<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413</id><updated>2012-01-24T05:07:17.609-08:00</updated><category term='Ortopedia'/><category term='Doenças'/><category term='Cursos'/><category term='Livro'/><category term='Alongamento'/><title type='text'>Fisioterapia Ortopédica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>194</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1104944154701026057</id><published>2012-01-24T05:07:00.001-08:00</published><updated>2012-01-24T05:07:17.659-08:00</updated><title type='text'>Músculos do joelho</title><content type='html'>&lt;br&gt;A musculatura da perna pode ser dividida em três grupos de músculos que são anterior, lateral e posterior, constituindo uma atmosfera carnosa que envolve&lt;br&gt;completamente a fíbula. De um modo geral os músculos anteriores são flexores ao passo que os posteriores são extensores (CASTRO, 1989). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os músculos que agem na articulação do joelho produzem movimentos de flexão e extensão da perna, mas também um certo grau de rotação, especialmente do côndilo lateral do fêmur em torno do eixo de rotação daquela articulação. Alguns dos músculos que movem a perna atuando na articulação do joelho são biarticulares, agem sobre a articulação do quadril bem como sobre a do joelho. São eles, vasto lateral, vasto medial e, vasto intermédio, reto da coxa que constituem o quadríceps, bíceps da coxa, semitendíneo, semimembranáceo (DÂNGELO e FATINI, 1988).&lt;br&gt; &lt;br&gt;As origens destes músculos, suas inserções e inervações são:&lt;br&gt;&lt;br&gt;VASTO LATERAL: Origem: lábio lateral (linha áspera) até o trocânter maior. Inserção: o tendão conjunto do quadríceps se insere nas margens proximal e lateral&lt;br&gt; da patela (base da patela – ligamento patelar). Ação: extensão do joelho. Estabilizado auxilia no bloqueio do joelho em extensão. Inervação: ramo do nervo&lt;br&gt;femoral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;VASTO MEDIAL: Origem: lábio medial (linha áspera), a parte distal mais forte que a proximal. Inserção: base da patela. Ação: extensão do joelho e auxilia no&lt;br&gt; bloqueio do joelho em extensão. Inervação: ramo do nervo femoral. &lt;br&gt;&lt;br&gt;VASTO INTERMÉDIO: Origem: Perímetro anterior do fêmur. Inserção: base da patela. Ação: extensão do joelho e auxilia no bloqueio do joelho em extensão.&lt;br&gt; Inervação: ramo do nervo femoral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;RETO DA COXA: Origem: espinha ilíaca antero inferior (cabeça reta) e margem superior do acetábulo (cabeça reflexa). Inserção: base da patela (ligamento&lt;br&gt;patelar). Ação: estende a perna e auxilia a flexão na articulação do quadril. Inervação: ramos do nervo femoral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;BÍCEPS DA COXA: Origem: túber isquiático. Inserção: cabeça da fíbula. Ação: flexão da perna na articulação do joelho e rotação lateral, extensão e rotação&lt;br&gt;lateral da coxa na articulação do quadril. Inervação: nervo tibial.&lt;br&gt; &lt;br&gt;SEMITENDÍNEO: Origem: do túber isquiático por um tendão curto unindo a cabeça longa do músculo bíceps da coxa. Inserção: longo tendão borda medial da&lt;br&gt;tuberosidade da tíbia. Ação: flexão da perna na articulação do joelho e rotação medial, extensão da coxa na articulação do quadril. Inervação: nervo tibial. &lt;br&gt; &lt;br&gt;SEMIMEMBRANÁCEO: Origem: do túber isquiático (tendão largo, no espaço entre os músculos bíceps da coxa e semitendíneo e o músculo adutor). Inserção:&lt;br&gt;tendão curto e espesso do côndilo medial da tíbia e no ligamento poplíteo oblÍquo. Ação: flexão da perna e rotação medial na articulação do joelho; extensão da coxa&lt;br&gt; na articulação do quadril. Inervação: nervo tibial (PUTZ e PABST, 1995).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Retirei &lt;a href="http://www.unioeste.br/projetos/elrf/monografias/2003/mono/24.pdf"&gt;daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1104944154701026057?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1104944154701026057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1104944154701026057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/musculos-do-joelho.html' title='Músculos do joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5762178559759407543</id><published>2012-01-23T02:04:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T02:04:44.438-08:00</updated><title type='text'>Células tronco ajudando a recuperar fraturas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="materia-titulo"&gt;&lt;/div&gt;             &lt;div class="materia-assinatura-linha"&gt;             &lt;/div&gt;             &lt;div class="materia-assinatura-letra"&gt;                               &lt;/div&gt;                                 &lt;div class="compartilhamento-materia"&gt;           &lt;div class="fb-like fb_edge_widget_with_comment fb_iframe_widget"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;                                    &lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;p&gt; 	Eu assisti no Jornal Nacional na Rede Globo na  sexta-feira (20) que um tratamento com  células-tronco  está curando pacientes com doenças ósseas em  Salvador.   O método é coberto pelo Sistema Único de Saúde.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A reportagem mostrou a história de Renata que sofreu um acidente de moto há dois anos atrás e teve uma fratura  exposta. Depois de três cirurgias, o osso da perna direita não se  recuperava. Renata tinha perdido a esperança de voltar a andar. Até que  foi indicada para participar de um tratamento experimental: a injeção de  células-tronco no local da fratura para ajudar na consolidação de  ossos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	"Era uma novidade, mas como eu e o doutor Vinicius conversamos, não tinha o que perder", lembra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Renata passou apenas um dia no hospital. Em seis meses, com ajuda da  fisioterapia, voltou a andar. O osso estava colado, perfeito. O caso  dela acabou virando exemplo da pesquisa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Outro exemplo foi o Sandro que sofreu uma queda e, mesmo com o implante de uma haste de metal e  parafusos, o osso da perna esquerda não colou. Por isso, também  concordou em participar da experiência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A técnica é simples e utiliza as células do próprio paciente. "A  surpresa positiva é que praticamente todos os pacientes evoluíram bem,  não tendo nenhuma complicação. Estabelecemos a segurança do método, que é  minimamente invasivo", avalia Vinicius Schott Garneiro, professor de  medicina da UFF.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O procedimento está em fase de estudo no Instituto Nacional de  Traumatologia e Ortopedia, onde há 800 pessoas na espera pelo  tratamento. É realizado somente em ossos longos como os do braço e da  perna.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O médico faz uma punção com uma agulha especial e retira as  células-tronco da medula óssea. As células são injetadas no local da  fratura. A cirurgia leva em torno de uma hora e o paciente volta para  casa no dia seguinte. "na maioria das vezes são membros inferiores, usa  muletas. E a gente faz um acompanhamento mensal. O resultado final a  gente está avaliando entre seis meses a um ano para ver exatamente a  evolução total da formação desse calo ósseo", explica João Matheus  Guimarães, chefe ortopedia Into.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Em fevereiro, Sandro, com dois meses de cirurgia, vai poder andar de  muletas. Ele já faz planos para o Carnaval. "Tomara que nesse carnaval  já esteja pulando, pelo menos de muletas".&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5762178559759407543?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5762178559759407543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5762178559759407543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/celulas-tronco-ajudando-recuperar.html' title='Células tronco ajudando a recuperar fraturas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2850504462836988674</id><published>2012-01-18T05:40:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:40:13.810-08:00</updated><title type='text'>Joanete pode surgir ou piorar com o uso de sapatos de salto e bico fino</title><content type='html'> &lt;p&gt; 	Os pés de cada pessoa podem ser planos, ter uma curvatura mais  acentuada e diferir bastante no tamanho dos dedos. Segundo os  ortopedistas, não existe necessariamente um formato melhor ou mais  saudável.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O que não pode haver são sintomas como dor, desconforto ou dificuldade  para andar. Portanto, o mais indicado é comprar os sapatos à noite –  quando os pés estão mais inchados – e andar com o calçado na loja, para  acertar na escolha. O modelo deve se acomodar bem nos pés, deixá-los  folgados, ser resistente e garantir proteção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Isso significa que escolher adequadamente um sapato é o primeiro passo  para prevenir calos, unhas encravadas, machucados e joanete. No dia a  dia, deve-se evitar salto alto (no máximo, 3,5 cm) e bico fino, segundo o  ortopedista Caio Nery e a podóloga Roseli Bueno. Ficar descalço ou de  chinelo sempre que possível também é uma boa dica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Estima-se que indivíduos normais em ambientes urbanos e atividades  corriqueiras caminhem cerca de 120 mil quilômetros ao longoe 50 anos  de vida. &lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align:center" class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt; 	&lt;img alt="Saúde dos pés (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/17/infosaudedospes.jpg" title="Saúde dos pés (Foto: Arte/G1)" height="973" width="620"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt; 	A prática esportiva trouxe enormes benefícios à saúde e ao bem-estar  geral, mas também aumentou a carga de trabalho nos tornozelos e pés,  razão pela qual cresceu significativamente a incidência de problemas  nessas regiões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Ao correr, a força sobre os pés aumenta até oito vezes, e ao pular esse  valor sobe para 13 vezes. Por isso, é importante cuidar bem dessa parte  do corpo, porque – junto com a coluna – é ela que dá sustentação e  mantém as pessoas eretas.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align:center" class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt; 	&lt;img alt="Formato dos pés (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/17/infoformatodospes.jpg" title="Formato dos pés (Foto: Arte/G1)" height="496" width="300"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	A especialista explicou no programa que fazer higiene e abrasão dos  calos moles, não inflamados nem infectados, é saudável – em casos  graves, só um médico pode mexer no local.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	É importante também evitar tratar problemas nos pés com pedicures, que  cuidam apenas da estética. Deformidades e calos muito persistentes devem  ser avaliados por um ortopedista, que pode propor palmilhas ou a troca  de calçados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O ideal é que, ao caminhar, os pés fiquem na posição &amp;quot;12h55&amp;quot;, nem para  dentro, nem paralelos, nem muito para fora. Os pés chatos, em alguns  casos, podem precisar de intervenção ou palmilhas, mas não precisam  necessariamente ser tratados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Protetores e palmilhas ajudam a evitar calos. No caso de joanete,  protetores podem aliviar a dor, mas não curam o problema. Aparelhos e  separadores também não alteram esse desvio no dedão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Para evitar problemas ao caminhar por longas distâncias de casa para o trabalho e vice-versa, algumas mulheres carregam dois sapatos. Assim, não perdem o conforto nem a elegância no dia a dia.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2850504462836988674?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2850504462836988674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2850504462836988674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/joanete-pode-surgir-ou-piorar-com-o-uso.html' title='Joanete pode surgir ou piorar com o uso de sapatos de salto e bico fino'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2848292361222816858</id><published>2012-01-11T04:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T04:32:00.912-08:00</updated><title type='text'>Caso clínico: Fisioterapia aquática na reconstrução do ligamento cruzado anterior</title><content type='html'>&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;O joelho é uma articulação intermediária do membro inferior, instável do   ponto de vista ósseo, sendo o sistema ligamentar e muscular os principais   estabilizadores [1].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A articulação do joelho envolve três ossos: o fêmur, a tíbia e a patela,   onde os côndilos femorais se articulam com os da tíbia e a face patelar   recebe a patela quando o membro está fletido [2]. Os ligamentos juntamente   com a cápsula articular unem firmemente os ossos para formar a articulação   e servem também para mante-los em oposição, influenciando o arco de   movimentação articular [3].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O ligamento cruzado anterior repousa mais anteriormente na cavidade   intercondilar, originando-se na depressão anterior à eminência tibial   média. Desde sua origem ele se dirige em uma direção superior, oblíqua e   posterior para se inserir no côndilo femoral lateral em um padrão   semicircular, dando-lhe uma configuração retorcida, sendo que se encontra   totalmente distendido na posição de extensão do joelho. [3].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O grupo muscular do quadríceps é o principal extensor do joelho, auxiliado   em cadeia cinética fechada pelos músculos isquiotibiais e sóleo. Os   isquiotibiais são os flexores primários do joelho, auxiliados pelo músculo   gastrocnêmio [4].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O joelho possui um grau de liberdade, a flexão/extensão que aproxima ou   afasta o membro de sua raiz, e um grau acessório, apresentando uma rotação   sobre o eixo longitudinal da perna, que só ocorre quando a articulação   está fletida [5].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A amplitude de movimento do joelho possui relação direta com a posição do   quadril. Na extensão ativa poucas vezes o joelho ultrapassa a posição de   0º, e a eficácia do músculo reto anterior da coxa como extensor do joelho   aumenta com a extensão do quadril. Por outro lado, a flexão ativa atinge   140º com o quadril flexionado e apenas 120º com o quadril estendido, devido   à diminuição da elasticidade dos isquiotibiais [5].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O ligamento cruzado anterior é o ligamento do joelho mais comumente lesado em   virtude de ser o estabilizador principal dessa articulação [6]. Além disso,   o ligamento cruzado anterior além de promover a estabilidade anterior da   tíbia em relação ao fêmur possui ainda as funções de mecanismo de trava,   controle do estresse em valgo e varo, limita a hiperextensão e guia a   flexo-extensão tibiofemoral [7].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A lesão do ligamento cruzado anterior pode estar associada a lesões dos   ligamentos colaterais e dos meniscos, sobretudo nos casos em que produz uma   rotação de tronco em relação às extremidades inferiores [8]. As lesões   meniscais estão presentes em 20 a 40% das lesões agudas de LCA e em até 80%   dos casos antigos de ruptura [9].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Há uma incidência de 1 para 3.000 indivíduos com ruptura do ligamento   cruzado anterior que ocorrem principalmente em indivíduos do sexo masculino,   sendo a maioria delas causadas durante as atividades esportivas. O grupo de   idade mais comumente associado à ruptura de LCA está entre 15 e 25 anos de   idade, porém essa lesão também tem sido vista em indivíduos ativos com   até 50 anos [10].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Vários são os mecanismos responsáveis pela lesão no ligamento cruzado   anterior. Estes incluem: rotação externa, abdução e força anterior   aplicada à tíbia; rotação interna do fêmur sobre a tíbia fixa e   hiperextensão do joelho. As lesões ocorrem mais freqüentemente em   situações onde não ocorre contato físico direto [3].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Após a ruptura aguda do LCA o joelho incha imediatamente ou nas primeiras   24h, traduzindo a hemartrose provocada pela ruptura do ligamento, e a   impotência funcional segue o trauma [9]. Além disso, as queixas relatadas   pelos pacientes com ruptura de LCA são: falseio, incapacidade de correr,   driblar e derrame articular aos esforços [11].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A tendência atual é a indicação da prática cirúrgica de reconstrução   ligamentar em pacientes que pretendem continuar com a prática desportiva   [12].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Atualmente o procedimento mais utilizado por muitos cirurgiões na   reconstrução do ligamento cruzado anterior é a utilização do enxerto   autólogo do terço médio do tendão patelar [13].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O enxerto de terço médio do tendão patelar apresenta força de tensão   comparável ao do ligamento original e uma rigidez aumentada [10].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Conforme Maxey e Magnusson [10], em estudos realizados em animais, aceita-se   que os auto-enxertos osso/tendão-patelar/osso sofrem processo de "ligamentização"   o que resulta em um enxerto em que o aspecto vascular e histológico é   semelhante ao de um LCA normal após um ano [14].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Em 1967 Hislop e Perrine introduziram o conceito de exercício isocinético, o   que permite a contração muscular máxima de forma dinâmica com resistência   em toda a amplitude de movimento, a velocidade angular constante é escolhida   com controle do fenômeno da aceleração e desaceleração do movimento e a   resistência é auto-adaptada à força desenvolvida pelo indivíduo [15].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Usualmente a articulação do joelho é avaliada na posição sentada,   assumindo movimento femoral mínimo devido à estabilização distal da coxa,   com o alinhamento do eixo do dinamômetro estendendo-se através do côndilo   femoral lateral [16].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na primeira sessão de teste isocinético após a cirurgia de reparo do   ligamento cruzado anterior são indicadas às velocidades de 180º e 300º/s.   E a limitação da amplitude de movimento depende do tipo de lesão e de seu   tratamento, no caso da reconstrução do LCA deve-se evitar os últimos 20º   ou 30º de extensão, pois podem ser agressivos para o neoligamento, sobretudo   com aplicação distal da resistência [16].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Os exercícios aquáticos têm sido recomendados pela capacidade em permitir a   antecipada mobilização ativa e desenvolver uma perfomance neuromuscular,   principalmente durante a fase inicial do programa de reabilitação [17].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A Fisioterapia Aquática é um recurso terapêutico que pode ser utilizado   beneficamente em casos em que se deseja redução da sustentação de peso,   quando há dor, inflamação, retração, espasmo muscular, limitação da ADM   em casos de cirurgia recente, lesões neuromusculares ou ortopédicas agudas,   doença reumatológica ou deficiência neurológica, proporcionando um   ambiente controlável e adequado para a restauração das habilidades   funcionais [18, 19].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O relaxamento e a redução da dor resultam de sobrecarga sensorial ocasionada   pela flutuabilidade, pressão hidrostática, viscosidade, temperatura e   turbulência. Além disso, proporcionam estímulos para a percepção   cinestésica e proprioceptiva. Também proporciona um meio para aprimorar o   desempenho de forma precoce permitindo atividades funcionais que estimulam o   equilíbrio e a coordenação [14,18,19].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A redução dos efeitos da gravidade e da força de flutuação permite o   controle precoce do movimento. A habilidade de reproduzir na fase inicial do   tratamento movimentos realizados no solo pode acelerar o retorno do paciente   as atividades cotidianas por meio da redução da atrofia e melhora da   função. A flutuação pode ajudar na amplitude de movimento ao levar a parte   afetada em direção à superfície da piscina. Além disso, a marcha pode ser   auxiliada e seus desvios corrigidos junto às correções posturais que podem   ser feitas com menor esforço e desconforto para o paciente devido à   diminuição da força de compressão sobre a coluna e outras articulações   [18].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A resistência da água oferece um meio de fortalecimento seguro e efetivo.   Devido à viscosidade da água, a resistência é encontrada em todas as   direções do movimento. Dentro da água a resistência é modificada   facilmente, ajustando-se o braço de alavanca, a velocidade do movimento e a   turbulência da água. À medida que a velocidade da atividade ou do movimento   aumenta ou diminui, o mesmo ocorre com a resistência a esse movimento. Se   surgir dor, a resistência deve ser reduzida para limites toleráveis,   tornando a atividade mais lenta. Sendo assim, pode ser realizado o exercício   de alta intensidade por longo período de tempo sem impor um estresse   excessivo aos tecidos em fase de cicatrização [14].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A água proporciona um meio adequado para o tratamento de paciente com dor e   pacientes que ainda não podem se exercitar em terra, permitindo o movimento e   o relaxamento. A facilitação na execução do movimento permite ao paciente   conquistar muito mais que em solo, aumentado sua confiança e contribuindo   para sua reabilitação [19].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Diante desses fatores, esta pesquisa teve como principal objetivo analisar os   resultados terapêuticos provenientes da Fisioterapia Aquática em um sujeito   submetido à cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Material   e método&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O estudo foi de caráter experimental. A amostra foi selecionada no Instituto   de Ortopedia e Traumatologia de Passo Fundo (IOT-RS) e, compreendeu um sujeito   do sexo masculino com 28 anos de idade, da raça branca, 1,76 m de altura,   86,5 Kg, com lado dominante direito, tendo como profissão montador de   móveis. O sujeito não realizava atividade física no momento e apresentava   ruptura do LCA associado à lesão meniscal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Foram excluídos do estudo os sujeitos que possuíam histórico de cirurgia   prévia, comprometimento neurológico, doenças sistêmicas e cutâneas que   pudessem interferir no tratamento e nos resultados do estudo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Depois de selecionada a amostra, foi marcada a primeira avaliação   fisioterápica, onde se expôs claramente ao participante a justificativa e os   objetivos do estudo, assim como os materiais e procedimentos que seriam   utilizados para sua realização. O sujeito assinou um termo de consentimento   livre e esclarecido aceitando participar da pesquisa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na avaliação inicial pré-cirúrgica foram registrados os dados do sujeito   incluindo a história da lesão e os sinais e sintomas que apresentava no   momento da anamnese. No exame físico foi avaliada a perimetria do joelho   através de uma fita métrica da marca "corrente", onde foi mensurado o   valor de 10cm supra e infrapatelar. Foi avaliada também a amplitude de   movimento de flexão e extensão ativo e de ambos os joelhos através de um   goniômetro manual universal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Durante a anamnese o sujeito relatou que a lesão do ligamento ocorreu há   aproximadamente um ano e meio durante um jogo de futebol. Relata que ao cair   com o joelho em varo sentiu dor e estalido no momento, logo após o alivio dos   sintomas voltou a jogar, sendo que no dia posterior surgiu edema e dor. Após   um ano de lesão procurou atendimento médico onde através da positividade   dos testes especiais e exames complementares foi dado o diagnóstico.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Durante a avaliação relatou que ao realizar atividade física ocorria dor e   edema no joelho, impossibilitando-o de continuar a prática. Após a anamnese   foi realizado o exame físico onde o sujeito apresentou edema no joelho   direito sem dor a palpação e marcha normal. Foram realizados os testes   especiais de Lachmann e gaveta anterior que se apresentaram positivos no   membro inferior direito.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Após o exame físico foi realizado a avaliação isocinética, onde foi   utilizado o Dinamômetro computadorizado da marca Biodex™ Multi Joint System   3 Pro. Foi avaliado o pico de torque e a relação agonista/antagonista na   velocidade de 180º/s, realizada na posição sentada com o encosto da cadeira   à 85º e com o sujeito estabilizado através de cintas que fixavam o tórax,   bacia e membro contralateral, sendo que foi utilizada uma amplitude de   movimento de 90º para 10º de flexão do joelho [16]. Após o 2º mês   pós-operatório foram realizadas novamente as medidas de perimetria e   goniometria, assim como a avaliação isocinética, utilizando-se os mesmos   parâmetros do pré-operatório.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Tratamento   fisioterápico realizado&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/i&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Após a cirurgia, no 2º dia pós-operatório foi dado início aos   atendimentos, que aconteceram durante um período de 2 meses (segundo   protocolo utilizado) em 3 vezes por semana, com sessões de 50 minutos,   totalizando 24 atendimentos. Do segundo dia até a retirada dos pontos foi   utilizado um adesivo impermeável para proteger a ferida operatória do   contato com a água. Foi utilizado o protocolo de Ruoti, Morris e Cole (2000)   [6] que foi adaptado conforme os objetivos do tratamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O protocolo proposto compreendeu três fases. A primeira fase com duração   até o 15o dia de Pós-operatório, a segunda fase da 2o a 4o semanas e a   terceira da 4o a 8o semanas. As fases do protocolo incluem: aquecimento,   alongamento dos principais músculos envolvidos, exercícios resistidos,   caminhada, corrida leve, saltos, treino de marcha, treino de propriocepção e   relaxamento. As fases do protocolo, o tempo e o número de repetições dos   exercícios progrediram conforme a evolução e a aceitação do paciente.   Após a aplicação do protocolo, os dados do pós-operatório foram   comparados com os dados do pré-operatório e serão apresentados a seguir.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Resultados   e discussão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na tabela I foi verificado um declíneo da ADM de flexão do membro envolvido   na primeira avaliação pós-operatória em relação ao valor do   pré-operatório, seguido de um aumento dos valores ao final do primeiro e   segundo mês superiores a avaliação inicial. Já na ADM de extensão do   membro envolvido, houve uma regressão dos valores, sendo que na avaliação   pré-operatória o sujeito encontrava-se com o joelho em flexo e após o   segundo mês em extensão total.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;Tabela   I. &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size="1"&gt;Valores referentes a goniometria   ativa em graus.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="tahoma" size="2"&gt;   &lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="2" width="595"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td width="17%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt; &lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;          &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Movimento&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Pré-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;1ºavaliação       pós-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;1º       mês pós-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;2º       mês pós-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Membro       envolvido (D)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;flexão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;extensão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;120º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;10º&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;40º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;6º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;130º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;4º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;130º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;0º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Membro       não-envolvido (E)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;flexão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;extensão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;128º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;6º&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;130º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;5º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;136º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;6º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="17%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;140º&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;0º&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Em relação aos valores apresentados na Tabela I podemos constatar que houve   uma melhora considerável na amplitude articular do membro envolvido após a   mensuração realizada no segundo dia do pós-operatório, atingindo valores   próximos ao membro contra lateral ao final dos dois meses de tratamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Em estudos de Tovin et al (1994) [20] onde foi comparado o tratamento   pós-operatório de reconstrução de LCA entre dois grupos, um no solo e   outro na água, em ambas análises os dados revelaram ganho significativo   somente durante as seis primeiras semanas de reabilitação. Em nosso estudo o   sujeito atingiu um valor pós-operatório superior ao valor medido no   pré-operatório do membro envolvido. Além disso, o flexo de joelho que   apresentava antes da cirurgia foi diminuindo no decorrer do tempo chegando ao   final da oitava semana a 0º, provavelmente pelo trabalho de alongamento das   estruturas músculo-ligamentares [20].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      De acordo com Ruoti, Morris e Cole [6], o simples movimento através da água   juntamente com o alívio da sustentação de peso, ajudam a diminuir a dor e   proporcionam a obtenção de arcos articulares maiores.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na tabela II, abaixo, verificamos que os valores da medida supra-patelar do   membro envolvido mantiveram–se iguais na avaliação pré-operatória e na   primeira avaliação pós-operatório, apresentando um declíneo no primeiro   mês, seguido de um aumento do valor ao final do segundo mês comparado ao   pré-operatório em decorrência do trabalho muscular desenvolvido durante o   protocolo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;Tabela   II. &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size="1"&gt;Valores referentes as medidas de   perimetria (cm).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;font&gt;   &lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="2" width="645"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td width="80"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt; &lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;          &lt;td width="96"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Medida       supra e infra patelar&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="99"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Pré-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;1ºavaliação       pós-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;1º       mês pós-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;2º       mês pós-operatório&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="80"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Membro       envolvido (D)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="96"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;10       supra&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;10       infra&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="99"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;51.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;42.0&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;51.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;42.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;50.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;41.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;53.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;41.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="80"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Membro       não-envolvido (E)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="96"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;10       supra&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;10       infra&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="99"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;52       .0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;41.0&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;51.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;41.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;51.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;40.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="98"&gt;&lt;b&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;54.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;40.0&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A atrofia muscular que regularmente se observa nos sujeitos com lesão   ligamentar está determinado pela inibição neuromuscular, presença de   edema, dor e diminuição na atividade dos receptores articulares [7,10]. A   efusão crônica do joelho provoca a inibição da atividade do quadríceps, e   a ausência de informações proprioceptivas devido à ruptura do ligamento   cruzado anterior ocasionam a inibição reflexa desse músculo diminuindo sua   massa muscular. Além disso, a facilitação da atividade dos isquiotibiais   promove fortalecimento dessa mesma musculatura, fato esse que ocorre com o   objetivo de substituir a ação estabilizadora do ligamento cruzado anterior   [21,22].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na Tabela III abaixo, verificamos os valores do pico de torque no movimento de   flexão e extensão dos joelhos na velocidade de 180º/s, lembrando que a   avaliação isocinética pré-operatória fora realizada dois dias antes da   cirurgia e a avaliação no pós-operatório ocorreu dois meses após a   cirurgia reconstrutiva.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;Tabela   III. &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size="1"&gt;Valores referentes ao pico   de torque (N-M) no movimento de flexão e extensão   de joelho na velocidade de 180º/s.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="2" width="596"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td height="12" width="14%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;    &lt;font&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;       &lt;td colspan="3" height="12" width="43%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Extensão&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td colspan="3" height="12" width="43%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Flexão&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td height="12" width="14%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;    &lt;font&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;       &lt;td height="12" width="17%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Não-         envolvido(E)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="12" width="16%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Envolvido(D)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="12" width="10%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Déficit         (%)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="12" width="17%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Não-envolvido(E)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="12" width="16%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Envolvido(D)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="12" width="10%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Déficit         (%)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td height="38" width="14%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Pré-operatório&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;       &lt;td height="38" width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;124.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="38" width="16%"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;119.6&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="38" width="10%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;3.9&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="38" width="17%"&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;100.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="38" width="16%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;69.8&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="38" width="10%"&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;30.6&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td height="38" width="14%"&gt;&lt;font&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt; &lt;/p&gt;         &lt;/font&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Pós       operatório&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;(2º       mês)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="38" width="17%"&gt;     &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;163.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="38" width="16%"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;130.6&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="38" width="10%"&gt;     &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;19.9&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="38" width="17%"&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;103.1&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="38" width="16%"&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;88.1&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="38" width="10%"&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;14.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td height="26" width="14%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Diferença&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;pré         e pós&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="26" width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;↑       38.5&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="26" width="16%"&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;↑ 11.0&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="26" width="10%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;       &lt;td height="26" width="17%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;↑       2.6&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td height="26" width="16%"&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;↑ 18.3&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td height="26" width="10%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na tabela III foi verificado que todos os valores de pico de torque de flexão   e extensão em ambos os membros obtiveram aumento, sendo que no movimento de   extensão o déficit aumentou devido a uma discrepância dos valores do membro   envolvido em relação ao não-envolvido. Além disso, foi observada uma   redução do déficit flexor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      No estudo realizado por Solomonov et al &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; Fatarellli, Almeida e   Nascimento (2004) [21] foi evidenciado a falha do torque extensor em   indivíduos com lesão do LCA durante movimento isocinético concêntrico.   Essa queda de torque foi acompanhada por queda na atividade eletromiográfica   do quadríceps e aumento na atividade eletromiográfica dos isquiotibiais para   tentar evitar essa falha do torque extensor. Um desequilíbrio ou fraqueza   muscular tem sido atribuído a lesão do LCA. Em uma avaliação isocinética   realizada em indivíduos com lesão de LCA foi detectado déficit do pico de   torque de 14% para quadríceps e 4% para isquiotibiais, sendo que esses dados   sugerem perda seletiva das fibras de contração rápida decorrente da lesão   de LCA [21]. Em nosso estudo houve uma diminuição do déficit.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Dvir (2002) [16] afirma que durante um período aproximado de dois anos após   a reconstrução do LCA e após um programa de reabilitação, um déficit no   quadríceps de 15% a 20% comparado com o lado não envolvido deve ser   esperado. Um equilíbrio ideal da musculatura agonista em comparação com a   antagonista situa-se entre 60 a 70% [23].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Segundo Terreri, Greve e Amatuzzi (2001) [24], estudos com avaliação   isocinética no pós-operatório de LCA mostraram que no lado operado valores   que podem ser iguais ou apresentar um déficit pequeno comparado com o lado   não operado. Os autores indicam os valores situados entre 55% a 77% como   sendo os valores da relação agonista/antagonista de joelho com menor índice   de lesão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Essa relação é visualizada na Tabela IV abaixo, onde podemos constatar que   a relação agonista/antagonista do membro envolvido foi de 58.3 para 67.5.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="1"&gt;Tabela   IV. &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size="1"&gt;Valores referentes a   relação agonista/antagonista (%) no movimento de   flexão e extensão do joelho na velocidade de 180º/s.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="2" width="595"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td width="31%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;    &lt;font&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;       &lt;td width="33%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Não-         envolvido(E)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td width="36%"&gt;         &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Envolvido(D)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;   &lt;td width="31%"&gt;   &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Pré-operatório&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="33%"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;80.7&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="36%"&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;58.3&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td width="31%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Pós       operatório&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;(2º       mês)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="33%"&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;63.2&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td width="36%"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;67.5&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na Tabela VI, a relação agonista/antagonista do indivíduo situou-se dentro   dos parâmetros referentes a um bom equilíbrio muscular, sendo que Hirata e   cols (2003) [23], um equilíbrio ideal da musculatura agonista em comparação   com a antagonista situa-se entre 60 a 70%.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Conclusão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Por meio desta pesquisa verificou-se que o sujeito submetido à reabilitação   aquática apresentou um aumento gradativo da amplitude de movimento de flexão   e extensão, tanto do membro envolvido, quanto do membro não-envolvido até o   final do segundo mês de tratamento. Com relação ao pico de torque o sujeito   apresentou aumento dos valores tanto no movimento de flexão quanto em   extensão em ambos os membros, porém houve um aumento no déficit extensor   provavelmente porque o membro envolvido não acompanhou a evolução do   membro-não envolvido. Já na relação agonista/antagonista os dados   apresentaram-se ao final do segundo mês dentro dos parâmetros normais, sendo   que uma boa relação flexora/extensora do joelho é fator importante no que   se refere à menor suscetibilidade de lesões nesta articulação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Assim, a reabilitação aquática proporcionou ambiente seguro para inicio   precoce das atividades resistidas e descarga de peso total que foi incentivada   desde o início do tratamento, além de proporcionar a realização dos   exercícios sem a presença de dor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Portanto, conclui-se através dos resultados obtidos nessa pesquisa que a   reabilitação aquática nos primeiros dois meses de pós-operatório trouxe   benefícios para o sujeito dessa amostra com relação ao ganho de ADM,   trofismo muscular, redução do edema, pico de torque muscular e relação   agonista/antagonista.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd131/fisioterapia-aquatica-na-reconstrucao-do-ligamento-cruzado-anterior.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2848292361222816858?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2848292361222816858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2848292361222816858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/caso-clinico-fisioterapia-aquatica-na.html' title='Caso clínico: Fisioterapia aquática na reconstrução do ligamento cruzado anterior'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7243534024362726270</id><published>2012-01-09T11:28:00.001-08:00</published><updated>2012-01-09T11:28:06.052-08:00</updated><title type='text'>Anatomia do Cotovelo</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="verdana" size="2"&gt;&lt;dd&gt;A  articulação do cotovelo é um gínglimo ou articulação em dobradiça.  Possui três articulações: úmero-ulnar, entre a tróclea do úmero e a  incisura troclear da ulna, úmero-radial, entre o capítulo do úmero e a  cabeça do rádio e rádio-ulnar proximal, entre a cabeça do rádio e a  incisura radial da ulna.  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;As superfícies articulares são reunidas por uma cápsula  que é espessada medial e lateralmente pelos ligamentos colaterais ulnar e  radial.  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsula Articular&lt;/u&gt; - Circunda toda a articulação e  é formada por duas partes: anterior e posterior. A parte anterior é uma  fina camada fibrosa que recobre a face anterior da articulação. A parte  posterior é fina e membranosa e consta de fibras oblíquas e  transversais.  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Colateral Ulnar&lt;/u&gt; - É um feixe triangular  espesso constituído de duas porções: anterior e posterior, unidas por  uma porção intermediária mais fina.   &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Colateral Radial&lt;/u&gt; - É um feixe fibroso triangular, menos evidente que o ligamento colateral ulnar.  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;A articulação rádio-ulnar proximal é uma juntura  trocóide ou em pivô, entre a circunferência da cabeça do rádio e o anel  formado pela incisura radial da ulna e o ligamento anular.  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Anular&lt;/u&gt; - É um forte feixe de fibras que  envolve a cabeça do rádio, mantendo-a em contato com a incisura radial  da ulna. Da borda inferior do ligamento anular sai um feixe espesso de  fibras que se estende até o colo do rádio, denominado &lt;i&gt;ligamento quadrado&lt;/i&gt;.  &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" height="35" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Vista Anterior das Estruturas Articulares do Cotovelo &lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/cotovelo1.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" height="10" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt; &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" height="35" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Vistas Lateral e Medial das Estruturas Articulares do Cotovelo &lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/cotovelo2.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" height="10" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt; &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" height="35" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Vistas Anterior e Posterior das Estruturas Articulares do Cotovelo &lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/cotovelo3.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" height="10" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;/dd&gt;&lt;/font&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" clear="all"&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;-- &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;VEJA A ÁREA DE VÍDEOS DESSA PÁGINA&lt;/b&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7243534024362726270?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7243534024362726270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7243534024362726270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/anatomia-do-cotovelo.html' title='Anatomia do Cotovelo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3749747955689983394</id><published>2012-01-03T09:02:00.001-08:00</published><updated>2012-01-03T09:02:51.935-08:00</updated><title type='text'>Curso online sobre Fraturas</title><content type='html'>&lt;div id="aba_conteudo"&gt; 			 				&lt;h2&gt;&lt;font&gt;Conteúdo Programático do curso online Fraturas&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt; 				 					 				 				&lt;div class="left_cp_one"&gt; 					&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Fraturas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Introdução;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões traumáticas de ossos e articulações;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;União de fraturas;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tipos de fraturas;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas dos membros superiores;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas de ombro;   &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Fratura de braço;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas e luxações do cotovelo e do antebraço;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas e luxações do punho e da mão;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas dos membros inferiores;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas da pelve;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas e luxações do quadril e fêmur;   &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Fraturas de joelho e perna;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraturas do tornozelo e do pé;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Síndromes articulares; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Genu varo;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Genu valgo;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artrogripose múltipla;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artrose;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artrite reumatóide ou doença reumatóide;   &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Osteonecrose;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Algoneurodistrofia;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Luxação congênita do quadril;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Subluxação congênita do quadril;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Métodos de avaliação articular;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exames para avaliação articular;   &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Reabilitação;   &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fisioterapia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="left_cp"&gt; 				&lt;/div&gt; 				   		&lt;/div&gt;&lt;br&gt;Saiba mais clicando no banner&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/308"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/16277010809120834.gif" alt="Curso online de Fraturas" title="Fraturas - Portal Educação" border="0" height="60" width="468"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3749747955689983394?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3749747955689983394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3749747955689983394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/curso-online-sobre-fraturas.html' title='Curso online sobre Fraturas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8288238395168256482</id><published>2012-01-02T13:40:00.001-08:00</published><updated>2012-01-02T13:40:33.633-08:00</updated><title type='text'>Fratura do calcâneo na visão do médico</title><content type='html'>&lt;p&gt;O calcâneo é o osso do calcanhar. O trauma mais frequente que  acarreta as fraturas do calcâneo é a queda de altura. Entretanto, outros  traumas como por exemplo, os acidentes automobilísticos, também  respondem por uma parcela destas fraturas. O que deve ficar claro é que,  para que ocorra uma fratura do calcanhar, há necessidade de um trauma  de alta energia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O calcâneo é um osso de anatomia bastante  complexa e pouco compreendida pela maioria dos ortopedistas, que na  maioria das vezes, preferem não se aventurar no tratamento desta lesões.  Há dois grandes grupos de fraturas do calcâneo e essa divisão, na  maioria das vezes, norteia o tratamento. As fraturas são dividas em  extra-articulares (fratura que não atravessam a superfície articular) e  as intra-articulares. A maioria das fraturas são intra-articulares  e  exigem tratamento por meio de cirurgia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas fraturas do calcâneo,  os pacientes manifestam dor intensa, inchaço no calcanhar e  incapacidade para apoiar o pé no chão. O diagnóstico é feito por meio de  radiografias e o planejamento do tratamento ideal também exige uma  tomografia computadorizada.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.wheelessonline.com/images/calc1.jpg" title="Fratura do Calcâneo" border="0" height="255" width="340"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos  casos cirúrgicos, o tratamento visa reconstruir a forma óssea o mais  próximo possível da original, embora alguma fraturas sejam tão graves,  que impossibilitam uma reconstrução de 100% desta anatomia. Os  fragmentos ósseo são reposicionados e fixados por meio de parafusos e  placas, conforme a opção do cirurgião.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.mccainortho.com/Calcaneus%20Post%20Op%20A.jpg" title="Fratura Calcâneo com placa e parafusos." border="0" height="255" width="340"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  período pós-operatório é demorado e exige muitas sessões de  fisioterapia para a reabilitação. Em muitos casos, apesar de um  tratamento inicial conduzido de forma adequada, a gravidade da fratura  pode causar sequelas definitivas no movimento do pé afetado. Outra  sequela bastante comum é a dor, de intensidade variável, relacionada aos  os esforços do dia-a-dia.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8288238395168256482?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8288238395168256482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8288238395168256482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/fratura-do-calcaneo-na-visao-do-medico.html' title='Fratura do calcâneo na visão do médico'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-828144438929270787</id><published>2012-01-02T13:30:00.001-08:00</published><updated>2012-01-02T13:30:03.352-08:00</updated><title type='text'>Resumo sobre entorse de tornozelo</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;ma das lesõesmais comuns na clínica de fisioterapoa é a entorse de tornozelo, que podem ser  classificadas de acordo com sua localização ou com o mecanismo da lesão.  O mecanismo da lesão ligamentar é, geralmente, o momento do impacto do  pé, quando o pé está em flexão plantar e supinado (pé para fora),  provocando maior instabilidade óssea do tornozelo. Os ligamentos  absorvem grande parte do impacto, porque os músculos fibulares (laterais  da perna) não conseguem se contrair com rapidez suficiente para  amortecer o impacto. Veja a classificação: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in;" alt="http://www.treinamentoesportivo.com/wp-content/uploads/2010/07/entorse_cantagalo.jpg" src="http://www.treinamentoesportivo.com/wp-content/uploads/2010/07/entorse_cantagalo.jpg" height="319" width="319"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;ENTORSES POR INVERSÃO (quando o pé vai  para fora) resultam em lesão dos ligamentos laterais do tornozelo, que  é, de longe, a mais comum. Acometem os três principais ligamentos  laterais: Talofibular anterior, calcaneofibular e talofibular posterior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ENTORSES POR EVERSÃO (quando o pé vai para dentro) são menos comuns.  Acometem o ligamento deltóide e apesar do fato de as entorses em eversão  serem menos comuns, a gravidade destas entorses pode fazer com que  demorem mais para recuperar do que as entorses por inversão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outra classificação que pode ser usada é de acordo com a gravidade de lesão: &lt;br&gt;&lt;br&gt;Grau  I: Há algum estiramento ou talvez ruptura das fibras ligamentares, com  pouca ou nenhuma instabilidade articular. Dor leve, pequeno edema e  rigidez articular podem ser detectados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Grau II: Algumas fibras  ligamentares são rompidas ou separadas e ocorre uma instabilidade  moderada da articulação do tornozelo. Dor, edema e rigidez articular, de  moderado a severo devem ser esperados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Grau III: Ruptura total  do ligamento e manifestam-se primariamente pela instabilidade articular.  Dor severa presente no início, seguida por desaparecimento da mesma, em  virtude da ruptura total das fibras nervosas. Presença de um grande  edema, tornando a articulação muito rígida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento de uma entorse de tornozelo se divide em algumas fases. Na  fase inicial do tratamento, os objetivos principais são: reduzir o  edema, o sangramento e a dor pós-lesão, além de proteger o ligamento já  em recuperação. O controle do edema é a medida de tratamento mais  importante a ser adotada ao longo de todo o processo de recuperação.  Inicialmente, o tratamento principal é a redução do edema. Feito assim,  reduz-se, consideravelmente, o tempo de recuperação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento inicial inclui: gelo, compressão, elevação, repouso e proteção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;1)  Gelo: Seu uso baseia-se na constrição do fluxo sangüineo superficial  para deter a hemorragia, diminuindo o metabolismo celular local. Seu uso  é controverso na literatura quanto ao tempo de exposição, porém  recomendo nas lesões agudas, por 30 min a cada 4 horas&lt;br&gt;&lt;br&gt;2)  Compressão: Uma bandagem elástica deve ser aplicada de forma firme e  homogênea, de baixo para cima. A compressão deve ser feita junto com o  gelo, por isso recomenda-se que a bandagem seja umedecida para facilitar  a passagem do frio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3) Elevação: Permite que a gravidade atue  junto com o Sistema Linfático, reduz a pressão hidrostática, de forma a  permitir a redução na perda de líquidos. Deve-se procurar manter a perna  elevada, particularmente nas primeiras 24 a 48h.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4) Repouso: É  importante que o processo inflamatório seja concluído. Deve-se esperar  24 a 48h, antes de incorporar técnicas agressivas de exercícios.  Entretanto, repouso não significa não fazer nada. Exercícios com o  membro não afetado devem ser realizados, para estimular a transferência  cruzada. Exercícios isométricos podem ser realizados em dorsiflexão ( pé  para cima ) e plantiflexão ( pé para baixo). Exercícios ativos de  dorsiflexão e plantiflexão podem ser realizados com o gelo e o pé em  elevação. Devem ser evitados os movimentos de inversão e eversão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;5)  Proteção: Várias órteses disponíveis no mercado podem ser úteis. Ao  mesmo tempo que possibilitam a plantiflexão e dorsiflexão, limitam a  inversão-eversão do pé e, também, promovem o controle do edema.&lt;br&gt;&lt;br&gt;PROGRESSÃO DO TRATAMENTO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dependerá  da gravidade da lesão. Na fase inicial, o exercício vigoroso é  contra-indicado. O peso deve ser sustentado parcialmente com a ajuda de  muletas para reduzir a atrofia muscular, as perdas da propriocepção e a  estase sangüinea. Ao mesmo tempo inibe a contratura dos tendões, que  pode provocar tendinite.&lt;br&gt;&lt;br&gt;AMPLITUDE DE MOVIMENTO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Deve-se  iniciar com mobilização articular leve concentrando na dorsiflexão e  plantiflexão. À medida que a sensibilidade sobre o ligamento diminuir,  devem ser iniciados os exercícios de inversão e eversão. Exercícios  realizados no giroplano podem ser benéficos para restauração da  amplitude do movimento e para início do controle neuromuscular. É  importante o alongamento do tendão de Aquiles. Estudos indicam que este  tendão, quando tencionado, pode aumentar a chance de ocorrência de  entorses do tornozelo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FORTALECIMENTO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Iniciar com os  exercícios isométricos (contra resistência- sem movimento- só contração)  e exercícios isotônicos (com produção de movimento), de dorsiflexão e  plantiflexão. Depois que a sensibilidade no ligamento aumentar, deve ser  iniciado o fortalecimento em inversão-eversão do pé (pé para dentro e  para fora).&lt;br&gt;&lt;br&gt;PROPRIOCEPÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;A propriocepção é um fator  importante na recuperação funcional das entorses de tornozelo. A  sustentação parcial do peso com pé só é um exercício eficaz. Também são  indicados os exercícios no giroplano, cama elástica, balancinho, etc. As  variações do terreno são um outro fator importante, tanto para marcha  como corrida leve de adaptação. Exercícios como o Leg Press e os  miniagachamentos sobre a perna comprometida estarão estimulando a  sustentação do peso e potencializando um bom retorno proprioceptivo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É  importante salientar que as progressões funcionais dos exercícios devem  constituir como base de um programa, promovendo adaptações no organismo  necessários para um bom retorno às atividades. Os exercícios devem ser  do mais simples até o mais complexo, observando as etapas evolutivas de  todo o processo. Sendo assim, exercícios de deslocamentos laterais, com  cones de balizamento, pequenos circuitos motores, darão a base de uma  progressão funcional que, certamente, será de fundamental importância na  recuperação da lesão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CRITÉRIOS PARA O RETORNO INTEGRAL&lt;br&gt;&lt;br&gt;30%  a 40% das entorses do tornozelo por inversão resultam em reincidência. O  retorno aos treinos deve ser precedido por uma progressão gradativa das  atividades funcionais, aumentando gradativamente o estresse sobre o  ligamento lesionado. É desejável que o retorno às atividades seja feito  sem a necessidade de um apoio para o tornozelo. Entretanto, algum tipo  de suporte pode ser utilizado inicialmente, como as bandagens funcionais  para o tornozelo, que darão maior estabilidade para a articulação.  Outro fator importante é a amplitude de movimento total, entre 80% a 90%  de força pré-lesão. E, fundamentalmente, se a prática da atividade  física for bem tolerada, sem estressar o ligamento lesionado, o retorno  integral será bem sucedido.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-828144438929270787?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/828144438929270787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/828144438929270787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/01/resumo-sobre-entorse-de-tornozelo.html' title='Resumo sobre entorse de tornozelo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6166836602843055167</id><published>2011-12-23T17:40:00.001-08:00</published><updated>2011-12-23T17:40:51.550-08:00</updated><title type='text'>Novo exame detecta problema de pisada</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;A maneira errada de pisar no chão pode ser a responsável pelas dores nas costas, pés, joelhos e até quadris. A maneira como se pisa se reflete diretamente na coluna vertebral e pode ocasionar até problemas posturais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para resolver esse problema, alguns ortopedistas passaram a adotar em seus consultórios um exame chamado de baropodometria. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele é realizado por um Baropodómetro Eletrônico desenvolvido para estudar as pressões plantares estáticas e dinâmicas. Trata-se de uma plataforma com sensores, de aproximadamente três metros, conectada a um computador que recria imagens coloridas e dados estatísticos que diagnosticam o tipo de pisada. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O exame permite que o médico avalie as cargas dos pés em diferentes modalidades, permitindo uma análise biomecânica e estrutural das possíveis anomalias da pisada e, consequentemente, da postura. Por Carolina Abranches &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6166836602843055167?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6166836602843055167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6166836602843055167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/novo-exame-detecta-problema-de-pisada.html' title='Novo exame detecta problema de pisada'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8326822463375278689</id><published>2011-12-21T11:05:00.001-08:00</published><updated>2011-12-21T11:05:25.458-08:00</updated><title type='text'>Como usar as diferentes formas de contração muscular</title><content type='html'>Quando pensamos nas fases de um programa terap&amp;#234;utico, sempre&lt;br&gt;relacionamos alguns exerc&amp;#237;cios que podem ser feitos e outros que devem&lt;br&gt;ser implementados. Isto porque existem t&amp;#233;cnicas que ser&amp;#227;o mais&lt;br&gt;eficazes do que as outras no que diz respeito ao momento de trabalho&lt;br&gt;do determinado segmento. A bibliografia nos traz tr&amp;#234;s tipos&lt;br&gt;diferenciados de contra&amp;#231;&amp;#227;o muscular, sendo que cada uma delas possui&lt;br&gt;sua individualidade e deve ser aplicada em uma fase diferenciada da&lt;br&gt;reabilita&amp;#231;&amp;#227;o. Estes tr&amp;#234;s tipos s&amp;#227;o: contra&amp;#231;&amp;#227;o isometrica (metria =&lt;br&gt;comprimento; iso = igual ou constante), contra&amp;#231;&amp;#227;o isot&amp;#244;nica (que pode&lt;br&gt;ser dividida em exc&amp;#234;ntrica e conc&amp;#234;ntrica) e contra&amp;#231;&amp;#227;o isocin&amp;#233;tica&lt;br&gt;(cin&amp;#233;tica = velocidade; iso = igual ou constante).&lt;p&gt;A contra&amp;#231;&amp;#227;o isom&amp;#233;trica &amp;#233; aquela onde o m&amp;#250;sculo desenvolve tens&amp;#227;o,&lt;br&gt;por&amp;#233;m n&amp;#227;o h&amp;#225; altera&amp;#231;&amp;#227;o em seu comprimento externo. Em outras palavras,&lt;br&gt;a contra&amp;#231;&amp;#227;o isom&amp;#233;trica &amp;#233; aquela em que o m&amp;#250;sculo contrai-se e produz&lt;br&gt;for&amp;#231;a sem nenhuma altera&amp;#231;&amp;#227;o macrosc&amp;#243;pica no &amp;#226;ngulo da articula&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br&gt;Parece que o mecanismo desta contra&amp;#231;&amp;#227;o reside no fato de que a energia&lt;br&gt;que normalmente seria exibida como trabalho mec&amp;#226;nico externo &amp;#233; usada&lt;br&gt;no rearranjo estrutural das fibras, isto &amp;#233;, as fibras se encurtam e o&lt;br&gt;tend&amp;#227;o se alonga, e parte da energia se dissipa em calor. Outros&lt;br&gt;estudos sobre a biomec&amp;#226;nica da contra&amp;#231;&amp;#227;o isom&amp;#233;trica relatam que a&lt;br&gt;mesma acontece pois permite um deslizamento das miofibrilas mais&lt;br&gt;externas enquanto que aquelas que se encontram mais internamente&lt;br&gt;permaneceriam est&amp;#225;ticas.&lt;p&gt;Para entendermos melhor o n&amp;#227;o encurtamento do comprimento do m&amp;#250;sculo&lt;br&gt;devemos analisar cinesiologicamente as rela&amp;#231;&amp;#245;es de for&amp;#231;a que agem&lt;br&gt;sobre o corpo. Existe a tens&amp;#227;o (que &amp;#233; a for&amp;#231;a desenvolvida pelo&lt;br&gt;m&amp;#250;sculo para vencer as for&amp;#231;as que agem sobre o segmento) e a&lt;br&gt;resist&amp;#234;ncia (que &amp;#233; considerada uma for&amp;#231;a externa baseada no peso do&lt;br&gt;segmento associado, principalmente, a in&amp;#233;rcia). Quando o torque de&lt;br&gt;resist&amp;#234;ncia de uma articula&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; igual ao torque de for&amp;#231;a produzido&lt;br&gt;pelo m&amp;#250;sculo que a atravessa, isto &amp;#233;, quando a resist&amp;#234;ncia contra a&lt;br&gt;qual o m&amp;#250;sculo est&amp;#225; exercendo tens&amp;#227;o for igual a tens&amp;#227;o m&amp;#225;xima que&lt;br&gt;este m&amp;#250;sculo pode produzir, desenvolve-se uma contra&amp;#231;&amp;#227;o isom&amp;#233;trica.&lt;p&gt;Este trabalho repercute hemodinamicamente pois pode provocar um&lt;br&gt;aumento da press&amp;#227;o arterial pois o m&amp;#250;sculo que se contrai espreme os&lt;br&gt;vasos e diminui seu calibre aumentando assim a resist&amp;#234;ncia vascular&lt;br&gt;perif&amp;#233;rica. Com este tipo de trabalho, os indiv&amp;#237;duos tem apresentado&lt;br&gt;ganho de for&amp;#231;a moderado e, algumas pessoas, tentam manter este tipo de&lt;br&gt;trabalho para aumentar o tamanho do m&amp;#250;sculo. Ele &amp;#233; amplamente usado em&lt;br&gt;reabilita&amp;#231;&amp;#227;o e nos indiv&amp;#237;duos descondicionados.&lt;p&gt;O maior empecilho do trabalho isom&amp;#233;trico &amp;#233; a sua parca transfer&amp;#234;ncia&lt;br&gt;para o mundo real, visto que, a maioria de nossas atividades di&amp;#225;rias&lt;br&gt;envolvem contra&amp;#231;&amp;#245;es exc&amp;#234;ntricas e conc&amp;#234;ntricas. Al&amp;#233;m disso, o&lt;br&gt;exerc&amp;#237;cio isom&amp;#233;trico apenas provoca hipertrofia do grupo muscular no&lt;br&gt;&amp;#226;ngulo articular no qual o m&amp;#250;sculo &amp;#233; sobrecarregado, limitando-se,&lt;br&gt;assim, o desenvolvimento de for&amp;#231;a por toda a amplitude de movimento.&lt;br&gt;Embora soe um pouco estranho, uma outra forma de se referir a&lt;br&gt;contra&amp;#231;&amp;#227;o isom&amp;#233;trica &amp;#233; cham&amp;#225;-la de contra&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225;tica. A contra&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;isot&amp;#244;nica ou tamb&amp;#233;m conhecida como contra&amp;#231;&amp;#227;o din&amp;#226;mica, &amp;#233; aquela que&lt;br&gt;acontece quando h&amp;#225; uma desigualdade de for&amp;#231;as entre a pot&amp;#234;ncia&lt;br&gt;muscular e a resist&amp;#234;ncia provocando, assim, o deslocamento do&lt;br&gt;segmento. Ela pode ser dividida em conc&amp;#234;ntrica, que &amp;#233; aquela onde a&lt;br&gt;pot&amp;#234;ncia &amp;#233; maior que a resist&amp;#234;ncia e a fibra muscular sofre uma&lt;br&gt;diminui&amp;#231;&amp;#227;o de seu tamanho (encurta-se), isto &amp;#233;, a origem se aproxima&lt;br&gt;da inser&amp;#231;&amp;#227;o e exc&amp;#234;ntrica que &amp;#233; aquela onde a resist&amp;#234;ncia &amp;#233; maior que a&lt;br&gt;pot&amp;#234;ncia onde as fibras, por possu&amp;#237;rem caracter&amp;#237;sticas el&amp;#225;sticas, se&lt;br&gt;ampliam fazendo com que o ponto de origem do m&amp;#250;sculo se afaste da&lt;br&gt;inser&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Outra maneira de se pensar em contra&amp;#231;&amp;#227;o muscular exc&amp;#234;ntrica &amp;#233; pensar&lt;br&gt;que esta &amp;#233; uma modalidade onde o m&amp;#250;sculo se alonga durante o tempo em&lt;br&gt;que est&amp;#225; exercendo tens&amp;#227;o. Este tipo de contra&amp;#231;&amp;#227;o muscular &amp;#233; a&lt;br&gt;modalidade de treinamento de for&amp;#231;a mais popular que existe. O&lt;br&gt;exerc&amp;#237;cio &amp;#233; considerado isot&amp;#244;nico quando o segmento move uma&lt;br&gt;resist&amp;#234;ncia espec&amp;#237;fica por uma amplitude de movimento. &amp;#200; importante&lt;br&gt;salientar, que a carga real imposta ao m&amp;#250;sculo varia pela amplitude de&lt;br&gt;movimento sendo diferente em todo o arco de movimento. Embora o peso&lt;br&gt;seja constante, o torque motor desenvolvido pelo m&amp;#250;sculo n&amp;#227;o &amp;#233; igual&lt;br&gt;devido as mudan&amp;#231;as no comprimento-tens&amp;#227;o e for&amp;#231;a-&amp;#226;ngulo.&lt;p&gt;A contra&amp;#231;&amp;#227;o isocin&amp;#233;tica &amp;#233; aquela em a tens&amp;#227;o desenvolvida pelo m&amp;#250;sculo&lt;br&gt;&amp;#233; m&amp;#225;xima em todos os &amp;#226;ngulos articulares durante toda a amplitude de&lt;br&gt;movimento porque ela &amp;#233; realizada em uma velocidade constante. A&lt;br&gt;velocidade &amp;#233; controlada e a resist&amp;#234;ncia &amp;#233; variada ao longo do arco de&lt;br&gt;movimento.&lt;p&gt;As vantagens da contra&amp;#231;&amp;#227;o isocin&amp;#233;tica s&amp;#227;o que:&lt;p&gt; a) &amp;#233; capaz de obter contra&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#225;xima ao longo da amplitude total de&lt;br&gt;movimento, oferecendo maior efici&amp;#234;ncia do rendimento muscular;&lt;p&gt;b) a sobrecarga nas articula&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#233; pois &amp;#233; a for&amp;#231;a produzida pelo&lt;br&gt;paciente que controla a sobrecarga imposta pelo aparelho;&lt;p&gt;c) &amp;#233; capaz de realizar uma gama de testes musculares atrav&amp;#233;s das&lt;br&gt;diferentes velocidades aplicadas e de diferentes posturas.&lt;p&gt;Finalmente, &amp;#224; medida que o indiv&amp;#237;duo tenta gerar tens&amp;#227;o m&amp;#225;xima na&lt;br&gt;velocidade espec&amp;#237;fica de contra&amp;#231;&amp;#227;o, a tens&amp;#227;o ir&amp;#225; variar devido &amp;#224;&lt;br&gt;mudan&amp;#231;a nas alavancas e inser&amp;#231;&amp;#245;es musculares. O trabalho isocin&amp;#233;tico&lt;br&gt;al&amp;#233;m de trabalhar for&amp;#231;a pode trabalhar endurance melhorando assim, o&lt;br&gt;desempenho.&lt;p&gt;Bibliografia Hamill, J. &amp;amp; Knutzen, K. M. Bases biomec&amp;#226;nicas do&lt;br&gt;movimento humano 1a edi&amp;#231;&amp;#227;o, Editora Manole, 1999.&lt;p&gt;Fox, E. L. &amp;amp; Mathews, D. K. Bases Fisiol&amp;#243;gicas da Educa&amp;#231;&amp;#227;o F&amp;#237;sica e&lt;br&gt;dos Desportos , 3a Edi&amp;#231;&amp;#227;o, Editora Guanabara, 1986.&lt;p&gt;Matarazzo, Carolina G &amp;amp; Alves, Vania C. R. O uso do Exerc&amp;#237;cio&lt;br&gt;Isocin&amp;#233;tico na Reabilita&amp;#231;&amp;#227;o de Luxa&amp;#231;&amp;#227;o Recidivante de Ombro ? estudo&lt;br&gt;de caso. Revista Reabilitar, Ano 3, No 4, Editora Pancast, S&amp;#227;o Paulo.&lt;p&gt;Autor: Bianca Laufer Bass - Fisioterapeuta do Hospital Barra D Or,&lt;br&gt;Professora de Cinesiologia do IBMR, P&amp;#243;s-graduada em psicomotricidade&lt;br&gt;UNESA&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.interfisio.com.br/index.asp?fid=43&amp;amp;ac=6"&gt;http://www.interfisio.com.br/index.asp?fid=43&amp;amp;ac=6&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8326822463375278689?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8326822463375278689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8326822463375278689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/como-usar-as-diferentes-formas-de.html' title='Como usar as diferentes formas de contração muscular'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-206381916551001564</id><published>2011-12-12T07:09:00.001-08:00</published><updated>2011-12-12T07:09:14.224-08:00</updated><title type='text'>Plasma sanguíneo recupera ligamentos do joelho</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div id="texto" class="materia_texto"&gt;&lt;div class="materia_foto pequena" id="r7MainImageTop" style="display:block;width:450px"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/341E/A839/0134/31BF/EED4/0D10/joelho-hg.jpg" alt="Joelho" title="Grupo de atletas com lesões foi acompanhado por seis meses (Getty Images)"&gt;&lt;span class="por"&gt;Getty Images&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="materia_foto_descricao"&gt;&lt;p class="legenda"&gt;Grupo de atletas com lesões foi acompanhado por seis meses&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia_coluna"&gt;&lt;div class="materia_banner"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Um estudo  desenvolvido no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das  Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo)  mostrou que a utilização de plasma sanguíneo no tratamento de lesões nos  ligamentos do joelho pode melhorar a cicatrização em até 50% e tornar o  tendão mais resistente a novas lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para analisar a nova técnica, um grupo de 27 atletas, com idades entre  15 e 44 anos, foi acompanhado durante seis meses. O ortopedista Adriano  Almeida diz que todos  apresentavam lesões no ligamento cruzado do  joelho, cujo tratamento é feito com o enxerto de parte do tendão  patelar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O novo método consiste na retirada de sangue do próprio paciente, que  é enriquecido com plaquetas, por meio de um processo no laboratório, e  injetado no local de onde foi retirado o material para enxerto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O plasma foi aplicado durante o procedimento cirúrgico em 12 atletas.  Nos demais, foi utilizado o sistema tradicional. Seis meses após as  cirurgias, todos eles passaram por novos exames. Os pesquisadores  constataram que, nos pacientes em que foi utilizado o plasma, houve uma  cicatrização 50% melhor do que a dos demais, o que torna o tendão mais  resistente e menos suscetível a lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo Almeida, outro ponto positivo do tratamento é o fato de o processo de recuperação ser menos dolorido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;– Os pacientes que receberam o plasma atingiram 3,8 na escala de dor. Já o grupo que não recebeu chegou a 5,1.&lt;br&gt; &lt;br&gt; De acordo com o ortopedista, essa etapa da pesquisa já está concluída.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;– Os dados coletados são suficientes para aplicarmos o método em  qualquer paciente. Além disso, por ser um tratamento autólogo, que  utiliza material da própria pessoa, não existem riscos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo ele, o próximo passo será "resolver questões burocráticas,  para que seja disponibilizado no SUS (Sistema Único de Saúde).&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-206381916551001564?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/206381916551001564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/206381916551001564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/plasma-sanguineo-recupera-ligamentos-do.html' title='Plasma sanguíneo recupera ligamentos do joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3545394555281092113</id><published>2011-12-09T03:08:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T03:08:49.848-08:00</updated><title type='text'>Condromalácia patelar estabilizada pelo Pilates</title><content type='html'>&lt;small class="meta"&gt;        &lt;/small&gt;    			  				&lt;p&gt;&lt;a class="tt-flickr tt-flickr-Medium" title="CONDROMALÁCIA PATELAR ESTABILIZADA PELO PILATES" href="http://www.flickr.com/photos/23752213@N05/4390519374/"&gt;&lt;img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4033/4390519374_e30a192b9a.jpg" alt="CONDROMALÁCIA PATELAR ESTABILIZADA PELO PILATES" height="309" width="500"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Condromalácia patelar consiste em uma patologia degenerativa da  cartilagem patelar e dos côndilos femorais correspondentes. Trata-se de  uma espécie de amolecimento desta cartilagem pelo atrito incorreto  contra os côndilos do fêmur. Ocorre um desconforto e dor ao redor ou  atrás da patela. Já o termo mais genérico, síndrome da dor  patelo-femural, se refere aos estágios iniciais dessa condição, na qual  os sintomas ainda podem ser completamente revertidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A dor (algumas vezes ardência) é descrita como profunda e localizada  na região retropatelar.O sintoma mais comum é a dor atrás da patela,  especialmente nas subidas ou durante longos percursos com pedaladas  lentas. Pode ser sentida, por exemplo, ao subir e descer escadas, em  atividades prolongadas, após ficar muito tempo com os joelhos  flexionados e ao agachar-se. Ainda, é possível que ocorra crepitação e  estalos, muitas vezes audíveis, além de edema e derrame intra-articular,  ocasionados pelo acúmulo excessivo de líquido sinovial formado no  processo inflamatório.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Algumas pessoas têm predisposição a apresentar a lesão devido ao  desalinhamento da patela, ao invés da patela percorrer o "trilho"  formado pelos côndilos do fêmur na flexão e extensão, ela tende a  deslocar-se para as laterais, aumentando o atrito entre os dois ossos. A  posição da patela de forma mais alta que o normal também são fatores  predisponentes. As mulheres costumam ser mais susceptíveis a tal lesão  pois, em geral, possuem o quadril mais largo. Ocorre prioritariamente em  atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acredita-se que a causa seja relacionada a fatores anatômicos,  histológicos e fisiológicos que podem resultar em um enfraquecimento e  amolecimento da cartilagem envolvida. Assim como as alterações de  alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequado,  ocasionando atrito entre sua superfície articular e a superfície  articular do fêmur, desse modo provocando "desgaste". Tais alterações de  alinhamento muitas vezes estão relacionadas à desequilíbrios da  musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos  musculares; variações anatômicas tanto do fêmur como da patela.&lt;br&gt; Um fator muito comum são os relacionados aos microtraumatismos de  repetição, traumas crônicos por fricção entre a patela e o sulco patelar  do fêmur, bastante comuns em esportes de impacto (futebol, vôlei,  ciclismo, tênis, corrida, basquete, …) por força excessiva na região ou  choques. Deve ainda ser citada a chamada causa idiopática, quando não  são identificadas alterações anatômicas que justifiquem o  desenvolvimento da doença. As alterações do ângulo Q do joelho – tendão  do quadríceps femoral, ligamento patelar – conduz a um desvio patelar  lateral pelo resultante dos vetores de força da espinha ilíaca  ântero-superior e do terço superior da tíbia. Uma diminuição desse  ângulo resultará em um desvio medial patelar, além de intensificar a  compressão patelo-femoral. O Entorse de tornozelo por inversão também  pode estar relacionado. Devido aos movimentos de flexâo-plantar,  supinaçâo e adução se dá uma anteriorização do tálus e da tíbia,  resultando em uma anteriorização da fíbula e então em uma tensão do  bíceps femoral. Assim, ocorre um estiramento reflexo no músculo  quadríceps femoral, aumentando o atrito fêmur-patelar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A condromalácia patelar pode ser classificada de acordo com o grau de deterioração, segundo Outerbridge (1961):&lt;/p&gt; &lt;p&gt;GRAU I : amolecimento da cartilagem e edemas&lt;br&gt; GRAU II : fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menor ou igual à proximadamente 1,5 cm&lt;br&gt; GRAU III: fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à aproximadamente 1,5 cm&lt;br&gt; GRAU IV: erosão ou perda da cartilagem articular com exposição do osso subcondral&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não há um protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o  grau da lesão adquirida e se direcionar às causas, sempre tentando  reequilibrar o alinhamento da patela, inicialmente através de tratamento  fisioterápico, podendo associar a métodos analgésicos e  antiinflamatórios. A perda de peso, em determinados casos, pode ser  recomendada para diminuir o estresse sobre a articulação patelofemural.  Em casos graves muitas vezes é necessário tratamento cirúrgico, em que  procedimentos combinados para tratamento do alinhamento patelar e  tratamento da lesão da cartilagem podem ser realizados por via "aberta",  artroscópica (vídeo) ou mesmo combinada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O PILATES age de forma fantástica no alinhamento patelar, bem como na  estabilização do quadro da condromalácia. Já que um dos grandes  alicerces do método é o fortalecimento e estabilização dos músculos  centrais do corpo aliada às técnicas que potencializam a respiração e  seus benefícios, atingindo assim, o objetivo do aluno através do  equilíbrio muscular. Para tal, é preciso avaliar o nivel de força e  flexibilidade dos grupos musculares do indivíduo, para que se dê início à  prescrição do programa de exercícios. No caso da condromalácia patelar  são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do  membro inferior, sempre com o cuidado de evitar sobrecarga na  articulação em questão. No geral, é importante o alongamento dos  ísquiotibiais, o qual seu encurtamento implica em um agravamento no  atrito da patela com o fêmur, no momento da marcha. Uma atenção especial  ao quadríceps, sobretudo o vasto medial e banda iliotibial, tendões e  panturrilha também são extremamente necessárias para equilibrar as  forças atuantes sobre a patela.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.flexuspilates.com.br/" target="_blank"&gt;www.flexuspilates.com.br&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3545394555281092113?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3545394555281092113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3545394555281092113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/condromalacia-patelar-estabilizada-pelo.html' title='Condromalácia patelar estabilizada pelo Pilates'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm5.static.flickr.com/4033/4390519374_e30a192b9a_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-892344534660084558</id><published>2011-12-06T17:15:00.001-08:00</published><updated>2011-12-06T17:15:35.580-08:00</updated><title type='text'>Entorse de joelho ou Lesão do Ligamento cruzado anterior (LCA)</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;                 &lt;p&gt;Este é o principal ligamento do joelho, pois é o que  proporciona mais estabilidade à articulação, e por isso este tipo de  lesão é de grande importância, principalmente nos casos de moderados a  graves, pois geralmente esses necessitam de cirurgia.&lt;/p&gt;                 &lt;h4&gt;Causas:&lt;/h4&gt;                 &lt;p&gt;Normalmente acontece em movimentos bruscos, quando o  pé está apoiado no chão e o corpo gira sobre o membro apoiado (movimento  de pivô).  &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Alguns fatores podem influenciar para o aparecimento  dessa lesão: predisposição biomecânica, fraqueza muscular, sedentarismo,  outras lesões pré- existentes no joelho (Ex: o menisco medial auxilia  em algumas funções de estabilização do LCA), etc. &lt;/p&gt;                 &lt;h4&gt;Sintomas:&lt;/h4&gt;                 &lt;p&gt;O estiramento ou ruptura deste ligamento geralmente  ocasiona edema ("inchaço") articular considerável, estalo alto no  momento da lesão, dor difusa no joelho, rigidez articular e sensação de  instabilidade da articulação (falseio).&lt;/p&gt;                 &lt;h4&gt;Tratamento:&lt;/h4&gt;                  &lt;p&gt;Estruturas como os ligamentos têm pouca capacidade de  se regenerarem, por isso na maioria dos casos além da fisioterapia  também é necessário o tratamento cirúrgico. Geralmente o joelho é muito  dependente de um LCA em perfeito funcionamento, caso contrário torna-se  instável e seguidas entorses podem ocorrer, tal processo acarretará numa  artrose precoce, acometendo outras estruturas do joelho como os  meniscos e a cartilagem articular.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;A fisioterapia é de fundamental importância no tratamento conservador, no pré-cirúrgico e no pós-cirúrgico. &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Apesar de ser uma lesão traumática, da mesma maneira  precisa ser observada com um tratamento global, assim como todas outras  citadas aqui. É necessário terapia manual (osteopatia, RPG, Mulligan –  técnica australiana, etc.) para liberar a musculatura que fica em  "espasmo" como mecanismo de defesa do corpo, para ganhar mobilidade  articular proporcionando melhor grau de movimento (flexão e extensão do  joelho), recursos manuais para drenagem do edema ("inchaço"), métodos de  traumato-ortopedia (fortalecimento muscular), hidrocinesioterapia  (ganho de força muscular, estabilidade articular – propriocepção, ganho  de mobilidade articular, melhora da drenagem). Aqui a visão da  globalidade é muito importante para auxiliar na reabilitação. &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;( Ex: fortalecer os músculos posteriores da coxa é  fundamental, pois estes auxiliam a estabilizar o joelho no movimento de  gaveta anterior (translação anterior da perna em relação à coxa).&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Também é necessário observar a postura e o tipo de pisada que podem influenciar num estresse maior sobre o LCA. &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Ainda devemos destacar, que nos primeiros meses da  reabilitação, a importância de evitar a perda dos últimos graus de  extensão do joelho ("esticar" o joelho), pois tal condição acarretará em  grande dificuldade para ganhar força e massa muscular no quadríceps. &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Outro ponto fundamental é a propriocepção, que é o  principal fator para evitar a recidiva (volta) da lesão, que é um método  realizado para treinar os "sensores" existentes no corpo para  responderem de maneira eficaz aos gestuais esportivos, uma espécie de  trabalho de equilíbrio.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Este é apenas um exemplo de lesão por entorse  ligamentar do joelho, mas como todos os outros o tratamento global é de  fundamental importância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.fisio1.com.br/fisioterapia_04.php" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-892344534660084558?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/892344534660084558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/892344534660084558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/entorse-de-joelho-ou-lesao-do-ligamento.html' title='Entorse de joelho ou Lesão do Ligamento cruzado anterior (LCA)'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5563240321091151600</id><published>2011-12-06T08:15:00.001-08:00</published><updated>2011-12-06T08:17:41.761-08:00</updated><title type='text'>Fascite plantar / esporão de calcâneo</title><content type='html'>&lt;a title="esporão" href="http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/07/esporao.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin-right: 10px;" src="http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/07/esporao.JPG" alt="esporão" /&gt;&lt;/a&gt;As dores nos pés e membros inferiores não devem ser ignoradas nem deve ser algo a que as pessoas se habituem a suportar. Calcanhares dolorosos não devem ser negligenciados e podem ser facilmente tratados com a terapêutica adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aparecimento de dor no calcanhar/planta do pé tem como causa mais frequente a fascíte plantar (FP). A fáscia plantar é um ligamento que vai desde o calcanhar até às cabeças metatársicas (estas articulam com os dedos). A fáscia plantar, o "ligamento" que se torna doloroso, é que contribui para a sustentação do arco interno do pé. Cobre os músculos da planta do pé e suporta tensões de (aproximadamente) 2,5 vezes o peso corporal ao caminhar, e 3 a 4 vezes em corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de tensão sobre a fáscia plantar pode ser aumentada através de limitações musculares diversas e pelo peso corporal aumentado. Este último factor contribui para o aparecimento da FP, mas não é normalmente a sua principal causa. As pessoas com "calcanhares dolorosos" limitam frequentemente a distância caminhada, o que contribui para um eventual excesso de peso. Devido à natureza repetitiva do caminhar, a FP é considerada uma lesão por stress e, como qualquer lesão deste tipo, pode responder favoravelmente a um tratamento anti-inflamatório. Contudo, quase sempre regressará a dor enquanto a causa não for tratada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inflamação crónica prolongada origina depósitos de cálcio e eventualmente osso na porção da FP que se insere no calcâneo. Quando visível numa imagem radiográfica, a protuberância óssea denomina-se de "esporão do calcâneo". A origem da sintomatologia dolorosa está na inflamação propriamente dita e não na presença do esporão do calcâneo. Assim sendo, o tratamento de eleição deverá ser não invasivo e deve obrigatoriamente assentar sobre uma análise detalhada que tenha identificado a causa biomecânica/funcional a nível dos membros inferiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais comum em indivíduos entre 40 e 60 anos, pode iniciar de forma insidiosa ou agudamente após trauma local ou uso excessivo do calcanhar (atletas, longas caminhadas), sapatos inapropriados ou não apresentar causa específica (idiopática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes apresentam dor na área plantar do calcâneo, pior pela manhã ao colocar o pé no chão, sendo mais severa durante os primeiros passos, com melhora posterior e piora no final do dia. A dor é descrita como uma queimação, profunda, ocasionalmente lancinante e é o resultado de alterações degenerativas na origem da fáscia plantar e da periostite por tração do tubérculo medial do calcâneo (ver figura anatômica). Com o passar do tempo e com o estresse repetitivo podem ocorrer microtraumas na origem da fáscia, gerando um processo inflamatório local, e posteriormente a imagem radiológica de um"esporão" .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento recomendado é relativo, diminuição de atividades que produzam estresse sobre o calcanhar, utilização de palmilhas e órteses, antiinflamatórios não hormonais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comumente, os esporões do calcâneo podem ser diagnosticados durante o exame físico. Quando existe um esporão, a aplicação de pressão no centro do calcanhar provoca dor. Radiografias podem ser realizadas para confirmar o diagnóstico, mas elas podem não detectar esporões recém-formados. O tratamento visa o alívio da dor. Uma combinação de corticosteróide com um anestésico local pode ser injetada na área dolorida do calcanhar. O enfaixamento do arco do pé com atadura e o uso de uma órtese (palmilha para o calçado) que ajude a estabilizar o calcanhar são medidas que, além de reduzirem a dor, diminuem a distensão da fáscia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos esporões do calcâneo dolorosos curam sem necessidade de cirurgia. A cirurgia de remoção do esporão somente deve ser realizada quando a dor interferir na deambulação. No entanto, os resultados da cirurgia são imprevisíveis. Ocasionalmente, a dor persiste após a cirurgia. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Sugestão dada pelo &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=627330992"&gt;Flávio Meirelles&lt;/a&gt;, no Facebook do &lt;a href="http://facebook.com/facafisioterapia"&gt;Faça Fisioterapia&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5563240321091151600?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5563240321091151600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5563240321091151600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/fascite-plantar-esporao-de-calcaneo.html' title='Fascite plantar / esporão de calcâneo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1993135362526532907</id><published>2011-12-02T06:17:00.001-08:00</published><updated>2011-12-02T06:17:55.673-08:00</updated><title type='text'>Lesões da articulação acrômio-clavicular</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;                                                                       &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é a articulação acrômio-calvicular (ACC)?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;É uma  das articulações do ombro, em que a clavícula se junta com a escápula. A  parte específica da escápula, que se articula com a clavícula, é  chamada de acrômio, o que explica o nome desta articulação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Que tipos de problemas ocorrem na ACC?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Os  mais comuns são artrose, fraturas e luxações (separações). Artrose é a  perda da cartilagem da articulação, caracterizada por dor e inchaço,  especialmente com a atividade física. Com o tempo estas alterações  avançam, levando a deformidade da articulação. O movimento de cruzar o  braço em frente ao corpo agrava os sintomas. Também aumenta a dor nos  movimentos de apoio ao solo. Artrose da ACC pode estar associada a  problemas no manguito rotador.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Como se trata a artrose da ACC?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Atualmente,  não há nenhum método para se repor a cartilagem danificada pela  artrose. Portanto, o principal é controlar os sintomas através da  modificação da atividade física, para não agravar a condição do  desgaste. Aplicação de gelo ajuda a diminuir a dor e a inflamação.  Medicações incluem analgésicos e antiinflamatórios, e eventualmente  infiltração com corticóide.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;O que pode ser feito se o tratamento não funcionar?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Cirurgia  pode estar indicada se o tratamento medicamentoso não funcionar. Já que  a dor é causada pelas duas extremidades ósseas em contato direto, sem a  proteção adequada da cartilagem, o tratamento cirúrgico consiste na  remoção de parte da extremidade da clavícula. Pode ser feita com uma  pequena incisão de 2-3 cm ou através de artroscopia. Os resultados são  semelhantes com as duas técnicas cirúrgicas. A maioria dos pacientes  terão mobilidade completa em 6 semanas e retornam ao esporte em 12  semanas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;O que é luxação da ACC?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Na luxação  (separação) ocorre lesão dos ligamentos que conectam a clavícula ao  acrômio, e os dois ossos não estão mais alinhados perfeitamente. A  separação pode ser desde leve a completa. Os graus das luxações dependem  de quais ligamentos estão rompidos e quanto rompidos se encontram.&lt;br&gt;Grau I – pouca lesão ligamentos, não há separação dos ossos.&lt;br&gt;Grau II – ruptura parcial dos ligamentos, não completa. Ao esforço, articulação apresenta dor e instabilidade.&lt;br&gt; Grau III – ligamentos completamente rompidos, com separação completa dos ossos, e deformidade visível.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Qual o tratamento para a luxação ACC?&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Pode  ser uma situação muito dolorosa, então o primeiro passo é diminuir a  dor. Colocar o braço numa tipóia e utilizar gelo, 20 a 30 minutos a cada  2 horas. Analgésicos e antiinflamatórios são utilizados. Assim que a  dor diminuir deve iniciar movimentos com as articulações do ombro para  evitar rigidez da articulação. Estas orientações devem ser recomendadas  por um médico. O tempo necessário para se recuperar a mobilidade e a  função da articulação varia conforme o grau da lesão. Recuperação da  lesão grau I pode levar de 10 a 14 dias, enquanto uma lesão grau III  pode levar de 6 a 8 semanas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Quando a cirurgia está indicada?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Luxações  grau I e II muito raramente são tratadas com cirurgia. Até mesmo lesões  grau III podem ser tratadas sem cirurgia, com recuperação da função com  leves restrições. Em alguns casos há uma saliência dolorosa no ombro  que vai necessitar da ressecção parcial da extremidade da clavícula.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: American Orthopaedic Society for Sports Medicine.&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1993135362526532907?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1993135362526532907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1993135362526532907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/12/lesoes-da-articulacao-acromio.html' title='Lesões da articulação acrômio-clavicular'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1111450746027066729</id><published>2011-11-29T08:24:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T08:24:18.771-08:00</updated><title type='text'>Fraturas no úmero proximal</title><content type='html'>&lt;font size="4" face="Arial"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt; &lt;/font&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;&lt;p&gt;&lt;img alt="http://www.sogab.com.br/anatomia/umero.jpg" src="http://www.sogab.com.br/anatomia/umero.jpg" height="247" width="306"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;font size="2" face="Arial"&gt;&lt;p&gt;Essas fraturas invadem a diáfise proximal do úmero, os colos  anatômicos e cirúrgicos, o tubérculo maior o tubérculo menor e a cabeça.  São fraturas que envolvem grande quantidade de complicações funcionais.  (MELLION,1997)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conceito de fratura diafisária umeral em 4 partes de Neer (1970) divide a cabeça do úmero em:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1-   Diáfise (tracionada pelo peitoral maior)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2-   Tubérculo Maior (tracionada pelo supra-espinhoso)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;3-   Tubérculo Menor (tracionada pelo subescapular)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cabeça do úmero, que não recebe vascularização se os outros três fragmentos estiverem deslocados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;OCORRÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   mulheres idosas&lt;/p&gt; &lt;p&gt;·   queda sobre o braço&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os  desvios dos fragmentos dependem da intensidade das forças e da  conseqüente lesão das partes moles. Também são devido às ações de força  muscular, Fraturas acima do peitoral maior permitem que o manguito  rotador abduza o fragmento proximal. Ao ocorrerem entre as inserções do  peitoral maior e deltóide, há abdução do fragmento proximal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas  fraturas abaixo da inserção do músculo deltóide o fragmento proximal  aduz. Considera-se esses aspectos importantes, porém nem sempre estão  presentes. Com o relaxamento da musculatura imobilizada a ação da  gravidade, há tendência a neutralidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O quadro clínico assemelha-se as das fraturas gerais:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   Quadro Agudo: dor, edema, crepitação local, importância funcional, equimose (entre 24-36h)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-   O braço é mantido em rotação interna e adução, apoiando o tórax.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-    Se a fratura for no colo cirúrgico, os movimentos de rotação podem  estar presentes. Sendo necessário exame neurovascular da extremidade; se  apresentar alteração de sensibilidade e ausência de pulso radial são  sinais de traumatismo grave.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O exame radiológico demonstrará o diagnóstico definitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  obtenção de uma incidência antero-posterior ''verdadeira''demonstra a  relação entre a cabeça do úmero, a glenóide e o escapular e axial que  possibilitam avaliações de luxações e de deslocamento das tuberosidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas  incidências proximais do úmero estão relacionadas diretamente com o  aumento de osteoporose, ocorrendo em torno de 3-5% das fraturas, e 70%  das fraturas de úmero em indivíduos acima de 40 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;COMPLICAÇÕES (LEVINE, 1998)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   rigidez articular&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·    lesão nervosa:  (nervo axilar), tornando o músculo deltóide  ineficiente em ABD do ombro, hipossensibilidade ou amortecimento de uma  pequena área no lado externo do braço, (plexo braquial - localizado  medialmente ao processo coracóide); nervo supra-escapular (inerva o  músculo supra e infra-espinhoso); nervo músculo-cutâneo (inerva bíceps  braquial e coracobraquial).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   luxação de ombro&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;CLASSIFICAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Classifica-se as fraturas: (APLEY, 1989)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a) quanto ao nível em: do terço proximal, do médio e do distal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;b) quanto ao traço de fratura em: -transversos; -oblíquas curtas; - oblíquas longas;     -helicoidais e cominutivas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;c) quanto à integridade da pele: - exposta; -fechada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A classificação Alfanumérica do Grupo AO em:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a)   Tipo A à fraturas simples;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;b)   Tipo B à fraturas cominutivas com fragmentos grandes (em cunha);&lt;/p&gt; &lt;p&gt;c)   Tipo C à fraturas complexas cominutivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tipos de Fraturas:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1-   Fraturas de deslocamento mínimo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   são aquelas em que o deslocamento é menor do que 1,0cm ou 45º de angulação, independentedo numero de fragmentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-   estas fraturas são a grande maioria, em torno de 80% das fraturas proximais de umero.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-    Tratamento adequado é o repouso do membro em tipóia ouVelpeau por 7 a  10 dias permitem a diminuição da dor e do edema, a partir daí,  inicia-se um programa de reabilitação com exercícios para obter  mobilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2-   Fraturas e Fraturas-luxações de 2 partes&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cerca de 10% dos casos possuem fragmentos deslocados mais de 1,0cm ou 45º angulação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a)   Fraturas de Colo Cirúrgico e do colo anatômico:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-   podem necissitar de reducao incruenta( traçao, flexao e aducao) se forem estáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-    nas fraturas instaveis, reducao cirurgica (fechada, com uso de fios  metálicos; aberta, com banda de compressao com pino de RASCH ou placa  T).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   casos especiais, a cabeca longa do biceps pode se interpor ao foco da fratura, dificulta a reducao incruenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   Na fratura do colo cirurgico, a inserçao do musculo peitoral maior desloca medialmente a diáfise do umero.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;b)   Fraturas do Tubérculo Maior&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   deslocam-se posterior e superiormente, tracionada pelo músculo supra-espinhoso, sendo difícil à redução incruenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-    nos casos em que o tubérculo maior estiver ou permanecer deslocado é  necessário à redução cirúrgica com fixação interna e reparação do  manguito rotador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;c)   Fraturas do Tubérculo Menor&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   acompanha ou não por luxações posteriores da cabeça do úmero, o músculo subescapular desloca o fragmento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-    pode ser tratada convencionalmente, exceto em bloqueio de rotação  interna, indicando redução cirúrgica com fixação do músculo  subescapular.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3-   Fraturas e Fraturas-luxações de 3 partes&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   envolve o colo cirúrgico e o tubérculo maior e menor e possui um ou mais fragmentos deslocados mais de 1,0 cm ou 45º.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   são fraturas instáveis e de difícil tratamento conservador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-    se ocorrer o deslocamento do tubérculo maior, a cabeça do úmero será  tracionada pelo músculo subescapular que se insere no tubérculo menor e  determinará uma rotação interna da cabeça, inversamente, se o  deslocamento for de tubérculo menor, a cabeça do úmero será tracionada  pelos músculos supra e infra-espinhoso, que se insere no tubérculo  menor, determinando uma rotação externa da cabeça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   a vascularização da cabeça é considerada adequada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;4-   Fraturas e Fraturas-luxações de 4 partes&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  cabeça geralmente não se articula com a glenóide e está  desvascularizada, pelos deslocamentos simultâneos das tuberosidades e  diáfise;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   ocorrem na maioria das vezes em pacientes idosos com  osteoporose, em jovens ocorrem devido a acidentes automobilísticos ou  trauma severos, fraturas multi-fragmentadas por projéteis de arma de  fogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   o tratamento tradicional inclui: redução incruenta,  redução cirúrgica e fixação interna, artrodese e ressecção da cabeça do  úmero e prótese parcial do ombro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5-   Fraturas Especiais&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1- Fratura Impactada da Cabeça do Úmero (''impression fracture'')&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ocorre  durante luxação posterior. A cabeça estará comprimida contra rebordo  posterior da glenóide, determinando o afundamento ou impactação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por  tomografia computadorizada determina-se o melhor diagnóstico; para  defeitos com menos de 20% de envolvimento da cabeça do úmero indica-se a  redução incruenta da luxação e imobilização com o membro superior em  leve rotação externa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De 20 a 50% de envolvimento associado com  instabilidade utiliza-se à transferência do tubérculo menor para a área  do defeito (cirurgia de McLaughlin modificada por Neer). Se maior que  50%, a melhor indicação é prótese de ombro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2- Fratura tipo rachadura da cabeça do úmero (''head splitting'')&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-   rara com difícil reconstrução cirúrgica, material de síntese causará dano a superfície articular da glenóide.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-   melhor indicação é prótese de ombro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;TRATAMENTO DE FRATURAS PROXIMAIS DO ÚMERO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  maioria das fraturas proximais do úmero é classificada como pouco  deslocada, podendo ser tratada com exercícios passivos que progridem até  exercícios ativos, à medida que aumenta a tolerância à dor. As fraturas  em duas partes são geralmente tratadas pela redução fechada, sendo sua  exceção às fraturas do tubérculo maior, que exigem redução aberta e  fixação interna.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As fraturas de 3 partes são tratadas com redução  aberta e fixação interna, exceto em idosos, recomendando-se a prótese.  As fraturas em 4 partes apresentam alta incidência de necrose avascular;  recomendando substituição protética.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;TRATAMENTO CONSERVADOR&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   mesmo em um desvio acentuado é compatível um tratamento conservador com excelente restabelecimento funcional,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·    é impossível manter os fragmentos em sua relação normal, a não ser  que seja com tal gessada em extensão do membro ou por cirurgia;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   o método de tratamento mais satisfatório é aquele que permite mobilização precoce.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1.   FRATURAS IMPACTADAS:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   imobilização desnecessária&lt;/p&gt; &lt;p&gt;·   mobilização + tipóia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2.   FRATURAS NÃO IMPACTADAS:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   pela presença de dor, não se mobiliza o ombro afetado&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   na 1ª semana, há imobilização com tipóia junto ao tórax&lt;/p&gt;&lt;p&gt;·   preconiza-se exercícios com cotovelo, dedos e mãos&lt;/p&gt; &lt;p&gt;·    a imobilização do ombro deve ser mantida por 2 a 3 semanas. Às vezes,  é preciso imobilizar com gesso toracobraquial em ABD por 4 semanas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;FISIOTERAPIA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;PROTOCOLO DE 3 FASES PROGRESSIVO &lt;/p&gt;&lt;p&gt;FASE  1: 3ª semana para redução fechada, e 7 a 10 dias para fixação interna é  que se começa com os exercícios pendulares, elevação anterior e rotação  externa passiva. A aplicação de modalidades terapêuticas, como a  estimulação elétrica, o uso de calor e frio, ajudam na redução do edema,  espasmo e dor. A massagem manual descontraturante alivia o espasmo  muscular e facilita o ganho do movimento. Exercícios isométricos  submáximos (RI e RE, deltóide anterior, posterior e médio) podem ser  iniciados nesta fase, com o objetivo de evitar a atrofia muscular.  (SIZINIO e XAVIER, 1998)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FASE 2: são iniciados após 4 a 6  semanas nas fixações internas e 6 a 8 semanas nas reduções fechadas.  Compreende os exercícios ativos e o fortalecimento precoce. Para se  evitar a elevação da escápula, recomenda-se que os exercícios de flexão e  ABD do ombro sejam feitos em frente ao espelho para auto-correção ou  com a ajuda do Fisioterapeuta, que poderá estabilizar a cintura  escapular durante o movimento. Os exercícios resistidos podem ser feitos  na posição supino com halteres, ou em pé utilizando banda elástica ou  tubo elástico de resistência graduada. (SIZINIO e XAVIER, 1998)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FASE  3: início por volta da 8ª semana para reduções fechadas e 12ª, para  fixações internas. Alongamentos e fortalecimentos, sendo o último de  modo funcional, no qual os exercícios são direcionados para as  atividades que o paciente necessita retornar. (SIZINIO e XAVIER, 1998)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;APLEY, G. Manual de Ortopedia e Fraturas. 1ª edição. São Paulo: Atheneu, 1989.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;LEVINE, A. TRAUMA - Atualização em Conhecimentos Ortopédicos. São Paulo: Atheneu, 1998.    &lt;/p&gt; &lt;p&gt;MELLION,  M. B. Segredos em Medicina Desportiva – Respostas necessárias ao  dia-a-dia em centros de treinamento na clínica, em exames orais e  escritos. – Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SIZINIO, H.;  XAVIER, R. Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Prática, 2ªedição. Porto Alegre: Artmed, 1998.&lt;/p&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1111450746027066729?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1111450746027066729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1111450746027066729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/11/fraturas-no-umero-proximal.html' title='Fraturas no úmero proximal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3712018006907469808</id><published>2011-11-23T06:10:00.001-08:00</published><updated>2011-11-23T06:10:41.504-08:00</updated><title type='text'>Entenda a doença de Kienböck</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Com a necrose do osso semilunar, esse vai sendo reabsorvido e diminuindo de tamanho, com isso outros ossos mudam sua posição ocupando a antiga localização do osso afetado.&amp;quot;&lt;br&gt;&lt;br&gt; A doença de Kienböck é caracterizada por colapso (necrose) do osso semilunar, localizado no punho e por alterações vasculares de causa desconhecida, ou seja, idiopática. A maior incidência ocorre em homens jovens, mas não se sabe por quê.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Seu quadro clínico é caracterizado por dor e edema (inchaço) na região do punho, diminuição da força da mão, seguida de diminuição da mobilidade na região acometida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Atualmente duas teorias parecem explicar melhor a sua evolução, pelo menos na maioria dos casos: a teoria traumática e a teoria dismórfica (desigualdade do comprimento radioulnar distal - radio e ulna são os ossos do antebraço e fazem articulação com os ossos do carpo – punho - entre eles o osso semilunar.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Há diferentes estágios da doença, classificados de acordo com o comprometimento do osso semilunar e da articulação rádiocárpica. Com a necrose do osso semilunar, esse vai sendo reabsorvido e diminuindo de tamanho, com isso outros ossos mudam sua posição ocupando a antiga localização do osso afetado. Essa movimentação causa muita dor.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;O tratamento para doença de Kienböck depende do estágio da doença. A fisioterapia ajuda muito, podendo variar o tipo de aparelho a ser utilizado, tipo de exercício e local (hidroterapia –"molhado"- ou fisioterapia convencional - "seco").&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Após algumas sessões de fisioterapia, dependendo da evolução do caso, o paciente pode continuar sentindo dores ou tê-las diminuídas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na fase inicial, imobilização do punho pode ajudar. Em torno de 50% das pessoas com doença de Kienböck têm o rádio alongado, nessa situação, cirurgia com encurtamento do rádio pode ser benéfica ao paciente. Em estágios avançados, onde o osso semilunar não é mais viável, a cirurgia indicada é a artrodese (fusão dos ossos do punho) ou ressecção da primeira fileira dos ossos do carpo.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;por Juliana Prestes Mancuso&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3712018006907469808?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3712018006907469808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3712018006907469808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/11/entenda-doenca-de-kienbock.html' title='Entenda a doença de Kienböck'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7670330334425636542</id><published>2011-11-22T07:22:00.001-08:00</published><updated>2011-11-22T07:22:19.231-08:00</updated><title type='text'>Amputação com desarticularção do jeolho em tratamento para colocação de prótese</title><content type='html'>A excisão, geralmente cirúrgica, total ou parcial de um membro é denominada de amputação. Para um paciente a palavra amputação está relacionada com terror, derrota e&lt;br&gt;mutilação, que vai torná-lo incapaz, dependente. Mas o procedimento deveria ser entendido pelo paciente, como início de uma nova fase, sem a presença de deformidades sérias, que possivelmente poderiam incapacitá-lo. De qualquer forma, deve ficar claro que os procedimentos para amputação de membros inferiores ou superiores é um ato de restauração de um órgão enfermo e não uma mutilação. Generalizando, além de uma boa equipe de profissionais altamente preparados, a aceitação, a colaboração, a motivação e a dedicação do próprio paciente é indispensável para sua reabilitação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A etiologia da perda do membro e as condições clínicas associadas muitas vezes constituem considerações importantes no desenvolvimento de um programa de tratamento&lt;br&gt;para o amputado. A perda de membro de um modo geral é dividida em duas categorias amplas: adquirida e congênita.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Amputação adquirida é a perda de parte ou de toda uma extremidade como resultado direto de trauma ou por cirurgia. As amputações cirúrgicas são realizadas em virtude de&lt;br&gt;doença, tumores benignos ou malignos e lesões traumáticas da extremidade sem esperança de salvamento do segmento. (CARVALHO, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entre as causas mais comuns de amputação de membros inferiores e superiores  encontramos: vasculares, traumáticas, tumorais, infecciosas, congênitas e iatrogênicas.&lt;br&gt;Destaca-se dentre elas, a causa vascular, que acomete em maior número pessoas na faixa etária de mais de 50 anos, sendo os membros inferiores os mais comprometidos. As taxas de mortalidade associadas às amputações de membros em pacientes "vasculares", em particular as transtibiais e transfemorais, indicam a gravidade da enfermidade do paciente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A causa mais comum nas amputações provocadas por eventos vasculares é a diabetes e o tabagismo. Já as causas traumáticas atingem também um número expressivo da população por acidentes de trânsito, de trabalho ou, em número menor, em razão de outra etiologia. Um aspecto em amputados é o chamado fenômeno &amp;quot;fantásmico&amp;quot;1, doloroso ou não, normal e ou deformado. Aproximadamente até a terceira semana, após a cirurgia, a maioria manifesta a percepção fantásmica de um membro normal e indolor. No entanto, alguns já se referem ao membro como deformado a partir da primeira semana. Para aqueles pacientes do primeiro grupo, passada as duas ou três semanas da cirurgia, o membro amputado dá a impressão de estar contorcido e desproporcional e não deveria apresentar dor. A percepção, por parte do paciente, de um membro fantasma doloroso pode se manifestar em membro fantasma normal ou deformado. Essa dor pode ser de leve a moderada, tolerável, respondendo de forma satisfatória à terapêutica física ou medicamentosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sua permanência pode ocorrer durante semanas ou anos. Devemos, porém, considerar a amputação não como o fim de uma etapa ou simplesmente a perda de um membro que conseqüentemente irá gerar incapacidades, mas sim considerá-la como o princípio de uma nova fase, pois se de um lado houve a perda de um membro e a alteração da imagem corporal, do outro se eliminou o perigo da perda da vida, ou deu alívio a sofrimentos intoleráveis, tornando ainda possível maior liberdade de ação. (PIRES, 2004)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;DESARTICULAÇÃO DE JOELHO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A remoção total da tíbia caracteriza a desarticulação de joelho, nível que tem vantagens funcionais em relação às amputações transfemorais. As próteses para este nível de amputação devem contar com joelho mecânico. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma das principais metas de inicio do programa pós-operatório é a prevenção de complicações secundárias, como as contraturas de articulações adjacentes. Estas podem surgir em decorrência do desequilíbrio muscular, ou como resultado de alguma posição inadequada, como a posição sentada por períodos longos.&lt;br&gt; As causas mais freqüentes de desarticulação de joelho são traumatismos ortopédicos irreversíveis, anomalias de tíbia/fíbula e alguns tumores mais distais. As vantagens em relação às transfemorais são: maior braço de alavanca, maior força muscular, possibilidade de descarga distal, bom controle rotacional sobre as próteses, melhor suspensão protética, facilidade para colocação/remoção da prótese, menor gasto energético durante a deambulação e menor tendência as deformidades. Nesse tipo de amputação, preconiza-se a preservação da patela, a cicatrização é póstero-inferior do coto e indica-se descarga distal para maior propriocepção.&lt;br&gt; Na desarticulação de joelho, observa-se que não há desequilíbrios musculares, nem deformidades importantes, porém alguns pacientes podem apresentar uma leve flexão de&lt;br&gt;quadril causado por posturas inadequadas. (DE LUCCIA, 2003)&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os cotos de desarticulação de joelho são rígidos, bulbosos, longos e resistentes, tendo excelente controle muscular do membro artificial. Os ganhos funcionais excedem o problema estético com o uso de joelhos policêntricos com fricção hidráulica e acessórios para extensão encurtam a prótese na posição sentada, melhorando as características de balanceio. O estreitamento dos côndilos tem provado ser insensato. (KOTTE, 1994)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.novafapi.com.br/eventos/jic2006/trabalhos/FISIOTERAPIA/P%F4ster/65%20-%20RELATO%20DE%20CASO%20CL%CDNICO%20DE%20AMPUTA%C7%C3O%20COM%20DESARTICULA%C7%C3O%20DO%20JOELHO%20EM%20TRATAMENTO%20PARA%20COLOCA%C7%C3O%20DA%20PR.pdf"&gt;Leia o restante do artigo clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7670330334425636542?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7670330334425636542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7670330334425636542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/11/amputacao-com-desarticularcao-do-jeolho.html' title='Amputação com desarticularção do jeolho em tratamento para colocação de prótese'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2101196393250208437</id><published>2011-11-03T11:15:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T11:15:46.815-07:00</updated><title type='text'>A contusão muscular</title><content type='html'>&lt;p align="JUSTIFY"&gt;As contusões musculares respondem por cerca de 60-70% das lesões relacionadas à prática de esportes. Devido aos problemas posturais, as contusões são um problema comum em pessoas portadoras de Espondilite Anquilosante.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="Quais os sintomas da contusão muscular?"&gt;Quais os sintomas da contusão muscular?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Dor e dificuldade de movimentar a região muscular após um traumatismo (p.ex.: queda, pancada, etc) são os sintomas mais comuns.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Na maioria dos casos, não é difícil diagnosticar uma contusão muscular, mas é importante observar que a contusão pode ser confundida com uma ruptura muscular – esta, um problema mais grave e limitante.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Algumas pessoas com espondilite anquilosante acreditam estar sofrendo sintomas de contusões musculares quando, na verdade, estão apresentando o que os especialistas chamam de Mialgia Tardia por Esforço, um quadro de dores musculares que surge de modo gradual nas 12h seguintes a uma atividade física mais intensa.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="É preciso fazer algum exame?"&gt;É preciso fazer algum exame?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Normalmente, não. Um exame simples do local é capaz de fornecer todas as informações necessárias para o diagnóstico correto.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Contudo, se a contusão estiver associada a hemorragias, o médico poderá solicitar um exame de sangue para verificar a intensidade do sangramento e a presença de problemas na coagulação.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Obviamente, dependendo da violência da contusão, podem ser necessários radiografias e outros exames para detectar fraturas.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="Como as contusões musculares devem ser tratadas?"&gt;Como as contusões musculares devem ser tratadas?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;O tratamento das contusões musculares pode ser dividido em 3 fases: (1) aguda, (2) de recuperação e (3) de maturação ou remodelamento.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Logo após a contusão, na chamada Fase Aguda, a intenção do tratamento é diminuir a dor e controlar qualquer complicação no local (p.ex.: hemorragia, fraturas, etc).&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;As medidas mais simples nesta etapa do tratamento incluem repouso com elevação e imobilização do local afetado, e compressas geladas por 1-2 dias. Durante este período, é recomendável evitar aplicar calor no local para não piorar o inchaço. Após os 2 dias, as compressas já podem ser trocadas de frias para mornas.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Se a dor da contusão for muito intensa, é recomendável utilizar muletas ou bengalas. Além de evitar a piora da lesão muscular, estes apoios também ajudam a evitar sobrecarga na coluna e crises de espondilite. Antiinflamatórios e analgésicos receitados pelo médico também são úteis para diminuir o desconforto.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Na segunda fase do tratamento, chamada Fase de Recuperação ou de Regeneração, o objetivo é recuperar a mobilidade e a força muscular. Nesta etapa, são recomendados exercícios supervisionados. A intensidade dos exercícios varia de acordo com a tolerância de cada pessoa.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Finalmente, na terceira fase, chamada Fase de Maturação ou Remodelamento, ocorre a recuperação gradual do músculo. O tratamento é feito com exercícios de resistência.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Na imensa maioria das pessoas com espondilite que sofre contusões musculares, a recuperação é completa após cerca de 21 dias de tratamento.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2101196393250208437?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2101196393250208437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2101196393250208437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/11/contusao-muscular.html' title='A contusão muscular'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5748880025117701111</id><published>2011-11-03T09:03:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T09:03:25.601-07:00</updated><title type='text'>Alongamento: Uma Abordagem Anatômica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21540407/alongamento:+uma+abordagem+anatomica/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/21540407_4.jpg" class="picimgbig" alt="Alongamento: Uma Abordagem Anatômica" height="289" width="289"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;strong&gt;Alongamento: Uma Abordagem Anatômica &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Livro  desenvolvido e indicado para estudantes e profissionais de áreas de  esporte e saúde e, para todos que buscam os benefícios do alongamento.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;   Organizada de forma a possibilitar uma fácil e rápida consulta, esta  obra apresenta cerca de 200 ilustrações que mostram os principais  músculos de cada região do corpo sendo trabalhados em 114 tipos de  alongamento. Além disso, Alongamento - Uma abordagem anatômica expõe  diversos aspectos essenciais do assunto, que incluem fisiologia e  flexibilidade, os diferentes tipos de alongamento, as formas adequadas  de se alongar e as regras para um alongamento seguro.  &lt;br&gt;&lt;br&gt; 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Manole 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;BRAD WALKER 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;9788520428498 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2009 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;176 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Grande 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21540407/alongamento:+uma+abordagem+anatomica/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; 				&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5748880025117701111?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5748880025117701111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5748880025117701111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/11/alongamento-uma-abordagem-anatomica.html' title='Alongamento: Uma Abordagem Anatômica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1509873880685953579</id><published>2011-10-27T08:24:00.001-07:00</published><updated>2011-10-27T08:24:37.134-07:00</updated><title type='text'>Resumo sobre dor no ombro</title><content type='html'>&lt;br&gt;A dor no ombro é tipicamente caracterizada por sintomas nas várias articulações, músculos, tendões e bursa, envolvidos com o movimento do ombro. O aparecimento de dor no ombro é variável e pode ocorrer sem nenhuma causa direta, ou pode estar relacionada a trauma, movimentos repetitivos, ou a um evento neurológico (ou seja, um acidente vascular cerebral). A dor no ombro, muitas vezes causa limitação de atividade de curto prazo e, menos freqüentemente se transforma em uma condição crônica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Epidemiologia e Economia A dor no ombro é superada apenas pela dor na região lombar e joelho, em termos de áreas mais comuns de dor musculoesquelética.&lt;br&gt;&lt;br&gt;• Em 1 ano as taxas de prevalência de distúrbios do ombro variam de 5% a 47%.&lt;br&gt; &lt;br&gt;• A prevalência total varia de 14% para 21% .&lt;br&gt;&lt;br&gt;• 18% dos pagamentos de seguro de invalidez feito para dor musculoesquelética podem ser atribuídos aos pacientes com distúrbios cervicais e do ombro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Fisiopatologia&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;• Múltiplos fatores podem contribuir para dor no ombro, isoladamente ou em combinação: Condições inflamatórias: Os tendões e a bursa tornam-se inflamados, muitas vezes devido ao uso excessivo ou a fatores anatômicos.  Tendões do ombro também pode ser rompidos (ou seja, ruptura do manguito rotador), ou superfícies articulares podem ser danificadas por processos degenerativos (isto é, osteoartrite) ou doença auto-imune (ou seja, artrite reumatóide).&lt;br&gt; &lt;br&gt;• Movimento excessivo: Cápsulas e ligamentos são maleáveis e permitem a movimentação excessiva, resultando em instabilidade do ombro. Este problema origina-se a partir de fatores congênitos (que pode causar várias formas de instabilidade) ou de traumas (que provoca uma forma específica de instabilidade). Excessivos movimentos do ombro podem resultar em subluxação ou luxação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;• Limitação de movimentos: Cápsulas e ligamentos restringem o movimento do ombro, especialmente em caso de elevação dos braços acima da cabeça ou atrás das costas. Esse problema é comum após imobilização prolongada, mas também pode ocorrer quando a articulação do ombro torna-se irritada sem nenhuma causa específica (ex., capsulite adesiva).&lt;br&gt; &lt;br&gt;• Fraqueza muscular / desequilíbrio: Os músculos que movimentam a cabeça do úmero e escápula são fracos, resultando em movimento ineficiente do ombro. Este problema pode ser resultado de má postura, ou pode ocorrer em atletas que treinam muito ou de forma indevida. Fraqueza do músculo do ombro também pode ocorrer após um acidente vascular cerebral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Características Clínicas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas específicos de dor no ombro variam consideravelmente. Quando a dor no ombro é grave, pode irradiar para outras áreas do corpo, incluindo o braço e cotovelo (mas não geralmente abaixo do cotovelo) e certas áreas do pescoço (mas não geralmente a coluna cervical superior, ou a cabeça). Outros sintomas incluem fraqueza, movimento limitado do braço e da mão, a dificuldade em vestir-se, dificuldade em executar o trabalho mesmo em casa, e interrupção do sono. A articulação do ombro compreende várias estruturas anatômicas e cada qual pode ser uma fonte de dor, tais como a articulação glenoumeral (articulação primária), a escapulotorácica (secundária), e as articulações esternoclavicular e acromioclavicular (acessórias). Grupos musculares que são fontes potenciais de dor no ombro incluem o manguito rotador (responsável pela manutenção do equilíbrio glenoumeral), estabilizadores escapulares(responsáveis pela posição da escápula) e ainda músculos responsáveis pelos movimentos de força.Finalmente, há a bursa que pode causar dor no ombro, e a mais relevante está localizada em uma área conhecida como o espaço subacromial.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Critérios diagnósticos Uma variedade de critérios de diagnóstico são utilizados para identificar a dor no ombro, e são mais relevantes para uma determinada região anatômica. Em geral, estes critérios devem cumprir duas funções importantes. Primeiro, eles devem confirmar o ombro, como a fonte primária dos sintomas, pois a dor no ombro pode ser referida a partir do pescoço, ou mesmo de estruturas viscerais como o coração. Em segundo lugar, os critérios devem identificar as áreas anatômicas do ombro envolvidas de forma específica, para que o tratamento possa ser direcionado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico e Tratamento &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diagnóstico e Tratamento Distúrbios do ombro são uma razão comum para as pessoas procurarem cuidados de saúde, com uma incidência anual em geral estimada em 12/1000 visitas a consultórios médicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Supondo-se que outras fontes de dor foram efetivamente excluídas, a dor no ombro não caracteriza risco de vida. Pode ser difícil de tratar, já que apenas 50% dos pacientes com novos episódios de transtorno no ombro experimentam recuperação completa aos 6 meses, e esta taxa só aumenta para 60% em 1 ano. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamentos comuns para doenças do ombro incluem injeções de corticosteróides, manipulação articular, fisioterapia e cirurgia, sem a vantagem óbvia de um tratamento sobre outro.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1509873880685953579?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1509873880685953579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1509873880685953579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/10/resumo-sobre-dor-no-ombro.html' title='Resumo sobre dor no ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5394682444477529571</id><published>2011-10-22T08:10:00.001-07:00</published><updated>2011-10-22T08:10:47.805-07:00</updated><title type='text'>Biomecânica do LCA e mecanismo de lesão do joelho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.iafortopedia.com.br/v4/wp-content/uploadess/artroplastia_total_joelho_comparacao.jpg" src="http://www.iafortopedia.com.br/v4/wp-content/uploadess/artroplastia_total_joelho_comparacao.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;ROCKWOOD et al. (1994) citando Noyes, inúmeros testes descritos relatam que o  ligamento cruzado anterior e osso são capazes de suportar um determinado peso  antes da ruptura, sendo este valor para atividades que exijam esforços, já em  atividades normais é exposto apenas 45Kg. Em adultos jovens o alongamento do LCA  pode chegar até 25% do seu valor normal sem ruptura, tendo neste valor uma  redução com o aumento da idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para AMATUZZI et al. (1992), na avaliação clínica alguns aspectos devem ser  levados em consideração, pois muitas vezes uma lesão leve para um esportista  pode torná-lo incapaz de realizar suas atividades se não tratada, já para um  individuo de vida sedentária uma lesão moderada pode ser solucionada com um  tratamento conservador.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo ROCKWOOD et al. (1994), as lesões do LCA ocorrem geralmente por  mecanismos onde o estresse no ligamento é grande o suficiente para causar uma  ruptura. As lesões podem ser parciais ou totais dependendo do movimento, força e  alongamento, seu trauma pode ser direto ou indireto. Quase sempre a lesão é dada  por uma manobra de torção, e desaceleração súbita geralmente seguida de estalos  e hemartroses presente dentro de poucas horas, ou ainda abdução com rotação  externa e hiperextensão.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Conforme WEINSTEIN et al. (2000), a laceração do cruzado anterior ocorre a  partir de uma torção valga e rotação de joelho estando o pé firme no chão  (exercício de cadeia cinética fechada).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para AMATUZZI et al. (1992), a pequena frouxidão provocada por uma insuficiência  do ligamento cruzado anterior poderá determinar no joelho dos esportistas, a  necessidade de uma intervenção para corrigir uma instabilidade. É necessário  diferenciar no tratamento das lesões ligamentares do joelho todos os grupos de  risco e procurar, na escolha correta de uma conduta terapêutica, aquela mais  adequada para o paciente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para LOUDON et al. (1999), a laceração do ligamento cruzado anterior ocorre por  um trauma súbito com rotação do pivô, recurvamento e desaceleração brusca do  movimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O mecanismo de lesão é ocasionado por uma hiperextensão, rotações com o pé fixo  no chão, onde freqüentemente são observadas lesões de ligamento colaterais e  mediais, ambas envolvendo mecanismo de desaceleração do movimento (CAMANHO,  1996).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para NABARRETE (2003), as lesões do ligamento cruzado anterior podem ser  graduadas em graus: I onde a lesão é leve, com presença de edema, sensibilidade  local, com rompimento de alguns ligamentos sem perda funcional; II lesão do tipo  moderada, onde grande parte dos ligamentos encontram-se rompidos seguido de  instabilidade na articulação, não demonstrando perda completa da integridade do  ligamento; III – lesão do tipo grave, havendo rompimento completo das fibras  ligamentares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/lca/lesao_lca.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5394682444477529571?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5394682444477529571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5394682444477529571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/10/biomecanica-do-lca-e-mecanismo-de-lesao.html' title='Biomecânica do LCA e mecanismo de lesão do joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4635753930541970423</id><published>2011-10-13T05:39:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T05:39:58.551-07:00</updated><title type='text'>O que são músculos biarticulares?</title><content type='html'>Músculos biarticulares são aqueles que atravessam várias articulações e criam cinética significativa nessas articulações. Os músculos do membro inferior são freqüentemente empregados como exemplos anatômicos e objetos de pesquisa a respeito dos mecanismos de seu controle pela parte central do sistema nervoso e as resultantes ações articulares. Markee et al sugerira que os músculos biarticulares podem atuar numa extremidade sem influenciar a outra; esta hipótese foi contestada por Basnuajian e De Luca. A regra geral acerca de um músculo biarticular é que ele traciona ambos seus tendões não seletivamente em direção ao ventre do músculo, deste modo influenciando as articulações. Um músculo biarticular não pode atuar como um músculo monoarticular sem o auxílio de outros músculos, a menos que uma das ações articulares seja estabilizada por outros músculos. O efeito cinético do músculo sobre a segunda articulação é diminuído.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Um exemplo simples da atividade de um músculo multiarticular é o paradoxo do psoas, no qual o músculo psoas, enquanto flete o quadril, causa hiperextensão da região lombossacral através de inclinação pélvica anterior, embora o psoas seja considerado flexor do tronco. O paradoxo, a inversão do papel de flexão/extensão, pode ser observado durante exercícios como os &amp;quot;abdominais&amp;quot; com os membros inferiores estendidos e elevações de ambos os membros inferiores. As vértebras lombares são puxadas para a frente e para baixo pela contração do psoas. A contração simultânea dos músculos do abdome evita a inclinação anterior da pelve a menos que esses músculos estejam fatigados ou fracos; assim, a pelve não gira para a frente nem as vértebras lombares são hiperestendidas. Durante algumas combinações de ações articulares, os movimentos criados por músculos biarticulares são mais eficientes do que se fossem criados por músculos monoarticulares. Durante a corrida, por exemplo, logo antes do contato do calcanhar, os extensores do quadril realizam trabalho positivo sobre o quadril, ao mesmo tempo que realizam trabalho negativo sobre a perna para desacelerar a extensão no joelho. Felizmente, os músculos do jarrete realizam ambas as funções simultaneamente a um baixo custo metabólico. Elftman estimou o dispêndio de energia por músculos bi e monoarticulares para realizar essa tarefa em 2,61 e 3,97 cavalos força, respectivamente. A execução por um músculo biarticular representa uma economia de energia superior a 34%. As ações tendínea, de correia de transmissão e de polia são características atribuídas a músculos biarticulares porque esses músculos não podem causar uma amplitude total de movimento simultaneamente em ambas as articulações sobre as quais atuam. Quando o quadril e o joelho se fletem simultaneamente, como no movimento preparatório de um chute de caratê, ou se estendem ao mesmo tempo, como na fase de ataque do chute, o músculo se contrai mas não perde tanto de seu comprimento quando dois músculos monoarticulares poderiam se executassem a mesma ação. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4635753930541970423?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4635753930541970423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4635753930541970423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/10/o-que-sao-musculos-biarticulares.html' title='O que são músculos biarticulares?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4657224052570872499</id><published>2011-10-11T12:33:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T12:33:15.150-07:00</updated><title type='text'>Intervenções Fisioterapêuticas para o ganho da ADM do Ombro</title><content type='html'>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Antes de iniciar o tratamento cinesioterapêutico deve-se lembrar da  	artrocinematica da articulação do ombro. Pois a articulação glenoumeral é  	chamada de bola e soquete, esferóide ou universal e possui três graus de  	liberdade, e realiza os seguintes movimentos, para frente a flexão, para  	trás a extensão, lateralmente a abdução, medialmente a adução e com o braço  	junto ao corpo e com cotovelo flexionado, rodando para dentro a rotação  	interna e rodando para fora a rotação externa (SMITH, WEISS, LEHMKUHL, 1997)&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	As mobilizações intra-articular relacionam-se aos movimentos que ocorrem  	dentro da cápsula articular e descrevem a distensibilidade ou "frouxidão" na  	cápsula articular, no qual permite que os ossos se movam. Os movimentos são  	necessários para o funcionamento articular normal, as mobilizações incluem  	em separação, deslizamento, rolamento e giro das superfícies articulares.  	Cabe ao Fisioterapeuta a capacidade de traçar seus objetivos quanto ao ganho  	da ADM, para aumentar a abdução os deslizamentos da cabeça do úmero deve ser  	caudal, para aumentar a flexão ou rotação interna os deslizamentos devem ser  	posterior e para aumentar a extensão e rotação externa o deslizamento da  	cabeça umeral deve ser em sentido anterior (KISNER, 1998).&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	O alongamento é usado como manobra terapêutica elaborada para aumentar o  	comprimento de estruturas de tecidos moles patologicamente encurtados e  	desse modo ocorre o aumento da amplitude de movimentos, devendo ser  	realizados inicialmente os alongamentos passivos pois possui grandes  	vantagens mecânicas do que comparado ao ativo. Podem ser realizados vários  	técnicas de alongamentos, como por exemplo o alongamento capsular posterior,  	onde o paciente aduz horizontalmente o braço, cruzando á frente do corpo e  	então utiliza a outra mão para puxar o braço o braço afetado, aumentado a  	adução horizontal, para alongar a cápsula articular anterior, o alongamento  	com as mãos atrás do dorso, segurando uma toalha com ambas as mãos, com o  	braço atrás da região glútea, o paciente coloca o outro braço atrás da  	cabeça e, lentamente, puxa superiormente a toalha com a mão superior, até  	que sinta o alongamento (MAXEY, 2003; JACOBS, 2005; KISNER, 1998).&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/capsulite_matheus/image004.jpg" border="0" height="252" width="190"&gt;&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	&lt;b&gt;Figura 02:&lt;/b&gt; Fonte: 22 Exercício de alongamento&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	Os exercícios de Codman são realizados para a mobilidade articular do ombro,  	pois as técnicas de auto mobilização fazem proveito do uso da gravidade para  	separar o úmero da cavidade glenoide. Ele ajuda no alivio da dor através de  	movimentos de leve tração (grau I e II) e dão mobilidade precoce as  	estruturas articulares e liquido sinovial. À medida que o individuo tolera o  	alongamento pode-se introduzir pesos nos punhos para conseguir uma força de  	separação articular (Grau III e IV). Os exercícios devem ser realizados com  	o individuo em pé em flexão lombar de 90º, sendo realizados no sentido  	horário, anti-horário, látero- lateral e antero - posterior. A musculatura  	escapular deve estar totalmente relaxada, com o paciente buscando,  	progressivamente, alcançar maiores amplitudes (JACOBS, 2005; KISNER, 1998).&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/capsulite_matheus/image006.jpg" border="0" height="192" width="256"&gt;&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	&lt;b&gt;Figura 03: &lt;/b&gt;Fonte: (22) Exercícios de Codman&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	E o exercício de fortalecimento muscular deve ser acrescentado à medida que  	a amplitude de movimento da articulação glenoumeral estiver aumentado.  	Evoluindo da posição de decúbito dorsal até a bipedestação, aumentando a  	atividade de manguito rotador e do deltóide, com os movimentos de abdução em  	plano escapular, rotação externa e extensão do ombro (JACOBS, 2005). Os  	exercícios podem ser aplicados por contrações musculares dinâmicas como  	estáticas. Podendo ser executados isotonicamente com contrações concêntricas  	e excêntricas, isometricamente e até mesmo isocineticamente (KISNER, 1998). 	&lt;br&gt; 	&lt;br&gt; 	Deve ser empregado junto à fisioterapia um programa de exercícios  	domiciliares, onde o paciente é treinado e ilustrado a realizar exercícios  	auto passivos com movimentos angulares em casa, com a utilização de bastão e  	roldana no teto e exercícios pendulares. A orientação é dada para que sejam  	realizados com pouca intensidade, por curtos períodos de tempo e varias  	vezes ao dia, mediante a um programa de exercícios específicos (LECH; SEVERO  	2003; THOMPSON, 2004).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/capsulite_matheus/capsulite_matheus.htm" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4657224052570872499?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4657224052570872499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4657224052570872499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/10/intervencoes-fisioterapeuticas-para-o.html' title='Intervenções Fisioterapêuticas para o ganho da ADM do Ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-366482597950642832</id><published>2011-10-05T12:53:00.001-07:00</published><updated>2011-10-05T12:53:59.927-07:00</updated><title type='text'>Doenças mais frequentes no joelho</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;Dor em joelho é extremamente freqüente. Há dezenas  de causas. Algumas são muito comuns e fáceis de diagnosticar, mas há  situações em que o esclarecimento do problema pode ser uma tarefa lenta e  trabalhosa.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Na tabela1, abaixo estão as doenças mais freqüentes.  &lt;br&gt; &lt;/p&gt;&lt;table border="3" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; 	    &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;&lt;b&gt;Diagnóstico&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;&lt;b&gt;Características&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo" width="60%"&gt;Síndrome de dor Patelo-femural&lt;br&gt;(Patelo = rótula)&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Jovens. Rótula mal  Alinhada em sua articulação com o fêmur.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Implantação alta da rótula*&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Jovens&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Síndromes de sobrecarga*&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Atletas, corredores, dançarinas, obesos.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Defeito alinhamento entre coxas e pernas*&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Pernas "em xis", arqueadas, rotadas.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Hipermobilidade da rótula *&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;A rótula desliza fora da calha no fêmur.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Doenças da rótula *&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Condromalacia, osteocondrite.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Síndrome do coxim gorduroso&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Dor na "bola" de gordura que se forma na região interna do joelho.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Bursite&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Na frente ou abaixo  da rótula.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Tendinite&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Mais freqüente na região interna da perna.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Doenças dos meniscos  **&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Após traumatismo ou  em idosos. Também ocorre em situações de sobrecarga crônica.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Ruptura parcial ou  total de ligamentos **&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Traumatismo.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Doença de Osgood-Schlatter **&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Dor e inchume na perna  logo abaixo da rótula. Entre 9 e 15 anos. Mais em sexo masculino (ver osteonecroses).&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Doenças da membrana  articular (sinovial)&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Sinovite vilo-nodular, condromatose**, tumores malignos**.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Osteoartrite (artrose)&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Desestruturação da cartilagem.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td class="item_artigo"&gt;Artrite (sinovite)&lt;/td&gt;               &lt;td class="item_corpo"&gt;Doenças inflamatórias ou infecciosas.&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p class="obs_artigo"&gt;Tabela1  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Há duas situações bem distintas em relação à problema dor no joelho.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em uma, há um problema local, isto é, uma ou mais estruturas que compõem o joelho apresentam-se com algum tipo de defeito.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Este pode ser congênito (defeitos das rótulas)  ou instalar-se posteriormente como, por exemplo, ruptura ou degeneração  de meniscos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Essas são patologias ortopédicas e, geralmente,  manejadas por ortopedistas. Reumatologistas podem intervir em fases  iniciais ou quando não houver indicação cirúrgica.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Na outra situação um ou ambos joelhos estão inchados.  &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-366482597950642832?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/366482597950642832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/366482597950642832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/10/doencas-mais-frequentes-no-joelho.html' title='Doenças mais frequentes no joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6082693651781838770</id><published>2011-09-20T07:18:00.001-07:00</published><updated>2011-09-20T07:18:23.766-07:00</updated><title type='text'>Doença óssea de Köhler</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.clinicareabilitar.com.br/artigos/osteo_22.JPG" src="http://www.clinicareabilitar.com.br/artigos/osteo_22.JPG"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;A doença óssea de Köhler é uma forma rara de inflamação de ossos e  cartilagens (osteocondrite) que afeta um dos ossos pequenos (osso  navicular) do pé.&lt;/i&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A doença afeta as crianças, a maioria habitualmente rapazes entre os 3 e os 5 anos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O pé inflama-se e dói, sobretudo pelo lado interno do arco. O peso  sobre o pé e o caminhar aumentam a dor. A claudicação  é  frequente. A doença tende a durar vários meses, mas raramente mais de  dois anos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tomar analgésicos e evitar o peso a mais aliviam os sintomas.  Utilizar durante várias semanas uma armação de gesso por baixo do joelho  permite caminhar e oferece um bom apoio sob o arco, o que pode ser  muito útil durante as fases iniciais da doença.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6082693651781838770?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6082693651781838770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6082693651781838770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/09/doenca-ossea-de-kohler.html' title='Doença óssea de Köhler'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1160651809350273312</id><published>2011-09-16T04:12:00.001-07:00</published><updated>2011-09-16T04:12:26.518-07:00</updated><title type='text'>Avaliação completa de Coluna Vertebral - Região Cervical</title><content type='html'>&lt;b&gt;1. Anatomia Aplicada&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A coluna cervical consiste em diversas articulações:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Artic. Atlantoccipital (C0-C1);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artic. Atlantoaxial Mediana (C1-C2): artic. axial (trocóidea) / Artic. atlantoaxiais laterais são artic. planas;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Existem 14 artic. dos processos articulares na coluna cervical e são artic. sinoviais (diartrodiais);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Posição de repouso: leve extensão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Posição de aproximação máxima: extensão completa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;2. História Clínica&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Qual é a idade do paciente? Qual é a ocupação?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual é a gravidade dos sintomas?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual foi o mecanismo da lesão?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual é a atividade ou o lazer habitual do paciente?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O que o paciente é capaz de fazer funcionalmente?&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Os sintomas surgiram imediatamente?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os locais e limites da dor? Há irradiação da dor? A dor é profunda? Superficial? Em pontada? Em queimação ? Contínua?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O paciente tem dores de cabeça?&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Há parestesias? Formigamentos nas extremidades?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Há sintomas nos MMII?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O paciente tem problemas de equilíbrio? Tontura, desmaios?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O paciente exibe ou queixa-se de quaisquer sintomas simpáticos?&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Existem posturas ou ações que aumentam ou diminuam a dor?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual é a posição de dormir do paciente?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O paciente respira pela boca?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;3. Observação e Triagem&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Exame das outras articulações adjacentes, acrescentando uma avaliação postural global;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Observação Geral: evidência de dano tecidual, edema, temperatura, hipersensibilidade, estalido ou crepitação.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;4. Inspeção&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Postura Global da Coluna Vertebral&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O paciente deve ser examinado na postura relaxada habitual;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;A postura do paciente pode ser observada nas vistas anterior, posterior e lateral: postura da cabeça e pescoço, nível dos ombros, espasmo muscular ou qualquer assimetria, expressão facial, contornos ósseos, evidência de isquêmia nos MMSS;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Exame de Exploração das Articulações Periféricas: artic. temporomandibulares, cintura escapular, cotovelos, punho e mão.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;5. Palpação&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Face Posterior:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Protuberância Occipital Externa;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Processos espinhosos e processos articulares das das vértebras cervicais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Processo mastóideo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Face Lateral:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Processos transversos das vértebras cervicais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artic. temporomandibulares, mandíbula.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;Face Anterior:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;3 primeiras costelas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fossa supraclavicular.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;6. Mobilidade dos Segmentos&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Triagem para amplitude de movimento:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Se forem identificadas limitações na amplitude de movimento articular, deverá ser realizado um teste goniométrico específico para se obter um quadro das restrições, estabilização e registro das limitações.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;6.1 Mobilização&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Movimentos Ativos: Quantidade de movimento articular realizada por um indivíduo sem qualquer auxílio. Objetivo: o examinador tem a informação exata sobre a capacidade, coordenação e força muscular da amplitude de movimento do indivíduo.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Movimentos Passivos: Quantidade de movimento realizada pelo examinador sem o auxílio do indivíduo. A ADM passiva fornece ao fisioterapeuta a informação exata sobre a integridade das superfícies articulares e a extensibilidade da cápsula articular, ligamentos e músculos (Norkin &amp;amp; Levangie, 1997).&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;6.2 Movimento Ativo&lt;br&gt;&lt;br&gt;O fisioterapeuta deve observar:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Quando e onde, durante cada um dos movimentos, ocorre o início de dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se o movimento aumenta a intensidade e a qualidade da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; A quantidade de restrição observável;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O padrão de movimento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O ritmo e a qualidade do movimento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O movimento das articulações associadas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qualquer limitação e sua natureza.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;6.3 Movimento Passivo&lt;br&gt; &lt;br&gt;O fisioterapeuta deve observar:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Quando e onde, durante cada um dos movimentos, ocorre o início de dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se o movimento aumenta a intensidade e a qualidade da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O padrão de limitação do movimento;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;A sensação final do movimento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O movimento das articulações associadas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A amplitude de movimento disponível.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;7. Goniometria&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Método para medir os ângulos articulares do corpo;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;É utilizado pelos fisioterapeutas para quantificar a limitação dos ângulos articulares, decidir a intervenção fisioterapêutica mais adequada e, ainda documentar a eficácia da intervenção.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;7.1 Informações dos dados goniométricos&lt;br&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Determinar a presença ou não de disfunção;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estabelecer um diagnóstico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estabelecer os objetivos do tratamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Direcionar a fabricação de órteses;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Avaliar a melhora ou recuperação funcional;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Modificar o tratamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Realizar pesquisas que envolvam a recuperação de limitações articulares&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;7.2 Amplitude Articular- Goniometria&lt;br&gt;7.2.1 Flexão da Coluna Cervical&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ocorre no plano Sagital.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Amplitude articular: 0°-65° (Marques, 2003) e 0°-80/90° (Magee, 2002).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Precauções&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Evitar a flexão de tronco;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Evitar a rotação e flexão lateral da coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;7.2.2 Extensão da Coluna Cervical:&lt;br&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ocorre no plano sagital.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Amplitude articular: 0°-50° (Marques, 2003) e 0°-70° (Magee, 2002).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Precauções&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Evitar a extensão de tronco;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Evitar a flexão lateral e rotação da coluna cervical.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;7.2.3 Flexão Lateral da Coluna Cervical:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ocorre no plano frontal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Amplitude articular: 0°-40° (Marques,2003), 0°-20/45° (Magee, 2002).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Precauções&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Evitar a flexão, extensão e rotação de tronco;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Evitar a evitar a elevação do ombro no lado testado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;7.2.4 Rotação da Coluna Cervical:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ocorre no plano transversal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Amplitude articular: 0°-55° (Marques, 2003), 0°-70/90° (Magee, 2002).&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;Precauções&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Evitar a rotação do tronco;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Evitar a flexão, a extensão e a flexão lateral do tronco.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;8. Movimento do Jogo Articular&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O teste para folga articular determina a integridade da cápsula;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;A folga articular deve ser sempre avaliada na posição destravada (decoaptação aberta) na qual a frouxidão da cápsula e dos ligamentos é maior e o contato ósseo é menor.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;8.1 Jogo Articular: movimento intervertebral passivo&lt;br&gt; Palpação do movimento intervertebral passivo durante a avaliação da amplitude global de movimento:&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Inclinação anterior suboccipital;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inclinação posterior suboccipital;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inclinação lateral suboccipital;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;Rotação suboccipital;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Deslizamento anterior e posterior: C2, C3 a T3, T4;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Deslizamento lateral mediocervical.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;9. Princípios dos testes de comprimento muscular&lt;/b&gt;&lt;br&gt;A finalidade da avaliação do comprimento muscular (flexibilidade) consiste em determinar se a ADM que ocorre em uma articulação é limitada ou excessiva em virtude das estruturas articulares intrínsecas ou dos músculos que cruzam as articulações.&lt;br&gt; &lt;br&gt;9.1 Testes de comprimento muscular&lt;br&gt;Flexão lateral cervical (inclinação lateral):&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Músculo levantador da escápula; escalenos anterior, médio e posterior; esternocleidomastóideo, trapézio, esplênios da cabeça e do pescoço.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Músculos flexores cervicais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculos extensores cervicais.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;10. Testes Musculares Manuais&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Parte integrante do exame físico, fornecendo informações úteis no diagnóstico diferencial, prognóstico e tratamento de patologias musculoesqueléticas e neuromusculares;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;A avaliação da força muscular manual deve ocorrer quando forem descartadas outras limitações articulares ou musculares (encurtamentos) impedindo ou dificultando o movimento.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculo esternocleidomastóideo;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Músculos escalenos anterior, médio e posterior; músculo longo do pescoço; músculo longo da cabeça.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;11. Avaliação Funcional&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Tabelas de escores numéricos podem ser utilizadas para determinar o grau de dor causado pela patologia ou incapacidade da coluna cervical;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Atividades de Vida Diária;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quadro de contagem numérica. Testagem de força Funcional da Coluna Cervical ( M. L. Palmer &amp;amp; M Epler "Clinical Assessment Procedures in Physical Therapy", 1990).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;12. Testes Clínicos Especiais&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Teste de Compressão foraminal (de Spurling);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de Distração (tração-separação);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de Depressão do ombro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de Abdução de ombro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de insuficiência da artéria vertebral.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Referências Bibliográficas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;1. Marques AP. Ângulos articulares da coluna vertebral. In: Manual de Goniometria. 2 ed. São Paulo: Editora Manole. 2003,p.49-57.&lt;br&gt;2. Magee DJ. Coluna Cervical In: Magee, DJ, editor. Disfunção Musculoesquelética. 3 ed. São Paulo: Manole; 2002. p.105-157.&lt;br&gt; 3. Palmer, LM.; Epler, ME. Coluna Cervical. In: Palmer, LM.; Epler, ME. Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesquelética. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. p.195-212.&lt;br&gt;4. Gardner E, Gray DJ, O'Rahilly R. Anatomia. Estudo Regional do Corpo Humano. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.&lt;br&gt; 5. Hoppenfeld, S. Exame da Coluna Cervical e da Articulação Temporo-Mandibular. Propedêutica Ortopédica. Coluna e Extremidades. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987. p.109-137.&lt;br&gt;6. Kapandj IA. A Coluna Cervical. In: Fisiologia Articular. São Paulo: Manole, 1987. p.169-251.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/coluna/PDF/avalcervical.pdf"&gt;Retirado daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1160651809350273312?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1160651809350273312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1160651809350273312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/09/avaliacao-completa-de-coluna-vertebral.html' title='Avaliação completa de Coluna Vertebral - Região Cervical'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6939949715536080428</id><published>2011-08-31T10:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-31T10:03:00.820-07:00</updated><title type='text'>Testes para diagnosticar condromalácia</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/condromalacia/image004.jpg" border="0" height="253" width="384" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O exame ortopédico aliado a exames radiológicos não tem dificuldade para se firmar um diagnóstico. Como sinal básico, estando o joelho levemente fletido e a coxa relaxada, quando se empurra a rótula lateralmente, aparece uma dor aguda (Teste de compressão da Patela).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;O exame clínico minucioso é fundamental para um correio diagnóstico e conduta adequada, mais do que qualquer exame complementar a semiologia permiti-nos realizar a maioria dos diagnósticos da vasta patologia do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A confiança do paciente não se ganha com palavras, mas, sobretudo com o toque cuidadoso do terapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Inspeção estática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de proceder-se o exame regional do joelho devemos avaliar o membro inferior como um todo, iniciando com uma inspeção estática observando o indivíduo de pé e por todos os ângulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento deve-se avaliar a postura dando especial atenção ao alinhamento dos membros. Observar a altura da crista ilíaca para verificar desnivelamento ou báscula, atitudes viciosas como abdução e adução ou flexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos analisar se existe alinhamento em valgo, varo, flexão da articulação ou recurvado.&lt;br /&gt;Ao nível do pé ou tornozelo devemos verificar o apoio plantar observando se existe tendência para pé chato ou cavo, retropé varo ou valgo e o posicionamento do antepé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas alterações podem interferir na postura do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ainda procurar por marcas ou cicatrizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Inspeção dinâmica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise da marcha é um dos pontos de maior importância na inspeção dinâmica. Devemos inicialmente avaliar o andar do indivíduo, se é natural ou apresenta alterações como piora do alinhamento do membro de apoio, claudicações, dificuldade ou assimetrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais alterações é o aumento do varismo, também chamado de flambagem, que significa já haver comprometimento dos ligamentos do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Inserções ósseas e ligamentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São palpados os pólos superior e inferior da patela com suas bordas medial e lateral o que é melhor realizado com o paciente deitado, a procura dos pontos dolorosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir são palpados os côndilos medial e lateral e a tuberosidade anterior da fíbula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os pontos dolorosos são locais de origem e inserção de ligamentos e tendões. São palpados os complexos ligamentares medial e lateral do joelho, os tendões quadriceptal e patelar, os tendões isquiotibiais mediais e pata de ganso (grácil, semimembranoso e sartório) e os laterais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palpação da região posterior da articulação permite apenas a abordagem das partes moles do cavo poplíteo e do pulso da artéria poplítea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Femuro-patelar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exame dessa articulação deve ser sempre dinâmico, pois é nessa situação que as instabilidades manifestam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa maneira de avalia-la é a partir da posição sentada solicitando ao paciente que realize a extensão contra uma resistência manual e observando a trajetória da patela sobre o fêmur que apresenta apenas ligeira tendência a lateralização ao final da extensão. Caso esse movimento seja excessivo ou reproduza os sintomas deve ser considerada sugestiva de instabilidade. A manobra pode sensibilizada através da rotação externa da perna ao mesmo tempo que se opõe resistência a subluxação lateral. A rotação interna diminui essa tend6encia e os sintomas também, exceto nos casos de instabilidade medial, geralmente de origem iatrogênica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Existem outros testes que podem ser realizados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condromalácia patelar - Uma das mãos fixadas na superfície inferior da patela e com a outra deslizar os três dedos no centro da patela realizando movimentos circulares.&lt;br /&gt;Crepitação - flexo-extensão passiva do joelho com uma das mãos na interlinha e a outra no pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lachman - gaveta anterior em 15° de flexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mc murray - flexão total de coxofemoral, examinador fixa uma das mãos no joelho e a outra no tornozelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apley - realizada em decúbito ventral com joelho em 90° de flexão, aplica-se a compressão axial à perna e realizando rotações variando o grau de flexão para buscar o local da lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compressão patelar - paciente em DD, terapeuta inferioriza a patela do mesmo e solicita uma contração lenta do quadríceps enquanto realiza uma compressão da patela sob a maca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6939949715536080428?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6939949715536080428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6939949715536080428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/testes-para-diagnosticar-condromalacia.html' title='Testes para diagnosticar condromalácia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8161046351527937292</id><published>2011-08-31T09:11:00.001-07:00</published><updated>2011-08-31T09:11:11.820-07:00</updated><title type='text'>Lesões ligamentares em joelho</title><content type='html'>&lt;font class="content"&gt;O joelho é uma das maiores  articulações do corpo humano e também uma das que mais sofre lesões.  Essa articulação é formada pela extremidade distal do fêmur, extremidade  proximal da tíbia, patela, ligamentos, meniscos e tendões de músculos  que o cruzam. O joelho pode ser lesionado de várias formas por ser muito  vulnerável ao trauma direto (pancadas) ou indireto (entorse), além de  ser lesionado principalmente pelo excesso de uso ou uso inadequado  (regiões condrais e tendíneas são as mais acometidas). &lt;/font&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Nos  Estados Unidos e Canadá mais de 4 milhões de pessoas necessitam,  anualmente, de tratamento médico para as patologias do joelho. As lesões  no joelho são muito comuns no meio esportivo. Atletas das modalidades  que possuem corridas e/ou saltos, geralmente se queixam de dores em  algum estágio de suas vidas competitivas, muitas vezes tendo que  abandonar o esporte. Os atletas recreativos ou mesmo praticantes de  academias, também são acometidos a estas lesões. Praticamente todas as  estruturas do joelho podem ser lesionadas, neste texto daremos enfoque  às lesões mais comuns: Lesões ligamentares (distensões), tendinite  patelar, condromalácia patelar e lesões dos meniscos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;Lesões ligamentares&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Existem  quatro grandes ligamentos no joelho: Ligamento Cruzado Anterior (LCA),  Ligamento Cruzado Posterior (LCP), Ligamento Colateral Medial (LCM) e  Ligamento Colateral Lateral (LCL). Dentre os quais a maior incidência de  lesões ocorre no LCA e no LCM. O joelho é estável em extensão, passível  de rotação axial (quando flexionado), fazendo com que essa articulação  seja menos estável na flexão. Quanto às lesões, o estiramento dos  ligamentos é uma das mais comuns nos tecidos moles do joelho, podendo  ser classificado como: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;1º Grau -&lt;/strong&gt;  Leve estiramento, com pequena tumefação e sem perda da estabilidade.  Neste caso o ligamento permanece íntegro e após o trauma o indivíduo  consegue andar. A dor acontece somente no movimento e, em alguns casos,  ao toque. &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;2º Grau -&lt;/strong&gt;  Estiramento de cerca de 50% das fibras, presença de sinais flogísticos,  com grande dificuldade de movimentos, sendo a estabilidade preservada  na maioria dos casos. &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;3º Grau - &lt;/strong&gt;Estiramento de cerca de 75% das fibras, com presença de hematoma acentuado e perda da estabilidade, com diástese de 10mm. &lt;br&gt;   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;4º Grau -&lt;/strong&gt; Ruptura ligamentar total ou avulsão, com rompimento da cápsula e possível ruptura meniscal que consiste em uma lesão grave.   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8161046351527937292?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8161046351527937292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8161046351527937292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/lesoes-ligamentares-em-joelho.html' title='Lesões ligamentares em joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8386914352622110244</id><published>2011-08-27T10:05:00.000-07:00</published><updated>2011-08-27T10:05:00.376-07:00</updated><title type='text'>Exercícios para fratura de mão</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="1032" valign="top"&gt;1 - Movimentos Ativos:  A – Flexão: Gentilmente flexione o punho para frente  B – Extensão: Leve a mão para trás, estendendo o punho.  C – Lateralmente: Leve a mão de um lado para outro &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="style17" colspan="2" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" height="81" valign="top"&gt;Os exercícios a seguir são apenas um guia de &lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/2009/10/exercicios-para-realibilitacao-de.html#" rel="nofollow" style="cursor: hand; color:#006600; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;tratamento&lt;/a&gt;  básico, por isso o &lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/2009/10/exercicios-para-realibilitacao-de.html#" rel="nofollow" style="cursor: hand; color:#006600; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;paciente&lt;/a&gt; deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir os  objetivos, como: analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho  da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o  tratamento não deve ser feito sem a &lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/2009/10/exercicios-para-realibilitacao-de.html#" rel="nofollow" style="cursor: hand; color:#006600; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;supervisão&lt;/a&gt; de um profissional.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="21"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td align="center" height="160" valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc1.jpg" height="160" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="45"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="504" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" height="56" valign="top" width="583"&gt;&lt;strong&gt;2 - Alongamentos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - Flex ão e Extensão de Punho: Com a mão lesionada flexionada para  frente, use a outra mão para aplicar pressão.  Mantenha 20 segundos e  relaxe.  Leve a palma da mão lesionada para trás e com a outra mão  aplique pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B - Flex ão de Punho em Pé: Em pé, apóie as costas das mãos em uma mesa,  a palma e os dedos devem estar para cima, apontando para o &lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/2009/10/exercicios-para-realibilitacao-de.html#" rel="nofollow" style="cursor: hand; color:#006600; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;seu corpo&lt;/a&gt;.  Mantenha os cotovelos estendidos, incline-se para frente.  Mantenha essa posição por 20 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Extens ão de Punho em Pé: De frente para mesa, apóie as palmas das  mãos na mesa, mantenha os cotovelos estendidos e incline o corpo para  frente. Mantenha 20 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="21"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td align="center" height="301" valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/87_frat_escafoide_1.jpg" height="445" width="350" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="33"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="206" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="118" valign="top" width="200"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc4.jpg" height="206" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;3 - Flexão de Punho:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segurando uma lata de molho de tomate, com a palma da mão para cima, flexione o punho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, volte à posição inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="34"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="231" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="231" valign="top" width="200"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc5.jpg" height="231" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;4 - Extensão de Punho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a palma da mão para baixo, segurando uma lata de molho de tomate,  lentamente, traga a mão para cima.  Volte à posição inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="40"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="281" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td rowspan="2" valign="top" width="200"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc6.jpg" height="281" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td height="84" width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;5 - Flexão de Dedos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segure uma bola de borracha e aperte-a o máximo possível, mantenha por 5 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="136"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="42"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="268" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="268" valign="top" width="200"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/87_frat_escafoide_2.jpg" height="268" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;6 - Extensão de Dedos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Com a palma da mão apoiada em uma mesa, levante um dedo, mantenha 5 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repita com os outros dedos até fazer 10 vezes cada dedo.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="40"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td height="199" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="199" valign="top" width="200"&gt;&lt;img src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/87_frat_escafoide_3.jpg" height="199" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" align="left" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;7 - Pronação e Supinação do Antebraço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Com o cotovelo flexionado a 90º e apoiado no tronco, gire a palma da mão para cima e para baixo, sem mexer o cotovelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/2009/10/exercicios-para-realibilitacao-de.html"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses exercícios não dispensam o atendimento médico e nem fisioterapêutico. Esse post é um exemplo de exercícios e não significa que todos os pacientes que tiveram fratura estão aptos a realizarem esses exercícios. Procure um profissional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8386914352622110244?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8386914352622110244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8386914352622110244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/exercicios-para-fratura-de-mao.html' title='Exercícios para fratura de mão'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4355052158234762449</id><published>2011-08-20T06:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T06:09:00.121-07:00</updated><title type='text'>Dica de livro: Fisioterapia em Ortopedia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21493311/fisioterapia+em+ortopedida/?franq=172965"&gt;&lt;img style="width: 312px; height: 312px;" alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/21493311_4.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/21493311_4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Com este livro, você recebe informações sobre as características do trabalho no campo da Ortopedia; adquire amplos conhecimentos sobre os principais sintomas dos pacientes com problemas ortopédicos: dor; restrição a mobilidade; aumento da mobilidade; modificação do comportamento motor; acompanha situações concretas por meio de apresentação de casos clínicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Editora: Santos&lt;br /&gt;Autor: ANTJE HÜTER BECKER&lt;br /&gt;ISBN: 9788572886642&lt;br /&gt;Origem: Nacional&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;Edição: 1&lt;br /&gt;Número de páginas: 686&lt;br /&gt;Acabamento: Brochura&lt;br /&gt;Formato: Médio&lt;br /&gt;Tomo: 0&lt;br /&gt;Volumes: 0&lt;br /&gt;Complemento: Nenhuma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="outline: medium none;"&gt;     &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21493311/fisioterapia+em+ortopedida/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;                &lt;/div&gt;&lt;p class="type1"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4355052158234762449?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4355052158234762449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4355052158234762449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/dica-de-livro-fisioterapia-em-ortopedia.html' title='Dica de livro: Fisioterapia em Ortopedia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6091837024722376565</id><published>2011-08-12T10:08:00.000-07:00</published><updated>2011-08-12T10:08:00.821-07:00</updated><title type='text'>Luxação de cotovelo</title><content type='html'>A luxação do cotovelo pode ocorrer em vários movimentos dentro das lutas de contato. Os mais comuns são as chaves, principalmente o "arm-lock". Nessa chave ocorre a hiperextensão do cotovelo com lesão dos músculos pronador redondo e braquial, ainda ocorre a lesão do ligamento colateral medial e da cápsula ligamentar anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa lesão o paciente não consegue movimentar o cotovelo e apresenta grande dor, inchaço e deformidade que podem dar a aparência de fratura. O atleta deve ter seu cotovelo imobilizado e procurar auxílio médico de modo urgente. No hospital o atleta deverá ser submetido a radiografias que evidenciarão a luxação. O médico então deverá realizar uma manobra para que cotovelo recomponha suas formas originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cotovelo não deve ser tratado por profissionais não médicos devido à possibilidade de lesão vascular, neurológica e fraturas, inclusive durante a manobra de redução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a redução, se não houver outras lesões, o atleta deverá ficar imobilizado com tala gessada por cerca de 3 semanas e após esse período em geral há uma cicatrização que impede a reluxação, mas a recuperação depende de características próprias de cada organismo. Muitas pessoas podem ficar com uma instabilidade em valgo residual que a longo prazo pode causar dor e formigamento no 4° e 5° dedos da mão devido ao estresse do nervo ulnar como coseqüência da lesão do ligamento colateral medial do cotovelo. Em geral as manifestações tardias são leves e não requerem intervenção cirúrgica. &lt;br /&gt;Mesmo com a grande extensão de lesão o atleta consegue em cerca de um mês retornar às suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raras vezes é necessário cirurgia para a redução da luxação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atletas podem ter luxação do cotovelo com as chaves americana, americana invertida e em quedas e o tratamento segue os mesmos princípios acima, apenas as áreas lesadas são diferentes. A americana pode lesar o ligamento colateral medial e o tríceps, a americana invertida lesa o ligamento colateral lateral e pode fraturar o processo coronóide do cotovelo e finalmente na queda ocorre luxação pelo mecanismo póstero-lateral-rotatório pela movimentação em valgo, supinação e compressão axial com o cotovelo semi-extendido lesando a banda ulnar do ligamento colateral lateral ( ligamento colateral ulnar lateral ), cápsula e finalmente ligamento colateral medial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas leões dificilmente deixarão seqüelas desde que tratadas com urgência e acompanhadas por um profissional da área habilitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://entorses.blogspot.com/2009/11/luxacao-no-cotovelo.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6091837024722376565?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6091837024722376565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6091837024722376565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/luxacao-de-cotovelo.html' title='Luxação de cotovelo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3939790150691802083</id><published>2011-08-07T10:02:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T10:02:01.005-07:00</updated><title type='text'>Condromalácia patelar estabilizada pelo Pilates</title><content type='html'>A Condromalácia patelar consiste em uma patologia degenerativa da cartilagem patelar e dos côndilos femorais correspondentes. Trata-se de uma espécie de amolecimento desta cartilagem pelo atrito incorreto contra os côndilos do fêmur. Ocorre um desconforto e dor ao redor ou atrás da patela. Já o termo mais genérico, síndrome da dor patelo-femural, se refere aos estágios iniciais dessa condição, na qual os sintomas ainda podem ser completamente revertidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor (algumas vezes ardência) é descrita como profunda e localizada na região retropatelar.O sintoma mais comum é a dor atrás da patela, especialmente nas subidas ou durante longos percursos com pedaladas lentas. Pode ser sentida, por exemplo, ao subir e descer escadas, em atividades prolongadas, após ficar muito tempo com os joelhos flexionados e ao agachar-se. Ainda, é possível que ocorra crepitação e estalos, muitas vezes audíveis, além de edema e derrame intra-articular, ocasionados pelo acúmulo excessivo de líquido sinovial formado no processo inflamatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas têm predisposição a apresentar a lesão devido ao desalinhamento da patela, ao invés da patela percorrer o “trilho” formado pelos côndilos do fêmur na flexão e extensão, ela tende a deslocar-se para as laterais, aumentando o atrito entre os dois ossos. A posição da patela de forma mais alta que o normal também são fatores predisponentes. As mulheres costumam ser mais susceptíveis a tal lesão pois, em geral, possuem o quadril mais largo. Ocorre prioritariamente em atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita-se que a causa seja relacionada a fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos que podem resultar em um enfraquecimento e amolecimento da cartilagem envolvida. Assim como as alterações de alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequado, ocasionando atrito entre sua superfície articular e a superfície articular do fêmur, desse modo provocando “desgaste”. Tais alterações de alinhamento muitas vezes estão relacionadas à desequilíbrios da musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares; variações anatômicas tanto do fêmur como da patela.&lt;br /&gt;Um fator muito comum são os relacionados aos microtraumatismos de repetição, traumas crônicos por fricção entre a patela e o sulco patelar do fêmur, bastante comuns em esportes de impacto (futebol, vôlei, ciclismo, tênis, corrida, basquete, …) por força excessiva na região ou choques. Deve ainda ser citada a chamada causa idiopática, quando não são identificadas alterações anatômicas que justifiquem o desenvolvimento da doença. As alterações do ângulo Q do joelho – tendão do quadríceps femoral, ligamento patelar – conduz a um desvio patelar lateral pelo resultante dos vetores de força da espinha ilíaca ântero-superior e do terço superior da tíbia. Uma diminuição desse ângulo resultará em um desvio medial patelar, além de intensificar a compressão patelo-femoral. O Entorse de tornozelo por inversão também pode estar relacionado. Devido aos movimentos de flexâo-plantar, supinaçâo e adução se dá uma anteriorização do tálus e da tíbia, resultando em uma anteriorização da fíbula e então em uma tensão do bíceps femoral. Assim, ocorre um estiramento reflexo no músculo quadríceps femoral, aumentando o atrito fêmur-patelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A condromalácia patelar pode ser classificada de acordo com o grau de deterioração, segundo Outerbridge (1961):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRAU I : amolecimento da cartilagem e edemas&lt;br /&gt;GRAU II : fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menor ou igual à proximadamente 1,5 cm&lt;br /&gt;GRAU III: fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à aproximadamente 1,5 cm&lt;br /&gt;GRAU IV: erosão ou perda da cartilagem articular com exposição do osso subcondral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há um protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o grau da lesão adquirida e se direcionar às causas, sempre tentando reequilibrar o alinhamento da patela, inicialmente através de tratamento fisioterápico, podendo associar a métodos analgésicos e antiinflamatórios. A perda de peso, em determinados casos, pode ser recomendada para diminuir o estresse sobre a articulação patelofemural. Em casos graves muitas vezes é necessário tratamento cirúrgico, em que procedimentos combinados para tratamento do alinhamento patelar e tratamento da lesão da cartilagem podem ser realizados por via “aberta”, artroscópica (vídeo) ou mesmo combinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PILATES age de forma fantástica no alinhamento patelar, bem como na estabilização do quadro da condromalácia. Já que um dos grandes alicerces do método é o fortalecimento e estabilização dos músculos centrais do corpo aliada às técnicas que potencializam a respiração e seus benefícios, atingindo assim, o objetivo do aluno através do equilíbrio muscular. Para tal, é preciso avaliar o nivel de força e flexibilidade dos grupos musculares do indivíduo, para que se dê início à prescrição do programa de exercícios. No caso da condromalácia patelar são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do membro inferior, sempre com o cuidado de evitar sobrecarga na articulação em questão. No geral, é importante o alongamento dos ísquiotibiais, o qual seu encurtamento implica em um agravamento no atrito da patela com o fêmur, no momento da marcha. Uma atenção especial ao quadríceps, sobretudo o vasto medial e banda iliotibial, tendões e panturrilha também são extremamente necessárias para equilibrar as forças atuantes sobre a patela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.flexuspilates.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3939790150691802083?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3939790150691802083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3939790150691802083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/condromalacia-patelar-estabilizada-pelo.html' title='Condromalácia patelar estabilizada pelo Pilates'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1490828053425780164</id><published>2011-08-05T06:37:00.001-07:00</published><updated>2011-08-05T06:37:30.356-07:00</updated><title type='text'>Tratamento na Fraturas da Diáfise Femoral</title><content type='html'>Durante o tratamento de emergência dos pacientes que sofreram fratura desviada da diáfise femoral, o membro deve ser imobilizado, não só para avaliar a dor, mas também para impedir lesão futura às partes moles. O choque associado deve ser tratado prontamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento não-operatório tem menos riscos do que o tratamento operatório e é suficiente para a maioria das fraturas da diáfise femoral. A tração é contínua do tipo fixa ou balanceada. Enquanto que as fraturas oblíquas, espirais e cominutiva não necessitam de redução prévia, as fraturas transversas em adultos devem ser inicialmente reduzidas sob anestesia geral, e então ser aplicado o dispositivo de tração para manter a redução. A tração é continuada por aproximadamente 12 semanas durante as quais o paciente é encorajado a exercitar todos os músculos do membro fraturado. Quando a consolidação clínica foi conseguida, evidenciada pela ausência de dor local provocada ao nível da fratura e a ausência de dor ao se aplicarem forças angulatórias, o dispositivo de tração deve ser retirado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento operatório incluindo a fixação interna com uma haste intramedular longa é o que melhor se ajusta às fraturas do terço médio da diáfise femoral e é correntemente o método predileto para estas fraturas. Uma vez que há consideráveis riscos - particularmente de infecção - a osteossíntese intramedular não deve ser usada imprecisamente. As circunstâncias seguintes representam indicações definidas para osteossíntese intramedular: (1) falha em se conseguir uma redução aceitável por meios fechados; (2) lesões traumáticas múltiplas associadas; (3) lesão da artéria femoral coexistente necessitando de reparo; (4) paciente idoso par aquém o repouso em cama prolongado é deletério; (5) fraturas patológicas. Mesmo após a osteossíntese intramedular de uma diáfise femoral fraturada, a mobilização em uma espica gessada para quadril é aconselhável por oito semanas pelo menos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Atualmente, existem várias técnicas para seu tratamento, e o cirurgião ortopédico deve estar ciente das vantagens, desvantagens e limitações de cada uma delas. O tipo e localização da fratura, o grau de cominuição, a idade do paciente são fatores que podem influenciar o método de tratamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os métodos de tratamento possíveis para as fraturas da diáfise femoral são os seguintes:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Redução fechada e imobilização em aparelho gessado pelvipodálico&lt;br&gt;&lt;br&gt;2. Tração esquelética&lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Cast brace femoral&lt;br&gt; &lt;br&gt;4. Fixação externa&lt;br&gt;&lt;br&gt;5. Fixação interna&lt;br&gt;&lt;br&gt;A- Haste intramedular (técnica aberta; técnica fechada).&lt;br&gt;B- Haste intramedular intertravante&lt;br&gt;C- Fixação por placa&lt;br&gt;&lt;br&gt;O fêmur está circundado por músculos poderosos, que exercem forças de angulação sob os fragmentos e, em contraste com seu uso numa criança de pequena estatura, a imobilização por gesso logo após uma fratura do fêmur no adulto comumente leva a deslocamento, angulação e posicionamento inaceitáveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Freqüentemente são empregados métodos de tração esquelética como fase preliminar a outros métodos definitivos para o tratamento (por exemplo, antes da aplicação de um cast brace, ou de fixação intramedular fechada). É amplamente utilizado um período de tração preliminar, para a ligeira distração da fratura antes de uma fixação intramedular fechada. Em sua maioria, as fraturas tratadas com técnicas utilizando cast brace são mantidas em tração esquelética durante 2 a 3 semanas, até que o hematoma da fratura comece a organizar-se e que a fratura se torne &amp;quot;pegajosa&amp;quot;. Seu uso eliminou muito das desvantagens da imobilização pelo gesso, levando a uma mobilidade muito mais precoce, a uma menor morbidez, a resultados funcionais melhores, e a uma elevada percentagem de consolidações. Entretanto, encurtamento e angulação continuam a ser problemas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fixação Externa&lt;br&gt;&lt;br&gt;Temos uma experiência limitada com o uso da técnica de pinos e gesso. Emprega-se a técnica comumente em pacientes idosos, que, por uma razão ou outra não eram candidatos para a fixação interna, não sendo adequados para a tração esquelética. Dois pinos de Steinmann calibrosos são inseridos proximalmente à fratura e dois distalmente, sendo incorporados num cilindro de gesso de total contato com a coxa. Ocorreu consolidação em todas as fraturas, e o funcionamento do joelho foi bem preservado. Na maioria das fraturas expostas da diáfise femoral, fixadores externos com meios pinos mostraram-se eficazes, especialmente para fraturas intensamente contamidas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fixação interna&lt;br&gt;&lt;br&gt;Num paciente adulto jovem com uma fratura não cominutiva através da parte mais estreita do canal medular, uma haste intramedular, desde que não ocorram complicações, proporciona o tratamento mais eficiente para esta fratura. Entretanto, as fraturas nos terços proximal ou distal da diáfise, ou as fraturas apresentando cominuição grave, são menos adequadas para este tipo de fixação interna. Assim, a redução aberta e a fixação interna exigem habilidade e treinamento especiais, um conjunto completo de equipamentos e instrumentos, e um paciente informado, ciente da seriedade das complicações que podem ocorrer. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Embora os métodos fechados tenham reduzido o risco de infecção, permaneceram problemas com as fraturas gravemente cominutivas e as fraturas nos terço proximal e distal, quando tratadas com hastes não travadas.Com o progresso da técnica e com a disponibilidade dos intensificadores de imagens, as pinagens fechadas praticamente substituíram a técnica aberta. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1490828053425780164?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1490828053425780164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1490828053425780164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/08/tratamento-na-fraturas-da-diafise.html' title='Tratamento na Fraturas da Diáfise Femoral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2298250941445423588</id><published>2011-07-31T10:00:00.000-07:00</published><updated>2011-07-31T10:00:01.564-07:00</updated><title type='text'>Tratamento da Condromalácia</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="tt-flickr tt-flickr-Medium" title="CONDROMALÁCIA PATELAR ESTABILIZADA PELO PILATES" href="http://www.flickr.com/photos/23752213@N05/4390519374/"&gt;&lt;img style="width: 285px; height: 176px;" class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4033/4390519374_e30a192b9a.jpg" alt="CONDROMALÁCIA PATELAR ESTABILIZADA PELO PILATES" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O tratamento se dá com medicamentos anti-inflamatórios , meios físicos e cinesioterapia e a evolução costuma ser favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, o tratamento é conservado, com fortalecimento do músculo quadríceps, principalmente do vasto medial oblíquo. Perda de peso é recomendada para diminuir o estresse sobre a articulação patelofemural. Órteses podem ser benéficas, bem como o uso de medicações antiinflamatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida iniciam-se exercícios de hipertrofia do quadríceps através de exercícios isotônicos assistidos. Outra técnica com excelente resultado, é a RPG (Reeducação Postural Global). Na técnica o paciente é mantido em posturas corretoras que se relacionam com a articulação e as estruturas músculo-esqueléticas envolvidas direta e indiretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação da disfunção patelo-femoral, após a avaliação abrangente, deverá concentrar-se no recrutamento do vasto medial obliquo, na normalização da mobilidade patelar e no aumento da flexibilidade geral e do controle muscular de toda a extremidade inferior. Não existem exercícios específicos que se tenha revelado capazes de isolas o vasto medial obliquo. A extensão do joelho com rotação tibial interna, a adução do quadril com contração do quadríceps e a rotação externa do quadril com contração do quadríceps foram propostas coma intenção de isolar o VMO, porém não existe nenhuma prova de sua eficácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que a dor patelo-femoral é reproduzida tipicamente com atividades que são associadas com maior força de contato patelo-femoral, parece que um programa de exercício deveria ser projetado para aumentar o fortalecimento do quadríceps. Isto é particularmente importante durante a fase aguda da dor quando os seus sintomas são exacerbados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante exercícios de cadeia cinética aberta a quantidade de força exigida do quadríceps para estender o joelho aumenta com o movimento de extensão do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos demonstraram que a força do quadríceps aumenta em 60° nos últimos 15° de extensão do joelho, além deste aumento de força também foi constatado que a área de contato patelo-femoral era diminuída. Esta combinação do quadríceps aumentando a força e diminuindo a área de contato durante a extensão do joelho resulta em um maior estresse de contato patelo-femoral comparado com maiores ângulos de flexão do joelho onde a força do quadríceps não é grande mas a área de contato é maior. Já durante exercícios de cadeia cinética fechada a força do quadríceps é relativamente mínima quando o Joelho está estendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo que foi descrito conclui-se que o tratamento da dor patelo-femoral é principalmente direcionado ao fortalecimento da musculatura do quadríceps por este ser o mais importante estabilizador da patela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a insuficiência do vasto medial oblíquo é vista como uma das principais causas de dor patelo-femoral devemos dar ênfase a este músculo no nosso tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atividades de fortalecimento em cadeia aberta para o quadríceps são mais seguras de 50° a 90° e de O a 10° ao passo que atividades em cadeia cinética fechada são mais seguras se forem feitas de 0° a 50° porque acima desse valor o contato fêmuro-patelar é muito excessivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quando o tratamento conservador não obteve resultado, o tratamento cirúrgico é considerado. Alteração do alinhamento da articulação patelofemural pode ser útil na artralgia patelofemural. Liberação do retináculo lateral seguido de um período de reabilitação pode ser útil. Realinhamento distal pode ser necessário para se ter um alinhamento e redução da dor nos casos em que há anormalidade na angulação do joelho. A persistência da dor ou sua reagudização pode requerer a necessidade de uma cirurgia para realinhamento da rótula. Um dos procedimentos mais comuns é a liberação do retináculo lateral na qual este último é seccionado, assim liberando medialmente a patela. Apesar desta técnica cirúrgica ter sido popular no passado, atualmente o procedimento é realizado somente após um exame muito mais minucioso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2298250941445423588?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2298250941445423588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2298250941445423588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/tratamento-da-condromalacia.html' title='Tratamento da Condromalácia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm5.static.flickr.com/4033/4390519374_e30a192b9a_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6830340925749575068</id><published>2011-07-25T10:06:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T10:06:00.724-07:00</updated><title type='text'>O pé</title><content type='html'>As articulações do pé são numerosas e complexas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação talocalcâneo-navicular é uma articulação sinovial, do tipo esferóide e auxiliam a articulação subtalar nos movimentos de inversão e eversão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação calcâneo-cubóidea é uma articulação sinovial entre a face anterior do calcâneo e a face posterior do osso cubóide. Ela é do tipo plana ou planartrose, os seus movimentos são de deslizamentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação cúneo-navicular (cimeo-escafóide) é a união entre o osso navicular (ou escafóide) e os três ossos cuneiformes. Ela é uma articulação sinovial do tipo plana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As articulações intercuneiforrnes e cúneo-cubóidea são as articulações entre os ossos cuneiformes; os ossos estão unidos pelos ligamentos dorsal, plantar e interósseo. Ela é sinovial e do tipo plana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação cubóideo-navicuïar é uma articulação fibrosa do tipo sindesmose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos das articulações intertársicas, basicamente, são de deslizamento e rotação, auxiliando e complementando os movimentos de inversão e eversão do tornozelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais ligamentos das articulações intertársicas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ligamento talocalcâneo lateral;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ligamento talocalcâneo medial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ligamento talocalcâneo interósseo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ligamento talonavicular;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ligamento bifurcado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem também as articulações tarsometatársicas; metatarsofalângicos e articulações interfalângicas do pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os músculos que participam nos movimentos das articulações metatarsofalangianas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Flexão dos dedos - flexor curto do hálux; lumbricóides; interósseos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Extensores dos dedos - extensor longo dos dedos; extensor longo do hálux; xtersor curto dos dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas articulações interfalangianas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Flexão dos dedos - flexor longo dos dedos; flexor longo do hálux; flexor curto do hálux; flexor curto dos dedos; flexor do dedo mínimo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Abdução dos dedos - abdutor do hálux; abdutor do dedo mínimo;&lt;br /&gt;interósseos dorsais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Adução dos dedos - adutor do hálux; interósseos plantares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6830340925749575068?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6830340925749575068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6830340925749575068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/o-pe.html' title='O pé'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-584576401205083372</id><published>2011-07-20T10:04:00.000-07:00</published><updated>2011-07-20T10:04:00.600-07:00</updated><title type='text'>Fisiologia do Joelho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://blogdacademia.files.wordpress.com/2010/03/joelho.jpg" src="http://blogdacademia.files.wordpress.com/2010/03/joelho.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O joelho é uma articulação intermediária do membro inferior. É principalmente uma articulação com um grau de liberdade - a flexão-extensão - que lhe permite aproximar ou afastar mais ou menos a extremidade do membro da sua raiz, ou, o que significa o mesmo, de controlar a distância do corpo em relação ao solo. O joelho trabalha essencialmente em compressão, sob a ação do peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acessoriamente, a articulação do joelho comporta um segundo grau de liberdade: a rotação sobre o eixo longitudinal da perna, que só surge quando o joelho está fletido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O joelho engloba três articulações: duas femorotibiais e uma femoropatelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação femorotibial é uma articulação sinovial - condilartrose dupla, os côndilos femorais medial e lateral fazem contato através dos meniscos interpostos à face articular superior da tíbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação femoropatelar é uma articulação sinovial, do tipo plana ou planartrose. A face articular da patela é adaptada à face patelar do fêmur. Os elementos de reforço do joelho são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cápsula articular fibrosa - é constituída anteriormente pelo tendão do músculo quadríceps e patela;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento patelar - é constituído pelas fibras do tendão do músculo quadríceps. Tem inserção na patela e tuberosidade anterior da tíbia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento colateral medial (tibial) - apresenta a forma de uma lâmina fibrosa, mais larga superiormente que inferiormente. Este ligamento é mais importante que o LCL, no que diz respeito à estabilidade do joelho. Está inserido no menisco medial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento colateral lateral - é muito mais estreito que o LCM. Estende-se para baixo, a partir do epicôndilo lateral do fêmur até à cabeça da fíbula;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento cruzado anterior - tem origem na parte anterior da área intercondilar da tíbia, daí se dirige para cima, para trás e lateralmente, inserindo-se na face medial do côndilo lateral do fêmur. Tem como função impedir o deslocamento posterior do fêmur sobre a tíbia e a hiperflexão do joelho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento cruzado posterior - é o mais resistente dos dois ligamentos cruzados, tem sua origem na parte posterior da área intercondilar da tíbia, daí se dirige para face lateral do côndilo medial do fêmur. Tem como função impedir o deslocamento anterior do fêmur sobre a tíbia ou a "luxação" posterior da tíbia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meniscos - são fibrocartilagens que repousam sobre as superfícies articulares da tíbia. Cada joelho possui um par de meniscos, um para cada superfície articular da tíbia (medial e lateral). O menisco medial de um modo geral tem a forma de um "C", é mais largo na sua porção posterior. Inserido na área intercondilar posterior. O corno anterior está inserido na área intercondilar anterior da tíbia, e o seu corno posterior, inserido na área intercondilar posterior. Este menisco está diretamente fixado ao LCM. O menisco lateral é fibrocartilaginoso e decresce um círculo quase completo, se comparado a um "D", ele é bem menor, e apresenta maior mobilidade em relação ao menisco medial. Os cornos anterior e posterior estão inseridos próximo às áreas intercondilares anterior e posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos dos meniscos são: durante a flexão, os meniscos são tracionados para trás; durante a extensão, os meniscos são tracionados para frente; durante a rotação interna o MM posterioriza e o ML posterioriza; durante a rotação externa o MM posterioriza e o ML anterioriza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os meniscos são avascu lares, não têm suprimento sanguíneo na porção interna da fibrocartilagem, de modo que quando ocorre puptura, a cicatrização é quase impossível. Existe algum suprimento na porção externa do menisco, tornando possível a cicatrização da estrutura." Hamill e Knutzen (1999,p228)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pelo fato de LCM inserir-se no menisco medial, estiramento ou ruptura do ligamento pode resultar em lesão associada ao menisco. A ruptura do menisco é a lesão de joelho mais comum, sendo a do menisco medial dez vezes mais freqüente que a do menisco lateral. O mecanismo de lesão freqüentemente envolve uma rotação corporal, enquanto o pé é mantido fixo no solo, durante a sustentação do peso". Hall(1993,p.l23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento poplíteo oblíquo - é uma extensão do tendão do músculo semimembranoso. Reforça a articulação do joelho, posteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligamento poplíteo arqueado - é um reforço ligamentoso da fáscia do semimembranoso, que se posiciona em "arco", estendendo-se do côndilo lateral do fêmur até a tíbia. Também executa a função de reforçar a cápsula fibrosa, na parte posterior do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A flexão-extensão é o movimento principal do joelho. A extensão defini-se como o movimento que afasta a face posterior da perna da face posterior da coxa. A flexão é o movimento que aproxima a face posterior da perna da face posterior da coxa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rotação da perna em volta do seu eixo longitudinal pode ser interna ou externa. A rotação interna, leva a ponta do pé para dentro e intervém, numa parte importante, no movimento de adução do pé. A rotação externa leva a ponta do pé para fora e intervém igualmente no movimento de abdução do pé. Durante a marcha, no movimento de extensão, é acompanhado pela rotação externa e no movimento de flexão, ocorre uma rotação interna (este mecanismo é chamado de rotação automática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os músculos que participam nos movimentos da articulação do joelho são :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na flexão do joelho: bíceps femoral; semitendinoso; semimembranoso; sartório;&lt;br /&gt;grácil; gastrocnêmios (auxiliam); poplíteo (auxilia); plantar delgado (fraco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na extensão do joelho: quadríceps femoral: - reto femoral, vasto lateral, vasto&lt;br /&gt;medial, vasto intermédio; tensor da fáscia lata (auxilia); glúteo máximo (auxilia através do tracto iliotibial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rotação interna do joelho: semitendinoso; semimembranoso; sartório; grácil;&lt;br /&gt;poplíteo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rotação externa do joelho: bíceps femoral; tensor da fáscia lata (auxilia); fibras laterais de glúteo máximo (auxilia).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-584576401205083372?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/584576401205083372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/584576401205083372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/fisiologia-do-joelho.html' title='Fisiologia do Joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-520608577638520958</id><published>2011-07-18T09:21:00.001-07:00</published><updated>2011-07-18T09:21:17.461-07:00</updated><title type='text'>Cerca de 80% das pessoas já tiveram ou vão ter dor nas costas</title><content type='html'>&lt;p&gt; 	Cerca de 80% das pessoas já tiveram ou terão dor nas costas em algum  momento da vida. É o que afirma o ortopedista Raphael Marcon, um dos  convidados do Bem Estar desta sexta-feira (15). O programa também contou  com a participação de José Rubens D'Elia, nosso consultor, que mostrou  atividades que combatem a dor lombar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O fortalecimento muscular na região do tronco é muito importante.  Normalmente, se a musculatura está bem condicionada, a postura correta  vem naturalmente, não é o contrário. Forçar a postura de uma hora para  outra, tentando melhorá-la, pode não funcionar, pois isso causa muita  fadiga.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Além da musculatura forte, há uma série de cuidados diários, em atividades cotidianas, que ajudam a evitar o problema:&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;" class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt; 	&lt;img alt="arte dor lombar (Foto: arte / G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/15/620x660_dorlombar.jpg" title="arte dor lombar (Foto: arte / G1)" width="620" height="660"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	O colchão em que se dorme também pode agravar a dor. Ele deve ser firme  o suficiente para que a coluna se mantenha reta. Por isso, é preciso  trocar os colchões velhos, pois ele perde consistência e firmeza, e se  torna prejudicial à saúde.As dores lombares são musculares na maioria das vezes, mas nem sempre.  Existem processos degenerativos na coluna que também causam essas dores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Entre essas causas, encontram-se as hérnias de disco e a osteoartrose,  mais conhecida como bico de papagaio. Outro problema comum é o  estreitamento do canal lombar. Por esse canal passam os nervos que,  comprimidos, levam dores para as pernas – dor no nervo ciático.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-520608577638520958?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/520608577638520958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/520608577638520958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/cerca-de-80-das-pessoas-ja-tiveram-ou.html' title='Cerca de 80% das pessoas já tiveram ou vão ter dor nas costas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2932329230649411140</id><published>2011-07-14T09:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T09:58:00.713-07:00</updated><title type='text'>Instabilidade femoro-patelar</title><content type='html'>Avaliação do paciente com luxação recidivante da patela deve ser feita através da história clínica detalhada, exame físico minucioso (estático e dinâmico) e exames complementares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história clínica demos maior importância à evolução, localização, duração e fatores desencadeantes da dor, o que pode sugerir mau alinhamento, assim como dor bilateral, que é, frequentemente associada à luxação recidivante; a sensação de instabilidade no desenvolvimento de atividades diárias e/ou esportivas, além do dado objetivo de trauma associado, ou não, a luxações várias, foram determinantes na conduta ortopédica a ser empregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação radiográfica deverá ser feita com incidências antero posterior com carga, perfil a 30º e axial da patela a 45º, sendo estimada a altura patelar através do método de Caton Deschamps e o tipo de patela segundo Wiberg. Contudo, a indicação cirúrgica baseia-se somente nas queixas clínicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação a testes radiográficos complementares, lembramos Gali &amp; Camanho e Camargo (por Severino e col.), que mostram variação exagerada na avaliação do “ângulo do sulco” e do “ângulo de congruência”, em que esses ângulos estiveram ligeiramente aumentados nos resultados maus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluem que o “ângulo do sulco” mais aberto pode influenciar negativamente nos resultados obtidos, pois a contenção da patela é mais efetiva se o sulco é mais pronunciado e a variação do “ângulo de congruência”, para casos normais, é grande e as pequenas mudanças que possam ocorrer na incidência radiográfica ou nos graus de flexão do joelho alteram sua medição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deve levar em consideração dados de exames complementares para a indicação do tratamento cirúrgico, visto que, apesar das técnicas sofisticadas para a obtenção de imagens, não existe ainda uma que substitua a simplicidade e eficiência de um exame clínico bem feito, pois uma imagem estática não retrata patologia que depende de súbita ação muscular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.medcenter.com/Medscape/content.aspx?bpid=102&amp;id=27584"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2932329230649411140?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2932329230649411140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2932329230649411140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/instabilidade-femoro-patelar.html' title='Instabilidade femoro-patelar'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2637592105964182591</id><published>2011-07-09T07:12:00.001-07:00</published><updated>2011-07-09T07:12:00.372-07:00</updated><title type='text'>Indicação de livros de Cinesiologia/Ortopedia</title><content type='html'>Indicações de alguns livros para estudo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe width=550 height=500 src=http://www.fisiostore.com.br/Affiliate/AffiliateProductResults.aspx?partner=afl76&amp;prod_h=3&amp;prod_v=2&amp;dept=101 border='0' scrolling='NO' frameborder='0' marginheight=0 marginwidth=0 vspace=0 framespacing=0&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width=550 height=500 src=http://www.fisiostore.com.br/Affiliate/AffiliateProductResults.aspx?partner=afl76&amp;prod_h=3&amp;prod_v=2&amp;dept=112 border='0' scrolling='NO' frameborder='0' marginheight=0 marginwidth=0 vspace=0 framespacing=0&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2637592105964182591?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2637592105964182591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2637592105964182591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/indicacao-de-livros-de.html' title='Indicação de livros de Cinesiologia/Ortopedia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3244556889049128223</id><published>2011-07-02T13:20:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T13:20:00.350-07:00</updated><title type='text'>Fratura-luxação de Monteggia</title><content type='html'>&lt;!--[if !mso]&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes; 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   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:127.0pt 275.0pt"&gt;- Mecanismo traumático:&lt;/p&gt;  &lt;ul style="margin-top:0cm" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;      tab-stops:list 36.0pt left 127.0pt 275.0pt"&gt;Trauma direto – é o mais      freqüente.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:127.0pt 275.0pt"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:127.0pt 275.0pt"&gt;- Tratamento conservador (normalmente feito em crianças):&lt;/p&gt;  &lt;ul style="margin-top:0cm" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;      tab-stops:list 36.0pt left 127.0pt 275.0pt"&gt;Imobilização axilopalmar com      cotovelo fletido e mão neutra por aproximadamente 6 semanas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:127.0pt 275.0pt"&gt;- Tratamento cirúrgico:&lt;/p&gt;  &lt;ul style="margin-top:0cm" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;      tab-stops:list 36.0pt left 127.0pt 275.0pt"&gt;Fixação com placa e parafuso +      imobilização igual anterior.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:127.0pt 275.0pt"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;tab-stops:127.0pt 275.0pt"&gt;- Complicações:&lt;/p&gt;  &lt;ul style="margin-top:0cm" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;      tab-stops:list 36.0pt left 127.0pt 275.0pt"&gt;Pseudoartrose.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;      tab-stops:list 36.0pt left 127.0pt 275.0pt"&gt;Reluxação da cabeça do rádio.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;      tab-stops:list 36.0pt left 127.0pt 275.0pt"&gt;Perda de redução&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3244556889049128223?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3244556889049128223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3244556889049128223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/07/fratura-luxacao-de-monteggia.html' title='Fratura-luxação de Monteggia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3925754030292452721</id><published>2011-06-25T13:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-25T13:14:01.723-07:00</updated><title type='text'>Fratura de Galeazzi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.rbo.org.br/images%5Csbot96%5C08_ago%5Cimage.96.ago.51.jpg" src="http://www.rbo.org.br/images%5Csbot96%5C08_ago%5Cimage.96.ago.51.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Uma fratura de Galeazzi é uma fratura da região distal do rádio com ruptura da membrana interóssea e da ligação com a ulna, com subluxação da ulna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraturas do rádio e ulna em um adulto são de tratamento cirúrgico. A necessidade de uma redução anatômica é necessária por causa da pronação e supinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redução cruenta é realizada e a osteossíntese com placa e parafusos é o método mais indicado. Quando apenas o rádio é fraturado com desvio e a ulna está integra, ocorre a luxação da articulação rádio-ulnar distal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fratura recebe o nome em homenagem ao cirurgião italiano Riccardo Galeazzi, (1866-1952).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consiste em estabilização da fratura através de placas de metal e ligação das bandas rompidas. Além disso, o braço deve ser imobilizado com gesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Complicações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subluxação permanente da articulação rádio-ulnar distal.&lt;br /&gt;Pseudoartrose.&lt;br /&gt;Consolidação viciosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3925754030292452721?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3925754030292452721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3925754030292452721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/06/fratura-de-galeazzi.html' title='Fratura de Galeazzi'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1922152812959672825</id><published>2011-06-18T10:11:00.000-07:00</published><updated>2011-06-18T10:11:00.641-07:00</updated><title type='text'>Raquitismo</title><content type='html'>Raquitismo é uma doença decorrente da mineralização inadequada do osso em crescimento, ou seja, da placa epifisária. Está entre as doenças mais freqüentes da infância em muitos países em desenvolvimento. A causa predominante é a deficiência de vitamina D, seja por exposição insuficiente à luz solar ou baixa ingestão através da dieta; mas a deficiência de cálcio na dieta também pode gerar um quadro de raquitismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osteomalacia é o termo usado para descrever uma condição semelhante que ocorre em adultos, geralmente devido à falta de vitamina D.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O raquitismo é mais comum em crianças que nascem prematuras e os principais sintomas que a mãe deve observar são irritabilidade, insônia e sudorese principalmente na parte da cabeça durante a amamentação. Esses sintomas só aparecem aos seis meses de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros sintomas ainda são deformidades ósseas, fraturas, fraqueza nos músculos, dores nos ossos, baixa estatura que causa retardo no desenvolvimento, anormalidade nos dentes, distúrbios respiratórios e insuficiência cardíaca. Isso não quer dizer que o bebê terá todos esses sintomas juntos, mas é provável que se ele tiver raquitismo, um desses sintomas aparecerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento pode ser feito a base de alimentos ricos em vitamina D, mas apenas dois deles apresentam essas características que são o fígado e óleo de alguns peixes gordurosos. Então, a receita médica de suplementos com altos índices de vitamina D é o mais indicado e o método mais eficiente de se combater o raquitismo. A junção da vitamina D com a exposição ao sol facilita a absorção da vitamina e elimina boa parte do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas lembre-se que o tratamento só deve ser feito com orientação médica, já que é o médico que vai definir a quantidade de vitamina D, a dieta e a exposição ao sol necessários para que a criança se recupere do raquitismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1922152812959672825?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1922152812959672825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1922152812959672825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/06/raquitismo.html' title='Raquitismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8122294582728796889</id><published>2011-06-12T03:20:00.000-07:00</published><updated>2011-06-12T03:20:00.213-07:00</updated><title type='text'>Fraturas do Fêmur Proximal</title><content type='html'>As fraturas do quadril tem maior ocorrência em pacientes  idosos,  podendo causar sérias consequências, como limitar as atividades   diárias, aumentar a dependência  a tais  atividades, ou desenvolver  sérias limitações levando a morte.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              A prevenção da  fratura do quadril é a melhor forma de  evitar tais complicações, e esta deverá  ser feita com o controle da  osteoporose, fortalecimento muscular, atividade  física, e controle  domiciliar retirando tapete e colocando corrimão em  banheiros, tudo  para evitar quedas que levarão a fratura.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;                            As fraturas do quadril se dividem em  fraturas do colo do  fêmur e em fraturas da região trocanteriana.&lt;br /&gt;                           &lt;br /&gt;            &lt;img src="http://www.artrosedequadril.com.br/imagens/1.jpg" class="borda_img" height="169" width="169" /&gt;                     &lt;img src="http://www.artrosedequadril.com.br/imagens/2.jpg" class="borda_img" height="169" width="169" /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;              A maioria das fraturas ocorre por queda. Porém quando a   osteoporose ou outra patologia tornam o osso fraco a fratura poderá  ocorrer com  estresse pequeno, como após girar o corpo, ou levantar-se  da cadeira.&lt;strong&gt;&lt;u&gt; &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              As fraturas do fêmur proximal causam dor, limitação da  mobilidade,  e dificuldade ou incapacidade em andar, dependendo aqui do  deslocamento da  fratura.&lt;br /&gt;              &lt;span class="rodape"&gt;&lt;br /&gt;              TODO PACIENTE APÓS UM TRAUMA E QUE APRESENTE DOR NO  QUADRIL , TEM  FRATURA DO FEMUR PROXIMAL, ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              Algumas pessoas com  fratura impactada podem andar, porém  com dor. Ao exame observa- se o desvio do  membro fraturado e a dor a  manipulação membro.&lt;br /&gt;              O diagnóstico é confirmado com Rx e se necessário Tomografia  computadorizada ou Ressonância magnética.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              Após a fratura do colo do fêmur, artrose do quadril poderá   se desenvolver devido à lesão da circulação à cabeça do fêmur. Sem uma  boa  circulação ocorrerá o colapso da cabeça, levando a dor e outros  sintomas  característicos da artrose do quadril&lt;br /&gt;              O tratamento das fraturas do fêmur proximal é  eminentemente  cirúrgico, para que o paciente tenha o alívio da dor, e  retorne a ficar sentado  ou a deambular o mais rápido possível, evitando  assim complicações como  escaras, tromboses, pnemonia.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              O tipo de cirurgia depende do tipo da fratura e do grau de  atividade do paciente.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              Para as fraturas do colo do fêmur pode ser realizado:&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              » Fixação da fratura com parafusos;&lt;br /&gt;              » Fixação da fratura com placa e parafusos;&lt;br /&gt;              » Artroplastia total do quadil;&lt;br /&gt;              » Artroplastia parcial do quadril.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              Para as fraturas transtrocanterianas pode ser ralizado:&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              » Fixação da fratura com placa e parafusos;&lt;br /&gt;              » Fixação com haste intramedular e parafusos.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              Após a cirurgia, a reablitação é iniciada tão logo seja  possível, ainda no hospital&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8122294582728796889?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8122294582728796889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8122294582728796889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/06/fraturas-do-femur-proximal.html' title='Fraturas do Fêmur Proximal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5029884231500406424</id><published>2011-06-10T04:19:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T04:19:00.546-07:00</updated><title type='text'>Próteses</title><content type='html'>&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/-yMK5a6CE8Qw/TWTolnoGNxI/AAAAAAAAE3o/zSEV2ntvqIA/s1600/protese.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/-yMK5a6CE8Qw/TWTolnoGNxI/AAAAAAAAE3o/zSEV2ntvqIA/s1600/protese.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prótese é o componente artificial que tem por finalidade suprir necessidades e funções de indivíduos seqüelados por amputações, traumáticas ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma pessoa perde algum membro do corpo, no lugar é posto uma prótese mecânica. Essa prótese responde a qualquer impulso nervoso, virando um substituto ideal, com a vantagem de ser mais resistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As próteses podem também ser internas, para substituiçao de articulações ósseas. Geralmente são prescritas/fabricadas/adaptadas por médicos, odontólogos, veterinários, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prótese substitui um membro ou uma parte do organismo (prótese de mão, prótese de membro inferior), enquanto um implante acrescenta volume ou função a algo que já existe (implante mamário, implante peniano).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5029884231500406424?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5029884231500406424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5029884231500406424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/06/proteses.html' title='Próteses'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yMK5a6CE8Qw/TWTolnoGNxI/AAAAAAAAE3o/zSEV2ntvqIA/s72-c/protese.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4043468040953730117</id><published>2011-06-05T10:12:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T10:12:00.259-07:00</updated><title type='text'>Fraturas de Acetábulo</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.artrosedequadril.com.br/imagens/3.jpg" class="borda_img" align="right" height="176" hspace="5" width="159" /&gt;O acetábulo faz parte da articulação do quadril. O acetábulo  é o  soquete da articulação, enquanto o femur é a bola, formando uma  articulação  do tipo bola-soquete.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              O acetábulo é parte da pelve, sendo coberto por cartilagem  articular que irá formar a superficie articular.&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;              A fratura do acetábulo ocorre quando o soquete é quebrado,   sendo que as fraturas acetabulares são mais raras que as fraturas do  femur  proximal (bola).&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;               A fratura do acetábulo pode ocorrer por por traumas de  grande  energia, como acidentes automobilísticos, queda de altura, sendo  estas as  causas mais frquentes em jovens, e nos idosos a causa mais  frequente de fratura  é a osteoporose, que por tornar a estrutura óssea  mais frágil, pode levar a  fratura do acetábulo com traumas mais leves,  como a queda da própria altura.&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                O tratamento da fratura depende da idade do paciente  e da extensão do deslocamento e instabilidade  do quadril.&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                Em pacientes idosos, devido a osteoporose e dificuldade   técnica em fixação da fratura em um osso osteoporótico, poderá estar  indicado o  tratamento conservador, proibindo a descarga de peso no lado  afetado, até que  ocorra a consolidação da fratura.&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                Cirurgia é recomendada para:&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                » Realinhar a superfície articular;&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                » Remover corpo estranho da articulação do quadril;&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                » Restaurar a estabilidade da articulação do quadril;&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;                As principais complicações da fratura do acetábulo  ocorrem a  médio e longo prazo, onde após a fratura poderemos ter  artrose do quadril,  osteonecrose do quadil ou calcificação  heterotópica.&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;               O tratamento para o alívio da dor do quadril se faz com a   cirurgia de artoplastia do quadril, que devolverá a movimentação e  retorno as  atividades do paciente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4043468040953730117?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4043468040953730117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4043468040953730117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/06/fraturas-de-acetabulo.html' title='Fraturas de Acetábulo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3694350789538732090</id><published>2011-05-31T13:08:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T13:08:00.200-07:00</updated><title type='text'>Tratamento fisioterapêutico da osteonecrose  da cabeça do fêmur</title><content type='html'>&lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A osteonecrose da cabeça femoral é uma doença incapacitante que provoca diversas limitações nas atividades da vida diária e na própria deambulação.2 Caracteriza-se pela morte do tecido ósseo em decorrência da privação de suprimento sangüíneo podendo ser de origem traumática, devido a fraturas, luxações e ampla desnudação do periósteo, ou não traumática em decorrência de longos períodos de corticoterapia, doenças metabólicas entre outras. É também designada por necrose avascular, necrose isquêmica ou necrose asséptica.&lt;sup&gt;1,9,10,14&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Rockwood (1993) descreve a necrose asséptica como uma complicação microscópica e precoce que ocorre em conseqüência da isquemia tissular e a diferencia do colapso segmentar tardio que se caracteriza pelo colapso do osso e da cartilagem adjacente ao osso necrosado e produz processos degenerativos da articulação acometida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    As fraturas proximais do fêmur, os métodos de fixação dessas fraturas e as luxações acentuadas da articulação coxo-femoral podem interromper o aporte sangüíneo da região desencadeando um processo de necrose avascular de origem traumática. A principal fonte de irrigação sangüínea da cabeça do fêmur advém da artéria circunflexa femoral medial que na fossa troncantérica origina os vasos retinaculares que percorrem todo colo até atingir a borda cartilaginosa da cabeça femoral. A artéria circunflexa femoral lateral irriga o trocânter maior e se ramifica juntamente com a circunflexa femoral medial.&lt;sup&gt;1,6,11&lt;/sup&gt; As fraturas transtrocantéricas são as fraturas mais comuns do terço proximal do fêmur, no entanto as fraturas do colo do fêmur são as que mais comumente produzem necrose isquêmica justamente pela anatomia vascular da região.&lt;sup&gt;6,11,12&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Anualmente ocorrem cerca de 10 a 20 mil novos casos de osteonecrose somente nos Estados Unidos, afetando a população em sua fase mais produtiva. A idade média é de 30 a 40 anos, sendo o sexo masculino mais acometido que o feminino.2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Na fase inicial da doença pode-se constatar radiologicamente preservação do espaço articular, mas com a evolução do quadro patológico a cabeça femoral perde sua configuração esférica e o espaço articular vai reduzindo chegando a desenvolver processo de osteoartrose do quadril.&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    A classificação da necrose avascular do quadril utiliza o sistema de Ficat que correlaciona os sintomas apresentados com as alterações radiológicas. Com o advento tecnológico e o uso da ressonância magnética surgiram outros métodos de classificação que também são bastante utilizados, o mais útil deles é o Sistema da University of Pennsylvania que baseia-se nas alterações radiográficas apresentadas.&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    A artroplastia total do quadril é um método categórico no tratamento de osteonecrose da cabeça femoral, mas a idade dos pacientes influencia muito na escolha do procedimento cirúrgico. Como a faixa etária acometida pela osteonecrose do quadril varia entre 20 a 50 anos a protetização total do quadril traz resultados desfavoráveis. Entretanto, existem diversos estudos que relatam novas técnicas de tratamento a fim de adiar ao máximo a artroplastia, entre elas citamos a CD (“core descompression”) método caracterizado pela formaçao cirúrgica de túneis ósseos para descomprimir a medular e propiciar a neovascularização do local afetado. A osteotomia transtrocantérica de rotação de Sugioka visa mudar o centro de carga da cabeça femoral afastando da área necrótica. Um dos procedimentos mais utilizados é a descompressão da área necrosada com enxertia óssea (da tíbia ou fíbula).&lt;sup&gt;3,5,9&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: arial;"&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Materiais e métodos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Este estudo relata o caso de P.R.L.N., de 24 anos, sexo masculino, destro, mecânico naval e velejador, que apresenta um quadro de osteonecrose pós-traumática da cabeça femoral esquerda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    O instrumento de coleta utilizado foi a ficha de avaliação da Clínica de Prevenção e Reabilitação Física da UDESC na qual constavam os dados referentes ao exame físico como inspeção, palpação, goniometria, perimetria, testes de força muscular e avaliação postural.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    A anamnese registrou as informações relatas pelo paciente sobre a história natural da doença (mecanismo de lesão, sintomatologia, evolução do quadro patológico, limitações nas AVD’s) e história pregressa. Foi utilizado também o Índice de Severidade da Osteoartrose do Quadril de Lequesne et al &lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt; e o Método de graduação funcional do Quadril de Merle D’Aubigné &amp;amp; Postel &lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; (Quadro 1).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Quadro 1&lt;/b&gt;. Método de graduação funcional do Quadril de Merle D’Aubigné &amp;amp; Postel&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style="font-family: arial;" border="1" cellpadding="4" cellspacing="1" width="588"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escala&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dor&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mobilidade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Caminhar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Intensa       e Constante&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Anquilose       com posição ruim do quadril&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não       consegue&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Intensa       mesmo á noite&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nenhum       movimento, dor ou ligeira deformidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apenas       com muletas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Intensa,       impede qualquer atividade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexão       &amp;lt; 40°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apenas       com bengalas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tolerável       c/ atividade limitada&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexão       40-60°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;C/       bengala por menos de 1 hora, s/ bengala muito difícil&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Leve       quando anda e desaparece com o repouso&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexão       60-80°; consegue alcançar os pés&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Longo       tempo c/ bengala, curto tempo s/ e c/ claudicação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Leve       e inconstante; atividade normal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexão       80-90°; abdução ao menos 15°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;S/       bengala, mas c/ claudicação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="23%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sem       dor&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexão       &amp;gt;90°; abdução de 30°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="34%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Normal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: Revista Brasileira de Ortopedia9&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    O paciente relata ter sofrido um acidente automobilístico há dois anos onde fraturou o terço proximal do fêmur esquerdo (fratura transtrocantérica), que foi reduzida cirurgicamente através da aplicação de parafuso de fixação dinâmica (DHS) e placa de estabilização trocantérica. Apresentou infecção no pós-operatório que foi controlada com antibioticoterapia. Faz uso de muletas desde a cirurgia e refere que após, aproximadamente, sete meses do acidente iniciaram os primeiros sintomas tais como dor, incapacidade de apoiar peso e dificuldade de movimentar o membro inferior esquerdo (MIE). Desde então os sintomas se agravaram e o mesmo notou a presença de estalidos durante a movimentação ativa do quadril afetado. As limitações nas AVD’s progrediram impedindo-o de velejar e dificultando o seu trabalho como mecânico, no entanto ainda continua trabalhando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Em janeiro de 2006 realizou exame radiológico cujo laudo registrou fratura do terço proximal do fêmur esquerdo reduzida com osteossíntese e consolidada, apresentando esclerose óssea da cabeça femoral esquerda sugestiva de osteonecrose e redução do espaço articular da coxo-femoral esquerda (fig. 1). Em abril de 2006 foi submetido à cirurgia para retirada da placa e do DHS (fig. 2) e no final do mesmo mês procurou atendimento fisioterapêutico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Cabe ressaltar que há quatro anos o paciente sofreu luxação do quadril direito (contralateral) devido a um acidente de motocicleta. Realizou redução cirúrgica e apresenta cicatriz na lateral do fêmur direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; &lt;/span&gt;    &lt;span style="font-family: arial;font-family:tahoma;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd137/osteon5.jpg" height="320" width="450" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;  &lt;/span&gt;    &lt;blockquote style="font-family: arial;"&gt;   &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Figura   1&lt;/b&gt;. Radiografia da cabeça do fêmur de 01/2006: controle de osteossíntese&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt; &lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;blockquote style="font-family: arial;"&gt;  &lt;center&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd137/osteon6.jpg" height="337" width="424" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Figura 2&lt;/b&gt;. Radiografia da cabeça do fêmur após retirada da DHS e da placa em 04/2006&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    A avaliação fisioterapêutica foi realizada no dia 26 de abril de 2006 na Clínica de Prevenção e Reabilitação Física da UDESC e as queixa referidas pelo paciente foram dor durante a movimentação ativa do quadril esquerdo, fraqueza muscular e dificuldade de caminhar descarregar peso no MIE. No momento o paciente não faz uso de medicamentos e aguarda artroplastia total do quadril.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    À inspeção constatou-se postura antálgica e claudicação durante a marcha com muletas, redução da amplitude de movimento do MIE, crepitação e estalidos audíveis durante movimentação do quadril esquerdo, diferença de trofismo entre os membros inferiores confirmada na perimetria descrita abaixo cujo ponto de referência (0 cm) utilizado foi o platô tibial (tabela 1).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Tabela 1.&lt;/b&gt; Perimetria dos membros inferiores&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="1" width="468"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;/td&gt;     &lt;td colspan="4" width="52%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Coxa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td colspan="3" width="39%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Perna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;/td&gt;     &lt;td width="9%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;0       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;10       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="15%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;30       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;10       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="12%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;30       cm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="9%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MIE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;35,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;35,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;40,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="15%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;45,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;30,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="12%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;28,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;22,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="9%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MID&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="9%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;34,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;37,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;44,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="15%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;49,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;32,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="12%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;29,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="14%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;22,0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;MI: membro inferior; E: esquerdo; D: direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    À palpação verificou-se uma leve hipotonia do MIE em comparação com o membro contralateral, cicatriz na região lateral da coxa esquerda com alguns pontos de aderência e cicatriz na região da lateral coxa direita. Foi também avaliada a discrepância de membros inferiores não sendo constatada significativa diferença. Na goniometria foram avaliadas as amplitudes de movimento ativa de ambas as articulações coxo-femorais (tabela 2). O paciente apresentava incapacidade de realizar a movimentação do quadril esquerdo associada à flexão do joelho por isso não foi realizada a goniometria desses movimentos. O exame da força muscular (FM) avaliou os principais grupamentos musculares do quadril e do joelho e está descrito na tabela 3.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Tabela 2. Goniometria da articulação coxo-femoral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="1" width="332"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td width="35%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Movimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td colspan="2" width="65%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Grau(°)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td rowspan="2" width="35%"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt; &lt;/p&gt;       &lt;/span&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Extensão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Abdução&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Rotação     Externa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Rotação     Interna&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td width="29%"&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MID&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td width="36%"&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MIE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td height="93" width="29%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;68°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;18°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;32°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;40°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;30°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="93" width="36%"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;60°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;10°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;26°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;26°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20°&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Tabela 3&lt;/b&gt;. Prova de função muscular dos membros inferiores&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;table border="1" cellpadding="4" cellspacing="1" width="348"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td width="45%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Grupo       Muscular&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td colspan="2" width="55%"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Grau       de FM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td height="110" width="45%"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;       &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt; &lt;/p&gt;       &lt;/span&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexores     do Quadril&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Extensores     do Quadril&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Abdutores     do Quadril&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Flexores     do Joelho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Extensores     do Joelho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td height="110" width="28%"&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MIE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td height="110" width="28%"&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MID&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="line-height: 150%; margin-top: 0; margin-bottom: 0" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Os testes especiais realizados foram Tomas, que resultou positivo demonstrando o encurtamento dos músculos isquiotibiais, principalmente do membro inferior direito, e Trendelenburg que teve resultado negativo para ambos membros inferiores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    À avaliação postural verificou-se que paciente apresenta alterações compensatórias a diminuição da mobilidade do quadril esquerdo, a dor, bem como forma de proteção. Dentre essas alterações encontramos: inclinação pélvica para direita, anteversão pélvica, rotação pélvica para direita, rotação interna dos joelhos e hiperextensão do joelho direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    O resultado do Índice de Severidade da Osteoartrose do quadril de Lequesne et al, que avalia as principais dificuldades encontradas pelo paciente nas atividades da vida diária como caminhar, ficar muito tempo numa mesma posição, dormir, calçar sapatos entre outras, constatou extrema severidade, visto que na soma total o paciente alcançou 17 pontos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    No método de graduação funcional do Quadril de Merle D’Aubigné &amp;amp; Postel &lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;, o paciente se enquadra no grau 4 da escala apresentando dificuldade para andar sem o auxílio das órteses e com limitação de mobilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Resultados&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    O tratamento fisioterapêutico de um quadro de osteonecrose traumática da cabeça femoral associada com osteoartrose da articulação coxo-femoral é bastante limitado. O objetivo principal é manter a função do membro acometido, diminuir a crepitação e os estalidos através da mobilização articular, promover a conscientização corporal evitando as compensações posturais, treinar a marcha com órteses e preparar o paciente para uma possível intervenção cirúrgica. &lt;sup&gt;8,13&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    As três (3) sessões realizadas com o paciente deste estudo basearam-se na aplicação da cinesioterapia através de alongamentos ativos dos principais grupamentos musculares de membros inferiores com auxílio de faixas elásticas, Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (inibição autogênica), mobilizações ativas do quadril em todas as amplitudes usando a bola bigeminada, a bola suíça e exercícios na bicicleta estacionária.&lt;sup&gt;7,8,13&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Devido ao quadro patológico avançado do paciente, a algia e as restrições de mobilidade, bem como, as restritas sessões fisioterapêuticas, não pode ser visualizada evolução clínica. Foi percebida apenas uma melhora na conscientização corporal e a diminuição das crepitações após as mobilizações do quadril.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Considerações finais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Este estudo foi realizado com intuito de relatar um caso de osteonecrose pós-traumática da cabeça femoral e através da revisão bibliográfica elucidar o quadro patológico dessa incapacitante enfermidade que acomete indivíduos jovens.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    A principal queixa referida foi perda da mobilidade articular pela avançada incongruência e diminuição do espaço articular que dificultou o tratamento fisioterapêutico. Visto que o paciente encaminha-se para a artroplastia total do quadril a fisioterapia foi baseada em minimizar as dificuldades relatadas pelo paciente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Referências bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;BROWN,     D.E; NEUMANN, R.D.. &lt;i&gt;Segredos em ortopedia: respostas necessárias ao     dia-a-dia: em rounds, na clínica, em exames orais e escritos&lt;/i&gt;. 2. ed.     Porto Alegre: Artmed, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CORREIA,     M.A., OSÓRIO, L., COUTO P., CHAMBRIARD C., CAIAFFA, V. Avaliação     radiológica do componente femoral da prótese bipolar não cimentada no     tratamento da necrose avascular da cabeça femoral. &lt;i&gt;Revista Brasileira de     Ortopedia:&lt;/i&gt; Vol. 31, Nº 5, Maio, 1996.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DRUMOND,     S. N., SILVA ,A.L. Fatores prognósticos no tratamento da osteonecrose da     cabeça femoral. &lt;i&gt;Revista Brasileira de Ortopedia:&lt;/i&gt; Vol. 33, Nº 3 ,     Março, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DRUMOND,     S. N., SILVA ,A.L., DRUMOND, F. C.F. A bilateralidade na osteonecrose da     cabeça femoral.&lt;i&gt; Revista Brasileira de Ortopedia:&lt;/i&gt; Vol. 33, Nº 10,     Outubro, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FUJIKI,     E. N. Tratamento da necrose avascular da cabeça do fêmur não traumática,     grau III de Ficat, pela osteotomia transtrocantérica de rotação, técnica     de Sugioka. &lt;i&gt;Revista Brasileira de Ortopedia:&lt;/i&gt; Vol. 33, Nº 10,     Outubro, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;GREENSPAN,     Adam. &lt;i&gt;Radiologia ortopédica.&lt;/i&gt; 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara     Koogan, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;KISNER,     C.; COLBY, L.A. &lt;i&gt;Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas &lt;/i&gt;.     São Paulo: Manole, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;PLACZEK,     J. D.; BOYCE, D.A.. &lt;i&gt;Segredos em fisioterapia ortopédica: respostas     necessárias ao dia-a-dia em rounds, na clínica, em exames orais e escritos&lt;/i&gt;.     Porto Alegre: Artmed, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;RANCANTI,     M. A., CASTRO, R. C. R., VIEIRA, H. C. J. Dissociação     clínico-radiológica após a “core decompression” (CD) no tratamento da     osteonecrose da cabeça femoral. &lt;i&gt;Revista Brasileira de Ortopedia&lt;/i&gt;:     Vol. 33, Nº 10, Outubro, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ROBBINS,     S.L. &lt;i&gt;Fundamentos de Robbins patologia estrutural e funcional.&lt;/i&gt; 6. ed.     Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ROCKWOOD,     C. &lt;i&gt;Fraturas em adultos&lt;/i&gt;. São Paulo: Manole, 1993.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;SCHWARTSMANN,     C.; LECH, O.; TELÖKEN, M. &lt;i&gt;Fraturas: princípios e prática&lt;/i&gt;. Porto     Alegre: Artmed, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;TIDSWELL,     M. &lt;i&gt;Ortopedia para fisioterapeutas&lt;/i&gt;. São Paulo: Premier, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;TUREK,     S.L. &lt;i&gt;Ortopedia: princípios e sua aplicação&lt;/i&gt; . São Paulo: Manole,     1991.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height: 150%" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lequesne     MG. The algofunctional indices for hip and knee osteoarthritis.&lt;i&gt; J     Rheumatol&lt;/i&gt;. 1997; 24: 779-781.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3694350789538732090?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3694350789538732090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3694350789538732090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/05/tratamento-fisioterapeutico-da.html' title='Tratamento fisioterapêutico da osteonecrose  da cabeça do fêmur'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3891667476588737071</id><published>2011-05-27T11:53:00.001-07:00</published><updated>2011-05-27T11:53:25.215-07:00</updated><title type='text'>Alongamentos para hérnia de disco</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd65/hernia11.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;    Deitada  com os pés apoiados no chão e a coluna lombar encostada no apoio.  Entrelaçar os dedos e levar os braços esticados em direção oposta ao  corpo. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe.  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd65/hernia12.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;    Em  pé mantendo os pés ligeiramente afastados e joelhos soltos, solte o  corpo para frente sem tensões. Sinta o alongamento dos músculos  posteriores da perna e coluna. Mantenha o alongamento por 15 segundos e  volte à posição inicial, endireitando o corpo de baixo para cima, sendo a  cabeça a última parte a se endireitar.  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd65/hernia13.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;    Em  pé, quadril encaixado, joelhos soltos, leve os braços estendidos para  cima. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe.  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd65/hernia14.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;    A  partir da posição inicial do exercício anterior, incline o corpo para  um lado. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe. Faça o mesmo  para o outro lado. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd65/hernia15.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;    Deitada  com as pernas flexionadas e com os pés apoiados no chão. Certifique-se  que a coluna lombar esteja totalmente encostada no apoio. Com o auxílio  de uma toalha em volta de um pé, estique uma das pernas de forma que a  coxa fique em ângulo reto com o quadril. Os músculos do pescoço e ombros  devem permanecer relaxados. Sinta o  alongamento dos músculos  posteriores da coxa e da barriga da perna. Mantenha o alongamento por 15  segundos e relaxe. Repita o exercício com a outra perna.  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd65/hernia16.gif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;&lt;font face="tahoma" size="2"&gt;    Incline  o corpo e apóie os braços sobre uma mesa, mantendo o quadril fletido,  joelhos soltos e a região lombar reta. Estenda os joelhos suavemente.  Certifique-se que sua coluna esteja reta, pois este exercício mal feito  poderá afetar a sua coluna. Mantenha o alongamento por 20 segundos e  relaxe, levantando o corpo lentamente, de forma que a cabeça seja a  última a se endireitar.  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3891667476588737071?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3891667476588737071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3891667476588737071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/05/alongamentos-para-hernia-de-disco.html' title='Alongamentos para hérnia de disco'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8310733976344592511</id><published>2011-05-25T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T09:55:00.875-07:00</updated><title type='text'>Alongamento de Isquiotibiais, Adutores e Glúteos no Ganho de Amplitude de Movimento do Ombro</title><content type='html'>Através desse estudo será provado que os músculos quando alongados, podem oferecer um ganho de amplitude de movimento na articulação do ombro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músculos que realizam a retroversão da pelve: Reto do abdome e oblíquos externo e interno, glúteo máximo, glúteo médio, semitendinoso, semimembranoso e adutor magno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos da retroversão da pelve: A pelve inclina-se para trás, as articulações do quadril se estendem e a coluna lombar se retifica, levando a uma postura de dorso plano, que pode resultar de um encurtamento dos músculos isquiotibiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.    CONCEITOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mobilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo mobilidade pode ser descrito como a habilidade das estruturas ou segmentos do corpo de se moverem ou serem movidos, permitindo que haja amplitude de movimento para atividades funcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como está relacionada a arco de movimento funcional, a mobilidade está associada à integridade articular e a flexibilidade que são necessárias para que os movimentos do corpo ocorram sem dor e sem restrições durante tarefas funcionais da vida diária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer fator que limite a mobilidade, ou seja, que cause diminuição na extensibilidade dos tecidos moles, pode também comprometer o desemprenho muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipomobilidade (mobilidade restrita) causada pelo encurtamento adaptativo dos tecidos moles pode ocorrer como resultado de vários distúrbios ou situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flexibilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a capacidade de mover uma única articulação ou uma série de articulações de modo suave e com facilidade, ao longo de um arco de movimento sem restrições e indolor. Está relacionada com a extensibilidade das unidades musculotendíneas que atravessam uma articulação, com base em sua habilidade de relaxar e ceder a uma força de alongamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contratura e encurtamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contratura é definida como encurtamento adaptativo da unidade musculotendínea e outros tecidos moles que cruzam ou cercam uma articulação e resulta em resistência significativa ao alongamento passivo ou ativo e na limitação do arco de movimento, podendo comprometer as habilidades funcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.    ANATOMIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músculos envolvidos nesse estudo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande dorsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Processos espinhosos de T6 a T12, crista ilíaca e 3 a 4 costelas inferiores.&lt;br /&gt;Inserção: Assoalho do sulco intertubercular do úmero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade funcional do grande dorsal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um músculo que tem como função extensão, adução e rotação medial do úmero. Além disso, levanta o corpo durante a escalada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande dorsal é capaz de puxar o tronco      para frente em relação aos braços, associado com isso, há um levantamento da pelve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adutor Magno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Ramo inferior do púbis, ramo e tuberosidade do ísquio.&lt;br /&gt;Inserção: Lábio Medial da linha áspera, tuberosidade e tubérculo dos adutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade funcional do adutor magno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O músculo adutor magno realiza adução, rotação lateral, flexão (parte mais anterior) e extensão (parte mais posterior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glúteo máximo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Face posterior da asa do ílio, face posterior do sacro, aponeurose toracolombar, ligamento sacrotuberal.&lt;br /&gt;Inserção: Tíbia abaixo do côndilo lateral. Entre o trocanter maior e o trato iliotibial fica abolsa trocantérica do músculo glúteo máximo – Porção mais cranial.&lt;br /&gt;Tuberosidade glútea, septo intermuscular lateral da coxa – Porção mais caudal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade Funcional do Glúteo máximo&lt;br /&gt;O glúteo máximo tem como função extensão, rotação lateral e abdução do quadril na porção mais cranial e extensão, rotação lateral e adução do quadril na porção mais caudal. Também realiza extensão de joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glúteo médio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Face glútea da asa do ílio (entre a linha glútea anterior e posterior)&lt;br /&gt;Inserção: Trocanter maior (ponta e margem mais lateral)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade funcional do glúteo médio&lt;br /&gt;O glúteo médio realiza abdução, flexão e rotação medial do quadril na porção mais ventral e abdução, extensão e rotação lateral do quadril na parte mais dorsal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semitendinoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Túber isquiático (unido à cabeça longa do músculo bíceps da coxa)&lt;br /&gt;Inserção: Tuberosidade da tíbia (Face medial)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade funcional do semitendinoso&lt;br /&gt;O semitendinoso realiza extensão, adução e rotação medial do quadril e flexão e rotação medial do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semimembranoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Túber isquiático&lt;br /&gt;Inserção: Extremidade proximal da tíbia ( abaixo do côndilo medial ), parte inferior da cápsula do joelho, ligamento poplíteo oblíquo, fáscia do músculo poplíteo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividade funcional do semimembranoso&lt;br /&gt;O semimembranoso realiza extensão, adução e rotação medial do quadril e flexão e rotação medial do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.    Métodos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método de trabalho será realizado em alongamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta ao alongamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um músculo é alongado e aumenta de comprimento, a força de alongamento é transmitida para as fibras musculares por meio do tecido conjuntivo para dentro e ao redor das fibras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Velocidade do alongamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para assegurar o máximo relaxamento muscular, a velocidade do alongamento deve ser lenta. A força do alongamento deve ser aplicada e liberada gradualmente. O alongamento lento afeta as propriedades viscoelásticas do tecido conjuntivo, tornando-o mais complacente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frequência do alongamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frequência recomendada para o alongamento baseia-se na causa subjacente ao comprometimento da mobilidade e na gravidade da contratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de alongamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essencial que o músculo encurtado permaneça relaxado e que os tecidos conjuntivos restritos cedam o mais facilmente possível ao alongamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intensidade do alongamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É determinada pela carga colocada sobre o tecido mole para alongá-lo. Há um consenso geral entre clínico e pesquisadores de que o alongamento deve ser aplicado com baixa intensidade por meio de uma carga leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alongamento de baixa intensidade torna a manobra mais confortável para o paciente e minimiza a defesa muscular voluntária ou involuntária, já que o paciente pode permanecer relaxado ou auxiliar na manobra de alongamento. O alongamento de baixa intensidade resulta em ótimas taxas de melhora no arco de movimento sem expor os tecidos, possivelmente enfraquecidos a cargas excessivas e lesão potencial. Tem sido mostrado também que o alongamento de baixa intensidade alonga o tecido conjuntivo denso, um componente significativo das contraturas crônicas, mais efetivamente, com menos danos aos tecidos moles e menos dor muscular pós-exercício do que o alongamento de alta intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duração do alongamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refere-se ao período durante o qual uma força de alongamento é aplicada mantendo os tecidos encurtados na posição alongada. Inúmeras combinações têm sido estudadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cipriani et al. afirmou que 2 repetições de 30 segundos de alongamentos dos músculos isquiotibias eram igualmente efetivas quando comparadas com 6 repetições de alongamentos de 10 segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madding et al. afirmou que a duração do alongamento de adutores mais favorável ao ganho de extensibilidade é de 15 segundos. O estudo contava com três grupos (15 segundos, 45 segundos e 2 minutos). Após o experimento todos apresentavam ganho de arco de movimento. O alongamento de 15 segundos apresentou ganho semelhante ao de 2 minutos e maior que o de 45 segundos. Indicando que o alongamento de 15 segundos é o mais indicado para adutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madding et al. também afirmou que a duração do alongamento de glúteo máximo e glúteo médio mais favorável ao ganho de extensibilidade é de 20 segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de numerosos estudos, ainda falta um consenso sobre a combinação “ideal” de um ciclo único e o número de repetições de alongamento que devem ser aplicadas em um programa diário para obter ganhos maiores e mais sustentáveis no arco de movimento. A duração do alongamento precisa ser colocada no contexto de outros parâmetros, como intensidade, frequência e modo de alongamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse estudo usamos a afirmação de Cipriani et al. para alongamentos de isquiotibiais. Realizamos duas repetições de 30 segundos nos músculos isquiotibiais. Usamos também a afirmação de Madding et al. para alongamento de adutores. Realizamos uma repetição de 15 segundos nos adutores. E também a afirmação de Madding é usada para alongamentos de glúteos máximos e médios. Realizamos uma repetição de 20 segundos nos glúteos máximo e médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.    RESULTADOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram realizados testes em 40 pacientes de ambos os sexos e com diferentes faixas etárias com arco de movimento incompleto para flexão e abdução de ombro num período de 01 semana numa clínica da Zona Norte do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desses 40 pacientes, todos ganharam arco de movimento após o alongamento dos músculos em questão.&lt;br /&gt;Os alongamentos foram realizados de acordo com a afirmação supracitada, ou seja: 02 repetições de 30 segundos nos isquiotibiais, 01 repetição de 15 segundos para os adutores e 01 repetição de 20 segundos para os glúteos máximo e médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ganhos variaram de 10° a 60° de flexão e 15° a 60° de abdução.&lt;br /&gt;Esses mesmos pacientes na semana seguinte, sem serem alongados, não apresentaram ganho dos movimentos pelo encurtamento da musculatura estudada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procedimento aplicado nos pacientes foi somente o alongamento dos músculos em questão. Após a medição dos ganhos, foi aplicado o recurso fisioterapêutico adequado para cada tipo de caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.    CONCLUSÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma análise cinesiológica vamos perceber que a tensão gerada sobre o grande dorsal, que é um músculo rotador medial vai interferir na rotação lateral que o úmero realiza próximo dos 90 graus de abdução para que o arco de movimento seja pleno. Essa tensão pode ser ocasionada por um encurtamento isolado do grande dorsal ou um encurtamento de um músculo retroversor da pelve, já que o grande dorsal é um antagonista para esse movimento (anteversor). Temos tensões que são ofensivas e tensões que são defensivas. No caso da pelve em retroversão, o grande dorsal passa a trabalhar como tensão defensiva e para não ficar em uma situação de “sofrimento excêntrico”, traciona sua outra inserção, que fica no úmero e tende a posicioná-lo em rotação medial (sulco delto-peitoral mais pronunciado e epicôndilos do úmero rodados medialmente são alguns indícios do úmero em rotação medial). Essa situação vai interferir na rotação lateral necessária próximo dos 90 graus de abdução para que se possa completar o arco de movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINI,M.C.Fisiologia esportiva, 2° ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO,S.S &amp; Castillo, A.A. Lesão muscular: Fisiopatologia e tratamento. Revista Fisioterapia em movimento, Volume 12, número 12, páginas 23-26, 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palastanga, Nigel et al. Anatomia e movimento humano: Estrutura e funcionamento. Ed. Paidatralo, 3° ed., 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MYERS. Thomas W. Trilhos Anatômicos – Meridianos Miofasciais. Ed. Manole, 3° ed., 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. Ed. Guanabara Koogan, 22° ed. 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho realizado por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Henrique Delgado da Cunha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.fisioweb.com.br/portal/artigos/categorias/50-art-variedades/1139-alongamento-de-isquiotibiais-adutores-e-gluteos-no-ganho-de-amplitude-de-movimento-do-ombro.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8310733976344592511?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8310733976344592511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8310733976344592511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/05/alongamento-de-isquiotibiais-adutores-e.html' title='Alongamento de Isquiotibiais, Adutores e Glúteos no Ganho de Amplitude de Movimento do Ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6204530663773189073</id><published>2011-05-19T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T09:51:00.203-07:00</updated><title type='text'>Efeitos de um Protocolo Fisioterápico no Pós-operatório de fratura de Platô Tibial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/_gaKc5Ig9aKI/SS4FUlxNhLI/AAAAAAAAAII/Ly_CY56w-58/s400/joelho2.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/_gaKc5Ig9aKI/SS4FUlxNhLI/AAAAAAAAAII/Ly_CY56w-58/s400/joelho2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O complexo articular do joelho é formado pela articulação patelofemural e tibiofemural. A parte óssea da articulação tibiofemural é composta pela região distal do fêmur e a proximal da tíbia, também chamada de platô tibial (Kisner e Colby, 2003). O platô tibial corresponde a dois côndilos separados por um vão ósseo, que é fraco, aumentando, assim, as chances de se sofrer uma fratura (Calliet, 2001).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora as fraturas do planalto tibial correspondam a apenas 1% de todas as fraturas do esqueleto, nos últimos anos, elas têm tido um alto grau de significância, devido aos acidentes automobilísticos (Schwartsmann, 2003). Além disso, outros fatores podem levar a fratura de platô tibial, como osteoporose, quedas, atropelamentos, torções e golpes, entre outros. Dessa forma, forças em valgo, varo ou compressiva&lt;br /&gt;podem resultar em fratura de platô lateral, medial ou bicondilar (Hall e Brody, 2001).&lt;br /&gt;O tratamento da fratura do platô tibial pode ser fechado, na qual são usados tala ou tração, ou aberto, em que há intervenção cirúrgica com colocação de pinos, placas, parafusos. Segundo Schwartsmann et al (2003), para que haja indicação de tratamento cirúrgico, a fratura deve ser do tipo exposta, com deslocamento articular ou com desvio de 2,5mm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento fechado tem como conseqüência maior tempo de imobilização. No aberto, por sua vez, poderá haver mobilização precoce, porém esse método torna a fratura suscetível à infecção, devido ao ato cirúrgico e/ou reação ao material metálico dos pinos e placas. (Manole, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia é fundamental na fase pós-fratura e pode ser  iniciada após cirurgia. Em casos em que há somente imobilização, a terapia inicia-se quando há consolidação. O protocolo usado tem como finalidade diminuir o edema, recuperar amplitude de movimento, fortalecer a musculatura e fazer a reeducação da função do local atingido (Thonson et al, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos de um protocolo de fisioterapia no pós-operatório de platô tibial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.isecensa.edu.br/repositorio/fck/file/Efeitos%20de%20um%20Protocolo%20Fisioter%C3%A1pico%20no%20P%C3%B3s-operat%C3%B3rio%20de%20fratura%20de%20Plat%C3%B4%20Tibial.pdf"&gt;Veja o artigo completo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6204530663773189073?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6204530663773189073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6204530663773189073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/05/efeitos-de-um-protocolo-fisioterapico.html' title='Efeitos de um Protocolo Fisioterápico no Pós-operatório de fratura de Platô Tibial'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gaKc5Ig9aKI/SS4FUlxNhLI/AAAAAAAAAII/Ly_CY56w-58/s72-c/joelho2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-419827168969102035</id><published>2011-05-10T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T09:50:00.591-07:00</updated><title type='text'>Proposta de tratamento fisioterapêutico no ganho de amplitude   de movimento no pós operatório de reconstrução  do músculo supra espinhoso</title><content type='html'>O supra espinhoso é um músculo da cintura escapular que nasce nos dois terços mediais da fossa supra-espinhal e da fáscia suprajacente, cujo tendão de inserção está intimamente associado à cápsula da articulação do ombro e superiormente se fixa a mais alta das três facetas do tubérculo maior do úmero. Este músculo, juntamente com o deltóide, é responsável pela abdução do braço (GARDNER, GRAY &amp; O’RAHILLY, 1988). O músculo supra espinhoso juntamente com os músculos subescapular, infra espinhoso e redondo menor formam o manguito rotador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    As roturas do manguito rotador do ombro apresentam, a partir dos 40 anos de idade, um nítido aumento de sua incidência, devido às alterações degenerativas dos tendões, que ocorrem com o envelhecimento (OESTERN et al, 1993).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O local mais vulnerável a estas lesões é o das fibras de Sharpey, onde os tendões inserem-se no osso; principalmente durante o movimento de abdução do ombro, em que ocorre considerável aumento de pressão sobre o local de inserção tendinosa. A compressão do tendão nesse ponto origina alterações da vascularização tendinosa, propiciando degeneração dos tenócitos, que seria a alteração estrutural básica da estrutura tendinosa. A expressão máxima desses fenômenos que ocorrem no interior dos tendões seria a necrose das fibras, com conseqüente rotura do tendão (OESTERN et al, 1993).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    As duas abordagens mais comuns para reparar um manguito rompido são os reparos abertos e artroscópico. As rupturas completas pequenas, na presença de um tecido saudável do manguito, têm resultados clínicos favoráveis com a técnica artroscópica. As rupturas grandes e volumosas são reparadas mais prontamente com um procedimento aberto. Os reparos artroscópicos e abertos começam com visualização da ruptura do manguito, descompressão subacromial e acromioplastia (BOYCE &amp; BROSKY, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O presente estudo tem como objetivo demonstrar um plano de tratamento fisioterapêutico para ganho de amplitude de movimento, proposto a um paciente encaminhado à Clínica de Prevenção e Reabilitação Física da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) no pós-operatório de reconstrução do músculo supra espinhoso do ombro direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd127/pos-operatorio-de-reconstrucao-do-musculo-supra-espinhoso.htm"&gt;Leia o restante do artigo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-419827168969102035?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/419827168969102035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/419827168969102035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/05/proposta-de-tratamento-fisioterapeutico.html' title='Proposta de tratamento fisioterapêutico no ganho de amplitude   de movimento no pós operatório de reconstrução  do músculo supra espinhoso'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6445283717100807628</id><published>2011-05-04T09:45:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T09:50:09.289-07:00</updated><title type='text'>Um pouco sobre a Fisioterapia na Ortopedia</title><content type='html'>Lesões ou doenças que afetam os ossos, músculos e ligamentos estão dentro da área médica da ortopedia. Fisioterapia ortopédica é a área mais comum associada a esta profissão, que engloba lesões esportivas, o desgaste, bem como pequenos e grandes traumas, pós-condições cirúrgicas e doenças congênitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Esta fisioterapia oferece cuidados pré e pós operatório para os clientes com próteses. O desgaste perante um conjunto requer a substituição, o que leva anos. Junto com isso vão-se os tecidos moles (músculos e ligamentos de adaptação), padrões de marcha mais pobres e os desequilíbrios musculares que podem ser minimizados antes da cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Trauma ortopédico ocorre pós acidentes automobilísticos, quedas, acidentes esportivos e alterações artríticas. Seja qual for a patologia, lesões ortopédicas exigem experiência para aconselhar o cliente sobre as questões de mobilidade, exercício adequado e específico. É necessário fortalecer, alongar, e estabilizar o músculo afetado. &lt;br /&gt;   Os programas terapêuticos incluem o fortalecimento e alongamento por meio de exercício, otreinamento funcional para caminhadas ou atividades de vida diária, piscina terapêutica, terapia manual para a mobilização articular, equilíbrio reciclagem e recondicionamento aeróbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Fisioterapeutas são sempre promovedores e incentivadores dos cuidados à saúde e para ajudar a guias através do processo de reabilitação para que possa retornar à sua vida normal o mais rapidamente possível&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6445283717100807628?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6445283717100807628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6445283717100807628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/05/um-pouco-sobre-fisioterapia-na.html' title='Um pouco sobre a Fisioterapia na Ortopedia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-830496896310335011</id><published>2011-04-28T06:00:00.001-07:00</published><updated>2011-04-28T06:00:38.822-07:00</updated><title type='text'>Bursite pré-patelar</title><content type='html'>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;A parte anterior da patela é protegida pela  bursa, localizada entre o osso e a pele que o cobre. A bursa quando está  inflamada, fica edemaciada e forma uma grande protuberância ovóide  sobre a patela. A  bursa é lesada como efeito cumulativo da repetida  pressão na parte anterior do joelho, por exemplo, ficar ajoelhada por  muito tempo.&lt;br&gt;         &lt;br&gt;&lt;font color="#008000"&gt;&lt;b&gt;ETIOLOGIA&lt;br&gt;         &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;         1. Microtrauma de repetição;&lt;br&gt;         2. Trauma direto;&lt;br&gt;         3. Atrito excessivo (permanecer por muito tempo ajoelhada);&lt;br&gt;         4. Infecção (AR / Gota).&lt;br&gt;         &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#008000"&gt;SINAIS E SINTOMA&lt;br&gt;         &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;         1. Dor ao movimento e a palpação;&lt;br&gt;         2. Tumefação ovóide e flutuante.&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         OBS: Se não for tratada, pode causar aderência.&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         &lt;br&gt;         &lt;font color="#008000"&gt;&lt;b&gt;TRATAMENTO&lt;br&gt;         &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;         &lt;b&gt;Clínico:&lt;br&gt;         &lt;/b&gt;* Cirurgia no caso de haver aderência;&lt;br&gt;         * Antiinflamatório;&lt;br&gt;         * Infiltração.&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         &lt;b&gt;Fisioterápico:&lt;br&gt;         Pré-cinético:&lt;br&gt;         &lt;/b&gt;* Crioterapia&lt;br&gt;         * Calor úmido superficial&lt;br&gt;         * Laser AsGa&lt;br&gt;         * Iontoforese&lt;br&gt;         * Contraste&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         &lt;b&gt;Cinético:&lt;br&gt;         &lt;/b&gt;* Repouso relativo (exemplo: joelheira de neoprene);&lt;br&gt;         * Mobilização;&lt;br&gt;         * Alongamento;&lt;br&gt;         * Na evolução do tratamento, realizar exercícios ativos.&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         OBS: As bursites mais comuns do joelho: além da pré-patelar, já  abordada temos a suprapatelar, infrapatelar e pata anserina.&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-830496896310335011?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/830496896310335011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/830496896310335011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/04/bursite-pre-patelar.html' title='Bursite pré-patelar'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7793416333568305280</id><published>2011-04-25T10:12:00.001-07:00</published><updated>2011-04-25T10:12:08.787-07:00</updated><title type='text'>Importância do Alongamento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_O6GCs1wsr6w/S9GsxD1F-VI/AAAAAAAAFvA/VXQI3D7UDwE/s1600/alongamento2.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_O6GCs1wsr6w/S9GsxD1F-VI/AAAAAAAAFvA/VXQI3D7UDwE/s1600/alongamento2.jpg" width="282" height="282"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:&lt;br&gt;&lt;br&gt;-reduzem as tensões musculares;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;-relaxam o corpo;&lt;br&gt;&lt;br&gt;-proporcionam maior consciência corporal;&lt;br&gt;&lt;br&gt;-deixam os movimentos mais soltos e leves;&lt;br&gt;&lt;br&gt;-previnem lesões;&lt;br&gt;&lt;br&gt;-preparam o corpo para atividades físicas;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Ativam a circulação.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como deve ser feito?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por que fazer alongamentos?&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando alongar?&lt;br&gt;&lt;br&gt;É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Como alongar?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;            O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Autora: Patrícia Bressan Gennari &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7793416333568305280?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7793416333568305280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7793416333568305280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/04/importancia-do-alongamento.html' title='Importância do Alongamento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_O6GCs1wsr6w/S9GsxD1F-VI/AAAAAAAAFvA/VXQI3D7UDwE/s72-c/alongamento2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3748408722796219113</id><published>2011-04-20T06:44:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T06:50:16.043-07:00</updated><title type='text'>Considerações mecânicas em lesões de joelhos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.drcarlosfrutos.com.br/wp-content/uploads/2010/11/joelho1.jpg" src="http://www.drcarlosfrutos.com.br/wp-content/uploads/2010/11/joelho1.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;-- &lt;strong&gt;A - Deformação permanente dos ligamentos&lt;/strong&gt;                 &lt;p&gt;As lesões do joelho resultam de movimentos que  ultrapassam os limites normais da articulação. Quando forçados, os  ligamentos podem ser submetidos a uma tensão superior a seu limite  elástico, colocando-os na região plástica de sua curva de  carga-extensão. O resultado é uma deformação permanente dos ligamentos  cuja magnitude depende da força aplicada.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;B - Tríade infeliz &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;A "tríade infeliz" refere-se a uma lesão que afeta  simultaneamente o ligamento colateral medial, ligamento cruzado anterior  e o menisco medial. Comum em atletas foi relatado que esse tipo de  lesão também ocorre durante simulações de impacto lateral. Esse  mecanismo envolve tipicamente o mecanismo de valgo-rotaçao externa.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;C - Luxação patelofemoral &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;Um fator anatômico que predispõe um indivíduo à  luxação patelofemoral é um ângulo Q anormal. O ângulo Q é o desvio entre  a linha de tração do quadríceps e o ligamento da patela. Um ângulo Q de  10º é considerado normal. Ângulos maiores podem resultar em luxações  laterais da patela. Outras condições anatômicas que predispõem um  indivíduo a esse tipo de lesão incluem a pelve larga da mulher, joelhos  valgos e um côndilo femoral lateral relativamente plano. Fatores como o  estresse, podem vir a contribuir para a degeneração patelofemoral e  assim patologias, tais como condromalácia patelar e osteoartrites se  desenvolvem. &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;D - Lesão de menisco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;A lesão de menisco geralmente é simultânea à entorse  ligamentosa. O menisco medial em forma de C, é fixado ao ligamento  colateral medial pelo ligamento coronário. Quando o ligamento colateral  medial é lesionado, submete o menisco medial a uma lesão mecânica onde  ele se fixa ao ligamento colateral medial. A lesão resulta de avulsão do  menisco da fixação tibial inferior ou femoral superior. A lesão do  menisco lateral, em forma de O, é menos freqüente que a do menisco  medial. É mais suscetível à lesão por uso excessivo que por  macrotraumatismo agudo.&lt;br&gt;                   O local de dor é ao longo da face ântero-lateral da  perna e da parte proximal do músculo tibial anterior. Em corredores, a  dor geralmente é sentida ao longo da face póstero-medial da perna. Nos  casos leves, os sintomas desaparecem dentro de 10 a 14 dias se o  paciente mudar para exercícios leves sobre uma superfície mais macia.&lt;br&gt;                   &lt;br&gt;                   Os exercícios que fazem com que o joelho em  sustentação de sobrecarga seja completamente fletido foram condenados  como potencialmente perigosos para as estruturas de suporte do joelho. O  impedimento da rotação do pé fixado nessa situação causa maior tensão  sobre os ligamentos e cartilagens do joelho. A solução para essa prática  perigosa é limitar o grau de flexão dos joelhos, como nos exercícios de  agachamento paralelo. &lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;E - Condromalácia e Osteoartrite&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;A força compressiva patelofemoral produz estresse  (força compressiva dividida pela área de contato) na cartilagem  articular da patela e superfície patelar do fêmur. Excessivas forças  compressivas e estresse, ou repetitivas ocorrências de força de baixa  magnitude e estresse, podem contribuir para a degeneração patelofemoral e  patologias, como condromalácia patelar e osteoartrites. Segundo  Escamilla (2001 b), "a força patelofemoral excessiva pode contribuir  para lesões no joelho como: condromalácia e osteoartrite". &lt;br&gt;                   &lt;br&gt;                   Existem três forças agindo na patela durante o  agachamento: força tendínea do quadríceps, força do tendão patelar e  força compressiva patelofemoral.&lt;br&gt;                   &lt;br&gt;                   Durante o agachamento, todas essas forças são afetadas  pelo ângulo de flexão do joelho.                    Matematicamente, a força compressiva é no joelho mais  intensa quanto menor o ângulo de flexão do joelho, porque existem  componentes de força maiores do tendão do quadríceps e tendão patelar na  direção compressiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.veloxfitness.com.br/veloxlab/seminario03.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3748408722796219113?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3748408722796219113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3748408722796219113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/04/consideracoes-mecanicas-em-lesoes-de.html' title='Considerações mecânicas em lesões de joelhos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4707671189398476192</id><published>2011-04-13T10:47:00.000-07:00</published><updated>2011-04-13T10:47:00.136-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cursos'/><title type='text'>Curso online de Fisioterapia na Ortopedia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/16277301209153829.gif" alt="Curso online de Cinesiologia" title="Cinesiologia - Portal Educação" width="468" border="0" height="60" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="aba_conteudo"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conteúdo Programático do curso online Cinesiologia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                                  &lt;div style="text-align: left;" class="left_cp_one"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;O que é cinesiologia?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;História da cinesiologia e biomecânica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Planos, eixos e nomenclatura dos movimentos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Anatomia apendicular;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Articulações;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculos e tipos de contração muscular;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculos - origem, inserção e função.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="left_cp"&gt;             &lt;/div&gt;                       &lt;/div&gt;                    &lt;div id="aba_objetivos" class="oculto" align="left"&gt; O Portal  Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos  profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por  intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos  participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no  aprendizado, fornecendo   recursos tecnológicos inovadores, como  conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e  objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão  contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivos específicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Instruir o participante a saber como analisar o movimento  humano, assim, a finalidade da cinesiologia é compreender as forças que  atuam sobre o corpo humano e manipular estas forças em procedimentos de  tratamento tais que o desempenho humano possa ser melhorado e lesões  adicionais possa ser prevenidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/186"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4707671189398476192?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4707671189398476192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4707671189398476192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/04/curso-online-de-fisioterapia-na.html' title='Curso online de Fisioterapia na Ortopedia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6959631492042817900</id><published>2011-04-06T15:17:00.001-07:00</published><updated>2011-04-06T15:17:31.786-07:00</updated><title type='text'>Joelho varo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.pedagogiapostural.com.br/images/gvaro.jpg" src="http://www.pedagogiapostural.com.br/images/gvaro.jpg" width="138" height="228"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O joelho varo ou geno varum é geralmente encontrado no  recém-nascido, e envolve o fêmur e a tíbia. Onde a tíbia está aduzida em relação  ao fêmur. Alguns autores ressaltam que esta deformidade é de maior ocorrência  entre os 14 e 36 meses de vida. O varismo fisiológico corrige-se espontaneamente  nos primeiros dois ou três anos de vida, e geralmente não requer tratamento  ortopédico.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O fato que mais chama a atenção dos pais é a deformidade. Queixas como dor,  desequilíbrio postura! e retardo do início da marcha são pouco freqüentes  havendo no entanto uma associação entre o joelho varo fisiológico e o início da  deambulação.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O varismo pode ser diagnosticado através do goniómetro (aparelho utilizado para  mensurar a amplitude articular dos movimentos). E é medido com a criança em  posição ortostática, com os pés aduzidos entre si e em rotação neutra. O  goniómetro é colocado no vértice de deformidade e seus braços devem coincidir  com os eixos longitudinais do fêmur e da tíbia, com base em medidas clínicas  realizadas com o goniómetro. Em 1993, foi observado que o alinhamento  femoro-tibial só é alcançado aos 14 meses de idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Tratamento clínico&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;Nas deformidades mais acentuadas, o objetivo do tratamento ortopédico é  mudar a distribuição das forças compressivas que de forma anormal atuam sobre a  epífise medial retardando o seu crescimento. Portanto, recomenda-se o uso de  calçados com cunhas laterais no solado, e para as deformidades mais graves, o  uso de órteses noturna ou diurnas, bem como de gesso e cunhas sucessivas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;br&gt; Inicialmente devemos usar os recursos antálgicos para retirar a dor do paciente,  se ele tiver dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Podemos utilizar calor superficial, hidroterapia, eletroterapia, crioterapia,  etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Após a utilização dos recursos antálgicos, podemos começar a com movimentos  passivos a ativos, alongamento da musculatura adutora (medial e fortalecer a  musculatura abdutora lateral).&lt;/font&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6959631492042817900?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6959631492042817900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6959631492042817900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/04/joelho-varo.html' title='Joelho varo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5586652826963901985</id><published>2011-03-18T09:03:00.001-07:00</published><updated>2011-03-18T09:03:51.077-07:00</updated><title type='text'>Classificação da Escoliose Idiopática</title><content type='html'>&lt;br&gt;A escoliose idiopática apresenta diversas classificações úteis que auxiliam no estabelecimento do prognóstico e no planejamento do tratamento. As classificações de acordo com a idade do diagnóstico e a localização do ápice da curva são as mais utilizadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A escoliose idiopática pode ser classificada em infantil, juvenil e do adolescente, de acordo com a idade do paciente na ocasião do diagnóstico. Na escoliose idiopática infantil o  paciente tem entre zero e três anos; na escoliose idiopática juvenil, entre três e dez anos; e na escoliose idiopática do adolescente, mais de dez anos de idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A escoliose idiopática pode ser classificada de acordo com a localização do ápice da curva em torácica, tóraco-lombar, lombar, cérvico-torácica, dupla curva torácica e lombar e&lt;br&gt;dupla curva torácica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O ápice da curva escoliótica pode ser subclassificado de acordo com a rotação vertebral. A rotação vertebral é o principal fator responsável pela gibosidade observada no dorso e geralmente está presente na curva estruturada. A rotação vertebral é classificada em cinco graus, de acordo com a relação pedículo-eixo vertebral observada na radiografia da coluna na incidência ântero-posterior.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Denomina-se grau zero (0) quando ambos os pedículos estão eqüidistantes do eixo da vértebra, ou seja, a vértebra não está rodada; &lt;br&gt;&lt;br&gt;no grau I, o pedículo do lado convexo encontra-se desviado ligeiramente na direção do centro do corpo vertebral; &lt;br&gt; &lt;br&gt;no grau III, o pedículo do lado convexo é visualizado no centro do corpo vertebral; &lt;br&gt;&lt;br&gt;no grau II, o pedículo do lado convexo encontra-se entre os graus I e III; &lt;br&gt;&lt;br&gt;no grau IV, o pedículo do lado convexo ultrapassa o centro do corpo vertebral em direção ao lado côncavo. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5586652826963901985?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5586652826963901985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5586652826963901985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/03/classificacao-da-escoliose-idiopatica.html' title='Classificação da Escoliose Idiopática'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3032265409244183426</id><published>2011-03-18T06:19:00.001-07:00</published><updated>2011-03-18T06:19:59.877-07:00</updated><title type='text'>Problemas ortopédicos podem prejudicar o desenvolvimento físico da criança</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;Dores nos pés, ao andar, e  dificuldades de se relacionar podem ser conseqüências de problemas  ortopédicos. Entre eles, o mais frequente é a má formação dos pés, que  corresponde a cerca de 80% dos casos.&lt;/p&gt; &lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.alobebe.com.br/site/revista/images/rev25pag22.jpg" align="left" border="1" vspace="2" width="80" height="120" hspace="5"&gt;Botas  ortopédicas pesadas, palmilhas grossas e crianças reclamando do  incômodo causado por esses &amp;quot;objetos de tortura&amp;quot; faziam parte do cenário  dos pequenos que nasciam com algum tipo de má formação nos pés. Há  aproximadamente quatro anos, essa situação se transformou e as botas  foram abolidas dos tratamentos ortopédicos. &amp;quot;Hoje em dia, o comum é  acompanharmos o desenvolvimento da criança e a gravidade do problema. Em  alguns casos, a curvatura dos pés forma-se normalmente, e em casos  extremos há necessidade de cirurgia&amp;quot;, afirma Camilo Helito Neto, médico  ortopedista do hospital Nove de Julho. &lt;/p&gt; &lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;Além do pé plano, conhecido  também como pé chato, cuja incidência é mais comum, existem os pés  cavos, com a curvatura muito acentuada e os varos, com a planta do pé  virada para dentro. Os pais podem ficar atentos aos pezinhos dos bebês  no período entre seis meses e um ano, quando a criança começa a ensaiar  os primeiros passos. Se o pequeno consegue andar normalmente, com os pés  apoiados no chão, a próxima etapa é ficar atento às reclamações de  dores e dificuldades para correr e brincar, que geralmente começam a  surgir por volta dos oito anos. &amp;quot;Muitas vezes, se o caso não é grave, a  recomendação é incentivar a criança a andar descalça em terreno  acidentado, como praia ou gramado, para auxiliar na formação da  curvatura correta dos pés&amp;quot;, explica o médico.&lt;/p&gt; &lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;A má formação dos pés  corresponde a cerca de 80% dos problemas ortopédicos nas crianças e se  dá de duas maneiras - por posicionamento incorreto do feto na barriga da  mãe ou por herança genética. &amp;quot;Se pai e mãe têm algum tipo de problema  nos pés, existe uma probabilidade de 60 a 70% de chance de o filho  nascer com a mesma característica.&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p class="textorevistaver" align="justify"&gt;Luxação Congênita de Quadril pode ser resolvida em bebês de até um ano&lt;/p&gt; &lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;Outra alteração ortopédica que  pode ser detectada nas crianças é a chamada Luxação Congênita de  Quadril, que é uma falha no encaixe da cabeça do fêmur na bacia, que  pode ocasionar fortes dores no quadril e dificuldades ao andar. De  acordo com o ortopedista, existe um exame que é feito nos bebês para  diagnosticar esse tipo de problema.&lt;/p&gt; &lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;Trata-se da Manobra de Ortolani,  que consiste em movimentar as pernas do bebê para os lados, em  abertura. Se constatada a alteração, que pode ser percebida pelo médico  por um &amp;quot;estalo&amp;quot; no osso, recomenda-se o uso de uma quantidade maior que o  normal de fraldas no bebê, para abrir o quadril e facilitar o encaixe  do osso. Esse método apresenta resultados quando realizado no primeiro  ano de vida da criança. Após essa idade, se a luxação existe, mas não  foi detectada, há a necessidade de intervenção cirúrgica.&lt;/p&gt; &lt;p class="textorevista" align="justify"&gt;Além desses males, as crianças  podem apresentar outros tipos de alteração ortopédica, como luxação de  joelho, torcicolo congênito, entre outros, que podem ser identificados  nas primeiras visitas do bebê ao pediatra. &amp;quot;O acompanhamento médico nos  primeiros meses de vida é primordial para garantir a saúde do bebê&amp;quot;,  finaliza o ortopedista.&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3032265409244183426?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3032265409244183426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3032265409244183426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/03/problemas-ortopedicos-podem-prejudicar.html' title='Problemas ortopédicos podem prejudicar o desenvolvimento físico da criança'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7359065606771068777</id><published>2011-03-04T09:52:00.001-08:00</published><updated>2011-03-04T09:52:49.341-08:00</updated><title type='text'>Testes especiais para coluna vertebral</title><content type='html'>Sinal de Lasegue: O paciente deve estar em decúbito dorsal, com os MI entendidos, enquanto o examinador pede ao paciente que faça uma flexão de quadril com o joelho em extensão . Essa flexão é feita apenas com o MI que o paciente refere dor,e essa flexão deve ser lenta e gradativa até o máximo de amplitude que o paciente realiza. Se o paciente não consegue fazer a flexão do quadril ativamente, o examinador vai auxiliá-lo . Esse teste tenta reproduzir a lombociatalgia.  O paciente deve estar em decúbito dorsal, com os MI entendidos, enquanto o examinador pede ao paciente que faça uma flexão de quadril com o joelho em extensão . Essa flexão é feita apenas com o MI que o paciente refere dor,e essa flexão deve ser lenta e gradativa até o máximo de amplitude que o paciente realiza. Se o paciente não consegue fazer a flexão do quadril ativamente, o examinador vai auxiliá-lo . Esse teste tenta reproduzir a lombociatalgia .&lt;br&gt; &lt;br&gt;Teste de Milgram: O paciente deve estar em decúbito dorsal com ambos MI em extensão , peça-lhe para elevar as pernas cerca de 5 cm da maca . Ele deverá manter essa posição ao menos uns 30 segundos. Esta manobra aumenta a pressão intratecal , e se o paciente conseguir mante-la sem se queixar de dor , podemos afastar as hipóteses de patologias intratecais. O paciente deve estar em decúbito dorsal com ambos MI em extensão , peça-lhe para elevar as pernas cerca de 5 cm da maca . Ele deverá manter essa posição ao menos uns 30 segundos. Esta manobra aumenta a pressão intratecal , e se o paciente conseguir mante-la sem se queixar de dor , podemos afastar as hipóteses de patologias intratecais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Manobra de Valsava: Peça para o paciente para fazer um esforço como se quisesse evacuar. Está manobra também aumenta a pressão intratecal . Se ela for capaz de provocar dores nas costas ou dor que irradie ao longo das pernas, provavelmente haverá alguma patologia que está aumentando a pressão intratecal ( hérnia de disco ).&lt;br&gt; Peça para o paciente para fazer um esforço como se quisesse evacuar. Está manobra também aumenta a pressão intratecal . Se ela for capaz de provocar dores nas costas ou dor que irradie ao longo das pernas, provavelmente haverá alguma patologia que está aumentando a pressão intratecal ( hérnia de disco ).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Teste de Patrick ou Fabere: Este teste pode ser usado para detectar patologias da articulação sacro-ilíaca . Peça para o paciente para se deitar em decúbito dorsal e coloque o pé do membro inferior a ser testado sobre o joelho oposto. A articulação coxofemural estará agora fletida, abduzida e rotada externamente. Nesta posição, a dor inguinal é indicativa de patologia coxofemural .Para avaliar a articulação sacro-ilíaca o examinador coloca uma das mãos no joelho fletido e a outra mão sobre a espinha ilíaca antero-superior. Comprima as duas mãos contra a maca , como se quisesse alongar o paciente , se ele sentir dor haverá alguma disfunação na articulação sacro-ilíaca. Este teste pode ser usado para detectar patologias da articulação sacro-ilíaca . Peça para o paciente para se deitar em decúbito dorsal e coloque o pé do membro inferior a ser testado sobre o joelho oposto. A articulação coxofemural estará agora fletida, abduzida e rotada externamente. Nesta posição, a dor inguinal é indicativa de patologia coxofemural .Para avaliar a articulação sacro-ilíaca o examinador coloca uma das mãos no joelho fletido e a outra mão sobre a espinha ilíaca antero-superior. Comprima as duas mãos contra a maca , como se quisesse alongar o paciente , se ele sentir dor haverá alguma disfunação na articulação sacro-ilíaca. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7359065606771068777?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7359065606771068777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7359065606771068777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/03/testes-especiais-para-coluna-vertebral.html' title='Testes especiais para coluna vertebral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8321189269578659650</id><published>2011-02-25T09:13:00.001-08:00</published><updated>2011-02-25T09:13:45.661-08:00</updated><title type='text'>Praticando atividade física após tratamento de coluna</title><content type='html'>&lt;p&gt; Para especialistas a prática de exercícios físicos é importante até mesmo para quem apresenta problemas na coluna. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A busca pelo bem-estar através do esporte já é uma prática  bastante difundida. Mas, e quando se tem problemas de saúde ou  restrições de mobilidade, os exercícios podem ajudar na recuperação e no  desenvolvimento dessas pessoas? Ao contrário do que muitos pensam o  exercício físico - mesmo no caso de pessoas com problemas de coluna -  acompanhado por profissionais ajuda a reabilitar pacientes nessas  condições, além de oferecer bom condicionamento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pilates, tratamento criado na década de 20 e muito desenvolvido  e aperfeiçoado nos dias de hoje, atrai cada vez mais pacientes em  clínicas de fisioterapia. A técnica consiste em tratamento, que estimula  o fortalecimento e alongamento do corpo, assim como proporciona uma  postura adequada e alinhamento articular através do fortalecimento da  musculatura estabilizadora profunda. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As atividades realizadas pelo pilates são indicadas como extensão  do tratamento de Reequilíbrio da coluna vertebral, no qual o  fisioterapeuta utiliza aparelhos para promover ganho de força muscular,  alongamento e resistência da musculatura profunda da coluna, que tem a  função de promover a estabilização e boa postura.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros exercícios também podem ser realizados, mesmo que o  paciente tenha passado por uma cirurgia ou por tratamentos intensos,  desde que acompanhados por especialistas. Os exercícios vão depender do  tipo e tamanho da lesão. No geral, o paciente deve evitar exercícios e  esportes que envolvam muitas rotações de tronco, flexão constante da  coluna lombar e impacto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Rodrigo Garcia, fisioterapeuta do Instituto RV -  especializado no tratamento de coluna - a flexibilidade para fazer  exercícios varia conforme o tipo de cirurgia que o paciente foi  submetido. "Se o paciente realizou uma grande intervenção como a  artrodese lombar [fixação de 2 ou mais vértebras] ele fica limitado para  todas as atividades que envolvem flexão e rotação lombar [esse é um dos  poucos casos em que muitas atividades serão contra-indicadas]. No  entanto, cirurgias mais simples têm uma limitação menor e devem ser  avaliadas caso a caso" – completa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desta forma, uma pessoa que se submete ao tratamento conservador  de coluna com bom resultado terá um prognóstico melhor no que se refere  às limitações pós-cirúrgicas. "Geralmente é solicitado ao paciente que  faça um acompanhamento com terapias posturais e que trabalhe a  musculatura vertebral como no pilates e na musculação. Uma vez que a  musculatura estiver equilibrada e o problema mecânico restaurado, o  paciente terá poucas contra-indicações com relação à atividade física",  explica Rodrigo Garcia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em ambos os casos é importante que as pessoas que passaram por um  processo cirúrgico tenham em mente que a atividade física deverá ter  retorno gradativo, com ausência de dor e com a musculatura  estabilizadora da coluna ativada constantemente para prevenir novas  lesões.  &lt;/p&gt;"O fato de o paciente ter uma lesão na coluna não significa que  ele não possa praticar esporte. Na maioria das vezes, se o paciente  fizer um tratamento bem feito é possível que ele volte ao esporte  normalmente, assim como praticava antes da lesão. Temos pacientes que  tinham hérnias extrusas, que são difíceis de tratar, e que hoje jogam  futebol", finaliza Garcia.|  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8321189269578659650?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8321189269578659650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8321189269578659650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/02/praticando-atividade-fisica-apos.html' title='Praticando atividade física após tratamento de coluna'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1967747292660620340</id><published>2011-02-21T08:34:00.001-08:00</published><updated>2011-02-21T08:34:50.159-08:00</updated><title type='text'>Patologia da cintura escapular</title><content type='html'>A cintura escapular é grandemente solicitada em situações de trabalho, quer de uma forma dinâmica quer de uma forma estática.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As mudanças de intensidade ou duração da actividade são muitas vezes suficientes para o aparecimento de sintomas bem como de fadiga por uso excessivo do sistema musculo-esquelético.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os ombros são bastante solicitados, quer em situações laborais como no próprio dia-a-dia e devido à complexidade desta articulação os problemas tornam-se complicados.&lt;br&gt;As tarefas repetitivas podem influenciar as fibras dos ligamentos produzindo-se uma instabilidade articular aumentando o risco de lesão, sendo o período de recuperação prolongada, devido à fraca irrigação que possuem.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;➟ Etiologia&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na articulação do ombro, na área sujeita a repetidas pressões durante o movimento existe uma estrutura designada por bolsa subacromial que, tal como já foi referido, tem como principal função almofadar a região sujeita a atrito (tendão do rotador da coifa, mas essencialmente o tendão do Supra-espinhoso) reduzindo a fricção entre as partes móveis.&lt;br&gt;  Por excesso de utilização o tendão pode tornar-se rígido, podendo caminhar para uma situação crónica ao afectar a bolsa subacromial adjacente provocando uma reacção inflamatória designada por Bursite Subacromial. Eventualmente, com a inflamação ocorre depósito de cálcio nesse tendão, e mais tarde interfere no movimento do ombro. Se a bursite persiste, os músculos poderão atrofiar ou degenerarem.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Referiu-se anteriormente que o movimento de abdução do braço irá provocar compressão na bolsa, bem como, a exagerada flexão. A elevação dos braços é considerada agressiva, em especial se for realizada durante longos períodos de tempo e envolver um trabalho muscular estático. Ora, por exemplo, um operador fabril ou um empregado de grandes armazéns, que tenha de realizar repetidamente estes movimentos para empilhar caixas em prateleiras elevadas, estará sujeito ao aparecimento de uma bursite. Também no desportista, o ombro está sujeito a uma infinidade de lesões traumáticas, quer provocadas por microtraumatismos directos por contusão ou indirectos por quedas em apoio palmar, quer ainda pelos stress gestuais repetitivos nas modalidades onde a utilização dos membros superiores é fundamental para o desenrolar harmonioso do gesto desportivo. Podemos dar o exemplo do jogador de Volleibool. Deste modo, conclui-se que os efeitos no corpo humano dos movimentos realizados dependem da postura adoptada, da força exercida para a realização do gesto e o número de vezes que é executado.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1967747292660620340?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1967747292660620340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1967747292660620340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/02/patologia-da-cintura-escapular.html' title='Patologia da cintura escapular'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4284152931278625822</id><published>2011-02-18T04:00:00.001-08:00</published><updated>2011-02-18T04:00:50.677-08:00</updated><title type='text'>Avaliação em instabilidade de ombro</title><content type='html'>A história clinica (como sucederam as luxações) é fundamental para começar a caracterizar a instabilidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O exame clínico assenta sobretudo na verificação de factores de risco como a hipermobilidade articular, a alteração do ritmo escapulo-torácico, e da verificação de sinais de instabilidade. Estes caracterisam-se sobretudo pela apreensão ( medo ) que o doente expressa em determinadas posições do ombro e não por testes dolorosos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os exames radiográficos podem, pela existência de erosão do rebordo anterior da glenoide e pela existência de lesão da face posterior da cabeça umeral dar sinais indirectos da direcção e grau da instabilidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  A Tomografia Axial Computorizada clássica é de interesse muito reduzido mas pode ser utilizada para quantificar as perdas ósseas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Ressonância Magnética, deve ser utilizada para o despiste de lesões do labrum e dos ligamentos capsulares em doentes sem episódios de luxação, ou naqueles em que a direcção da luxação não pode ser definida clinicamente&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Nos casos de luxação recidivante do ombro ( mais de 1 episódio), o tratamento cirurgico é a única solução. A introdução das técnicas artroscópicas para o tratamento destes doentes, dispensa o recurso á ressonância magnética para caracterização das lesões ligamentares. Esta, é efetuada com vantagem, durante a intervenção, através da observação clínica sob anestesia e da visualização e teste directo das lesões. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4284152931278625822?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4284152931278625822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4284152931278625822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/02/avaliacao-em-instabilidade-de-ombro.html' title='Avaliação em instabilidade de ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5908120182933810522</id><published>2011-02-14T05:11:00.001-08:00</published><updated>2011-02-14T05:11:54.251-08:00</updated><title type='text'>Testes para verificar lesões no menisco</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A lesão do menisco geralmente ocorre por  trauma rotacional. Com o pé apoiado no solo, a rotação se faz no fêmur –  para dentro, nas lesões internas. E para fora, nas externas. O paciente  refere dor e derrame articular, na maioria das vezes tardio. Não há  estalo, o qual, quando presente.é característico de lesão do ligamento  cruzado anterior. Pelo próprio mecanismo de lesão depreende-se que a  lesão de menisco é sempre unilateral, sendo praticamente impossível  ocorrer nos dois joelhos ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os testes para frouxidão ligamentar são  obrigatórios, lembrando que o índice de lesão meniscal associada a lesão  ligamentar é muito comum, variando de 34% a 98% dos casos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro mecanismo de lesão meniscal  traumática é o da rotação do corpo sobre o pé, com o joelho  hiperfletido, como ocorre por exemplo na troca do pneu furado ou na  jardinagem.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;As manobras de Apley, McMurray  costumam  ser suficientes para, com a história clínica, firmar o diagnóstico das  lesões meniscais.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Imagem" src="http://www.gustavokaempf.com.br/images/stories/patologias/lesao_meniscal04.jpg" width="390" height="275"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="lesao_meniscal05" src="http://www.gustavokaempf.com.br/images/stories/patologias/lesao_meniscal05.jpg" width="357" height="295"&gt;&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exames Complementares&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Ressonância Magnética é considerada na literatura internacional  como o "padrão-ouro" do diagnóstico por imagem nas lesões meniscais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Imagem" src="http://www.gustavokaempf.com.br/images/stories/patologias/lesao_meniscal06.jpg" width="314" height="238"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5908120182933810522?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5908120182933810522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5908120182933810522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/02/testes-para-verificar-lesoes-no-menisco.html' title='Testes para verificar lesões no menisco'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6516711227167887521</id><published>2011-02-09T02:50:00.001-08:00</published><updated>2011-02-09T02:50:58.719-08:00</updated><title type='text'>Fraturas no pé</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 14px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt; &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;Praticamente qualquer osso no pé pode fraturar. Muitas dessas fraturas não necessitam de cirurgia, enquanto que outras devem ser reparadas cirurgicamente, para se evitar a incapacitação permanente. A área sobre o local de um osso fraturado comumente torna-se edemaciada e dolorosa. Se houver contusão de tecidos moles da área, o edema e a dor podem estender-se além do local da fratura.&lt;/p&gt; &lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;As fraturas do tornozelo e em torno deste ocorrem mais comumente quando o tornozelo roda para dentro, de tal modo que a planta do pé roda para fora (entorse do tornozelo por inversão), ou quando o tornozelo roda para fora (entorse do tornozelo por reversão). Podem ocorrer dor, edema e sangramento. Essas fraturas podem ser graves se não forem tratadas imediatamente. Como regra, todas as fraturas de tornozelo devem ser imobilizadas com um aparelho gessado.&lt;/p&gt; &lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;Pode ser necessária a realização de uma cirurgia para corrigir as fraturas de tornozelo graves, nas quais os ossos estão muito separados ou desalinhados. As fraturas de ossos do metatarso (ossos da parte intermediária do pé) são comuns. Mais comumente, essas fraturas são decorrentes da marcha excessiva ou do estresse indireto devido ao uso excessivo, apesar delas poderem ser resultantes de um impacto súbito e forte. Na maioria dos casos, tudo o que se faz necessário para a consolidação da fratura é a imobilização em um calçado com sola rígida ao invés de uma imobilização com um aparelho gessado.&lt;/p&gt; &lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;Raramente, é necessário o uso de um aparelho gessado abaixo do joelho. Se os ossos estiverem muito afastados, pode ser necessária uma cirurgia para alinhar os segmentos fraturados. Uma fratura do osso metatarsal do hálux (dedão do pé) ou do do quinto pododáctilo tende a ser mais complicada, exigindo um aparelho gessado ou uma cirurgia. Os ossos sesamóides (dois pequenos ossos arredondados localizados sob a ponta do osso metatarsal do hálux) podem fraturar. As corridas, as caminhadas longas e os esportes que envolvem um choque muito forte contra o solo da superfície plantar do antepé (p.ex., basquetebol e tênis), podem fraturar esses ossos.&lt;/p&gt; &lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;O uso de coxins ou de órteses especialmente fabricadas (palmilhas) para o calçado auxilia no alívio da dor. Se a dor persistir, pode ser necessária a realização da remoção cirúrgica do osso sesamóide. As lesões dos dedos dos pés, particularmente do quinto pododáctilo, são comuns, especialmente quando o indivíduo anda com os pés descalços. Fraturas simples dos quatro dedos menores dos pés consolidam sem a necessidade de um aparelho gessado. A imobilização dos dedos dos pés com esparadrapo ou com uma faixa de velcro, utilizando os dedos adjacentes como apoio, durante quatro ou seis semanas, pode ser útil.&lt;/p&gt; &lt;p class="justi" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;O uso de calçados com sola rígida ou de calçados um pouco mais largos podem ajudar no alívio da dor. Se o indivíduo sentir muita dor ao andar com sapatos normais, ele deve utilizar botas feitas sob medida ou calçados prescritos pelo médico. Geralmente, a fratura do hálux tende a ser mais grave, provocando dor intensa, edema e sangramento subcutâneo. O hálux pode ser fraturado em decorrência de uma tropeção ou da queda de um objeto pesado sobre ele. As fraturas que afetam a articulação do hálux podem exigir cirurgia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sub_titulo" align="center" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Ossos do Pé Vista Inferior (pela sola)&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="justi" align="center" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 15px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="" src="http://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_05/images/cap56_fig3.gif" border="0" style="border-top-color: rgb(153, 153, 153); border-right-color: rgb(153, 153, 153); border-bottom-color: rgb(153, 153, 153); border-left-color: rgb(153, 153, 153); margin-top: 2px; margin-right: 8px; margin-bottom: 8px; "&gt;&lt;/center&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6516711227167887521?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6516711227167887521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6516711227167887521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/02/fraturas-no-pe.html' title='Fraturas no pé'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5703070970996730074</id><published>2011-01-31T05:44:00.001-08:00</published><updated>2011-01-31T05:44:54.653-08:00</updated><title type='text'>Sinovite Transitória do quadril</title><content type='html'>É uma patologia freqüente na criança e conhecida há muito tempo, tendo sido descrita pela primeira vez, como doença clínica isolada, por LOVETT &amp;amp; MORSE em 1892, numa época onde somente se pensava em artrite tuberculosa. A sinovite transitória do quadril até hoje permanece com sua patogenia desconhecida.&lt;br&gt;         Existe uma falsa idéia que a sinovite transitória do quadril deve diagnosticada apenas com a finalidade de excluir patologias mais graves tais como pioartrites, doença de Legg-Calvé-Perthes e outras, o que não é verdade, pois ela não é uma doença tão benigna. VALDERRAMA (1963) e WOLINSKI (1984), após um longo período de observação, mostraram que pelo menos a metade dos pacientes portadores de sinovite transitória do quadril apresentaram algum tipo de alteração radiológica como coxa magna, osteoartrite ou alargamento do colo femoral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sinonímia:&lt;br&gt;&lt;br&gt;        A sinovite transitória do quadril é descrita na literatura como artrite transitória do quadril, epifisite aguda transitória, coxite fugaz, sinovite tóxica, quadril irritável e quadril em observação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Epidemiologia:&lt;br&gt;&lt;br&gt;        A faixa etária mais freqüente acometida varia dos 4 aos 10 anos (FAIRBANK-1926;FINDER- 1936 e RAUCH –1940), sendo que na literatura há descrição de casos que variam dos 18 meses aos 13 anos (SPOCK, 1959). A idade média encontrada na pesquisa da literatura está ao redor dos 5,4 anos (FINDER, 1936 e EDWARDS, 1952).&lt;br&gt;         A maioria dos autores refere ser a sinovite transitória do quadril uma doença unilateral, sendo o quadril direito acometido em cerca de 65% dos casos (JACOBS, 1971), no entanto, VALDERRAMA (1963) cita no seu trabalho tr~es casos de acometimento bilateral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Etiologia:&lt;br&gt;&lt;br&gt;        Os primeiros trabalhos relacionavam a doença a um foco infeccioso não detectado (LOVERT &amp;amp; MORSE –1892 e FAIRBANK – 1926). A origem dessa doença nosológica também foi atribuída a outras causas como trauma pregresso, processo alérgico ou virose (BUTLER- 1933 e JACOBS- 1971), porém, estas teorias foram contestada na publicação de HARDINGE (197).&lt;br&gt;         Trabalhos experimentais que reproduziram a sinovite transitória em ratos (BELMONTE –1931;GERSHUNI, AXER e SIEGEL-1979) demonstraram as alterações provocadas pela doença nas articulações desses animais, mas não puderam explicar sua origem, que como dissemos no início desta apresentação, continua sem resposta até os dias atuais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Diagnóstico:&lt;br&gt;&lt;br&gt;        Nas primeiras descrições da patologia, se tinha apenas dos sinais clínicos para suspeitar de sua ocorrência (BRADFORD – 1912; BUTLER – 1933; RRAUCH – 194). Preconizou-se, na época, um seguimento prolongado do paciente, o necessário para se afastar uma etiologia infecciosa (RAUCH-194).&lt;br&gt;         A criança acometida pela sinovite transitória do quadril pode referir dor de início agudo no quadril, na coxa e/ou no joelho, resultando em claudicação, impedindo a marcha do paciente. Entretanto seu estado geral é bom, podendo no máximo, apresentar uma temperatura levemente aumentada.&lt;br&gt;         Comumente, na anamnese, são referidos traumas ou processos infecciosos relacionados com a sintomatologia.&lt;br&gt;        Ao exame físico o paciente se encontra com o quadril sintomático na posição antálgica de Bonnett (ligeira abdução da articulação, rotação externa e flexão) figura - 3. A marcha claudicante se faz com o membro inferior afetado em rotação externa. Esses sinais associados a queixa de dor no joelho, devem sempre nos fazer suspeitar de anormalidades no quadril em questão.&lt;br&gt;         A abdução e a rotação interna estão limitadas e pressionando-se a região inguinal ipsilateral, a criança se queixa de dor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Figura 3- Posição antálgica de Bonnett.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Exames Complementares:&lt;br&gt;&lt;br&gt;        Hemograma geralmente não temos alterações, mas em 25% dos casos podemos encontrar uma discreta leucocitose (MIGUEL, 1974.&lt;br&gt;         Velocidade de Hemossedimentação é normal em 50% dos casos. Em 3%, pode estar ligeiramente aumentada na primeira hora 1 a 20mm (MIGUEL, 1974.&lt;br&gt;        Ultra-som NOVICK em 1983, foi o primeiro autor a utiliza-lo com essa finalidade, comparando quadris normais com os acometidos pela doença, mostrando que nesses últimos havia um abaulamento capsular, causando pelo derrame intra-articular.&lt;br&gt;         Atualmente o Ultra-som ocupa lugar de destaque no diagnóstico de várias patologias ortopédicas.&lt;br&gt;        A sensibilidade do exame ultra-sonográfico em reconhecer a presença de fluido intra-articular foi demonstrado por MARCHAL, et al 1987, que através da ecografia foram capazes de detectar experimentalmente a presença de derrame, após a injeção de apenas um mililitro de líquido na articulação coxo-femoral em cadáveres de adulto.&lt;br&gt;         Em crianças muito pequenas, nas quais a calcificação do colo femoral ainda não ocorreu, a presença de líquido intra-articular se mostra na ecografia como um espessamento sinovial.&lt;br&gt;        O exame ecográfico deve ser usado de rotina em pacientes suspeitos de sinovite. Na presença de líquido sinovial, a punção articular se torna imperativa. Com isso, além de aliviar os sintomas, reduzimos a pressão hidrostática intra-articular, restabelecendo a normalidade do fluxo sanguíneo que tinha diminuído ou desaparecido pela distensão capsular que o derrame havia provocado, evitando assim danos maiores à cabeça femoral. Essa punção deve ser realizada em boas condições de assepsia, sob anestesia geral, portanto, no centro cirúrgico. Pela via anterior, na qual o ponto de entrada de uma agulha de grosso calibre (40x 12) situa-se a 1 centímetro lateral e distal da região onde a artéria femoral cruza a prega inguinal. Todo o material coletado será encaminhado para exame bacteriológico e bacterioscópico. Este exame deve ser monitorado pelo Ultra-som.&lt;br&gt;         No seguimento do paciente com derrame articular, após a retirada do líquido, a cintilografia poderá demonstrar uma normalização na concentração do Tecnésio 99 na cabeça femoral. Nesta condição a articulação afetada não necessitará de maiores cuidados. Entretanto se tivermos uma hipoconcentração de Tecnésio 99, após o esvaziamento articular podemos estar na presença de duas hipóteses, que serão avaliadas pela Ultra-sonografia:&lt;br&gt; &lt;br&gt;a)    A cápsula foi novamente distendida por um derrame, necessitando de outra punção;&lt;br&gt;b)    A Ultra-sonografia não revela mais a presença de líquido intra-articular. Nessa situação a hipocaptação de Tecnésio 99 nos levará a concluir que se trata de uma entidade nosológica mais grave, onde o infarto ósseo já se intalou de maneira definitiva e irreversível, e não de uma sinovite transitória do quadril.&lt;br&gt; &lt;br&gt;        STY, SIMONS e STARSHAK (1983) relataram que a cintilografia com Tecnésio 99 de um quadril acometido pela sinovite deve ser normalizada num período de até 24 horas após a punção.&lt;br&gt;        Radiografia é utilizada mais no sentido de realizar o diagnóstico diferencial do que para avaliação da sinovite transitória do quadril. Entretanto, existem vários sinais que foram descritos. O sinal de Drey foi o descrito por DREY ( 1953), que relaciona as alterações das partes moles viabilizadas no exame radigráfico como conseqüência do edema dos músculos íliopsoas, obturador interno, glúteo médio e mínimo.&lt;br&gt;         Ressonância Magnética demonstra alterações do quadril como, edema capsular e o derrame intra-articular (TOBY,et al, 1985), mas quando realizada em crianças se torna necessária a sedação dos pacientes, inviabilizando-a como exame de rotina.&lt;br&gt;         Exame bacterioscópico do material colhido pela punção quando se trata de sinovite transitória do quadril não mostra a presença e crescimento de germes patogênicos ( MIGUEL, 1974).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diagnóstico Diferencial:&lt;br&gt; &lt;br&gt;        Com a artrite séptica, doença de Legg-Calvé-Perthes, artrite reumatóide juvenil, tuberculose, abcessos superficiais, psoítes, celulites locais e febre reumática (COUTURE et al, 1988).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tratamento:&lt;br&gt;&lt;br&gt;         Após termos a certeza de que o paciente realmente é portador de uma sinovite transitória do quadril, ele é deixado em repouso em decúbito dorsal, na posição antágica de Bonnett.Observação pois sabemos que se o paciente realizar a extensão e rotação interna da articulação coxo-femoral, sua pressão hidrostática aumentará muito além do valor normal. Associando-se a este fato um derrame intra-capsular, é fácil deduzir que esta pressão atingirá níveis críticos que não permitirão um fluxo sanguíneo suficiente para nutrir a cabeça femoral.&lt;br&gt;         Com isto queremos chamar atenção, que condenamos a imobilização de um paciente com sinovite transitória do quadril com o membro inferior afetado em extensão sob tração, como preconizava MILLER (1931), bem como o uso de aparelho gessados deixam a articulação afetada em rotação interna. Essa conduta foi muito usada no passado e com isso muitas sinovites evoluíram para enfermidades mais graves.&lt;br&gt;         Como terapia complementar, administramos analgésicos e anti-inflamatórios não hormonais.&lt;br&gt;        Passada a fase aguda da doença, recomendamos um repouso relativo e sobretudo o seguimento ambulatorial do paciente, por um período de cerca de 6 semanas, com a finalidade de detectar precocemente possíveis recidivas.&lt;br&gt;         As "sinovites de repetição" devem ser vistas com muita cautela, pois podem progredir para outras enfermidades de diagnóstico mais sombrio (TUDOR, 1960 e JACOBS, 1971).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.cultura.ufpa.br/ortraum/Patologia%204%20do%20quadril.htm"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5703070970996730074?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5703070970996730074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5703070970996730074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/01/sinovite-transitoria-do-quadril.html' title='Sinovite Transitória do quadril'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5209912398032151545</id><published>2011-01-28T05:18:00.001-08:00</published><updated>2011-01-28T05:18:48.492-08:00</updated><title type='text'>Testes para instabilidade de ombro</title><content type='html'>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;1) Teste do Sulco:&lt;/b&gt; traciona-se o braço do paciente para baixo e verifica-se a  presença de um sulco inferior ao acrômio. (Figura 1).&lt;br&gt;  &lt;/font&gt; &lt;div align="center"&gt; 	&lt;table width="540" border="0"&gt; 		&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 			&lt;td&gt; 			&lt;p align="center"&gt; 			&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/luxacao_recidivante/image1.jpg" width="270" border="0" height="217"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 		&lt;/tr&gt; 	&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt; Figura 1:&lt;/b&gt; teste do sulco&lt;br&gt; &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Lech (2005)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;b&gt;2) Teste da Apreensão:&lt;/b&gt; o braço do paciente é mantido a 90° de abdução e rotação  externa. A mão esquerda do examinador traciona para trás pelo punho do paciente  enquanto sua mão direita estabiliza o dorso do ombro. O paciente com  instabilidade torna-se apreensivo. (Figura 2)&lt;br&gt; &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div align="center"&gt; 	&lt;table width="500" border="0"&gt; 		&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 			&lt;td&gt; 			&lt;p align="center"&gt; 			&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/luxacao_recidivante/image2.jpg" width="300" border="0" height="218"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 		&lt;/tr&gt; 	&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Figura 2:&lt;/b&gt; teste da apreensão&lt;br&gt; &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Lech (2005)&lt;br&gt; &lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;b&gt;3) Teste de Fukuda:&lt;/b&gt; O paciente fica com as costas voltadas para o examinador,  que realiza uma adução, flexão e rotação interna passiva do braço. Com a mão que  se posiciona no cotovelo do paciente, o examinador realiza uma força posterior,  procurando posteriormente a cabeça do úmero. (Figura 3)&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div align="center"&gt; 	&lt;table width="500" border="0"&gt; 		&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 			&lt;td&gt; 			&lt;p align="center"&gt; 			&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/luxacao_recidivante/image3.jpg" width="300" border="0" height="271"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 		&lt;/tr&gt; 	&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Figura 3:&lt;/b&gt; teste de fukuda&lt;br&gt; &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Lech (2005)&lt;br&gt; &lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;b&gt;4) Teste da gaveta Anterior e Posterior:&lt;/b&gt; o paciente fica em pé com o ombro  relaxado, o examinador posiciona-se atrás dele. Uma das mãos do examinador  estabiliza a cintura escapular enquanto a outra mão fixa o úmero proximal.  Inicialmente da posição central, o úmero é primeiramente empurrado para frente  para determinar a quantidade de deslocamento anterior em relação à escápula. O  teste é então repetido com uma força abrangente substancial aplicada antes que a  translação umeral seja tentada, para se avaliar a competência do lábio anterior  da glenóide. O úmero é recolocado em posição neutra, e o teste da gaveta  posterior é realizado, com carga compressiva à quantidade de translação e a  eficácia do lábio posterior da glenóide. (Figura 4).&lt;br&gt; &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div align="center"&gt; 	&lt;table width="540" border="0"&gt; 		&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 			&lt;td&gt; 			&lt;p align="center"&gt; 			&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/luxacao_recidivante/image4.jpg" width="420" border="0" height="198"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 		&lt;/tr&gt; 	&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Figura 4:&lt;/b&gt; testes da gaveta anterior e posterior&lt;br&gt; &lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Lech (2005)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/luxacao_recidivante/luxacao_recidivante_anderson.htm" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5209912398032151545?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5209912398032151545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5209912398032151545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/01/testes-para-instabilidade-de-ombro.html' title='Testes para instabilidade de ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6728313939430633087</id><published>2011-01-24T12:45:00.001-08:00</published><updated>2011-01-24T12:45:02.968-08:00</updated><title type='text'>O que é joelho varo?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;O joelho varo ou geno varum é geralmente encontrado no recém-nascido, e envolve o fêmur e a tíbia. Onde a tíbia está aduzida em relação ao fêmur. Alguns autores ressaltam que esta deformidade é de maior ocorrência entre os 14 e 36 meses de vida. O varismo fisiológico corrige-se espontaneamente nos primeiros dois ou três anos de vida, e geralmente não requer tratamento ortopédico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O fato que mais chama a atenção dos pais é a deformidade. Queixas como dor, desequilíbrio postura! e retardo do início da marcha são pouco freqüentes havendo no entanto uma associação entre o joelho varo fisiológico e o início da deambulação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O varismo pode ser diagnosticado através do goniómetro (aparelho utilizado para mensurar a amplitude articular dos movimentos). E é medido com a criança em posição ortostática, com os pés aduzidos entre si e em rotação neutra. O goniómetro é colocado no vértice de deformidade e seus braços devem coincidir com os eixos longitudinais do fêmur e da tíbia, com base em medidas clínicas realizadas com o goniómetro. Em 1993, foi observado que o alinhamento femoro-tibial só é alcançado aos 14 meses de idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tratamento clínico&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;Nas deformidades mais acentuadas, o objetivo do tratamento ortopédico é mudar a distribuição das forças compressivas que de forma anormal atuam sobre a epífise medial retardando o seu crescimento. Portanto, recomenda-se o uso de calçados com cunhas laterais no solado, e para as deformidades mais graves, o uso de órteses noturna ou diurnas, bem como de gesso e cunhas sucessivas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Inicialmente devemos usar os recursos antálgicos para retirar a dor do paciente, se ele tiver dor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Podemos utilizar calor superficial, hidroterapia, eletroterapia, crioterapia, etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Após a utilização dos recursos antálgicos, podemos começar a com movimentos passivos a ativos, alongamento da musculatura adutora (medial e fortalecer a musculatura abdutora lateral).&lt;br&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6728313939430633087?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6728313939430633087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6728313939430633087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/01/o-que-e-joelho-varo.html' title='O que é joelho varo?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7283751321764806793</id><published>2011-01-24T12:27:00.001-08:00</published><updated>2011-01-24T12:27:21.074-08:00</updated><title type='text'>Doença de Server</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_7_f6xcVo-EY/Sj1_KlUQVsI/AAAAAAAABeU/mbtDuu-wfdA/s400/1.jpg"&gt; &lt;/div&gt;A doença de server é uma alteração que acomete o pé causando dor e dificuldade em caminhar, frequentemente as pessoas com esta doença andam mancando numa tentativa de poupar o pé afetado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ela é mais frequente nas mulheres e não se sabe o porquê do seu aparecimento, mas há uma ligação com exercícios de alto impacto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A queixa mais frequente é a dor no calcanhar, que faz que a pessoa passe a apoiar mais o peso do corpo na parte lateral do pé. Os exames que detectam a doença de server são o Raio-x e a Ultrasonografia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento da doença de server consiste na toma de antiinflamatórios por 7 dias consecutivos e de algumas sessões de fisioterapia. É recomendado usar palmilhas para apoiar melhor o pé a fim de diminuir o incômodo causado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Cabe ao fisioterapeuta avaliar a necessidade da pessoa e traçar o melhor tratamento, que obrigatoriamente deve combater à inflamação e a dor, sendo importante ensinar a pessoa a caminhar corretamente, evitando o mau posicionamento do pé.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Manter os músculos da perna fortes também é importante para o sucesso do tratamento. Pode-se usar também o meio aquático para fazer uma massagem e aumentar o fluxo de sangue na área, o que será benéfico para o doente. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7283751321764806793?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7283751321764806793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7283751321764806793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/01/doenca-de-server.html' title='Doença de Server'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7_f6xcVo-EY/Sj1_KlUQVsI/AAAAAAAABeU/mbtDuu-wfdA/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5835323011020204293</id><published>2011-01-13T05:44:00.001-08:00</published><updated>2011-01-13T05:44:57.024-08:00</updated><title type='text'>Cirurgia de Bankart</title><content type='html'>&lt;font style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;" face="Arial" size="2"&gt;A cirurgia de Bankart descrita em 1923 é a técnica cirúrgica mais empregada para  a correção da luxação recidivante do ombro. (LECH, 1995). A implantação das  âncoras na glenóide proporciona melhor fixação do labrum e cápsula em menor  tempo cirúrgico. O paciente permanece hospitalizado por apenas um dia e usa  tipóia por 2 a 3 semanas. Nesse período, ele realiza exercícios isométricos para  evitar hipotrofia muscular (HERBERT, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt; A reabilitação nesse procedimento de reconstrução tem dois objetivos:&lt;br&gt; 1) Fortalecer os estabilizadores dinâmicos da glenoumeral e escapulotorácicos;&lt;br&gt; 2) Restaurar a flexibilidade estrutural.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Nesse tipo de cirurgia realizava perfurações no colo da glenóide para o reposicionamento do labrum. 							&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;font size="2"&gt;							&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;center style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;font size="2"&gt;							&lt;table width="0" cellpadding="0" cellspacing="6" height="0"&gt; 							 							&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 							       &lt;td&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Figura A&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt; 								   &lt;img src="http://www.clinicadevita.com.br/imagens/tratamento_01.jpg" alt="" width="150" border="0" height="149"&gt; 								   &lt;/td&gt;        							   &lt;td&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Figura B&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt; 	   							   &lt;img src="http://www.clinicadevita.com.br/imagens/tratamento_02.jpg" alt="" width="150" border="0" height="149"&gt; 	   							   &lt;/td&gt;  								   &lt;td&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Figura C&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt; 								   &lt;img src="http://www.clinicadevita.com.br/imagens/tratamento_03.jpg" alt="" width="150" border="0" height="149"&gt; 								   &lt;/td&gt;        							   &lt;td&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Figura D&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt; 	   							   &lt;img src="http://www.clinicadevita.com.br/imagens/tratamento_04.jpg" alt="" width="150" border="0" height="149"&gt; 	   							   &lt;/td&gt;       							          							    						   &lt;/tr&gt; 						   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; 						   &lt;/font&gt;&lt;/center&gt; &lt;font style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;" color="#333333" face="verdana" size="2"&gt;						   &lt;/font&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;   &lt;font size="2"&gt;						   &lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Figura A e B:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  Perfurações no bordo anteroinferior da glenóide com passagem dos fios  de sutura entre o labrum e a glenóide (Fonte: Rockwood and Matsen, The  shoulder,2nd ed. 1998). 						   &lt;br&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Figura C e D:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  Amarrilha dos fios reinserindo o labrum e fechamento anatômico de  cápsula e subescapular (Fonte: Rockwood and Matsen, The shoulder, 2nd  ed., 1998). 						   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.clinicadevita.com.br/pagina16.html"&gt;Com a ajuda daqui&lt;/a&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5835323011020204293?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5835323011020204293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5835323011020204293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/01/cirurgia-de-bankart.html' title='Cirurgia de Bankart'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5268317210348642045</id><published>2011-01-06T06:18:00.001-08:00</published><updated>2011-01-06T06:18:46.916-08:00</updated><title type='text'>O que é espondilólise e espondilolistese?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.vitorcaine.com/patologias/coluna/patologia_da_coluna/centro_de_cirurgia_da_coluna_doencas_da_coluna_ficheiros/espondololistese.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Espondilólise significa uma perda de continuidade óssea entre o processo articular inferior e o superior de uma vértebra, afetam geralmente a quinta vértebra lombar. Pode ser causada por degeneração ou desenvolvimento deficiente das suas porções articulares. Inicialmente considerada um defeito genético, hoje, acredita-se ser resultante de um trauma por esforço não reconhecido ou não tratado, sendo assim denominada, um defeito adquirido.  &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Movimentos lombares repetitivos, principalmente em hiperextensão podem gerar como reação de estresse, microtraumas que podem progredir para uma fratura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_ZPwSyGtwDVQ/S6zBISwt2tI/AAAAAAAAAHY/gPzx31aiBH8/s320/aa.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Espondilolistese é o deslizamento ("listese") de um corpo vertebral (geralmente L5) sobre o corpo situado logo abaixo dele (S1), que tem como causa uma falha dos segmentos intervertebrais, sendo eles congênitos, de origem inflamatória ou traumática. Habitualmente este deslocamento é para frente, mas pode ocorre para trás. Pode ser classificado de acordo com a sua causa:&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Displásicaanomalia congênita na junção lombossacral;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ístmicafratura por fadiga da parte interarticular;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Degenerativaosteoartrose degenerativa;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Traumática traumatismo agudo;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Patológicaenfraquecimento do pars interarticularis por tumor, por osteoporose, ou doença de Paget.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De acordo com o grau de escorregamento, podemos utilizar a Classificação de Meyerdin:&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Grau I – escorregamento de 0-25%&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Grau II – escorregamento de 25-50%&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Grau III – escorregamento de 50-75%&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Grau IV – escorregamento de 75-100%&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5268317210348642045?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5268317210348642045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5268317210348642045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2011/01/o-que-e-espondilolise-e.html' title='O que é espondilólise e espondilolistese?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ZPwSyGtwDVQ/S6zBISwt2tI/AAAAAAAAAHY/gPzx31aiBH8/s72-c/aa.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6861099518247393621</id><published>2010-12-22T08:10:00.001-08:00</published><updated>2010-12-22T08:10:14.365-08:00</updated><title type='text'>Componentes articulares do joelho</title><content type='html'>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;Segundo Gray, 1995 o complexo da articulação do joelho é formado por  		duas articulações condilares entre o fêmur e a tíbia, e por uma  		articulação em sela entre a patela e o fêmur. As primeiras são  		parcialmente divididas pelos meniscos entre as faces articulares  		correspondentes. Estritamente, a articulação é, portanto, classificada  		como complexa. Contradizendo ( Gray, 1995) , (Lippert ,1996) dita que o  		joelho é classificado como articulação sinovial em dobradiça.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O joelho não é mantido por suas estruturas ósseas, mas por ligamentos e  		músculos.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Os ligamentos cruzados estão localizados no interior da cápsula  		articular e, por isso, são chamados ligamentos intracapsulares.  		Localizados entre o côndilo medial e o lateral, os ligamentos cruzam-se  		obliquamente e são nomeados por sua fixação na área intercondilar  		tibial.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O ligamento cruzado anterior ocupa o joelho lateralmente ao ligamento  		cruzado posterior e estende-se numa direção superior e posterior para  		fixar-se posteriormente no côndilo lateral do fêmur.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Segundo (Lippert, 1996), o ligamento cruzado posterior fixa-se na tíbia  		na área intercondilar posterior e estende-se numa direção superior e  		anterior sobre a parte medial do ligamento cruzado anterior. Fixa-se no  		fêmur anterior sobre o côndilo medial. Para resumir estas fixações, o  		ligamento cruzado anterior vai da tíbia anterior ao fêmur posterior, e o  		ligamento cruzado posterior estende-se da tíbia posterior ao fêmur  		anterior. &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O ligamento cruzado anterior impede o fêmur de deslocar-se  		posteriormente sobre a tíbia ou, inversamente, a tíbia de se deslocar  		anteriormente sobre o fêmur. Os ligamentos cruzados anteriores ficam  		estirados durante a extensão, prevenindo a hiperextensão excessiva do  		joelho. Quando o joelho está parcialmente flexionado, o ligamento  		cruzado anterior impede a tíbia de mover-se anteriormente.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Da mesma forma, o ligamento cruzado posterior impede o fêmur de  		deslocar-se posteriormente sobre a tíbia ou a tíbia de deslocar-se  		posteriormente sobre o fêmur. Ele também estica-se durante a flexão e  		tem problemas menos freqüentes que o ligamento cruzado anterior.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Localizados na parte lateral do joelho encontramos os ligamentos  		colaterais. O colateral medial ou colateral tibial é um ligamento chato,  		largo, fixando-se nos côndilos mediais do fêmur e tíbia. Fibras do  		menisco medial estão fixadas neste ligamento, o que contribui para  		freqüente ruptura do menisco medial quando há estiramento excessivo no  		ligamento colateral medial.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O ligamento colateral fibular, que é um ligamento em forma de cordão  		arredondado que fixa-se no côndilo lateral do fêmur e dirige-se para  		baixo em direção a cabeça da fíbula, independente de qualquer fixação no  		menisco lateral. Ele protege a articulação de estiramento excessivo no  		lado lateral do joelho e é bastante forte, não lesionado freqüentemente.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Os ligamentos colaterais são estabilizados no plano frontal. O colateral  		medial, fornece estabilidade ao plano médio, previne movimento excessivo  		de choque na parte lateral do joelho. O ligamento colateral oferece  		estabilidade oposta. Como suas fixações estão deslocadas posterior e  		superiormente ao eixo de flexão, os ligamentos colaterais tornam-se  		tencionados durante a extensão, contribuindo para a estabilidade do  		joelho.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Os meniscos medial e lateral são dois discos fibrocartilaginosos em  		forma de meia-lua, localizados na superfície superior da tíbia. Estão  		destinados a absorver choques. Como são mais espessos lateralmente e  		côncavos na superfície articular proximal, os meniscos estão inseridos  		na superfície articular tibial, relativamente chata. Como não existe  		suprimento sanguineo na fibrocartilagem, as lesões não podem ser  		reparadas sozinhas.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O propósito de uma bolsa sinovial é reduzir fricção. Cerca de 13 bolsas  		sinoviais, estão localizados na articulação do joelho. Elas são  		necessárias porque os tendões localizados ao redor do joelho possuem uma  		linha de tração relativamente vertical contra áreas ósseas ou outros  		tendões.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		As bolsas sinovias situadas nas proximidades do joelho são as seguintes;  		Anteriormente há quatro bolsas sinovias : uma grande, interposta ente a  		patela e a pele; uma pequena, entre a parte superior da tíbia e o  		ligamento patelar; uma terceira entra a parte inferior da tuberosidade e  		da tíbia e a pele; e uma quarta entre a face anterior da parte inferior  		do fêmur e a face profunda do quadríceps femoral,a qual geralmente se  		comunica coma a cavidade articular. &lt;br&gt; 		Lateralmente há, também, quatro bolsas:  uma (que as vezes  		se comunica com a cavidade articular) entre o feixe lateral do  		gastrocnêmio e a cápsula;  uma entre o ligamento colateral  		fibular e o tendão do bíceps;  outra entre o ligamento  		colateral fibuolar e o tendão do poplíteo (esta é as vezes, apenas uma  		expansão da bolsa seguinte);  uma última , entre o tendão  		do poplíteo e o côndilo lateral do fêmur, que geralmente, é uma extensão  		da membrana sinovial.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Medialmente há cinco bolsas: uma entre o feixe medial do  		gastrocnêmio e a capsula; ela envia um prolongamento entre o tendão do  		feixe medial do gastrocnêmio e o tendão do semimembranácio e, com  		freqüência comunica-se com a cavidade articular;  uma  		situada superficialmente ao ligamento colateral tibial, entre ele e os  		tendões do sartório, grácil e semitendíneo; outra situada  		profundamente ao ligamento colateral tibial, entre ele e o tendão do  		semimembranáceo ( esta é , as vezes só uma expansão da bolsa seguinte;  uma outra, entre o tendão do semimembranáceo e a cabeça  		da tíbia;  ocasionalmente há uma bolsa entre os tendões do  		semimembranáceo e do semitendíneo.&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6861099518247393621?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6861099518247393621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6861099518247393621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2010/12/componentes-articulares-do-joelho.html' title='Componentes articulares do joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-686035713765371026</id><published>2010-12-21T19:26:00.001-08:00</published><updated>2010-12-21T19:26:27.890-08:00</updated><title type='text'>Avaliação Postural</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.reequilibrio.com.br/home/fotos/c30d2bcce6603ee4c434342a30c2cf4c.gif" src="http://www.reequilibrio.com.br/home/fotos/c30d2bcce6603ee4c434342a30c2cf4c.gif" width="496" height="356"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Consiste em observar o avaliando em 3 posições, com o objetivo de identificar algum tipo de desvio ou Assimetria Corporal. Este momento da Avaliação Física é um tanto quanto delicado, pois o aluno fica a mercê de olhares que buscam a identificação de algum &amp;quot;defeito&amp;quot;, expondo-o à suas imperfeições. Por isso, o avaliador deve ser breve ( máximo 3 min. ) e objetivo, explicar o por que do procedimento e transmitir calma, confiança e segurança.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A vestimenta ideal é o mínimo possível, ou seja, sunga ou biquíni, porém sabemos que isso não condiz com nossa realidade, portanto, sempre que possível solicitar a menor quantidade de roupas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O avaliando ficará parado de costas em posição relaxada ( natural ), há uma distância de aproximadamente 3 metros ( se ficar muito próximo perderá a visão global do aluno ). Depois ficará de lado e por fim de frente. Neste momento poderá ser feito, se necessário, o teste chamado de &amp;quot;teste de 1 minuto&amp;quot; onde o aluno flexiona o tronco soltando os braços e a cabeça, proporcionando uma melhor visualização do alinhamento da coluna e também a presença de possível gibosidade ( rotação de vértebras).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os receptores envolvidos com a postura são: aparelho vestibular, receptores musculares (fusos) proprioceptivos, receptores tendinosos (OTG), receptores articulares e receptores visuais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A estrutura corporal &amp;quot;apoia-se&amp;quot; em 3 pontos fundamentais que devem estar em equilíbrio: pés, pélvis, ombros e cabeça.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As causas das deficiências posturais podem ser: (1) estímulos insuficientes no desenvolvimento, (2) alongamento muscular exagerado, (3) músculos encurtados por posições unilaterais, (4) deficiências respiratórias, (5) alimentação pobre em proteínas (6) vícios posturais, (7) anomalias ósseas congênitas ou adquiridas e (8) problemas de ordem psíquica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As conseqüências são: problemas no equilíbrio, alterações nos discos intervertebrais, alterações torácicas e consequentemente na mecânica respiratória, dores generalizadas nas costas e alterações estéticas e funcionais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outros problemas comuns – além da escoliose, hiperlordose e cifose – que encontramos são:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Espina bífida: quando o corpo vertebral não foi totalmente soldado à apófise na época da formação (congênito);&lt;br&gt;&lt;br&gt; 2. Listese vertebral: escorregamento de vértebras&lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Hérnia de disco: núcleo pulposo do disco intervertebral extravasa através de rachaduras ocasionadas por excesso de pressão. Anteriormente pressiona o periósteo e os ligamentos; posteriormente pressiona a raiz nervosa. Nos dois casos provoca dores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4. Osteofitoses e labiações (&amp;quot;bico de papagaio&amp;quot;): calcificação provocada por atrito. As labiações são as calcificações prévias que levam à osteofitose. Podem ser localizadas anteriormente ou posteriormente dependendo da região do atrito.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5. Pinçamento: diminuição do espaço intervertebral provocando pressão do nervo. Pode ser provocado pelo contato do &amp;quot;bico de papagaio&amp;quot; (normalmente na região cervical) ou pelo excesso de pressão (normalmente na região lombar). É muito comum com o pinçamento do nervo ciático que localiza-se numa região de grande pressão da coluna (L5;S1)&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-686035713765371026?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/686035713765371026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/686035713765371026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2010/12/avaliacao-postural.html' title='Avaliação Postural'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2801362839726709107</id><published>2010-12-20T10:05:00.001-08:00</published><updated>2010-12-20T10:05:51.710-08:00</updated><title type='text'>Tendinopatia no Manguito Rotator</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_dnVzrjn3LJQ/SHGKqdtIGUI/AAAAAAAAA-w/l6snIfF8I9A/s400/ombro2.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_dnVzrjn3LJQ/SHGKqdtIGUI/AAAAAAAAA-w/l6snIfF8I9A/s400/ombro2.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;A tendinopatia do manguito rotador é uma seqüência da síndrome do impacto, e é uma indicação de insuficiência do tendão. Compressões repetitivas levam à irritação do tendão e inflamação. A descoberta do agente causador desta compressão se faz necessária para que se possa elaborar um plano de recuperação desta lesão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Atividades esportivas e de vida diária que exigem movimentos do braço acima da cabeça, predispõem o indivíduo a essa lesão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na tendinopatia do manguito rotador, a dor surge após as atividades, tornando-se contínuas durante a realização das atividades, e após um período sem tratamento, durante e após a atividade, levando este indivíduo à incapacidade e quando atleta à alteração do desempenho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como conseqüência deste pinçamento, pode ocorrer a ruptura parcial ou total das fibras dos tendões do manguito rotador, levando o indivíduo à incapacidade de manter o braço estendido ao lado do corpo por alguns segundos.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2801362839726709107?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2801362839726709107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2801362839726709107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2010/12/tendinopatia-no-manguito-rotator.html' title='Tendinopatia no Manguito Rotator'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dnVzrjn3LJQ/SHGKqdtIGUI/AAAAAAAAA-w/l6snIfF8I9A/s72-c/ombro2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4667436190074940246</id><published>2010-12-13T05:14:00.001-08:00</published><updated>2010-12-13T05:14:15.156-08:00</updated><title type='text'>Analise dos movimentos do joelho</title><content type='html'>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;A articulação do joelho possui dois graus de liberdade: flexão-extensão  		e rotação axial. No plano sagital, a flexão ocorre de 0º a mais ou menos  		120º dependendo do tamanho da massa muscular da panturrilha em contato  		com a face posterior da coxa. Quando o quadril está estendido, a  		amplitude de flexão do joelho diminui, devido à limitação do músculo  		reto femoral. A hiperextensão é mínima e normalmente não excede os 15º.&lt;sup&gt;(11)&lt;/sup&gt;&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O eixo de movimento está localizado poucos centímetros acima das  		superfícies articulares, passando transversalmente através dos côndilos  		femorais. O raio de curvatura dos côndilos não é constante, e é menor  		quando o joelho está fletido, aumentando com a extensão.&lt;sup&gt;(11)&lt;/sup&gt;&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		O movimento de rotação axial ocorre no plano transverso quando o joelho  		está fletido. Na extensão plena do joelho, os ligamentos colaterais  		medial e laterais estão relativamente tensos, o que contribui para a  		estabilidade desta articulação.Estes ligamentos afrouxam com a flexão, e  		esta é uma das vazões da quantidade considerável de rotação transversa  		que pode ocorrer na posição fletida.&lt;sup&gt;(11)&lt;/sup&gt;&lt;br&gt; 		&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.efdeportes.com/efd120/lesoes01.gif" src="http://www.efdeportes.com/efd120/lesoes01.gif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; 		Durante a flexão do joelho, o ligamento colateral fica mais frouxo que o  		medial, por isso o movimento entre os côndilos femorais e tibiais é mais  		extenso lateral que medialmente.&lt;sup&gt;(&lt;/sup&gt; &lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		A rotação transversa ocorre ao redor de um eixo longitudinal localizado  		medial à crista intercondilar da tíbia, de modo que, grosseiramente,  		pode-se afirmar que o côndilo lateral roda ao redor do medial.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Normalmente, quando o joelho move-se em extensão, a tíbia roda  		externamente mais ou menos 20º sobre o fêmur fixo. Este movimento pode  		ser observado nos últimos 20º da extensão do joelho, e é denominada  		rotação terminal do joelho. Isto é um evento puramente mecânico que  		ocorre tanto na extensão passiva quando ativa do joelho, e que não pode  		ser produzido voluntariamente.&lt;br&gt; 		&lt;br&gt; 		Nos movimentos em cadeia cinética fechada, tal como levantar de uma  		cadeira, esta rotação terminal é vista como rotação interna do fêmur  		sobre a tíbia fixada. Embora muitas espécies caminhem com os joelhos  		fletidos, a rotação terminal oferece aos humanos um mecanismo excelente  		e eficiente em termo de energia para o joelho estendido. Este mecanismo  		de parafuso oferece estabilidade mecânica para o suporte de forças que  		ocorram no plano sagital. Ele permite aos humanos permanecerem retos sem  		contração muscular do quadríceps, e suportar força muscular reduzida.  		Embora a quantidade de rotação terminal do joelho seja modesta, ela é,  		como a rotação axial, um requisito para a função normal desta  		articulação. Os dois movimentos devem ser avaliados e recuperados para  		uma reabilitação bem sucedida do joelho.&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4667436190074940246?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4667436190074940246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4667436190074940246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2010/12/analise-dos-movimentos-do-joelho.html' title='Analise dos movimentos do joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6977182205154698032</id><published>2010-12-02T08:00:00.001-08:00</published><updated>2010-12-02T08:00:49.081-08:00</updated><title type='text'>Traumatismo em nariz</title><content type='html'>Com freqüência, os golpes no nariz resultam em hemorragias, hematomas e  inflamação. Na maioria dos casos não acontecem fraturas, mas ainda que  houvesse, as radiografias nasais não confirmariam. O melhor é esperar 5  dias até que a &lt;a&gt;inflamação&lt;/a&gt; tenha  desaparecido. Se então o nariz parecer torto é provável que o paciente  seja envidado a um cirurgião. Em caso de fraturas leves, é melhor tratar  alguns dias depois enquanto as fraturas graves geralmente são  corrigidas no mesmo dia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Que cuidados devem ser tomados?&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/strong&gt;1. Hematomas ou inchação do nariz. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Aplique gelo por vinte minutos. Espere uma hora e volte a aplicar o gelo por 20 minutos. Administre acetaminofeno ou ibuprofeno contra a dor caso seja necessário. Não dê aspirina.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2. Arranhões.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Limpe a área com água e sabão por 20 minutos. Para deter a hemorragia,  aplique pressão durante 10 minutos com um pano bem limpo ou gaze  estéril. Se o arranhão for grande, aplique pomada antibiótica e cubra  com curativo por 1 dia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 3. Hemorragias nasais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para deter a &lt;a&gt;hemorragia&lt;/a&gt; nasal, aperte as partes moles do nariz contra o septo nasal durante 10 minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Procure ajuda médica imediatamente se:&lt;br&gt; &lt;br&gt; - Tiver certeza que o nariz está fraturado ou deslocado.&lt;br&gt; - A pele foi aberta e precisa de pontos cirúrgicos.&lt;br&gt; - A &lt;a&gt;hemorragia&lt;/a&gt; não parar depois de aplicar pressão direta por 10 minutos.&lt;br&gt; - Seu filho não puder respirar pelo nariz.&lt;br&gt; - A forma do nariz não voltar ao normal após cinco dias.&lt;br&gt; - For observada uma secreção nasal amarelada, aumento da dor, &lt;a&gt;febre&lt;/a&gt; e outros sinais de infecção.&lt;br&gt; - Tiver outras perguntas e preocupações. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6977182205154698032?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6977182205154698032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6977182205154698032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2010/12/traumatismo-em-nariz.html' title='Traumatismo em nariz'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5417500860516026394</id><published>2010-11-19T10:23:00.001-08:00</published><updated>2010-11-19T10:23:56.023-08:00</updated><title type='text'>Luxações e subluxações</title><content type='html'>&lt;br&gt;A luxação de uma articulação ocorre quando as superfícies articulares ficam completamente separadas umas das outras, de modo que se perde toda a aproximação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A subluxação ocorre quando as superfícies articulares são parcialmente separadas, mas ainda fica alguma parte de cada superfície em contato.&lt;br&gt; &lt;br&gt;CAUSAS&lt;br&gt;&lt;br&gt;A principal causa das luxações e subluxações é o trauma. A malformação congênita das superfícies articulares resulta em luxação, como em luxação congênita do quadril. A luxação também pode ocorrer quando há paralisia muscular extensa ao redor de uma articulação, por exemplo, no ombro de um paciente com hemiplegia, quando há retorno na potência muscular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As subluxações podem ocorrer em pacientes que sofrem de Artrite Reumatóide quando há destruição das superfícies articulares e alterações nos tecidos moles. Algumas articulações são mais propensas a luxar que outras por causa de sua conformação anatômica, isso ocorre particularmente no caso do ombro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Muitas luxações traumáticas estão associadas a fraturas: fraturas do cotovelo, do tornozelo e das vértebras. Muitas vezes, as luxações são acompanhadas por grave dano nos tecidos moles, por causa de estiramento ou ruptura das estruturas ao redor da articulação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os ligamentos podem ser parcial ou completamente rompidos e podem exigir reparo cirúrgico. Os músculos, tendões, bainhas sinoviais e cartilagens também podem ser danificadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;LUXAÇÕES TRAUMÁTICAS&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dependem do fato de haver subluxação ou luxação, pois as características clinicas que surgem da subluxação são bem menos acentuadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na hora da lesão:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Imediatamente surge uma dor intensa que é pior que a sentida com a fratura. O paciente tem a sensação de ruptura, que é diferente da sensação da quebra ou estalido de osso, que ocorre na fratura.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2) Deformidade: pode ser muito nítida em uma luxação, porque o contorno normal da articulação pode ser modificado. Porém, pode haver ocasiões em que a deformidade não é discernível ou há uma fratura associada, que pode fazer com que a luxação seja negligenciada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3) Perda da função: o paciente não é capaz de mover o membro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Características posteriores:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Tumefação: ocorre como resultado do rompimento dos tecidos moles e conseqüente reação inflamatória. A exsudação de uma reação inflamatória dentro da cápsula articular é serofibrinosa e amplia o risco de aderências.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2) Contusão - equimose: e devida ao extravasamento de sangue dos vasos lesados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3) Rigidez: quando se desenvolvem aderências, isso pode criar um problema na recuperação da função.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4) Fraqueza muscular: ocorre nos músculos ao redor da articulação e possivelmente no resto do membro se ele for imobilizado por algum tempo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; As luxações e subluxações descritas abaixo são as que ocorrem mais freqüentemente; o tratamento fisioterápico pode ser importante:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;img alt="http://ruaro.site.med.br/fmfiles/index.asp/::XPRHUSX::/fotos/__.host_Shared%20Folders_Pictures_Fotos%20Ortopedia_Luxa%E7%E3o%20ombro.jpg" src="http://ruaro.site.med.br/fmfiles/index.asp/::XPRHUSX::/fotos/__.host_Shared%20Folders_Pictures_Fotos%20Ortopedia_Luxa%E7%E3o%20ombro.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;ARTICULAÇÃO DO OMBRO&lt;br&gt;&lt;br&gt;É uma luxação comum nos adultos e pode ocorrer como resultado de choque direto ou, mais freqüentemente, de choque indireto. Este choque indireto pode ocorrer de uma queda sobre a mão em hiperextensão, tende a produzir uma luxação anterior na qual a cabeça do úmero é deslocada para frente e a seguir fica na fossa infraclavicular logo abaixo do processo coracóide (luxação subcoracóide). A primeira pode ser resultado de uma choque direto na região anterior do ombro ou como conseqüência de uma convulsão epiléptica, que pode produzir uma luxação posterior, onde a cabeça do úmero é deslocada para trás e pode ficar abaixo da espinha da escápula na fossa infra-espinhosa (luxação subespinhosa). A luxação deve ser reduzida o mais breve possível, pois além da dor intensa e da perda da função, pode provocar mais danos devido ao estiramento prolongado dos tecidos. Se o paciente é idoso, há outro tipo de tratamento. O paciente idoso fica com o braço em repouso em uma grande tipóia ou colar e mantido por alguns dias, já o paciente jovem pode ser enfaixado com uma bandagem torácica por 2-3 semanas, tendo em vista o perigo de luxação recidivante.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Complicações:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Lesão do nervo axilar: é mais provável ocorrer em uma luxação anterior que na posterior e resulta em paralisia do deltóide e perda da sensibilidade em pequena área na região lateral do braço. Isso ocorre por causa do estiramento que causa uma axonotmese ou á pressão que resulta em neuropraxia, esta se recupera em poucas semanas, mas a axonotmese demora mais tempo, pela presença de processo degenerativo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Fratura associada: a luxação pode ser acompanhada por fratura do tubérculo maior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Luxação recidivante: em alguns casos, a lesão provocada pela luxação não cicatriza e pode ocorrer nova luxação. A seguir, outras luxações são prováveis e com freqüência crescente, embora a lesão de inicio possa ser muito leve. O dano envolve a cápsula rota a partir da margem anterior da cavidade glenóide e a superfície articular da cabeça do úmero apresenta uma depressão póstero-lateralmente. Esta luxação recidivante ocorre mais freqüente nos jovens, porque se o trauma inicial é mais grave e, se eles continuarem a praticar esportes ou forem ativos, um pequeno trauma pode dar origem a outra luxação. Se a reluxação é freqüente e prejudica as atividades normais do indivíduo, então aconselha-se a cirurgia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamento Fisioterapêutico:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Difere de acordo com a idade do paciente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Pacientes idosos: o mecanismo que causa a luxação pode ser relativamente simples, pois os músculos podem ser mais fracos na pessoa idosa e o manguito rotador pode não proporcionar a mesma estabilidade à articulação do ombro, como na pessoa jovem. Nesses casos, o dano no tecido mole pode não ser tão extenso e o tratamento deve começar no dia seguinte àquele em que a luxação foi reduzida. No 1o  ou 2o  dia de tratamento, deve-se concentrar no movimento dos dedos, punho, cotovelo e cintura escapular. As vezes, o calor e a massagem podem ajudar no relaxamento e possibilitam ao paciente iniciar os movimentos suaves do ombro. E mais fácil começar com flexão/extensão e deixar a rotação por último. É importante dar ênfase na restauração do arco de movimento e da função, pois muitas pessoas idosas desenvolvem ombro rígido se a mobilização não for precoce.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Pacientes jovens: não há o mesmo risco de desenvolver ombro rígido no jovem como acontece no idoso, e o ombro pode permanecer enfaixado junto ao tórax para permitir a cicatrização dos tecidos moles. Isso pode ajudar a diminuir o risco de uma luxação recidivante se as lesões não forem muito intensas. Durante esse tempo, o paciente deve ser orientado para realizar contrações estáticas nos músculos ao redor do ombro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Eliminado o enfaixamento, o fisioterapeuta pode encontrar um arco de movimento bastante bom, é importante reforçar os adutores e os rotadores mediais. A reabilitação final depende das necessidades do indivíduo. Os pacientes que retornam á atividade física, seja no trabalho seja nos esportes competitivos, podem precisar de um programa intensivo com ênfase especial sobre o desenvolvimento de potência muscular e todo o arco de movimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os pacientes submetidos a cirurgia para luxação recidivante podem Ter o ombro imobilizado por 34 semanas. Depois disso, o paciente precisa de um programa de reabilitação para reassumir o arco de movimento, a potência muscular e a função total.&lt;br&gt; &lt;br&gt;ARTICULAÇÃO DO COTOVELO&lt;br&gt;&lt;br&gt;A luxação da articulação do cotovelo ocorre por causa de uma queda com a mão em hiperextensão, deslocando o rádio e a ulna, posteriormente ou póstero-lateralmente. Pode Ter uma fratura associada, mas a luxação e as lesões dos tecidos moles que acompanham os deslocamentos são os mais importantes. A luxação é reduzida e o membro fica imobilizado com uma tala de gesso posterior com o cotovelo em aproximadamente 90o, por cerca de 3 semanas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Complicações:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Vasculares: como em fraturas, na região do cotovelo há o perigo de lesão da artéria braquial, que pode resultar em contratura isquêmica de Volkman se a circulação não for restaurada antes de ocorrer dano irreparável.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Rigidez: as aderências intra e periarticulares podem tornar difícil readquirir o arco total de movimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tratamento Fisioterápico:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Imediatamente após o trauma, é preciso ter o cuidado de observar qualquer deterioração da circulação ou qualquer perda de sensibilidade ou de força muscular que pode resultar da lesão do nervo. Depois de retirada o aparelho de contenção, deve-se dar ênfase à reaquisição do arco de movimento e potência muscular. Não se deve praticar estiramento passivo e o fisioterapeuta deve aconselhar o paciente, ou no caso de criança, os pais sobre o tipo de atividade que pode ser realizada. Um programa supervisionado é aconselhável, se houver perda marcante de movimentos devido à formação de aderências.&lt;br&gt; &lt;br&gt;ARTICULAÇÃO DO QUADRIL&lt;br&gt;&lt;br&gt; O quadril tem uma articulação tipo esferóide, mas sua estrutura é muito diferente da do ombro, sendo mais estável e protegida por ligamento fortes, de modo que a luxação é relativamente incomum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Um choque direto como um acidente de motocicleta ou de carro é a causa mais provável de lesão. A pessoa provavelmente está sentada e um choque direto na região anterior do joelho força a coxa para trás, resultando em luxação posterior do quadril. Depois que a luxação foi reduzida, o paciente é colocado em tração leve por 3-6 semanas. Os movimentos ativos são iniciados logo que a dor permita e continuam depois que a tração é removida se necessário.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Complicações:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Lesão do Nervo Ciático: quando ocorre uma luxação posterior, pode haver pressão sobre o nervo ciático, que resulta em neuropraxia. Removida a pressão, a recuperação se dá em poucas semanas. Se a lesão for extensa, provocando uma degeneração das fibras nervosas, o prognóstico pode ser mau.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Osteoporose: pode ocorrer em um estágio tardio se a luxação danificar as superfícies articulares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tratamento Fisioterápico:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Durante o período de tração, o paciente deve fazer exercícios ativos para o quadril, joelho e pé, para reassumir o arco de movimento e a potência muscular. Removida a tração, o paciente deve começar a andar, sendo o apoio com carga parcial progressiva até o apoio total.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/blair_art8.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5417500860516026394?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5417500860516026394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5417500860516026394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ortopedia.facafisioterapia.net/2010/11/luxacoes-e-subluxacoes.html' title='Luxações e subluxações'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3362522765756160380</id><published>2010-11-19T09:03:00.001-08:00</published><updated>2010-11-19T09:03:05.021-08:00</updated><title type='text'>Razões para a amputação</title><content type='html'>Uma lesão grave ou uma doença, às vezes, pode afetar partes do corpo além de sua capacidade de regeneração ou cura. Quando o tecido do corpo morre, pode haver uma infecção, causando problemas graves, como a gangrena (em inglês). A região infeccionada oferece um lugar seguro para bactérias perigosas, que podem se espalhar para outras partes do corpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma causa principal da morte do tecido que leva à infecção é a falta de fluxo sangüíneo. O sangue conduz nutrientes vitais e oxigênio às células individuais que formam os tecidos do seu corpo. Quando a doença ou lesão prejudica os vasos sangüíneos sem reparação, os tecidos alimentados po
