A parte anterior da patela é protegida pela bursa, localizada entre o osso e a pele que o cobre. A bursa quando está inflamada, fica edema...

Bursite pré-patelar


A parte anterior da patela é protegida pela bursa, localizada entre o osso e a pele que o cobre. A bursa quando está inflamada, fica edemaciada e forma uma grande protuberância ovóide sobre a patela. A bursa é lesada como efeito cumulativo da repetida pressão na parte anterior do joelho, por exemplo, ficar ajoelhada por muito tempo.

ETIOLOGIA

1. Microtrauma de repetição;
2. Trauma direto;
3. Atrito excessivo (permanecer por muito tempo ajoelhada);
4. Infecção (AR / Gota).

SINAIS E SINTOMA

1. Dor ao movimento e a palpação;
2. Tumefação ovóide e flutuante.

OBS: Se não for tratada, pode causar aderência.


TRATAMENTO

Clínico:
* Cirurgia no caso de haver aderência;
* Antiinflamatório;
* Infiltração.

Fisioterápico:
Pré-cinético:
* Crioterapia
* Calor úmido superficial
* Laser AsGa
* Iontoforese
* Contraste

Cinético:
* Repouso relativo (exemplo: joelheira de neoprene);
* Mobilização;
* Alongamento;
* Na evolução do tratamento, realizar exercícios ativos.

OBS: As bursites mais comuns do joelho: além da pré-patelar, já abordada temos a suprapatelar, infrapatelar e pata anserina.

Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo c...

Importância do Alongamento


http://1.bp.blogspot.com/_O6GCs1wsr6w/S9GsxD1F-VI/AAAAAAAAFvA/VXQI3D7UDwE/s1600/alongamento2.jpg

Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.

Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.

Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.

Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.

Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.

Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:

-reduzem as tensões musculares;

-relaxam o corpo;

-proporcionam maior consciência corporal;

-deixam os movimentos mais soltos e leves;

-previnem lesões;

-preparam o corpo para atividades físicas;

- Ativam a circulação.

No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.

Como deve ser feito?

A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.

Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.

Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.

Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.

Por que fazer alongamentos?

Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.

 Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.

Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.

Quando alongar?

É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.

Como alongar?

Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.

            O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.

Autora: Patrícia Bressan Gennari

--  A - Deformação permanente dos ligamentos As lesões do joelho resultam de movimentos que ultrapassam os limites normai...

Considerações mecânicas em lesões de joelhos


http://www.drcarlosfrutos.com.br/wp-content/uploads/2010/11/joelho1.jpg

-- A - Deformação permanente dos ligamentos

As lesões do joelho resultam de movimentos que ultrapassam os limites normais da articulação. Quando forçados, os ligamentos podem ser submetidos a uma tensão superior a seu limite elástico, colocando-os na região plástica de sua curva de carga-extensão. O resultado é uma deformação permanente dos ligamentos cuja magnitude depende da força aplicada.

B - Tríade infeliz

A "tríade infeliz" refere-se a uma lesão que afeta simultaneamente o ligamento colateral medial, ligamento cruzado anterior e o menisco medial. Comum em atletas foi relatado que esse tipo de lesão também ocorre durante simulações de impacto lateral. Esse mecanismo envolve tipicamente o mecanismo de valgo-rotaçao externa.

C - Luxação patelofemoral

Um fator anatômico que predispõe um indivíduo à luxação patelofemoral é um ângulo Q anormal. O ângulo Q é o desvio entre a linha de tração do quadríceps e o ligamento da patela. Um ângulo Q de 10º é considerado normal. Ângulos maiores podem resultar em luxações laterais da patela. Outras condições anatômicas que predispõem um indivíduo a esse tipo de lesão incluem a pelve larga da mulher, joelhos valgos e um côndilo femoral lateral relativamente plano. Fatores como o estresse, podem vir a contribuir para a degeneração patelofemoral e assim patologias, tais como condromalácia patelar e osteoartrites se desenvolvem.

D - Lesão de menisco

A lesão de menisco geralmente é simultânea à entorse ligamentosa. O menisco medial em forma de C, é fixado ao ligamento colateral medial pelo ligamento coronário. Quando o ligamento colateral medial é lesionado, submete o menisco medial a uma lesão mecânica onde ele se fixa ao ligamento colateral medial. A lesão resulta de avulsão do menisco da fixação tibial inferior ou femoral superior. A lesão do menisco lateral, em forma de O, é menos freqüente que a do menisco medial. É mais suscetível à lesão por uso excessivo que por macrotraumatismo agudo.
O local de dor é ao longo da face ântero-lateral da perna e da parte proximal do músculo tibial anterior. Em corredores, a dor geralmente é sentida ao longo da face póstero-medial da perna. Nos casos leves, os sintomas desaparecem dentro de 10 a 14 dias se o paciente mudar para exercícios leves sobre uma superfície mais macia.

Os exercícios que fazem com que o joelho em sustentação de sobrecarga seja completamente fletido foram condenados como potencialmente perigosos para as estruturas de suporte do joelho. O impedimento da rotação do pé fixado nessa situação causa maior tensão sobre os ligamentos e cartilagens do joelho. A solução para essa prática perigosa é limitar o grau de flexão dos joelhos, como nos exercícios de agachamento paralelo.

E - Condromalácia e Osteoartrite

A força compressiva patelofemoral produz estresse (força compressiva dividida pela área de contato) na cartilagem articular da patela e superfície patelar do fêmur. Excessivas forças compressivas e estresse, ou repetitivas ocorrências de força de baixa magnitude e estresse, podem contribuir para a degeneração patelofemoral e patologias, como condromalácia patelar e osteoartrites. Segundo Escamilla (2001 b), "a força patelofemoral excessiva pode contribuir para lesões no joelho como: condromalácia e osteoartrite".

Existem três forças agindo na patela durante o agachamento: força tendínea do quadríceps, força do tendão patelar e força compressiva patelofemoral.

Durante o agachamento, todas essas forças são afetadas pelo ângulo de flexão do joelho. Matematicamente, a força compressiva é no joelho mais intensa quanto menor o ângulo de flexão do joelho, porque existem componentes de força maiores do tendão do quadríceps e tendão patelar na direção compressiva.

Fonte


Conteúdo Programático do curso online Cinesiologia O que é cinesiologia? História da cinesiologia e biomecânica; Planos, eixos e ...

Curso online de Fisioterapia na Ortopedia


Resultado de imagem para ortopedia

Conteúdo Programático do curso online Cinesiologia

  • O que é cinesiologia?
  • História da cinesiologia e biomecânica;
  • Planos, eixos e nomenclatura dos movimentos;
  • Anatomia apendicular;
  • Articulações;
  • Músculos e tipos de contração muscular;
  • Músculos - origem, inserção e função.
O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no aprendizado, fornecendo recursos tecnológicos inovadores, como conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.

Objetivos específicos
Instruir o participante a saber como analisar o movimento humano, assim, a finalidade da cinesiologia é compreender as forças que atuam sobre o corpo humano e manipular estas forças em procedimentos de tratamento tais que o desempenho humano possa ser melhorado e lesões adicionais possa ser prevenidas.


O joelho varo ou geno varum é geralmente encontrado no recém-nascido, e envolve o fêmur e a tíbia. Onde a tíbia está aduzida em relação ao...

Joelho varo


http://www.pedagogiapostural.com.br/images/gvaro.jpg

O joelho varo ou geno varum é geralmente encontrado no recém-nascido, e envolve o fêmur e a tíbia. Onde a tíbia está aduzida em relação ao fêmur. Alguns autores ressaltam que esta deformidade é de maior ocorrência entre os 14 e 36 meses de vida. O varismo fisiológico corrige-se espontaneamente nos primeiros dois ou três anos de vida, e geralmente não requer tratamento ortopédico.

O fato que mais chama a atenção dos pais é a deformidade. Queixas como dor, desequilíbrio postura! e retardo do início da marcha são pouco freqüentes havendo no entanto uma associação entre o joelho varo fisiológico e o início da deambulação.

O varismo pode ser diagnosticado através do goniómetro (aparelho utilizado para mensurar a amplitude articular dos movimentos). E é medido com a criança em posição ortostática, com os pés aduzidos entre si e em rotação neutra. O goniómetro é colocado no vértice de deformidade e seus braços devem coincidir com os eixos longitudinais do fêmur e da tíbia, com base em medidas clínicas realizadas com o goniómetro. Em 1993, foi observado que o alinhamento femoro-tibial só é alcançado aos 14 meses de idade.


Tratamento clínico

Nas deformidades mais acentuadas, o objetivo do tratamento ortopédico é mudar a distribuição das forças compressivas que de forma anormal atuam sobre a epífise medial retardando o seu crescimento. Portanto, recomenda-se o uso de calçados com cunhas laterais no solado, e para as deformidades mais graves, o uso de órteses noturna ou diurnas, bem como de gesso e cunhas sucessivas.


Tratamento fisioterápico

Inicialmente devemos usar os recursos antálgicos para retirar a dor do paciente, se ele tiver dor.

Podemos utilizar calor superficial, hidroterapia, eletroterapia, crioterapia, etc.

Após a utilização dos recursos antálgicos, podemos começar a com movimentos passivos a ativos, alongamento da musculatura adutora (medial e fortalecer a musculatura abdutora lateral).

Faça Fisioterapia