabelos, vestir ou tirar blusas, camisas ou casacos e escovar os dentes, uma vez que todas essas atividades fazem movimentos de abdução e rotação, interna e externa do braço.

Exame físico

Esse exame caracteriza-se pela palpação do ombro e tendão da cabeça longa do bíceps braquial em seu trajeto dentro do sulco intertubercular do úmero e também do RX simples, o qual apresenta a "incidência de antero-posterior em rotação interna e externa axilar, ântero-posterior com 30° de inclinação caudal (para estudo da porção anterior do acrômio), (HEBERT, 2003). O exame físico é importante para o diagnostico, são realizados testes como:

Teste de Jobe – Realiza-se uma rotação interna que sensibiliza a tensão exercida sob o tendão do músculo supraespinal.

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Teste do impacto de Neer – Ergue-se o ombro em extensão, rotação neutra passiva e rápida. Nessa posição, o tubérculo maior arremete-se contra a face ântero-inferior do acrômio, diminuindo o impacto. A dor é um sinal de impacto subacromial ou ruptura do manguito rotador (BRITO, 2008).

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Teste de Neer-Hawkins – Ergue-se o ombro a 90º, e flexiona-se o cotovelo em 90º, em rotação passiva e rápida para dentro. Desse modo, o tubérculo maior é projetado contra o ligamento coracoacromial. O diagnóstico indica síndrome do impacto com tendinite do infra-espinhoso (BRITO, 2008).

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Teste do bíceps (speed) – Adverte-se para presença de alterações na cabeça longa do bíceps, testado através da flexão ativa do ombro em extensão e rotação externa, contra uma resistência empregada pelo profissional de saúde. Sugere a tenossinovite da cabeça longa do bíceps (BRITO, 2008).

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Teste de Yocum – Solicita-se que o paciente coloque a mão sobre o ombro contrário, e flexione o braço erguendo o cotovelo. Nesse movimento o tubérculo maior é desarticulado sob o ligamento coracoacromial e sob a articulação acromioclavicular. Indica lesão acromioclavicular (BRITO, 2008).

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Teste de queda do braço – Com Ombro e cotovelo flexionado a 90º, é realizada uma rotação externa passiva e ativa do ombro. Caso o cliente não esteja conseguindo manter, indica-se lesão grave, tendinite ou até mesmo ruptura completa do tendão do supra-espinhoso (BRITO, 2008).

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Teste de Yergason – Com o cotovelo flexionado a 90°. Solicita-se ao paciente realize supinação ativa contra resistência e uma rotação externa passiva do ombro, ao mesmo tempo. Indica tenossinovite e/ou subluxação da cabeça longa do bíceps.

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Teste de Ludington – Com as mãos na cabeça, solicita-se que o paciente realiza a contração do bíceps. Em caso de dor, indica-se que existe uma lesão na cabeça longa do bíceps. Já em caso de fraqueza ou ventre palpável distalmente, provavelmente, existe uma ruptura na cabeça longa do bíceps.

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Teste de Apley: O paciente deve tocar o ângulo superior da escápula contrária por trás da cabeça. Já no ângulo inferior da escápula contrária, o paciente deve passar o braço pelas costas. Em caso de dor, o teste é positivo para tendinite do manguito rotador.

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Teste de Relocação – O profissional de saúde posiciona o paciente em decúbito dorsal com o ombro e cotovelo abduzido a 90°, movimentando lentamente rotação externa do ombro do paciente.  Em caso de dor, o profissional deve repetir o procedimento, deslocando a cabeça do úmero posteriormente, caso haja o desaparecimento da dor o teste é positivo, indicando impacto posterior do supra-espinhoso, instabilidade anterior discreta do gleno-umeral e , em alguns casos, a ruptura do manguito rotador.

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Teste do Sulco – Com o ombro do paciente em posição neutra, e cotovelo flexionado a 90º, o profissional de saúde puxa o ombro no sentido caudal, o aparição de um sulco de 1cm ou mais entre o acrômio e a cabeça do úmero adverte para frouxidão capsuloligamentar (BRITO, 2008).

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Exames complementares
           
Os exames complementares, radiológicos, sugeridos por Neer auxiliam no quando tiradas em várias posições, pois cada uma tem a finalidade de investigar um determinado aspecto o grau de retração, degeneração muscular dentre outras lesões que podem ser associadas.

A radiografia é solicitada inicialmente por apresentar informações importantes sobre alterações ósseas, como artrose glenoumeral, esporão acomial e ascensão da cabeça do úmero em relação à glenóide (EJNISMAN et al 2008). As radiografia em antero-posterior (AP), analisa-se o achatamento, esclerose e/ou cistos subacromias no nível da  grande tuberosidade. Em AP com 30º caudal, percebe-se com clareza a presença do esporão ântero-inferior do acrômio. No contorno da escápula com 10º-15º analisa-se o formato do acrômio, certifica-se da presença do esporão acromial. Na articulação acrômio-clavicular, local de presença da dor na osteoartrose e esporões inferiores, observa-se a incidência de Zanca (AP com 10ºcefálico), (DONEUX, 1998).

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Na ultrassonografia é um exame, que por não ser invasivo apresenta as lesões de forma incompleta, podendo ser mais sensível quando executado por um radiologista experiente.

A ressonância nuclear magnética é o melhor procedimento de diagnóstico por imagem para avaliar as lesões do manguito rotador, pois apresenta informações objetivas sobre as condições dos tendões, na fase inflamatória ou na protrusão, indicando com precisão a extensão da retração e as condições dos músculos a serem reparados. O exame pode ser realizado com ou sem contraste.

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A artrografia é um procedimento invasivo que visualiza as lesões totais e parciais do manguito rotador, a qual vem sendo substituída tecnologias mais avançadas como, por exemplo, a ecografia.

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Curso Fisioterapia no Ombro




Descrição:

Esse é um CURSO ONLINE onde ensinamos reabilitar o ombro que possui o diagnóstico de Capsulite Adesiva também conhecida como "Ombro Congelado", a Síndrome do Impacto, o pós-operatório do ombro e a Fibromialgia.

A proposta desse curso é mostrar uma visão sobre a fisioterapia domiciliar desses problemas e, com a visão de Ortopedista Especialista em Ombro desde 2002, conseguir promover o um fácil entendimento do que e de como fazer a reabilitação com a máxima segurança.

Essa reabilitação é feita através de exercícios cuidadosos para obter melhorar progressivamente respeitando o tempo de evolução de cada um e obter alívio das dores e retorno às funções possíveis.

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Informações sobre o Curso:

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A busca pelo equilíbrio corporal é um dos maiores objetivos do Pilates. Quem lida com essa técnica sabe que, tendo estabilidade do core/powe...

Pilates e os desequilíbrios musculares





A busca pelo equilíbrio corporal é um dos maiores objetivos do Pilates. Quem lida com essa técnica sabe que, tendo estabilidade do core/power house, a chance de nosso paciente ter lesões que tragam dor ou incapacidade do movimento são menores. Mas, fisiologicamente, como isso acontece?

A estabilidade corporal, responsável pelo alinhamento do corpo, é diretamente ligada ao controle do Sistema Nervoso Central (SNC), pelo feedback sensorial das estruturas osteoligamentares e pelo controle da musculatura ativa. Logo, qualquer disfunção em um desses fatores vai promover instabilidade, a qual será compensada pelo corpo de alguma forma. Uma dessas formas é causando um desequilíbrio entre músculo.

Portanto, o desequilíbrio muscular pode ser explicado pela diferença de força e flexibilidade entre grupos musculares que atuam sobre uma mesma articulação, isto é, ocorre quando determinado grupo muscular apresenta-se mais forte e/ou mais tensionado do que seu respectivo antagonista.

Como fator causador, os desequilíbrios ocorrem, basicamente, pela promoção de um desalinhamento postural por alterar o posicionamento das estruturas ósseas ao aproximar origem e inserção (encurtamentos); ou promover sobrecargas excessivas em determinadas articulações ou parte delas, ligamentos e outras estruturas, podendo causar lesões agudas ou crônico-degenerativas.

Como fator secundário, pode ocorrer como consequência de uma lesão inicial. Nesse caso, destacam-se as lesões traumáticas e as neurológicas que podem facilitar ou inibir as contrações musculares de determinados músculos, como, por exemplo, é o caso da espasticidade que atinge grupos musculares predominantes, inibindo a reação de seus antagonistas.

O Método Pilates tem como objetivo a harmonia entre o corpo e a mente, sendo um treinamento físico e mental, que melhora a consciência corporal por trabalhar o corpo como um todo. Além disso, através de conhecimentos da Biomecânica no Pilates busca a potencialização do movimento na região o core para trazer a estabilidade que evita os desequilibrios musculares.

Os movimentos específicos de Pilates exigem concentração e a precisão com fazendo com que o praticante tenha total controle e percepção de seu corpo, o que funciona como estímulos proprioceptivos de grande magnitude, os quais são responsáveis pela tomada da consciência corporal.

De forma simplificada, pode-se dizer que o tratamento dos desequilíbrios consiste em promover um reequilíbrio das cadeias musculares alongando o que está encurtado e fortalecendo o que está fraco. Vale ressaltar, porém, que o equilíbrio fisiológico de forças não é necessariamente o mesmo valor entre os grupos musculares.

  Os músculos fibulares exercem a função de manter o equilíbrio e o funcionamento normal do pé e do tornozelo. Realizam os movimentos d...

Lesão de tendões fibulares



Resultado de imagem para tendoes fibulares 

Os músculos fibulares exercem a função de manter o equilíbrio e o funcionamento normal do pé e do tornozelo. Realizam os movimentos de eversão do pé e atuam também na marcha como flexores secundarios do pé . São em número de dois, o músculo fibular longo e o músculo fibular curto que dão origem aos tendões que levam o mesmo nome. Em decorrência de sua localização e sua função, podem sofrer lesões que vão desde simples inflamação de tendão , que são chamadas de tendinites até lesões completas de sua estrutura que geram dores de maior intensidade e até limitação funcional.

O desalinhamento da porção posterior do pé (em valgo ou varo) determina maior desgaste destes tendões que passam a produzir sintomas. O quadro mais corriqueiro é a tendinite aguda que se manifesta através de dor intensa e incapacitante, aumento de volume na goteira póstero-lateral do tornozelo (atrás do maléolo da fíbula) e graus variados de incapacidade funcional. Mantidas as condições desfavoráveis ou quando se associa alteração degenerativa (idade, doenças sistêmicas e debilitantes) as fibras que constituem os tendões começam a sofrer ruptura.

No início, as poucas fibras rotas são facilmente compensadas pelas remanescentes. Com o tempo, no entanto, este quadro se inverte e predominam as fibras lesadas ou incompetentes. O paciente se torna mais e mais limitado em função da dor e da incapacidade de realizar suas tarefas corriqueiras. A progressão deste quadro acaba com a ruptura completa dos tendões e perda absoluta de suas funções.

O diagnóstico deve ser suspeitado sempre que houver dor na região póstero-lateral do tornozelo após atividade física ou com o uso de determinados calçados. É evidente que em fases avançadas as queixas são mais exuberantes e a suspeita diagnóstica de acometimento dos tendões fibulares pode ser lançada com maior facilidade.

Nos casos mais avançados em que já possam ser detectadas alterações das fibras tendíneas, o tratamento deve visar a supressão da carga, a mudança da atividade desportiva realizada ou, se a lesão é extensa, o tratamento cirúrgico. Ao se optar pela cirurgia, é realizada análise criteriosa de todos os fatores envolvidos na gênese do problema para que sua abordagem seja a mais abrangente e completa possível.

Tratamento não-cirúrgico

O tratamento conservador das lesões dos tendões fibulares consiste no uso de antiinflamatório, repouso relativo, modificação do calçado, órteses e fisioterapia . A adequada orientação sobre a melhor forma de tratamento para a tendinite do pé e calcâneo e outras inflamações do tendão deve ser fornecida pelo médico especialista em tendinite e outras lesões do pé. Procure sempre um médico especialista em tendinite antes de iniciar qualquer tratamento.
Tratamento cirúrgico

Quando existe a persistência do quadro doloroso após a realização do tratamento conservador das tendinite e lesões dos tendões fibulares, está indicada a cirurgia .

A recuperação da cirurgia de tendinite varia de acordo com a lesão encontrada no tendão acometido.

As lesões mais frequentemente observadas do tendão fibular curto seguem dois padrões principais. A rotura longitudinal isolada e rotura longitudinal múltipla caracterizada por áreas de fibrilação.

Quando existe a presença de múltiplos fragmentos do tendão com aspecto de fibrilação, deve-se ressecar os fragmentos degenerados e verificar a possibilidade de realizar tubulização do segmento remanescente ou a necessidade de ressecção de todo o segmento degenerado do tendão, caso não haja tecido viável, seguida por tenodese proximal e distal com o tendão fibular longo.

No caso da existência de lesão longitudinal isolada do tendão , quando esta é menor que cerca de 70% do diâmetro do tendão, deve-se realizar a ressecção da lesão e tubulização do tendão remanescente. Quando a lesão acomete mais de 70% do diâmetro do tendão, deve-se realizar a ressecção do segmento lesado do tendão e tenodese com o tendão fibular longo.

  Dor repentina no tornozelo, perda da sensibilidade e marcha anormal. Estes sintomas podem sugerir que você desenvolveu a cha...

Dor no tornozelo pode indicar Síndrome do Túnel do Tarso


 

Dor repentina no tornozelo, perda da sensibilidade e marcha anormal. Estes sintomas podem sugerir que você desenvolveu a chamada síndrome do túnel do tarso. Trata-se de uma neuropatia que afeta o tornozelo quando a pressão dentro do chamado túnel do tarso aumenta, ocasionando a compressão dos nervos que passam pelo local.

O túnel do tarso é uma estrutura localizada entre o tornozelo e o pé, por onde passam veias, artérias, tendões e nervos. Situações como entorses, fraturas, luxações, cistos sinoviais, tumores e varizes podem aumentar a pressão, levando à compressão dos nervos que passam pelo local. A compressão nervosa é responsável pelos sintomas.

Algumas doenças, como o diabetes, por exemplo, também podem levar ao desenvolvimento desta patologia. Exercícios repetitivos e ficar muito tempo de pé também são fatores de risco, assim como inflamação nos tendões das regiões do calcanhar e pés, formato do pé plano, calcanhar valgo e pessoas que caminham demais,como em viagens, por exemplo.

O que a pessoa sente?

A pessoa pode sentir dor, sensação de queimação ou dormência na planta do pé. Também pode apresentar inchaço no tornozelo e dificuldade para caminhar, o que chamamos de alteração ou anormalidade na marcha. Ou seja, para compensar a dor, a pessoa pode mancar, literalmente.

Irá ser avaliado o histórico do paciente, fazer uma avaliação clínica e completar a investigação com alguns exames, como a Eletroneuromiografia e Ressonância Magnética. O tratamento pode variar, de acordo com a gravidade do quadro clínico.

Como a fisioterapia pode ajudar

Inicialmente, o tratamento médico é conservador, ou seja, serão usados recursos para evitar uma cirurgia para descompressão do nervo. O principal objetivo do tratamento é aliviar ou reduzir a dor e isso pode ser feito com infiltrações, que são injeções com medicamentos anti-inflamatórios no local. Isso é feito pelo médico.

Além da terapia medicamentosa, a fisioterapia também pode ser usada para melhorar a dor. Na fase aguda, são usados recursos para aliviar o quadro doloroso e reduzir a inflamaçao, como gelo e TENS (neuroestimulação elétrica transcutânea). Depois, entramos com exercícios para aumentar o espaço do túnel, trabalhando alongamentos e flexibilidade.

Já no final do tratamento, se a pessoa tem o pé plano ou o calcanhar valgo, pode ser adotado o uso de palmilhas feitas sob encomenda para ajudar a manter o arco plantar e limitar o movimento excessivo que pode causar a compressão do nervo.

Prevenção

Infelizmente, os tornozelos são mais suscetíveis a torções e traumas no dia a dia do que outras partes do corpo. Por isso, é preciso adotar alguns cuidados importantes como:

  • Opte por sapatos confortáveis próprios para cada tipo de terreno (ruas, praias, calçadas, etc.)
  • Ao longo do dia, faça alongamentos na região dos pés e tornozelos
  • Cuide do seu peso, pois a obesidade pode aumentar a chance de apresentar dores ou lesões no calcanhar
  • Evite exercícios de alto impacto ou repetitivos que forcem muito os tornozelos
  • Estude a possibilidade de usar palmilhas feitas sob medida, especialmente se você tem pé chato ou pé cavo, ou ainda calcanhar valgo. Essas duas variedades do arco plantar aumentam o risco de desenvolver a síndrome do túnel do tarso
  • Se for viajar e tiver que fazer longas caminhadas, escolha sapatos confortáveis, fazendo alongamentos antes e depois.
Você é estudante ou fisioterapeuta? Então conheça a página de Material do Faça Fisioterapia que tem vários cursos, ebooks sobre diversos assuntos sobre Fisioterapia. 

A artroplastia do qu...

Cinco mitos sobre artroplastia do quadril




A artroplastia do quadril é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados no mundo, com taxa de sucesso em torno de 95%. Também conhecida como 'colocação de prótese no quadril', a intervenção tem sua principal indicação a dor, que, em geral, limita os movimentos dos pacientes, interferindo diretamente na sua qualidade de vida.

A seguir, vamos desvendar mitos e verdades sobre o procedimento. Confira!

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1. Os resultados da artroplastia demoram a ser vistos.

Mito. Quando bem indicada, a melhora da dor já pode ser observada nas primeiras horas após a cirurgia.

2. Depois de operar é preciso passar um bom tempo deitado.

Mito. No pós-cirúrgico, o paciente é estimulado a sentar e caminhar, precocemente, ajudando com isso, não só a reabilitação, mas também na prevenção de trombose.

3. A cirurgia é indicada para pacientes com mais de 60 anos.

Mito. Dependendo da indicação, ela pode ser realizada desde 20 anos. A artrose pode ser secundária a fraturas por acidentes ou ao impacto femoroacetabular, uma alteração da forma da articulação do quadril que pode determinar lesão de cartilagem. Vemos cada vez mais pacientes jovens com artrose, e, por isso, recebendo indicação para a cirurgia.

4 - A cirurgia é demorada.

Mito. Com o aprimoramento no design das próteses e também nos instrumentais para a realização do procedimento, o tempo cirúrgico fica em torno de 1 hora. A possibilidade de uma reabilitação mais precoce fica por conta de um trabalho de fisioterapeuta personalizado.

5 - Eu não voltar a praticar esportes de alta intensidade após a cirurgia.

Mito. O paciente é estimulado a retomar os exercícios físicos a partir de 6 a 8 semanas de pós-operatório. Natação e ciclismo costumam ser os mais indicados, porém alguns pacientes voltam a praticar futebol, corrida e tênis. O ponto principal é que não há restrição em relação à realização dessas modalidades, no entanto, o paciente deve ser estar ciente sobre a possibilidade de maior desgaste da prótese e também do risco de fratura ou luxação

A osteopatia é um sistema de tratamento de lesões e alterações orgânicas que tem a função de estabelecer o equilíbrio corporal do p...

Osteopatia na Fisioterapia na Ortopedia




A osteopatia é um sistema de tratamento de lesões e alterações orgânicas que tem a função de estabelecer o equilíbrio corporal do paciente. O Osteopata tem um interesse particular em anatomia e fisiologia, conhecimentos indispensáveis e essenciais para se realizar uma avaliação extremamente rigorosa dos sistemas corporais e de suas inter-relações, que podem ou não se alterar reciprocamente.

É uma forma de tratamento de terapia manual que se preocupa, inicialmente, em descobrir as causas dos sinais e sintomas do paciente, para somente depois tratar as suas consequências, no intuito de restabelecer a função diminuída ou perdida. Isto significa dizer que a Osteopatia é uma abordagem causal, e não sintomática.

A Osteopatia compreende que o corpo humano possui um sistema fundamental para a cura – o sistema imunológico –, cuja ação permite a autorregeneração e o restabelecimento das funções alteradas. Cabe ao Osteopata auxiliar o sistema imune através da realização de um diagnóstico osteopático bem elaborado e fundamentado, permitindo a escolha e a execução de técnicas osteopáticas específicas para cada alteração. 



O profissional que pratica a Osteopatia – o Osteopata – utiliza somente as mãos para realizar o diagnóstico osteopático e tratar de seus pacientes; para tal, é necessário que tenha uma vasta experiência teórica e prática da aplicação das técnicas manuais diagnósticas e terapêuticas osteopáticas. Sendo uma terapia manual, é aplicada através de manipulação das articulações, utilizando técnicas de alta velocidade e baixa amplitude.

Partindo da ideia de que todos os tecidos do nosso organismo precisam ser irrigados para então serem nutridos e levando em consideração que o sangue (carreador dos nutrientes) precisa de movimento para se deslocar dentro dos vasos, a osteopatia tem o objetivo de favorecer os movimentos de todas as estruturas. Tais movimentos incluem os "macro movimentos" articulares, como o que realizamos ao levantar um braço, mas também os "micro movimentos", que acontecem simultaneamente, em forma de translações, rotações, torções… Estes pequenos movimentos são imprescindíveis para a boa função e a integridade de uma articulação.

O que pode, então, prejudicar ou limitar estes micro movimentos? São várias as possibilidades: Uma tensão ou hiperatividade muscular causada por um comportamento postural no trabalho, por um movimento brusco, um esforço exagerado, um estresse emocional ou até mesmo um exercício mal executado; Uma aderência cicatricial pós-operatória; Um processo inflamatório; Desgaste articular; Dor, entre outras.

Cabe ao osteopata identificar o ponto em que estes micro e macro movimentos estão restritos e tentar devolver àquela região a sua mobilidade, afim de que haja nutrição destes tecidos. Para isso o osteopata utiliza-se de um meio muito simples: a palpação e os testes de mobilidade em cada tecido (ossos, músculos, fáscias, tendões, ligamentos, nervos, vasos…).

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A escoliose é um desvio na coluna vertebral, podendo ter diferentes classificações dependendo da pessoa. Apesar de não ser uma constante...

Pilates ajuda em Tratamento de Escoliose





A escoliose é um desvio na coluna vertebral, podendo ter diferentes classificações dependendo da pessoa. Apesar de não ser uma constante, o problema pode causar dores e incômodos referentes a comorbidades relacionadas ao grau do desvio. Ela pode ser tratada com métodos clássicos, mas também com a colaboração de um novo método no pilates.

O novo procedimento promete uma evolução maior na melhora do paciente, porque trata do corpo de forma total. O método auxilia na correção do grau de escoliose por meio de exercícios associados a autocorreção ativa.

Aprenda Pilates para Escolioses

Nestes, o aluno realiza a mobilização da curva primária, corrigindo as assimetrias da cintura pélvica ou escapular. Isto é possível porque na autocorreção o paciente é ensinado a realizar o ajuste do desvio com movimentos tridimensionais, os quais permitem a melhora nos três eixos.

Este método tem o objetivo de estimular a musculatura da curva primária e posteriormente a curva secundária simultaneamente. Além disso, ele desenvolve a consciência corporal, buscando correção ativa e manutenção dessa consciência nas atividades da vida diária.

Além disso, o tratamento colabora para a estética da coluna com o desvio, tornando-o mais alinhado e simétrico. Melhora o quadro de dor, estabilização e diminuição do grau da escoliose.

Vale ressaltar que os métodos clássicos para tratar os desvios ainda são utilizados e devem ser respeitados. Isto envolve o RPG, natação, associação de técnicas como séries de willians, Mackenzie e método klap.

É válido enfatizar que independente da técnica utilizada, deve ser realizada uma avaliação para melhor conhecimento da condição do aluno, e desta forma buscar condutas de tratamento eficazes. Conhecer as indicações e contraindicações é fundamental na melhora da escoliose, por isto é importante o constante aperfeiçoamento e reciclagem sobre o assunto.

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A Acupuntura é o conjunto de conhecimentos da Medicina Tradicional Chinesa que visa o tratamento de distúrbios através...

Acupuntura em Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica




A Acupuntura é o conjunto de conhecimentos da Medicina Tradicional Chinesa que visa o tratamento de distúrbios através da aplicação de agulhas nos canais de energia do nosso corpo para o reequilíbrio energético. Existem relações fisiológicas entre o a orelha e as diversas partes do corpo.

Na Acupuntura Auricular, as aplicações são realizadas nestes pontos reflexos presentes na orelha. É muito grande a variedade de indicações desta terapia, que é eficiente na redução de dor. Ela também pode ser associada a outras modalidades terapêuticas, contribuindo para a evolução do tratamento.

A fisioterapia ortopédica e traumatológica atua na prevenção e no tratamento de distúrbios do sistema musculoesquelético, sejam eles crônicos ou agudos. Nesta modalidade são utilizados recursos terapêuticos, como eletroterapia e crioterapia, recursos cinesioterápicos e terapia manual.



Esse produto tem arquivos em  PDF e Power point  com 110 páginas

Bônus

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Informações sobre o Produto:

Criado por Francisco Sergio Costa e Souza

Através deste curso, você terá acesso aos mais atuais protocolos de Avaliação e Tratamento da chamada Fisioterapia Contemporânea, dentre ele...

Atualidades em Fisioterapia Traumato-Ortopédica




Através deste curso, você terá acesso aos mais atuais protocolos de Avaliação e Tratamento da chamada Fisioterapia Contemporânea, dentre eles: Termografia Clínica, Análise computadorizada de biomecânica, Estabilização segmentar, ventosaterapia, pilates e liberação miofascial.

PÚBLICO ALVO: Fisioterapeutas e Acadêmicos de fisioterapia a partir do 3º semestre

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

MÓDULO 01: FBE - Fisioterapia Baseada em Evidência (5h)
MÓDULO 02: Entendendo as Cadeias Musculares (10h)
MÓDULO 03: Métodos de Avaliação e Liberação Miofascial (10h)
MÓDULO 04: Pilates em Evidência (15h)

Diferenciais

Termografia Clínica
Análise de Biomecânica
Crochetagem Miofascial
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Aprenda a fazer pesquisas em base de dados!
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E CONFIRA TAMBÉM...

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MINISTRANTE:

Dr. Francisco Geovane

Fisioterapeuta | CREFITO: 200783-F
Fisioterapeuta Formado pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR)
Formado em Terapia Manipulativa e Reprog. Postural no Pilates
Formado em Crochetagem Mioaponeurótica (Bélgica)
Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Presidente e Fundador do Centro Capacitté

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Informações sobre o Produto:

Criado por Centro Capacitté Fisioterapia

A síndrome do impacto do ombro (ou  conflito subacromial) é uma doença dolorosa que consiste na compressão do tendão do músculo...

Tratamento da Síndrome do Impacto do Ombro



A síndrome do impacto do ombro (ou conflito subacromial) é uma doença dolorosa que consiste na compressão do tendão do músculo supra-espinhal durante o movimento de elevação do braço e na fase de retorno à posição de repouso.

O tratamento da síndrome do impacto deve ser inicialmente sempre conservador, independente da fase da lesão do manguito rotador. Deve-se tratar primeiramente a dor do paciente, através de medidas analgésicas, como:

- calor ou gelo local dependendo da sensibilidade do paciente
- anti-inflamatórios não hormonais (AINH)
- analgésicos
- fisioterapia (obrigatória na maioria dos casos)
- acupuntura

É importante salientarmos que a acupuntura é, sem duvida, um excelente e comprovado meio de se tratar a dor do paciente, porém é fundamental que deixemos claro que ela não tem a capacidade de curar a doença, uma vez que as alterações que estã envolvidas são mecânicas, e não apenas inflamatórias.

Desse modo é necessário, para a resolução do quadro, que seja instituído o fortalecimento dos músculos do manguito rotador, sendo esta justamente a segunda fase do tratamento. Ainda assim, os exercícios resistidos para fortalecimento muscular do manguito só devem ser iniciados quando a dor estiver controlada, e devem ser feitos sempre dentro dos limites de tolerabilidade do paciente, para que asseguremos que estão sendo feitos da maneira correta.

Acredita-se que o tempo médio necessário para que se consiga algum resultado satisfatório com o tratamento conservador seja de pelo menos três meses, embora alguns pacientes apresentem melhora significativa bem antes deste tempo. Se, após um período razoável, o paciente não obtiver melhora satisfatória, pode-se indicar o tratamento cirúrgico, que dependerá do tipo da lesão.

Os ossos são formados por um tipo especial de tecido conjuntivo, o tecido ósseo, que possui uma matriz intracelular mineralizada. Esse tec...

Quais são os 5 tipos de ossos?




Os ossos são formados por um tipo especial de tecido conjuntivo, o tecido ósseo, que possui uma matriz intracelular mineralizada. Esse tecido, apesar do que muitos pensam, é formado por células vivas: os osteoblastos, osteoclastos e osteócitos. O primeiro grupo de células é responsável pela síntese da matriz óssea. Os osteoclastos atuam na reabsorção óssea. Já os osteócitos estão relacionados com a manutenção da matriz e reabsorção quando estimulados pelo hormônio da paratireoide.



Didaticamente, costuma-se classificar os ossos de acordo com a sua forma em cinco tipos principais: longos, curtos, planos, irregulares e sesamoides. Observe a seguir as principais características de cada tipo:

Ossos longos: Esses ossos apresentam maior comprimento em relação à largura e espessura. Dentre os exemplos de ossos longos, podemos citar o fêmur e a ulna.

Ossos curtos: Todas as dimensões (comprimento, largura e espessura) são equivalentes. Dentre os exemplos, podemos citar o tarso e o carpo.

Ossos planos ou laminares: Possuem pequena espessura e comprimento e largura equivalentes. Como exemplo, podemos citar os ossos do crânio.

Ossos irregulares: Esse tipo não apresenta uma forma geométrica definida. Como exemplo, podemos citar as vértebras.

Ossos sesamoides: Esse tipo de osso é pequeno e arredondado. O principal osso sesamoide é a patela.

Esses diferentes tipos de ossos estão ligados uns aos outros por meio das articulações ósseas, que podem ser móveis, como as do joelho, ou não permitirem a movimentação (fixas), como as articulações dos ossos do crânio.

O Core, ou Powerhouse como é chamado no Pilates, é um conjunto de músculos que compreende os flexores e extensores da coluna, princip...

Importância do Core Fortalecido



O Core, ou Powerhouse como é chamado no Pilates, é um conjunto de músculos que compreende os flexores e extensores da coluna, principalmente, e tem como função ser a base para sustentar toda a coluna e ser o ponto de apoio para movimentos distais.

O que acontece com um aluno que está com o Core enfraquecido? Provavelmente ele vai desenvolver uma série de compensações e desequilíbrios que gerarão dores em vários locais. Se pensarmos a longo prazo, essas compensações constantes e sobrecargas desnecessárias sobre a coluna poderão desenvolver uma série de lesões.

Portanto, o "core" é o centro do nosso corpo. É o conjunto de músculos responsável pelo nosso equilíbrio e pela adequação postural do tronco em qualquer movimento.

Muitos dos exercícios que usamos numa aula de Treinamento Funcional precisam de uma ativação eficiente de Core para cumprirem seu objetivo. E muitos deles também servem para fortalecer essa musculatura.

A prancha é um dos queridinhos de qualquer treinador. Sabe por quê? Porque ela trabalha a musculatura do Core de maneira extremamente eficiente.

Nesse tipo de exercício temos uma importante ativação de musculaturas profundas, como o transverso abdominal. O transverso é um dos principais estabilizadores da coluna e é uma musculatura que responde muito bem à estímulos de resistência.

Além disso, o transverso abdominal tem funções como auxiliar na respiração, manter a pressão intra-abdominal, sustentar as vísceras e preparar a coluna, de forma antecipatória, para sustentar distúrbios. Lembre-se disso da próxima vez que seus alunos resolverem reclamar para fazer prancha. Os músculos do core, quando fortalecidos e acionados de forma correta, dão suporte para a coluna e quadris evitando o estresse nessa região, além de joelhos e tornozelos. Os exercícios focados no core definem o abdômen e modelam a cintura, além de auxiliar no funcionamento dos órgãos internos.

Com um Core funcionando da maneira correta, podemos focar em resgatar funções corporais. Isso está bastante relacionado com aquela ideia de movimentos funcionais. Infelizmente, a vida moderna não proporciona muitas oportunidades para que os músculos e articulações realizem suas funções próprias.

Você tem que ter acesso a 95 exercícios de pranchas e esfinges, utilizados no tratamento, prevenção e fortalecimento da musculatura do core assim como do corpo todo. Clique aqui e conheça esse guia excelente.

Testes ortopédicos são testes realizados por profissionais da área de saúde para diagnosticar algu...

Guia de Testes Ortopédicos Completo






Testes ortopédicos são testes realizados por profissionais da área de saúde para diagnosticar algum tipo de lesão específica.

Como Fisioterapeuta, eu nem preciso explicar a importância dos testes ortopédicos. Para diagnóstico e elaboração de objetivo de tratamento, é a melhor ferramenta que existe na prática clínica. Em questão de segundos, é possível saber qual a região do corpo que pode estar lesionada e imediatamente traçar um tratamento para a lesão.

Se você chegou neste post, é porque tem interesse em saber mais sobre TESTES ORTOPÉDICOS! Por sabermos a importância deles para a fisioterapia, elaboramos um guia sobre testes ortopédicos.


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Este curso é composto por 8 aulas, que abordam os seguintes temas:
  • Caracterização do Futebol;
  • Métodos de Treinamento;
  • Metodologia de Treinamento no Futebol;
  • Modelo Tradicional e Modelo Sistêmico;
  • Procedimento e Perspectiva Construtivista;
  • Tomada de Decisão;
  • Modelo de Jogo;
  • Características do Modelo;
  • Sistematização do Modelo;
  • Princípio de Jogo; Inteligência de Jogo;
  • Características na Elaboração e Condução dos Treinamentos.

Conta ainda com bônus de exercícios em vídeo com explicação de conteúdo e objetivos, artigos e dicas de leitura.

Quer saber mais?

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A coluna é composta por 33 vértebras. Entre uma vértebra e outra estão os discos intervertebrais, cuja função é evitar o atrito entre as vér...

Tipos e Fatores de Risco da Hérnia de Disco




A coluna é composta por 33 vértebras. Entre uma vértebra e outra estão os discos intervertebrais, cuja função é evitar o atrito entre as vértebras e amortecer o impacto, facilitando a mobilidade e a estabilidade da coluna. Os discos são constituídos por um anel resistente, que contém um material gelatinoso, chamado de núcleo pulposo.

Ao longo dos anos, o disco tende a se desgastar. Aparecem certas rupturas nos anéis, o que permite o extravasamento do material gelatinoso. Quando este material compromete algum nervo, o resultado é a dor, localizada na região onde se dá aa lesão discal e podendo irradiar para outras partes.

Você precisa conhecer o curso para Aprender o Tratamento Definitivo para Hérnia de Disco lombar. Clique aqui!

A hérnia de disco, também chamada de hérnia discal ou protusão discal,  é um problema da coluna vertebral que provoca compressão dos nervos, causando dor, fraqueza e perda de sensibilidade em um dos membros. As protusões discais  mais comuns são as hérnias lombares e as hérnias cervicais.

As hérnias de disco podem ser classificadas de acordo com sua morfologia:

 Extrusas

Ocorre perfuração do anel fibroso e deslocamento do material discal (parte do núcleo pulposo) para o interior do espaço epidural.

 Protrusas

O disco se torna saliente posteriormente, sem ruptura do anel fibroso.

 Sequestradas

No sequestro discal há rompimento da parede do disco e o líquido gelatinoso migra para dentro do canal medular, para cima ou para baixo. Estas lesões podem acarretar pressão sobre a medula espinhal, causando mielopatia, pressão sobre a cauda equina, acarretando síndrome da cauda equina ou pressão sobre as raízes nervosas. A quantidade de pressão sobre os tecidos nervosos determina a gravidade do déficit neurológico.

Conforme vamos envelhecendo, o disco intervertebral vai se tornado cada vez menos flexível e elástico, ficando mais exposto a fissuras e roturas. A maioria das protusões discais ocorre em pessoas com mais de 35 anos.

Entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de uma hernia discal, podemos citar:

– Trabalhos que demandam carregar pesos excessivos.
– Fazer musculação sem devida orientação, sobrecarregando a coluna.
– Levantar pesos do chão forçando a coluna (o correto não é dobrar a coluna para pegar algo do chão, mas sim se agachar para levantá-lo).
– Traumas nas costas.
– Má postura.
– Trabalhos que demandam movimentos repetitivos da coluna.
– Sedentarismo.
– Tabagismo

Na maioria dos casos, a hérnia não surge de forma aguda. Ela costuma ser um processo de estresse e lesão repetitiva do disco. Habitualmente, exceto pelos casos de hérnias que surgem após traumas ou quedas, os pacientes não se recordam de um evento específico que tenha desencadeado os sintomas. A dor pode surgir subitamente em repouso.

Existem sim situações onde a cirurgia é obrigatória, porém boa parte deles pode ser tratado com fisioterapia, Pilates, Funcional e afins. Também podemos usar técnicas como crioterapia, alívio da dor através do calor, acupuntura, terapia manual e massagens como aliados no tratamento.

Em casos de tratamento cirúrgico os tratamentos conservadores também têm papel importante. Eles estão relacionados à reabilitação do paciente e volta às atividades da vida diária.

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