Veja agora 10 cuidados para um tratamento de patologias no pé bem sucedidos. 1. Uso de anti-inflamatórios orais na fase aguda. 2. ...

Tratamento de fisioterapia para o pé



Veja agora 10 cuidados para um tratamento de patologias no pé bem sucedidos.

1. Uso de anti-inflamatórios orais na fase aguda.

2. Alterações na biomecânica: Uso de almofadas metatársicas específicas facilmente encontradas no mercado, para distribuição do peso aliviando a sobrecarga na região afectada.

3. A escolha do calçado também é uma medida eficaz. 
Importante lembrar de avaliar a forma da sua pégada: neutra , supinada e pronada. Sendo supinada você precisa de um ténis mais flexível e com mais amortecimento. Sendo pronada um ténis que lhe dê maior estabilidade e seja menos flexível.

4. Ainda como recurso para reduzir o processo inflamatório podemos utilizar a fonoforese, medida física utilizada com ultra-som onde se acrescenta ao gel de acoplamento, substância química para redução do quadro álgico e inflamatório.

5. Se houver calosidades nas cabeças metatarsianas (pela metatarsalgia ) pode reduzir com água morna, removendo-os com raspagem em pedra-pome.

6. Outra medida importante é a manipulação e mobilização dos metatarsos e dos dedos, para aumentar mobilidade na área afectada.

7. Massagem transversa é um bom recurso, bem como a vibração.

8. Exercícios de fortalecimento podem ser utilizados: Flexão dos dedos do pé, bem como extensão dos dedos (dedos para cima ), com e sem resistência, acompanhados de flexão plantar e flexão dorsal.

9. Exercícios proprioceptivos: sendo aqueles que provocam desequilíbrios, gerando estabilidade Cama elástica, andar em linha recta, giro-plano, etc.

10. O Tratamento Cirúrgico às vezes é eficiente se os outros tratamentos não obtiverem o resultado esperado.

Postado por Dani Souto. Contato: danisouto@gmail.com

Fundada em 16 de outubro de 2009, durante o XVIII Congresso Brasileiro de Fisioterapia no Rio de Janeiro, a ABFITO tem como missão: • defi...

Associação Brasileira de Fisioterapia Traumato Ortopédica Funcional



Fundada em 16 de outubro de 2009, durante o XVIII Congresso Brasileiro de Fisioterapia no Rio de Janeiro, a ABFITO tem como missão:

• definir a abrangência e potencialidade da especialidade,

• traçar critérios e contribuir para formação de especialistas,

• proceder a titulação de especialistas,

• estabelecer, através de consensos, os padrões de qualidade de assistência em Fisioterapia Traumato-Ortopédica,

• criar espaços de divulgação do saber científico,

• promover interação entre docentes, pesquisadores e clínicos, a fim de integrar teoria e prática,

• subsidiar o MEC e as IES no tocante à abordagem da Fisioterapia Traumato-Ortopédica em nível de graduação e pós-graduação,

• posicionar-se junto aos órgãos públicos em questões concernentes à excelência científica do exercício da especialidade.

O presidente foi meu orientador na Gama Filho em anatomia e é uma pessoa altamente comprometida com a Fisioterapia.

Desde o dia 20 de maio do ano corrente, o site da associação está no ar!!!!!!!!!!!! 

Acessem:  www.abfito.org.br

O músculo tríceps sural (: musculus triceps surae ) é um músculo da perna constituído pela união dos músculos gastrocnemios (vulgarmente con...

Tríceps sural


O músculo tríceps sural (: musculus triceps surae ) é um músculo da perna constituído pela união dos músculos gastrocnemios (vulgarmente conhecidos como gémeos) e sóleo, que se inserem conjuntamente no calcáneo do pé mediante o tendão de Aquiles


O tríceps sural é o músculo mais estudado em fisiologia. Constitui-se de três porções. Duas mais superficiais, os gastrocnêmios, são reconhecidas como dinâmicas. O sóleo, músculo mais profundo, é a porção estática. No entanto, nos livros de anatomia a ele é sempre atribuída a função de flexão plantar, encarando-se todo o músculo como dinâmico, sem diferenciar-se a função do sóleo, músculo estático

Alongamento dessa musculatura:

Primeiro :
Inicia-se alongamento dinâmico com uma das pernas a frente, mantendo a postura da coluna vertebral numa postura constantemente correta, realizando uma flexão do joelho que se encontra a frente. E uma extensão da perna contrária.
Duração de 8 segundos. Realizar este movimento 2 vezes cada perna.
Após alongamento estático a frente, deve realizar saltitos, afim de relaxamento e vascularização. 
Duração de 8 segundos e 2 repetições.
Sempre dar muita atenção a postura correta da coluna vertebral, evitando sobrecargas nesta.

Segundo:
Inicialmente segura coma mão na ponta do pé, mesmo se tiver dificuldades, e realiza a extensão total da perna. Afim de realizar a maior amplitude. Com a mão contrária esta pode auxiliar na extensão do joelho, forçando para baixo.

Pode~se fazer alongamento desta musculatura utilizando a tábua de alongamento, como a da foto acima.

Existem mais de cem tipos diferentes de cirurgia, mais seis são mais comumente utilizadas. No entanto, só é recomendada pelos médicos em cas...

Cirurgias para joanetes


Existem mais de cem tipos diferentes de cirurgia, mais seis são mais comumente utilizadas. No entanto, só é recomendada pelos médicos em casos de deformidades muito acentuadas e o joanete causa dor forte.

 
O procedimento cirúrgico mais simples consiste em cortar a protuberância e soltar os tendões e ligamentos que tracionam o dedo.

 
Depois de cortar o osso e descolar os tendões, o dedo é colocado na posição correta, encaixado na articulação. O feixe de tendões e ligamentos é preso de forma a não deixar o dedo se deformar novamente.

 
O osso é encaixado na articulação para que a deformidade não se repita, o tecido que fica sob a pele, depois de cortado o osso, também é puxado e firmemente costurado para manter o dedo na posição articular correta.

Você já operou o Joanete? Escreva sua experiência!!!


CAUSAS E FREQUÊNCIA O epicôndilo é urna proeminência da extremidade inferior do úmero que se encontra muito perto da articulação do cotovelo...

Epicondilite


CAUSAS E FREQUÊNCIA

O epicôndilo é urna proeminência da extremidade inferior do úmero que
se encontra muito perto da articulação do cotovelo. Os músculos que se
unem ao epicôndilo são os que provocam a extensão do punho e a
supinação do antebraço, ou seja, o movimento giratório que permite
mover a mão para a frente ou para cima.
Dado que a epicondilite é provocada pelas contracções forçadas e
repetitivas destes músculos, a doença é especialmente frequente nas
pessoas que habitualmente realizam movimentos de supinação do
antebraço e de extensão do punho, como é o caso dos tenistas, já que o
bater da bola implica uma supinação do antebraço e uma extensão do
punho. Todavia, a epicondilite também é muito comum entre as donas de
casa e em várias outras profissões.
Como a maioria da população é destra, a epicondilite é muito mais
frequente no cotovelo direito do que no esquerdo.

MANIFESTAÇÕES E EVOLUÇÃO

O sintoma mais característico da epicondilite é uma dor na zona
externa do cotovelo, ou seja, a zona que fica mais afastada do tronco
quando a palma da mão está virada para a frente. Embora esta dor se
manifeste essencialmente nessa zona, já que é aí que se encontra o
epicôndilo, em alguns casos, pode alastrar para o antebraço, para o
punho e para os dedos. Inicialmente, a dor pode ser ligeira, mas
costuma aumentar de intensidade quando se roda, flexiona ou estende o
punho ou se segura um determinado objeto. Contudo, com o decorrer do
tempo, a dor fica tão intensa que chega a impedir a total realização
deste tipo de movimentos e tarefas.

TRATAMENTO

A medida mais importante para o tratamento da epicondilite é a
interrupção dos movimentos que desencadeiam e pioram a evolução da
doença até ao desaparecimento dos sinais e sintomas, o que pode levar
alguns meses. Para além disso, em muitos casos, costuma-se proceder à
imobilização da zona através da aplicação de uma ligadura ou gesso
durante as duas ou três primeiras semanas.
Ao mesmo tempo, costuma-se proceder à administração de analgésicos e
anti-inflamatórios, independentemente de ser por via oral ou através
de injecções locais, e à aplicação de calor na zona, por exemplo,
através de uma almofada eléctrica, para aliviar os sinais e sintomas.
Por fim, nos casos de maior gravidade e naqueles em que o tratamento
médico não é eficaz, costuma-se proceder à realização de uma
intervenção cirúrgica que restabeleça o normal funcionamento do tecido
afetado.

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