Estabilização de fraturas










A fratura é a perca de continuidade óssea, podendo ocorrer por uma ação direta de uma força ou indireta por tração, torção ou compressão do osso lesado. Diz-se fratura fechada quando não há contato com o exterior, aberta quando há comunicação com o meio exterior e exposta quando o peça óssea fraturada se insinua para fora do corpo. Além disso, as fraturas podem ser dividas em transversais, obliquas, espirais ou comunicativas.

O modo como um osso se fratura geralmente esta relacionada com o modo de como a força é aplicada. A tíbia e a fíbula são componentes ósseos da parte distal da perna e são responsáveis pelo apoio de peso e pela inserção muscular. A tíbia é o osso longo que mais sofre fraturas, as fraturas são normalmente por um trauma direto sobre a área. As complicações após a imobilização decorrente do período de recuperação e consolidação de fratura são rigidez articular, atrofia muscular da parte distal da perna e possivelmente da musculatura da parte proximal da coxa e quadril, assim como um padrão anormal da marcha. É importante que o fisioterapeuta realize uma avaliação para determinar o tipo de conduta e tratamento há ser executado na reabilitação inclusive é importante observar amplitude de movimento, mobilidade articular, flexibilidade muscular, comprometimento de força, propriocepção, equilíbrio e marcha, o fisioterapeuta precisa também determinar as necessidades funcionais que serão impostas ao paciente e estabelecer objetivos a curto e a longo prazo de
acordo com essas necessidades

O uso do gesso é o método popular de tratamento para a fratura. Este método foi utilizado independentemente dos danos dos tecido moles e do esmagamento, pela estabilidade da fratura.

Os primeiros dias de tratamento conservador envolve um período de tração, depois a aplicação de um gesso para imobilizar a perna.

O gesso deve incluir a articulação proximal e distal para imobilizar corretamente a estrutura lesionada. O gesso não deve ser mantido por um período de mais de 8-12 semanas para evitar a rigidez da articulação, após a retirada deve ser substituída por uma órtese.

A radiografia deve ser repetida depois de 15 dias, 1 mês e 2 meses para permitir um controle da posição dos ossos na fratura.

Depois de 4-8 semanas ou quando o medico vê o sinal da consolidação óssea, se remove o gesso longo que chega acima do joelho e substituí-lo por uma órtese.

Os fatores que afetam os resultados e os tempos de recuperação são o deslocamento inicial dos fragmentos, o grau de esmagamento e as condições do membro afetado.

Complicações do gesso

A rigidez articular é claramente o principal problema do tratamento com gesso em fraturas da tíbia. Esta deficiência é causada por fraturas que são imobilizados com gesso por um longo período.

Recomendamos a mobilização passiva feita por um fisioterapeuta experiente para recuperar a amplitude de movimento normal no menor tempo possível. Quando a dor o permitir, você tem que fazer exercícios ativos para recuperar a funcionalidade e a força.

Publicado em 26/05/10 e revisado em 06/07/17




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