Os ossos são formados por um tipo especial de tecido conjuntivo, o tecido ósseo, que possui uma matriz intracelular mineralizada. Esse tec...

Quais são os 5 tipos de ossos?




Os ossos são formados por um tipo especial de tecido conjuntivo, o tecido ósseo, que possui uma matriz intracelular mineralizada. Esse tecido, apesar do que muitos pensam, é formado por células vivas: os osteoblastos, osteoclastos e osteócitos. O primeiro grupo de células é responsável pela síntese da matriz óssea. Os osteoclastos atuam na reabsorção óssea. Já os osteócitos estão relacionados com a manutenção da matriz e reabsorção quando estimulados pelo hormônio da paratireoide.



Didaticamente, costuma-se classificar os ossos de acordo com a sua forma em cinco tipos principais: longos, curtos, planos, irregulares e sesamoides. Observe a seguir as principais características de cada tipo:

Ossos longos: Esses ossos apresentam maior comprimento em relação à largura e espessura. Dentre os exemplos de ossos longos, podemos citar o fêmur e a ulna.

Ossos curtos: Todas as dimensões (comprimento, largura e espessura) são equivalentes. Dentre os exemplos, podemos citar o tarso e o carpo.

Ossos planos ou laminares: Possuem pequena espessura e comprimento e largura equivalentes. Como exemplo, podemos citar os ossos do crânio.

Ossos irregulares: Esse tipo não apresenta uma forma geométrica definida. Como exemplo, podemos citar as vértebras.

Ossos sesamoides: Esse tipo de osso é pequeno e arredondado. O principal osso sesamoide é a patela.

Esses diferentes tipos de ossos estão ligados uns aos outros por meio das articulações ósseas, que podem ser móveis, como as do joelho, ou não permitirem a movimentação (fixas), como as articulações dos ossos do crânio.

O Core, ou Powerhouse como é chamado no Pilates, é um conjunto de músculos que compreende os flexores e extensores da coluna, princip...

Importância do Core Fortalecido



O Core, ou Powerhouse como é chamado no Pilates, é um conjunto de músculos que compreende os flexores e extensores da coluna, principalmente, e tem como função ser a base para sustentar toda a coluna e ser o ponto de apoio para movimentos distais.

O que acontece com um aluno que está com o Core enfraquecido? Provavelmente ele vai desenvolver uma série de compensações e desequilíbrios que gerarão dores em vários locais. Se pensarmos a longo prazo, essas compensações constantes e sobrecargas desnecessárias sobre a coluna poderão desenvolver uma série de lesões.

Portanto, o "core" é o centro do nosso corpo. É o conjunto de músculos responsável pelo nosso equilíbrio e pela adequação postural do tronco em qualquer movimento.

Muitos dos exercícios que usamos numa aula de Treinamento Funcional precisam de uma ativação eficiente de Core para cumprirem seu objetivo. E muitos deles também servem para fortalecer essa musculatura.

A prancha é um dos queridinhos de qualquer treinador. Sabe por quê? Porque ela trabalha a musculatura do Core de maneira extremamente eficiente.

Nesse tipo de exercício temos uma importante ativação de musculaturas profundas, como o transverso abdominal. O transverso é um dos principais estabilizadores da coluna e é uma musculatura que responde muito bem à estímulos de resistência.

Além disso, o transverso abdominal tem funções como auxiliar na respiração, manter a pressão intra-abdominal, sustentar as vísceras e preparar a coluna, de forma antecipatória, para sustentar distúrbios. Lembre-se disso da próxima vez que seus alunos resolverem reclamar para fazer prancha. Os músculos do core, quando fortalecidos e acionados de forma correta, dão suporte para a coluna e quadris evitando o estresse nessa região, além de joelhos e tornozelos. Os exercícios focados no core definem o abdômen e modelam a cintura, além de auxiliar no funcionamento dos órgãos internos.

Com um Core funcionando da maneira correta, podemos focar em resgatar funções corporais. Isso está bastante relacionado com aquela ideia de movimentos funcionais. Infelizmente, a vida moderna não proporciona muitas oportunidades para que os músculos e articulações realizem suas funções próprias.

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