A escoliose idiopática apresenta diversas classificações úteis que auxiliam no estabelecimento do prognóstico e no planejamento do tratament...

Classificação da Escoliose Idiopática



A escoliose idiopática apresenta diversas classificações úteis que auxiliam no estabelecimento do prognóstico e no planejamento do tratamento. As classificações de acordo com a idade do diagnóstico e a localização do ápice da curva são as mais utilizadas.

A escoliose idiopática pode ser classificada em infantil, juvenil e do adolescente, de acordo com a idade do paciente na ocasião do diagnóstico. Na escoliose idiopática infantil o  paciente tem entre zero e três anos; na escoliose idiopática juvenil, entre três e dez anos; e na escoliose idiopática do adolescente, mais de dez anos de idade.

A escoliose idiopática pode ser classificada de acordo com a localização do ápice da curva em torácica, tóraco-lombar, lombar, cérvico-torácica, dupla curva torácica e lombar e
dupla curva torácica.

O ápice da curva escoliótica pode ser subclassificado de acordo com a rotação vertebral. A rotação vertebral é o principal fator responsável pela gibosidade observada no dorso e geralmente está presente na curva estruturada. A rotação vertebral é classificada em cinco graus, de acordo com a relação pedículo-eixo vertebral observada na radiografia da coluna na incidência ântero-posterior.

Denomina-se grau zero (0) quando ambos os pedículos estão eqüidistantes do eixo da vértebra, ou seja, a vértebra não está rodada;

no grau I, o pedículo do lado convexo encontra-se desviado ligeiramente na direção do centro do corpo vertebral;

no grau III, o pedículo do lado convexo é visualizado no centro do corpo vertebral;

no grau II, o pedículo do lado convexo encontra-se entre os graus I e III;

no grau IV, o pedículo do lado convexo ultrapassa o centro do corpo vertebral em direção ao lado côncavo.

Dores nos pés, ao andar, e dificuldades de se relacionar podem ser conseqüências de problemas ortopédicos. Entre eles, o mais frequente é ...

Problemas ortopédicos podem prejudicar o desenvolvimento físico da criança



Dores nos pés, ao andar, e dificuldades de se relacionar podem ser conseqüências de problemas ortopédicos. Entre eles, o mais frequente é a má formação dos pés, que corresponde a cerca de 80% dos casos.

Botas ortopédicas pesadas, palmilhas grossas e crianças reclamando do incômodo causado por esses "objetos de tortura" faziam parte do cenário dos pequenos que nasciam com algum tipo de má formação nos pés. Há aproximadamente quatro anos, essa situação se transformou e as botas foram abolidas dos tratamentos ortopédicos. "Hoje em dia, o comum é acompanharmos o desenvolvimento da criança e a gravidade do problema. Em alguns casos, a curvatura dos pés forma-se normalmente, e em casos extremos há necessidade de cirurgia", afirma Camilo Helito Neto, médico ortopedista do hospital Nove de Julho.

Além do pé plano, conhecido também como pé chato, cuja incidência é mais comum, existem os pés cavos, com a curvatura muito acentuada e os varos, com a planta do pé virada para dentro. Os pais podem ficar atentos aos pezinhos dos bebês no período entre seis meses e um ano, quando a criança começa a ensaiar os primeiros passos. Se o pequeno consegue andar normalmente, com os pés apoiados no chão, a próxima etapa é ficar atento às reclamações de dores e dificuldades para correr e brincar, que geralmente começam a surgir por volta dos oito anos. "Muitas vezes, se o caso não é grave, a recomendação é incentivar a criança a andar descalça em terreno acidentado, como praia ou gramado, para auxiliar na formação da curvatura correta dos pés", explica o médico.

A má formação dos pés corresponde a cerca de 80% dos problemas ortopédicos nas crianças e se dá de duas maneiras - por posicionamento incorreto do feto na barriga da mãe ou por herança genética. "Se pai e mãe têm algum tipo de problema nos pés, existe uma probabilidade de 60 a 70% de chance de o filho nascer com a mesma característica."

Luxação Congênita de Quadril pode ser resolvida em bebês de até um ano

Outra alteração ortopédica que pode ser detectada nas crianças é a chamada Luxação Congênita de Quadril, que é uma falha no encaixe da cabeça do fêmur na bacia, que pode ocasionar fortes dores no quadril e dificuldades ao andar. De acordo com o ortopedista, existe um exame que é feito nos bebês para diagnosticar esse tipo de problema.

Trata-se da Manobra de Ortolani, que consiste em movimentar as pernas do bebê para os lados, em abertura. Se constatada a alteração, que pode ser percebida pelo médico por um "estalo" no osso, recomenda-se o uso de uma quantidade maior que o normal de fraldas no bebê, para abrir o quadril e facilitar o encaixe do osso. Esse método apresenta resultados quando realizado no primeiro ano de vida da criança. Após essa idade, se a luxação existe, mas não foi detectada, há a necessidade de intervenção cirúrgica.

Além desses males, as crianças podem apresentar outros tipos de alteração ortopédica, como luxação de joelho, torcicolo congênito, entre outros, que podem ser identificados nas primeiras visitas do bebê ao pediatra. "O acompanhamento médico nos primeiros meses de vida é primordial para garantir a saúde do bebê", finaliza o ortopedista.


Sinal de Lasegue: O paciente deve estar em decúbito dorsal, com os MI entendidos, enquanto o examinador pede ao paciente que faça uma flexão...

Testes especiais para coluna vertebral


Sinal de Lasegue: O paciente deve estar em decúbito dorsal, com os MI entendidos, enquanto o examinador pede ao paciente que faça uma flexão de quadril com o joelho em extensão . Essa flexão é feita apenas com o MI que o paciente refere dor,e essa flexão deve ser lenta e gradativa até o máximo de amplitude que o paciente realiza. Se o paciente não consegue fazer a flexão do quadril ativamente, o examinador vai auxiliá-lo . Esse teste tenta reproduzir a lombociatalgia.  O paciente deve estar em decúbito dorsal, com os MI entendidos, enquanto o examinador pede ao paciente que faça uma flexão de quadril com o joelho em extensão . Essa flexão é feita apenas com o MI que o paciente refere dor,e essa flexão deve ser lenta e gradativa até o máximo de amplitude que o paciente realiza. Se o paciente não consegue fazer a flexão do quadril ativamente, o examinador vai auxiliá-lo . Esse teste tenta reproduzir a lombociatalgia .

Teste de Milgram: O paciente deve estar em decúbito dorsal com ambos MI em extensão , peça-lhe para elevar as pernas cerca de 5 cm da maca . Ele deverá manter essa posição ao menos uns 30 segundos. Esta manobra aumenta a pressão intratecal , e se o paciente conseguir mante-la sem se queixar de dor , podemos afastar as hipóteses de patologias intratecais. O paciente deve estar em decúbito dorsal com ambos MI em extensão , peça-lhe para elevar as pernas cerca de 5 cm da maca . Ele deverá manter essa posição ao menos uns 30 segundos. Esta manobra aumenta a pressão intratecal , e se o paciente conseguir mante-la sem se queixar de dor , podemos afastar as hipóteses de patologias intratecais.

Manobra de Valsava: Peça para o paciente para fazer um esforço como se quisesse evacuar. Está manobra também aumenta a pressão intratecal . Se ela for capaz de provocar dores nas costas ou dor que irradie ao longo das pernas, provavelmente haverá alguma patologia que está aumentando a pressão intratecal ( hérnia de disco ).
Peça para o paciente para fazer um esforço como se quisesse evacuar. Está manobra também aumenta a pressão intratecal . Se ela for capaz de provocar dores nas costas ou dor que irradie ao longo das pernas, provavelmente haverá alguma patologia que está aumentando a pressão intratecal ( hérnia de disco ).

Teste de Patrick ou Fabere: Este teste pode ser usado para detectar patologias da articulação sacro-ilíaca . Peça para o paciente para se deitar em decúbito dorsal e coloque o pé do membro inferior a ser testado sobre o joelho oposto. A articulação coxofemural estará agora fletida, abduzida e rotada externamente. Nesta posição, a dor inguinal é indicativa de patologia coxofemural .Para avaliar a articulação sacro-ilíaca o examinador coloca uma das mãos no joelho fletido e a outra mão sobre a espinha ilíaca antero-superior. Comprima as duas mãos contra a maca , como se quisesse alongar o paciente , se ele sentir dor haverá alguma disfunação na articulação sacro-ilíaca. Este teste pode ser usado para detectar patologias da articulação sacro-ilíaca . Peça para o paciente para se deitar em decúbito dorsal e coloque o pé do membro inferior a ser testado sobre o joelho oposto. A articulação coxofemural estará agora fletida, abduzida e rotada externamente. Nesta posição, a dor inguinal é indicativa de patologia coxofemural .Para avaliar a articulação sacro-ilíaca o examinador coloca uma das mãos no joelho fletido e a outra mão sobre a espinha ilíaca antero-superior. Comprima as duas mãos contra a maca , como se quisesse alongar o paciente , se ele sentir dor haverá alguma disfunação na articulação sacro-ilíaca.

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