Criado e desenvolvido pela bioquímica americana Ida P. Rolf, o Rolfing®, há 20 anos no Brasil, é uma terapia corporal amplamente reconhecid...

O método Rolfing


Criado e desenvolvido pela bioquímica americana Ida P. Rolf, o Rolfing®, há 20 anos no Brasil, é uma terapia corporal amplamente reconhecida, que tem por objetivo levar o corpo a uma condição mais equilibrada e harmoniosa de postura e movimento.

Através de toques altamente especializados, profundos e precisos, o profissional de Rolfing® elimina as tensões e encurtamentos musculares que causam as dores, alteram a postura e dificultam os movimentos. O rolfista também ensina o cliente como usar melhor seu corpo para não sobrecarregá-lo durante as diferentes atividades físicas.

O trabalho do profissional tem início com a observação e análise da estrutura corporal e dos padrões do movimento do cliente. Juntos, profissional e cliente, discutem as suas sensações e percepções, observando o alinhamento dos segmentos do corpo, a relação deles entre si, áreas de imobilidade e de tensão, áreas com rotações e torções, como também problemas específicos (geralmente dores) trazidos pelo cliente.

O Rolfing® é geralmente aplicado em uma série inicial básica de dez a quinze sessões individuais de manipulação dos tecidos e reorganização do corpo. Essas sessões se desenvolvem numa seqüência lógica em que cada uma delas é, ao mesmo tempo, uma continuação da anterior e uma preparação para a próxima. Cada sessão tem objetivos específicos e trabalha com determinadas áreas do corpo, determinadas regiões anatômicas e diferentes níveis de profundidade. Sem nunca perder de vista a integração do corpo como um todo, os objetivos do Rolfing® vão sendo atingidos a cada sessão e sedimentados de forma cumulativa.

Considerando as diferenças individuais dos clientes e dadas as suas limitações, dificuldades e qualidades específicas, o Rolfista cria um plano de sessões com características próprias a cada cliente, sem perder de vista uma linha básica de ação que norteia toda a série.

Juntamente a esses procedimentos, o cliente é fotografado, de corpo inteiro, em quatro posições (frente, costas e dois perfis), antes da primeira sessão, durante o processo e ao final da décima sessão. Essas fotografias são um valioso instrumento de avaliação do processo, além de serem importantes para auxiliar a percepção e reeducação do cliente.


Retirado daqui

Teste de Thomas: é um teste obrigatório, sendo usado para se verificar se há contratura em flexão do quadril. Patologias intra-articulares ...

Testes especiais para quadril




Teste de Thomas: é um teste obrigatório, sendo usado para se verificar se há contratura em flexão do quadril. Patologias intra-articulares ou na vizinhança do quadril, freqüentemente, desencadeiam uma resposta reflexa antálgica no quadril que fica em semiflexão. Geralmente, esta atitude não é percebida porque é compensada pela inclinação da pelve. A manobra de Thomas consiste na eliminação da atitude compensatória da pelve, para se observar a posição real do quadril. O paciente é colocado deitado. Faz-se flexão de ambos os quadris. Com isto desfaz-se a inclinação pélvica. Mantém-se o quadril normal em flexão máxima para segurar a pelve e, vagarosamente estende-se o quadril que se quer testar. Quando há contratura em flexão o quadril não estende completamente e o ângulo formado entre a face posterior da coxa e o plano da mesa de exame corresponde à contratura em flexão existente.

Manobra de Trendelcnburg: é usada para verificar se há insuficiência do músculo glúteo médio. Como visto, este músculo tem a importante função de manter a pelve nivelada durante a marcha. Se ele está insuficiente a pelve tende a cair para o lado contrário ao do apoio. As insuficiências do glúteo médio são ocorrências freqüentes em patologias do quadril e podem existir por doenças do próprio músculo ou de sua inervação (exemplos: seqüela de poliomielite, miopatias,lesões de raízes nervosas), ou, ainda, por encurtamento da distância entre a origem e inserção do rnúsculo. 
Isto faz com que ele fique relativamente frouxo e perca eficiência. São exemplos a luxação congênita do quadril e deformidades em varo do terço proximal do fêmur (sequelas de fratura).
Para realizar a manobra o paciente fica de pé, de frente para o examinador. Segura-se, firmemente, as duas mãos do paciente e pede-se que ele levante o pé do lado normal, fazendo apoio do lado que se quer testar. Com isto, a pelve tende a cair para o outro lado e o músculo glúteo médio contrai-se para manter o nivelamento dela. Se ele estiver insuficiente o nivelamento não é mantido e a pelve cai para o lado oposto ao do apoio. Reflexamente, o paciente para não se desequilibrar, inclina o tronco para o lado do membro apoiado. Com isto, ele consegue trazer o centro de gravidade sobre o quadril, diminuindo o braço de alavanca e aliviando o músculo. Portanto, o Trendelenburg testa o músculo do lado do apoio e,
quando é positivo, a pelve cai para o lado contrário ao apoio e o tronco inclina-se para o mesmo lado do apoio (Figura 9). A manobra é feita, primeiramente, no lado normal ou menos afetado.

Marcha é a seqüência dinâmica de eventos que permitem que o indivíduo se desloque, mantendo a posição bípede. É uma atividade complexa, resu...

Avaliação da Marcha na Ortopedia



Marcha é a seqüência dinâmica de eventos que permitem que o indivíduo se desloque, mantendo a posição bípede. É uma atividade complexa, resultante de ações reflexas e voluntárias. A marcha normal é clica, com fases alternando-se com o apoio e balanço do membro inferior. A fase de apoio inicia-se com o toque do calcanhar, segue-se com o apoio completo do pé, impulsão (apoio no antepé) e desprendimento.

Em seguida, o pé deixa o solo e inicia fase de balanço. Sem o apoio, entra em fase de aceleração, desaceleração para, novamente ir ao solo com o toque do calcanhar. Enquanto um pé se apóia, o outro está elevado. Há, associadamente, balanço do tronco,e movimentos pendulares alternados dos membros superiores, também realizando aceleração e desaceleração. O membro superior de um lado acompanha o membro inferior do lado oposto.

Há muitos tipos de marcha alterada. A marcha é antálgica quando a fase de apoio do lado doloroso está encurtada e, geralmente, acompanhada de um esboço de saltitar na tentativa de aliviar o peso. Na marcha por insuficiência do glúteo médio, o tronco inclina-se exageradamente para o lado do apoio. Quando a insuficiência é bilateral o tronco balança para um lado e para o outro, caracterizando a marcha anserina. Esta marcha é típica de muitas miopatias, da luxação congênita do quadril bilateral e da coxa vara bilateral. Marcha talonante é quando o toque do calcanhar é feito com muita intensidade, produzindo um som típico. Ocorre em neuropatias que afetam a sensibilidade profunda e percepção vibratória. Na marcha espástica, o indivíduo anda como se fosse um robô, enrijecido e com movimentação grosseira.

Na marcha atetóica, há exagero de movimentação, com arremesso casual dos membros, tronco e cabeça em várias direções. Na marcha por insuficiência de quadríceps, a pessoa coloca a mão no joelho para bloqueá-lo, na fase de apoio. Na marcha em eqüino, o indivíduo apóia apenas a ponta dos pés.

Teste Especial

Teste de Galeazzi: Serve para verificar se há diferença de comprimento nos membros inferiores. O indivíduo é colocado em decúbito dorsal, em posição simétrica, com os membros inferiores fletidos de modo a manter os pés juntos. Quando há discrepância de comprimento dos membros os topos dos joelhos ficam em alturas diferentes. Esta discrepância pode ser causada por encurtamento real do membro ou apenas funcional, como acontece na luxação congênita do quadril.

O Fitball foi desenvolvido na Suiça nos anos 70 para tratamento de problemas posturais, principalmente da coluna, e problemas neurológicos....

Bola suiça na fisioterapia ortopédica


O Fitball foi desenvolvido na Suiça nos anos 70 para tratamento de problemas posturais, principalmente da coluna, e problemas neurológicos. Por isso a bola também pode ser reconhecida como a bola de bobath, método criado para inicialmente tratar problemas neurológicos.

Desde então, por sua grande aplicação clínica, a Bola Suíça tem sido usada desde reabilitação neurológica a reabilitação desportiva. O profissional deve conhecer bem o seu paciente e os exercícios e usar o bom senso para um resultado mais seguro e eficiente.

Com a bola pode-se realizar diversos exercícios para fortalecimento de membros inferiores e superiores, melhorar flexibilidade em segmentos corporais além de ser uma maneira divertida de se exercitar.

A terapia sobre a bola é útil no tratamento de pacientes em todas as áreas da fisioterapia: casos agudos e crônicos, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), neurologia, cardiologia, ortopedia e postura (Correção Postural sobre a Bola), medicina esportiva, distúrbios ginecológicos e incontinência, e também como método preventivo. A bola suíça pode ser utilizada na avaliação das deficiências de força, mobilidade, equilíbrio, coordenação e também na terapia manual.

Qualquer pessoa de qualquer idade pode realizar a terapia sobre a Bola Suíça, porém existe a necessidade de uma avaliação anteriormente aos exercícios. Essa prática pode ser realizada em grupos, separados de acordo com a idade ou com a patologia apresentada, ou ainda sessões individuais, programada de acordo com a característica e necessidade de cada paciente.

Na fisioterapia ortopédica ela pode ser usada para correção de probelmas postural, alongamentos de estruturas, mobilização articular, relaxamento, melhora do tônus muscular, amplitude de movimentos e pode ser utilizada em todas as fases do tratamento, baseado na condição do paciente, de forma ativa ou passiva.

A atualização é importantíssima para qualquer profissional, principalmente na área da saúde. E cursos extras podem ajudar muito essa atual...

Dica para atualização profissional



A atualização é importantíssima para qualquer profissional, principalmente na área da saúde. E cursos extras podem ajudar muito essa atualização, principalmente depois de formado.

Embora encontrar cursos que o investimento valha a pena pode ser uma missão difícil, há institutos e sites que se preocupam não só com a qualidade de conteúdo mas com a qualidades dos professores que ministram esses cursos.

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