O tratamento se dá com medicamentos anti-inflamatórios , meios físicos e cinesioterapia e a evolução costuma ser favorável. Inicialmente, o...

Tratamento da Condromalácia


CONDROMALÁCIA PATELAR ESTABILIZADA PELO PILATES

O tratamento se dá com medicamentos anti-inflamatórios , meios físicos e cinesioterapia e a evolução costuma ser favorável.

Inicialmente, o tratamento é conservado, com fortalecimento do músculo quadríceps, principalmente do vasto medial oblíquo. Perda de peso é recomendada para diminuir o estresse sobre a articulação patelofemural. Órteses podem ser benéficas, bem como o uso de medicações antiinflamatórias.

Em seguida iniciam-se exercícios de hipertrofia do quadríceps através de exercícios isotônicos assistidos. Outra técnica com excelente resultado, é a RPG (Reeducação Postural Global). Na técnica o paciente é mantido em posturas corretoras que se relacionam com a articulação e as estruturas músculo-esqueléticas envolvidas direta e indiretamente.

A reabilitação da disfunção patelo-femoral, após a avaliação abrangente, deverá concentrar-se no recrutamento do vasto medial obliquo, na normalização da mobilidade patelar e no aumento da flexibilidade geral e do controle muscular de toda a extremidade inferior. Não existem exercícios específicos que se tenha revelado capazes de isolas o vasto medial obliquo. A extensão do joelho com rotação tibial interna, a adução do quadril com contração do quadríceps e a rotação externa do quadril com contração do quadríceps foram propostas coma intenção de isolar o VMO, porém não existe nenhuma prova de sua eficácia.

Considerando que a dor patelo-femoral é reproduzida tipicamente com atividades que são associadas com maior força de contato patelo-femoral, parece que um programa de exercício deveria ser projetado para aumentar o fortalecimento do quadríceps. Isto é particularmente importante durante a fase aguda da dor quando os seus sintomas são exacerbados.

Durante exercícios de cadeia cinética aberta a quantidade de força exigida do quadríceps para estender o joelho aumenta com o movimento de extensão do joelho.

Estudos demonstraram que a força do quadríceps aumenta em 60° nos últimos 15° de extensão do joelho, além deste aumento de força também foi constatado que a área de contato patelo-femoral era diminuída. Esta combinação do quadríceps aumentando a força e diminuindo a área de contato durante a extensão do joelho resulta em um maior estresse de contato patelo-femoral comparado com maiores ângulos de flexão do joelho onde a força do quadríceps não é grande mas a área de contato é maior. Já durante exercícios de cadeia cinética fechada a força do quadríceps é relativamente mínima quando o Joelho está estendido.

Com tudo que foi descrito conclui-se que o tratamento da dor patelo-femoral é principalmente direcionado ao fortalecimento da musculatura do quadríceps por este ser o mais importante estabilizador da patela.

Como a insuficiência do vasto medial oblíquo é vista como uma das principais causas de dor patelo-femoral devemos dar ênfase a este músculo no nosso tratamento.

As atividades de fortalecimento em cadeia aberta para o quadríceps são mais seguras de 50° a 90° e de O a 10° ao passo que atividades em cadeia cinética fechada são mais seguras se forem feitas de 0° a 50° porque acima desse valor o contato fêmuro-patelar é muito excessivo.

Somente quando o tratamento conservador não obteve resultado, o tratamento cirúrgico é considerado. Alteração do alinhamento da articulação patelofemural pode ser útil na artralgia patelofemural. Liberação do retináculo lateral seguido de um período de reabilitação pode ser útil. Realinhamento distal pode ser necessário para se ter um alinhamento e redução da dor nos casos em que há anormalidade na angulação do joelho. A persistência da dor ou sua reagudização pode requerer a necessidade de uma cirurgia para realinhamento da rótula. Um dos procedimentos mais comuns é a liberação do retináculo lateral na qual este último é seccionado, assim liberando medialmente a patela. Apesar desta técnica cirúrgica ter sido popular no passado, atualmente o procedimento é realizado somente após um exame muito mais minucioso.

As articulações do pé são numerosas e complexas. A articulação talocalcâneo-navicular é uma articulação sinovial, do tipo esferóide e auxil...

O pé


As articulações do pé são numerosas e complexas.

A articulação talocalcâneo-navicular é uma articulação sinovial, do tipo esferóide e auxiliam a articulação subtalar nos movimentos de inversão e eversão;

A articulação calcâneo-cubóidea é uma articulação sinovial entre a face anterior do calcâneo e a face posterior do osso cubóide. Ela é do tipo plana ou planartrose, os seus movimentos são de deslizamentos;

A articulação cúneo-navicular (cimeo-escafóide) é a união entre o osso navicular (ou escafóide) e os três ossos cuneiformes. Ela é uma articulação sinovial do tipo plana;

As articulações intercuneiforrnes e cúneo-cubóidea são as articulações entre os ossos cuneiformes; os ossos estão unidos pelos ligamentos dorsal, plantar e interósseo. Ela é sinovial e do tipo plana.

A articulação cubóideo-navicuïar é uma articulação fibrosa do tipo sindesmose.

Os movimentos das articulações intertársicas, basicamente, são de deslizamento e rotação, auxiliando e complementando os movimentos de inversão e eversão do tornozelo.

Os principais ligamentos das articulações intertársicas são:

• Ligamento talocalcâneo lateral;

• Ligamento talocalcâneo medial;

• Ligamento talocalcâneo interósseo;

• Ligamento talonavicular;

• Ligamento bifurcado.

Existem também as articulações tarsometatársicas; metatarsofalângicos e articulações interfalângicas do pé.

Os músculos que participam nos movimentos das articulações metatarsofalangianas são:

• Flexão dos dedos - flexor curto do hálux; lumbricóides; interósseos;

• Extensores dos dedos - extensor longo dos dedos; extensor longo do hálux; xtersor curto dos dedos.

Nas articulações interfalangianas são:

• Flexão dos dedos - flexor longo dos dedos; flexor longo do hálux; flexor curto do hálux; flexor curto dos dedos; flexor do dedo mínimo;

• Abdução dos dedos - abdutor do hálux; abdutor do dedo mínimo;
interósseos dorsais;

• Adução dos dedos - adutor do hálux; interósseos plantares.

O joelho é uma articulação intermediária do membro inferior. É principalmente uma articulação com um grau de liberdade - a flexão-extensão...

Fisiologia do Joelho


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O joelho é uma articulação intermediária do membro inferior. É principalmente uma articulação com um grau de liberdade - a flexão-extensão - que lhe permite aproximar ou afastar mais ou menos a extremidade do membro da sua raiz, ou, o que significa o mesmo, de controlar a distância do corpo em relação ao solo. O joelho trabalha essencialmente em compressão, sob a ação do peso.

Acessoriamente, a articulação do joelho comporta um segundo grau de liberdade: a rotação sobre o eixo longitudinal da perna, que só surge quando o joelho está fletido.

O joelho engloba três articulações: duas femorotibiais e uma femoropatelar.

A articulação femorotibial é uma articulação sinovial - condilartrose dupla, os côndilos femorais medial e lateral fazem contato através dos meniscos interpostos à face articular superior da tíbia.

A articulação femoropatelar é uma articulação sinovial, do tipo plana ou planartrose. A face articular da patela é adaptada à face patelar do fêmur. Os elementos de reforço do joelho são:

Cápsula articular fibrosa - é constituída anteriormente pelo tendão do músculo quadríceps e patela;

Ligamento patelar - é constituído pelas fibras do tendão do músculo quadríceps. Tem inserção na patela e tuberosidade anterior da tíbia;

Ligamento colateral medial (tibial) - apresenta a forma de uma lâmina fibrosa, mais larga superiormente que inferiormente. Este ligamento é mais importante que o LCL, no que diz respeito à estabilidade do joelho. Está inserido no menisco medial;

Ligamento colateral lateral - é muito mais estreito que o LCM. Estende-se para baixo, a partir do epicôndilo lateral do fêmur até à cabeça da fíbula;

Ligamento cruzado anterior - tem origem na parte anterior da área intercondilar da tíbia, daí se dirige para cima, para trás e lateralmente, inserindo-se na face medial do côndilo lateral do fêmur. Tem como função impedir o deslocamento posterior do fêmur sobre a tíbia e a hiperflexão do joelho;

Ligamento cruzado posterior - é o mais resistente dos dois ligamentos cruzados, tem sua origem na parte posterior da área intercondilar da tíbia, daí se dirige para face lateral do côndilo medial do fêmur. Tem como função impedir o deslocamento anterior do fêmur sobre a tíbia ou a "luxação" posterior da tíbia;

Os meniscos - são fibrocartilagens que repousam sobre as superfícies articulares da tíbia. Cada joelho possui um par de meniscos, um para cada superfície articular da tíbia (medial e lateral). O menisco medial de um modo geral tem a forma de um "C", é mais largo na sua porção posterior. Inserido na área intercondilar posterior. O corno anterior está inserido na área intercondilar anterior da tíbia, e o seu corno posterior, inserido na área intercondilar posterior. Este menisco está diretamente fixado ao LCM. O menisco lateral é fibrocartilaginoso e decresce um círculo quase completo, se comparado a um "D", ele é bem menor, e apresenta maior mobilidade em relação ao menisco medial. Os cornos anterior e posterior estão inseridos próximo às áreas intercondilares anterior e posterior.

Os movimentos dos meniscos são: durante a flexão, os meniscos são tracionados para trás; durante a extensão, os meniscos são tracionados para frente; durante a rotação interna o MM posterioriza e o ML posterioriza; durante a rotação externa o MM posterioriza e o ML anterioriza.

"Os meniscos são avascu lares, não têm suprimento sanguíneo na porção interna da fibrocartilagem, de modo que quando ocorre puptura, a cicatrização é quase impossível. Existe algum suprimento na porção externa do menisco, tornando possível a cicatrização da estrutura." Hamill e Knutzen (1999,p228)

"Pelo fato de LCM inserir-se no menisco medial, estiramento ou ruptura do ligamento pode resultar em lesão associada ao menisco. A ruptura do menisco é a lesão de joelho mais comum, sendo a do menisco medial dez vezes mais freqüente que a do menisco lateral. O mecanismo de lesão freqüentemente envolve uma rotação corporal, enquanto o pé é mantido fixo no solo, durante a sustentação do peso". Hall(1993,p.l23)

Ligamento poplíteo oblíquo - é uma extensão do tendão do músculo semimembranoso. Reforça a articulação do joelho, posteriormente.

Ligamento poplíteo arqueado - é um reforço ligamentoso da fáscia do semimembranoso, que se posiciona em "arco", estendendo-se do côndilo lateral do fêmur até a tíbia. Também executa a função de reforçar a cápsula fibrosa, na parte posterior do joelho.

A flexão-extensão é o movimento principal do joelho. A extensão defini-se como o movimento que afasta a face posterior da perna da face posterior da coxa. A flexão é o movimento que aproxima a face posterior da perna da face posterior da coxa.

A rotação da perna em volta do seu eixo longitudinal pode ser interna ou externa. A rotação interna, leva a ponta do pé para dentro e intervém, numa parte importante, no movimento de adução do pé. A rotação externa leva a ponta do pé para fora e intervém igualmente no movimento de abdução do pé. Durante a marcha, no movimento de extensão, é acompanhado pela rotação externa e no movimento de flexão, ocorre uma rotação interna (este mecanismo é chamado de rotação automática).

Os músculos que participam nos movimentos da articulação do joelho são :

Na flexão do joelho: bíceps femoral; semitendinoso; semimembranoso; sartório;
grácil; gastrocnêmios (auxiliam); poplíteo (auxilia); plantar delgado (fraco).

Na extensão do joelho: quadríceps femoral: - reto femoral, vasto lateral, vasto
medial, vasto intermédio; tensor da fáscia lata (auxilia); glúteo máximo (auxilia através do tracto iliotibial).

Na rotação interna do joelho: semitendinoso; semimembranoso; sartório; grácil;
poplíteo.

Na rotação externa do joelho: bíceps femoral; tensor da fáscia lata (auxilia); fibras laterais de glúteo máximo (auxilia).

Cerca de 80% das pessoas já tiveram ou terão dor nas costas em algum momento da vida. É o que afirma o ortopedista Raphael Marcon, um dos...

Cerca de 80% das pessoas já tiveram ou vão ter dor nas costas


Cerca de 80% das pessoas já tiveram ou terão dor nas costas em algum momento da vida. É o que afirma o ortopedista Raphael Marcon, um dos convidados do Bem Estar desta sexta-feira (15). O programa também contou com a participação de José Rubens D'Elia, nosso consultor, que mostrou atividades que combatem a dor lombar.

O fortalecimento muscular na região do tronco é muito importante. Normalmente, se a musculatura está bem condicionada, a postura correta vem naturalmente, não é o contrário. Forçar a postura de uma hora para outra, tentando melhorá-la, pode não funcionar, pois isso causa muita fadiga.

Além da musculatura forte, há uma série de cuidados diários, em atividades cotidianas, que ajudam a evitar o problema:

arte dor lombar (Foto: arte / G1)

O colchão em que se dorme também pode agravar a dor. Ele deve ser firme o suficiente para que a coluna se mantenha reta. Por isso, é preciso trocar os colchões velhos, pois ele perde consistência e firmeza, e se torna prejudicial à saúde.As dores lombares são musculares na maioria das vezes, mas nem sempre. Existem processos degenerativos na coluna que também causam essas dores.

Entre essas causas, encontram-se as hérnias de disco e a osteoartrose, mais conhecida como bico de papagaio. Outro problema comum é o estreitamento do canal lombar. Por esse canal passam os nervos que, comprimidos, levam dores para as pernas – dor no nervo ciático.

Avaliação do paciente com luxação recidivante da patela deve ser feita através da história clínica detalhada, exame físico minucioso (estáti...

Instabilidade femoro-patelar


Avaliação do paciente com luxação recidivante da patela deve ser feita através da história clínica detalhada, exame físico minucioso (estático e dinâmico) e exames complementares.

Na história clínica demos maior importância à evolução, localização, duração e fatores desencadeantes da dor, o que pode sugerir mau alinhamento, assim como dor bilateral, que é, frequentemente associada à luxação recidivante; a sensação de instabilidade no desenvolvimento de atividades diárias e/ou esportivas, além do dado objetivo de trauma associado, ou não, a luxações várias, foram determinantes na conduta ortopédica a ser empregada.

A avaliação radiográfica deverá ser feita com incidências antero posterior com carga, perfil a 30º e axial da patela a 45º, sendo estimada a altura patelar através do método de Caton Deschamps e o tipo de patela segundo Wiberg. Contudo, a indicação cirúrgica baseia-se somente nas queixas clínicas.

Com relação a testes radiográficos complementares, lembramos Gali & Camanho e Camargo (por Severino e col.), que mostram variação exagerada na avaliação do “ângulo do sulco” e do “ângulo de congruência”, em que esses ângulos estiveram ligeiramente aumentados nos resultados maus.

Concluem que o “ângulo do sulco” mais aberto pode influenciar negativamente nos resultados obtidos, pois a contenção da patela é mais efetiva se o sulco é mais pronunciado e a variação do “ângulo de congruência”, para casos normais, é grande e as pequenas mudanças que possam ocorrer na incidência radiográfica ou nos graus de flexão do joelho alteram sua medição.

Não se deve levar em consideração dados de exames complementares para a indicação do tratamento cirúrgico, visto que, apesar das técnicas sofisticadas para a obtenção de imagens, não existe ainda uma que substitua a simplicidade e eficiência de um exame clínico bem feito, pois uma imagem estática não retrata patologia que depende de súbita ação muscular

Fonte

Indicações de alguns livros para estudo!

Indicação de livros de Cinesiologia/Ortopedia


Indicações de alguns livros para estudo!


- É uma fratura da ulna associada a luxação da cabeça do rádio. - A fratura da ulna pode ser metafisária ou diafisária. - Mecanis...

Fratura-luxação de Monteggia


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- É uma fratura da ulna associada a luxação da cabeça do rádio.

- A fratura da ulna pode ser metafisária ou diafisária.

- Mecanismo traumático:

  • Trauma direto – é o mais freqüente.

- Tratamento conservador (normalmente feito em crianças):

  • Imobilização axilopalmar com cotovelo fletido e mão neutra por aproximadamente 6 semanas.

- Tratamento cirúrgico:

  • Fixação com placa e parafuso + imobilização igual anterior.

- Complicações:

  • Pseudoartrose.
  • Reluxação da cabeça do rádio.
  • Perda de redução

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