As condições médicas, como lesões de menisco, osteoartrite, síndrome da banda iliotibial são responsáveis pela dor no joelho lado. Embora as...

Exercícios para dor no joelho


As condições médicas, como lesões de menisco, osteoartrite, síndrome da banda iliotibial são responsáveis pela dor no joelho lado. Embora as causas variam de acordo com diferentes tipos de dor no joelho, dor no joelho exercícios são os mesmos. No entanto, consulte um fisioterapeuta antes de tentar qualquer um dos exercícios abaixo mencionados para reduzir a dor no joelho.

O objetivo da dor do joelho exercícios não é apenas para reduzir a dor, mas também para fortalecer os joelhos, evitando maiores danos. A maioria das dores no joelho exercícios ajudam a reduzir a dor, através do reforço de uma parte específica do joelho como, o exercício de fortalecimento dos isquiotibiais ajudará a fortalecer a tendões, etc Aqui estão algumas simples dor no joelho e reforço no joelho exercícios para você.

1: Este é o reforço da limitação do exercício. Sente-se ereto em uma cadeira, mantenha os calcanhares no chão. Lentamente, levante os dedos dos pés (dedos apenas, e não todo o pé) e puxar para trás os calcanhares. Isso irá alongar os tendões. Mantenha a posição por 10 segundos e repita o mesmo procedimento duas vezes.

2: Este é um reforço do quadríceps exercício. Deite na cama e começar a fazer os exercícios de perna reta. Não dobre os joelhos, dobrando os joelhos irá aumentar a dor no joelho. Dê uma pausa 5-10 segundos em cada um raise. Repita este exercício 10 vezes, mantendo a posição por alguns segundos de cada vez.

3: Fique em plataforma elevada. Mantenha apenas os dedos de seus pés sobre ele, o resto do seu pé não deve ser sobre a plataforma. Balance-se e, em seguida, empurre lentamente os calcanhares para baixo, sem maceração por completo. Mantenha os joelhos retos, e fazer o exercício por 10 segundos. Após o tempo necessário, levante os calcanhares para cima, pressionando os dedos de seus pés na plataforma.

4: Você vai precisar de mentir sobre seu estômago para este exercício.  "Você precisa deitar de bruços para fazer esse exercicio" Lentamente, levante o seu pé esquerdo e colocá-lo em seu calcanhar direito. Agora, começar a puxar o calcanhar direito para suas nádegas, criando resistência com o pé esquerdo. Mantenha a posição por 10 segundos e depois relaxe. Repita o exercício 10 vezes, com ambos os pés.

 5: Uma toalha enrolada serão necessários para este exercício do joelho. Coloque metade da toalha enrolada em seu pé esquerdo, e depois usar o resto da toalha para puxar seus pés para si com as mãos. Eleve a perna para cima, tanto quanto possível, manter a posição de pelo menos 15 segundos antes de liberá-lo lentamente. Repita o mesmo procedimento com a outra perna. Não se esqueça de manter os joelhos retos ao fazer este exercício.

6: Este é um dos melhores dor no joelho anterior exercícios. Deite-se no estômago e relaxar. Lentamente, levante o dedo do pé para cima, tanto quanto possível, quando completamente levantada, mantenha-o com sua mão e empurre o calcanhar para a nádega. Você vai sentir o estiramento na coxa da frente. Mantenha a mesma posição por aproximadamente 20 segundos. Repita este exercício cinco vezes para cada perna. Leia mais sobre Exercícios para a artrite do joelho.

7: Fique de frente para a parede, sustentar-se com a parede. Agora ponha a perna afetada por trás do pé, virado para a frente. Lentamente, incline seu peso para a frente mantendo ambos os calcanhares no chão. Você sente o estiramento na panturrilha. Mantenha a posição por 20 segundos. Repita o exercício cinco vezes.

O número de pessoas que pratica corridas de rua no Brasil vêm aumentando ano a ...

Erros na hora de correr podem causar lombalgia


O número de pessoas que pratica corridas de rua no Brasil vêm aumentando ano a ano. Até o início desta década, eram menos de 100 provas anuais. Atualmente, são mais de 600 corridas todos os anos. Estima-se que existam no país mais de quatro milhões de corredores, sendo que pelo menos 300 mil disputam corridas de rua.

A corrida é um esporte que não exige habilidade específica, como outras modalidades, por isso qualquer um, teoricamente, pode iniciar treinos de corrida, ou até mesmo participar de uma prova.

Entretanto, é preciso ter boas condições de saúde e um preparo físico necessário para iniciar a corrida, como também qualquer tipo de atividade física. 

É preciso ter boas condições de saúde e um preparo físico necessário para iniciar a corrida

A lombalgia (dor coluna lombar) é uma das principais queixas entre os corredores. A corrida é uma atividade física que depende da ação da musculatura do tronco para mantê-lo dentro de uma postura correta durante um longo período de tempo. A coluna lombar funciona como ponte de que transmite forças entre os membros inferiores e o tronco, fazendo movimentos básicos de flexão, extensão e rotação.

Por isso a dor ocorre por um problema mecânico. Os músculos não estão suficientemente alongados para permitir uma amplitude total de movimentos do tronco e quadril, e, dessa forma, sofrem mínimas lesões por estiramento durante posturas inadequadas ou movimentos bruscos, resultando em uma resposta de espasmo muscular.

Vários fatores contribuem para o surgimento da lombalgia mecânica em corredores, como o desequilíbrio das forças entre os grupos musculares flexores e extensores do tronco; cargas repetidas ou excessivas na coluna lombar; vícios de postura durante a corrida; menor flexibilidade nos grupos musculares do tronco e membros inferiores; intervalos curtos de descanso entre treinos; fadiga muscular; aumento do treinamento; além de treino em pisos rígidos e tênis inadequado.  

Prevenção

A prevenção das lombalgias se dá através de exercícios de alongamento que devem ser feitos de forma contínua e progressiva, sem sobressaltos, até o limite da dor, quando o atleta deve permanecer na posição alongada durante 20 a 30 segundos, preferencialmente sentado e trabalhando tanto os músculos dos membros superiores quanto inferiores. 

Os exercícios de fortalecimento devem envolver a musculatura paravertebral, pélvica como também toda musculatura abdominal (musculatura do CORE). Estes exercícios, são importantíssimos para a proteção da coluna, além disso, o excesso de peso na região abdominal é outra causa na ocorrência das lombalgias, pois muda o centro de gravidade do corpo, exercendo sobrecarga constante sobre a lombar e facilitando o surgimento de lesões, principalmente nas atividades de impacto como a corrida. Se suas dores forem persistentes, deverá procurar seu médico.

A doença de Paget (DP) foi descoberta por Sir James Paget, a data de sua descoberta é motivo de controversa, pois MELLO (1982) relata o oc...

Doença De Paget: Revisão de Literatura



A doença de Paget (DP) foi descoberta por Sir James Paget, a data de sua descoberta é motivo de controversa, pois MELLO (1982) relata o ocorrido em 1877, NETO et al. (1983) citam que foi em 1876.

A DP atinge preferencialmente, a população caucasiana, sendo mais comum na Europa, Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália. Segundo ROGERS (1992), é duas vezes mais comum em homens do que em mulheres. Já KANIS (1995) diz que a doença de Paget é aproximadamente igual em ambos os sexos.
Há um consenso com relação a média da idade de início da doença, ocorrendo por volta dos 55 anos e raramente antes dos 40 anos.

A DP é assintomática e freqüentemente é descoberta por acaso, quando radiografias ou exames laboratoriais são realizados por outras razões.

A DP pode envolver qualquer osso do corpo, pode comprometer um osso único e nunca se estender para outros sítios; pode iniciar em um osso, com envolvimento dos demais, em uma fase mais tardia. (STE0HEN M. KRANE, ALAN L. SCHILLER, 2002).
Na maioria dos pacientes a deformidade esquelética envolve o crânio ou os ossos longos.

Hoje no Brasil, a DP mantem-se restrita ao meio cientifico, havendo pouca divulgação no meio social e raras às pesquisas farmacológicas e fisioterapêutica na abordagem do paciente. (ALTMAN, 2000).

O objetivo desse trabalho é realçar e consolidar o conhecimento da patologia entre os acadêmicos de fisioterapia e orientar os profissionais nas tomadas de decisões ante o paciente com DP.

DEFINIÇÃO

A doença de Paget dos ossos caracteriza-se por uma excessiva reabsorção óssea, seguindo-se de aumento exagerado na produção óssea, sendo que o resultado desse processo é um tecido ósseo estruturalmente desorganizado.

O número de osteoclastos está muito aumentado nos sítios ósseos acometidos e contém um número elevado de núcleos, revelando a intensa atividade reabsortiva. A reabsorção óssea predomina nas fases iniciais da doença, resultando em imagens líticas circunscritas ao RX, tanto em ossos longos como no crânio. Após essa fase, em razão do processo de acoplamento entre formação e reabsorção, observa-se intenso recrutamento de osteoblastos e neoformação óssea.

O tecido ósseo formado é desorganizado, o colágeno é depositado de forma não linear (woven bone), ocorre infiltração medular por tecido conectivo fibroso e aumento da vascularização, a mineralização óssea esta preservada.

ETIOLOGIA

A causa permanece desconhecida. Postula–se a possibilidade de infecção viral dos osteoblastos com base no achado de núcleocapsideos virais Paramyxoviridae nos osteoclastos afetados.

Entretanto esses achados não são específicos, sendo observados em alguns outros distúrbios raros da renovação óssea (picnodisostose em alguns casos de osteoporose). Vários estudos relacionam os membros da família Paramyxoviridae, tendo sido relatada uma associação entre o fato de possuir câncer e a DP.

A historia familiar positiva em cerca de 10% dos pacientes sugere um padrão dominante de suscetibilidade, com associações fracas aos antígenos HLA Dqw nos Estados Unidos e aos A9 e B15 no Reino Unido.

FISIOPATOLOGIA

Segundo STEPHEEN et al. (2002), a manifestação típica é a reabsorção óssea aumentada, seguida por um aumento da formação óssea (p. ex; na variante osteoporose circunscrita) e os ossos são muitos vascularizados. Esta foi denominada fase osteoporótica, osteolítica ou destrutiva da doença.

O equilíbrio de cálcio corporal pode ser negativo, a reabsorção excessiva é logo seguida pela formação de osso novo pagético, assim, chamada fase mista da doença, a taxa de formação óssea é proporcional a de reabsorção óssea, de tal modo que a magnitude do aumento no tumor ósseo não se reflete no balanço global de cálcio.

À medida que a atividade diminui a taxa de reabsorção pode diminuir progressivamente em relação à formação, levando por fim a um desenvolvimento de osso menos vascularizado, denso e endurecido (a chamada fase osteoplástica, ou esclerótica) e a um equilíbrio positivo de cálcio. As taxas de tumores ósseos podem estar muito aumentadas nas fases iniciais da doença, às vezes, mais de 20 vezes ao normal.

A produção aumentada, e a hiperatividade dos osteoclastos são consideradas como as principais anormalidades. Os osteoclastos são maiores que o normal e contem múltiplos núcleos. Números aumentado de células multinucleadas semelhante aos osteoclastos são produzidos a partir dos precursores hematopoiéticos em culturas a longo prazo na medula óssea de indivíduos com a DP.

A taxa de calcificação mostra se tipicamente aumentada no osso pagético. O turnover (remodelação) ósseo correlaciona se com o nível plasmático aumentado de fosfatase alcalina óssea que é maior na doença de Paget que em qualquer outro distúrbio, exceto a hiperfosfatasia hereditária. Embora a reabsorção óssea aumentada estimule a liberação de íons de cálcio e fosfato do osso. As concentrações plasmáticas desses íons costumam ser normal, provavelmente por causa do depósito de mineral no osso novo, e por causa do controle da secreção de paratormônio por feedback.

Aumentos significativos da reabsorção óssea trabecular e nas superfícies da osteóide do osso normal em pacientes com a doença de Paget podem ser causados por hiperparatireoidismo secundário compensatório. A reabsorção envolve as fases orgânicas e minerais do osso. Enquanto os íons inorgânicos da fase mineral são utilizados para a formação óssea, os aminoácidos, como a hidroxipiridineo são liberados durante a reabsorção da matriz de colágenos e não são reutilizados para a biossíntese de colágeno. A excreção urinária aumentada de pequenos peptídeos contendo hidroxiprolina reflete a maior reabsorção óssea.

FATORES DESCONHECIDOS

Alterações de células ósseas

Fase I

Fase II

Fase III

Aumento na absorção óssea

Reabsorção e remodelação óssea excessiva

Diminuição na atividade osteoclástica e osteoblástica.

Fase osteoporótica, lítica ou destrutiva.

Formação do osso pagético

Predominância da fase blastica

Fase mista.

Osso neoformado (duro, denso, menos vascularizado e deformado)

Fase esclerótica ou osteoplásica

SÁ, V. W. E.et al.; 2001

QUADRO ESQUEMÁTICO DA FISIOPATOLOGIA

NO CRÂNIO

A expressão clássica na fase lítica da doença é conhecida como osteoporose circunscrita.
O crânio pode aumentar de tamanho fazendo com que as sobrancelhas e a fronte apresentam um aspecto mais proeminente. Esse aumento dos ossos do crânio pode acarretar perda auditiva devido à lesão do ouvido interno, cefaléia devida à compressão de nervos e dilatação de veias do couro cabeludo devida ao aumento do fluxo sanguíneo ao crânio.

NA COLUNA

A DP geralmente afeta múltiplas vértebras, sendo ocasionalmente solitária, e raramente universal.

Normalmente acomete o corpo vertebral, numa fase secundária envolve outras estruturas vertebrais como pedículo, processo espinhoso e processo transverso. No corpo há um espessamento da cortical, dando um aspecto de algo borrado ao exame radiográfico.

As vértebras lesadas podem pinçar os nervos da medula espinhal, causando perda ou diminuição da sensibilidade, formigamento, fraqueza ou até paralisia de membros inferiores.

NA PELVE

Assim como na coluna, há um espessamento na cortical, percebido melhor nos ossos do púbis, dando o padrão trabecular mais grosseiro.

OSSOS LONGOS

Tem o mesmo aspecto dos ossos da pelve e coluna. As trabéculas mostram-se na mesma direção e posição que apresenta o osso normal.

O espessamento da cortical sugere maior resistência, mas na realidade o osso torna-se enfraquecido, manifestando-se pelo arqueamento dos ossos longos que é mais acentuado nas extremidades inferiores que superiores. Caracteristicamente o fêmur arqueia externamente e a tíbia anteriormente.

Os passos tornam-se curtos e titubeantes.

Nos demais segmentos ósseos há um aumento geral da densidade em todo seu diâmetro. O padrão trabecular é tipicamente mais grosseiro. A lesão quase sempre se estende a uma outra extremidade do osso.

COMPLICAÇÕES

Pode haver um fluxo sanguíneo bastante aumentado nos membros afetados pela doença de Paget. Ocorre proliferação dos vasos sanguíneos no osso pagético, mas os estudos anatômicos e funcionais não confirmam a presença de fístulas arteriovenosas. Embora o fluxo sanguíneo esteja aumentado, a vasodilatação cutânea nos membros pagéticos contribui para o aumento do calor observado clinicamente. Quando a doença é disseminada, envolvendo 33% ou mais do esqueleto, o fluxo sanguíneo aumentado eleva o débito cardíaco. Entretanto, a doença cardíaca nos indivíduos com doença de Paget, em geral tem como causa os mesmos distúrbios que ocorrem em outros pacientes de idade semelhante.

Não existe um nível típico de excreção urinária de cálcio, mas ele tende a ser mais elevado quando a fase de reabsorção predomina, explicando possivelmente a maior incidência de cálculos urinários nesses pacientes. Em homens com doença de Paget, a hiperuricemia e a gota são comuns, podendo ocorrer periartrite calcificada.

O sarcoma é a complicação mais temida. A incidência é provavelmente menor ou igual a 1%. Geralmente os sarcomas surgem no fêmur, úmero, crânio, ossos faciais, pelve e, raramente, nas vértebras.

Dor e edema são as queixas mais comuns que levam ao reconhecimento do sarcoma. A extensão e a natureza do comprometimento neoplásico são estabelecidos pela tomografia computadorizada.

A complicação mais comum é a fratura que pode surgir em qualquer estágio da doença, elas podem ocorrer de maneira espontânea ou depois de um traumatismo leve. MELLO et al. (1982) citam que em caso de fraturas consolidadas viciosamente, provocam ou agravam distorções posturais e podem acarretar a constituição de processos de osteoartrite.

A osteoartrite que é uma doença degenerativa de instalação lenta que afeta articulações diartrodiais, sendo a condição clínica mais encontrada por fisioterapeutas, como fator complicante da doença de Paget.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da doença de Paget pode ser feito com base na cintilografia óssea devido a essa atividade intensa e ao padrão de comprometimento ósseo – envolvimento da epífise, com extensão variável para a diáfise, e freqüentemente evidência de amolecimento, manifestado pelo arqueamento dos ossos longos e achatamento das vértebras.

A tomografia computadorizada reflete os achados da radiografia simples na doença de Paget; expansão, com espessamento cortical, trabeculado grosseiro e focos de esclerose óssea intramedular, equivalente das "bolas de algodão".

Tomografia computadorizada e a ressonância magnética são úteis na análise das complicações da doença de Paget (ou seja, a compressão da medula espinal ou neural, invaginação basilar e degeneração sarcomatosa).

O aumento da atividade osteoblástica é refletido nos níveis elevados da fosfatase alcalina (FA) total sérica ou de sua isoenzima óssea. O grau de elevação destes marcadores pode indicar a extensão da doença (monostótica ou poliostótica, envolvimento ou não do crânio) ou a severidade do acometimento ósseo. Valores de FA 10 vezes acima do normal indicam comprometimento do crânio ou doença poliostótica extensa, enquanto que valores inferiores a três vezes o limite superior podem indicar comprometimento monostótico ou a forma esclerótica da doença.

O cálcio sérico é normal na doença de Paget, mas pode elevar-se em duas condições: se o paciente com doença ativa e extensa for imobilizado ou se houver a concomitância de um hiperparatiroidismo primário.

BARKER et al. (1982) sugerem como avaliação diagnostica da DP a seguinte rotina clinica:

1 - Anamnese direcionada;
2 - Exame físico;
3 - Radiografia dos locais onde a sintomatologia dolorosa: pode ocorrer em mais de uma ou mais localizações, e as áreas mais acometidas são o fêmur, tíbia, ossos do quadril, ombro, crânio, joelho e ossos da face.
4 - Ácido úrico: os sintomas da doença de Paget podem estar associados à hiperuricemia (pedra nos rins ou articulações).
5 - Fosfatase alcalina: diagnóstico diferencial de osteoporose, pois é elevada na doença de Paget.
6 -  Glicose
7 -  Potássio
8 - Fosfato: normal na doença de Paget, mais diminuído no raquitismo, na osteomalácia e no hiperparatireoidismo.
9 - Hemograma completo
10 - VSG: descartar infecções.
11 - PTH: descartar hiperparatireoidismo.
12 - Cálcio: descartar hiperparatireoidismo e osteossarcoma em que o cálcio está aumentado. Na doença de Paget, os valores são normais.
13 - TGO, TGP, Bilirrubinas, GGT: diferencial de problemas hepáticos e metabólicos do osso.
14 - Biópsia: quando indicada, serve apenas para descartar malignidade.

TRATAMENTO

Os pacientes com doença moderada a grave podem beneficiar-se da terapia supressiva. Atualmente, existem vários medicamentos que reduzem o turnover ósseo. A calcitonina, no hormônio polipeptídico, retarda a reabsorção óssea ao diminuir a quantidade e a disponibilidade de osteoclastos. A terapia com calcitonina facilita a remodelação do osso pagético anormal em osso lamelar normal, alivia a dor óssea e ajuda a aliviar os sinais e sintomas neurológicos e comportamentais. A calcitonina é administrada por via subcutânea ou por inalação nasal. Os efeitos colaterais incluem rubor da face e náuseas. O efeito da terapia com calcitonina fica evidente em 3 a 6 meses.

Os bifosfonatos, como o etidronato dissódico (Didronel) e o alendronato sódico (Fosamax), produzem rápida redução no turnover ósseo e alívio da dor. Eles também reduzem os níveis séricos de fosfatase alcalina e urinária de hidroxprolina elevados. O alinhamento inibe a absorção desses medicamentos.

A plicamicina (Mithracin), um antibiótico citotóxico, pode ser empregada para controlar a doença. Esse medicamento é reservado para os pacientes gravemente afetados com comprometimento neurológicos e para aqueles que são resistentes a outras terapias. Esse medicamento apresenta efeitos dramáticos sobre a redução da dor e sobre os níveis séricos de cálcio e fosfatase alcalina e urinários de hidroxprolina. Ela é administrada por infusão intravenosa e requer que as funções hepática, renal e medular óssea sejam monitorizadas durante a terapia. As remissões clínicas podem continuar meses após o medicamento ser interrompido.
   
TRATAMENTO FISIOTERÁPICO

A Fisioterapia, com recursos e técnicas próprias, contribui para a melhora do quadro clínico e funcional do paciente.

Estudos na década de oitenta recomendavam inadequadamente o uso de exercícios para pacientes que tinha artrite inflamatória como complicação da doença de Paget, porém com o avanço do conhecimento científico sobre a patologia, ocorreram mudanças no paradigma de tratamento, pois o uso dos exercícios terapêuticos mantém a força muscular, a mobilidade articular, a resistência, a funcionalidade e, mais, aumentam a densidade óssea e diminuem a dor, melhorando a biomecânica. Seguindo esta linha de pensamento, FESHER et al. (1998) descreveram que os exercícios isométricos e isotônicos progressivamente orientados à musculatura são eficientes para o fortalecimento muscular e melhora da funcionalidade do que os exercícios globais, que incluem treinos funcionais (subir escadas, levantar-se da cadeira, treino de marcha e outros). Porém, isso não descarta a inclusão nos objetivos do tratamento a realização de treinos funcionais, para melhora das AVD's e prevenir quedas.

Os usos de exercícios terapêuticos, além de trazerem a melhora da função muscular, também propiciam a melhora da capacidade aeróbica.

Enquanto não se obtém a cura para a DP, a Fisioterapia desempenha papel crucial nos pacientes acometidos dessa doença, na qual a complicação mais comum é a osteoartrite.

RELATO DE CASO I

            M.B.P., gênero feminino, cinqüenta e cinco anos, dona de casa, procurou tratamento odontológico com finalidade de reabilitação com próteses. Na anamnese, referiu hipertensão e diabetes controladas como únicas alterações importantes. O exame clinico revelou aumento de volume no rebordo mandibular com ganho de dimensão vertical e o exame radiológico periapical e panorâmico demonstrou padrão de flocos de algodão em ambos os maxilares.

RELATO DE CASO II

            Paciente R.N.S., gênero feminino, negra, dona de casa, procurou tratamento odontológico, visando à confecção de prótese total superior. Na anamnese, foram relatadas perdas dentarias precoces e crescimento ósseo maxilar constante além de desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e dificuldades respiratórias. Ao exame físico, havia presença de aumento de volume ósseo nas maxilas com  ganho de dimensão vertical, falta de espaço protético com limitação de abertura bucal.

           

A radiografia panorâmica demonstrou crescimento em todas as direções, embora sem evidenciação de flocos de algodão. Exame radiográfico lateral de face não demonstrou espessamento de outras regiões que não os maxilares. Pela ausência de sintomatologia dolorosa, não foram solicitados exames de outras localidades. Os exames laboratoriais solicitados para verificação dos níveis de fosfatase alcalina, creatinina, cálcio, potássio, ácido úrico, glicose, VSG, PTH, TGP, bilirrubinas, GGT e hemograma completo, apresentaram resultados dentro dos padrões de normalidade.

           

DISCUSSÃO

Segundo John A. Kanis a doença de Paget é um distúrbio crônico do esqueleto, no qual áreas de ossos apresentam um crescimento anormal, aumenta de tamanho e tornam-se mais frágeis. O distúrbio pode afetar qualquer osso.

Os homens apresentam uma probabilidade 50% maior de apresentar a doença de Paget, do que as mulheres. (LLE F. ROGERS 1982).

No caso da doença de Paget, tanto os osteoclastos quanto os osteoblastos tornam-se hiperativos. A DP apresenta uma tendência em ocorrer na família, até o momento não foi descoberto qualquer padrão genético específico. Algumas evidências sugerem a possibilidade do envolvimento de uma infecção viral.

Apesar de ser mais comum em indivíduos da raça branca, há relatos de casos onde a doença acomete indivíduos da raça negra. O diagnóstico final da doença de Paget pode mostrar-se difícil de ser elaborado, devido ao estágio de desenvolvimento da doença, as características clinicas e radiográficas, alem dos resultados de exames laboratoriais. A partir da experiência obtida com pesquisa bibliográfica, julgamos que a anamnese dirigida, os exames clínicos e radiográficos podem concluir um diagnostico de DP, sendo os exames laboratoriais, histopatológicos e demais exames de imagem necessários para descartar lesões de diagnóstico diferencial.

CONCLUSÃO

A fisioterapia desempenha um papel importante nos pacientes que desenvolvem a doença de Paget, evitando complicações decorrentes da doença. Um programa de exercícios voltados para garantir a integridade articular, manutenção da qualidade de vida, visando aumentar a saúde geral e independência física.

É necessário um cuidadoso histórico da dor e desconforto do paciente, orientando para que ele possa compreender o esquema de tratamento e a compensar o funcionamento músculo esquelético alterado.

A DP é pouco conhecida no meio científico, onde futuros trabalhos devem responder questionamentos tais como: a influencia dos recursos terapêuticos; elaboração de exercícios terapêuticos e adaptações funcionais para possíveis deformidades com a progressão da doença.

O ambiente domiciliar deve ser avaliado para a segurança do paciente, visando prevenir quedas e o risco de fratura.

BIBLIOGRAFIA

GOLDMAN; BENNETT. Tratado de Medicina Interna. 21 ed. Rio de Janeiro: editora ABPDEA 2001.

SALTER, Robert B. Distúrbios e lesões do Sistema Muscoloesquelética. 3º edição Rio de Janeiro: editora Medsi 2001

SMELTZER, Suzane C.; BARE, Brenda G. Tratado  de Enfermagem Medico Cirúrgico.  Volume 2 Rio de Janeiro: editora Guanabara Koogan 2002


Autor(a): Amanda Alyne Matos Teixeira
                 Anderson Graciano de Melo
                 Claudete Socorro Gomes
                 Erica Luiza Dutra Lima
                 Kelly Lucia Dias
                 Maria Augusta Azeredo Diniz Felizardo

A postura do ser humano pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação ...

Avaliação Postural: cada indivíduo tem uma postura diferenciada


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A postura do ser humano pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Segundo Magee (2002), "postura é um composto das posições das diferentes articulações do corpo num dado momento". Para que possamos estar em boa postura, é necessária uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.

Já Palmer & Apler (2000) definem a postura correta como o "alinhamento do corpo com eficiências fisiológicas e biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas sofridas ao sistema de apoio pelos efeitos da gravidade". 

 Cada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, má postura, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.
A análise da postura envolve a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos à linha de gravidade. É importante lembrar que a avaliação postural deve determinar se um segmento corporal ou articulação desvia-se de um alinhamento postural ideal. Portanto, podemos entender que na avaliação postural o paciente deve sentir-se à vontade e evitar rigidez e posições não-naturais. Há a necessidade de ser visualizado o equilíbrio global do corpo. O fio de prumo situa-se no ponto Antero-posterior anterior ao maléolo lateral e, para os desvios laterais, entre os calcanhares.

Agora, quando falamos da Postura Padrão, nos referimos a uma postura "ideal" ao invés de uma postura média. O alinhamento esquelético ideal utilizado como padrão consiste nos princípios científicos válidos, envolvendo uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga, e conduz à do corpo.

Podemos concluir que o objetivo principal da avaliação postural é identificar os desequilíbrios mais evidentes a fim de evitar prescrição de exercícios que possam vir a acentuar esses desequilíbrios. A boa postura é aquela que melhor ajusta nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de suas partes.

Séculos atrás , Hipócrates (séc.V AC) fez a primeira descrição sobre o problema da escoliose. Ambrose Paré (1510-1590) associou a escolios...

Os sintomas e tratamento da escoliose




Séculos atrás , Hipócrates (séc.V AC) fez a primeira descrição sobre o problema da escoliose. Ambrose Paré (1510-1590) associou a escoliose congênita a maus hábitos posturais. Em 1895, graças a evolução da medicina e o advento dos raios-x, múltiplos fatores passaram a ser melhor analisados sobre esta patologia. Em 1948, John Cobb empregou o método de mensuração da escoliose que é utilizado até hoje.
A coluna vertebral vista de perfil apresenta suas regiões de curvatura chamadas de cifose e lordose. Quando olhada de frente, ou de costas, ela precisa estar reta. A escoliose é descrita simplesmente como o desvio lateral do eixo vertebral da coluna (figura abaixo) quando vista de costas.

Há diversas propostas de classificação da escoliose:

Idiopática: Aproximadamente 80% dos casos, são as que não tem causa definida;
Pós traumáticas: desenvolvida graças a um trauma sofrido ( acidente, queda, fratura);
Neuro-Muscular: geralmente conseqüências de distúrbios neurológicos ( distrofias, miotonias, hipotonias);
Congênitas ou Infecciosas: Mal de Pott, tumoral, síndrome de Marfan e de Ehlers-Danlos;

Diagnóstico

O diagnóstico é bem simples. No exame físico é notável o desvio tanto da coluna, como em alguns casos das costelas e diferença de altura do ombro. Para fechar o diagnóstico usa-se o teste de ADAM e raios-x com a mensuração do ângulo de Cobb e sinal de Risser.

Sintomas

Os sintomas dolorosos geralmente não aparecem durante a adolescência, mas é comum na fase adulta. A queixa mais comum de pais e pacientes são devido à aparência com deformidades.

Tratamento

O tratamento é longo e difícil. Principalmente porque a maioria dos casos é de causa desconhecida. O paciente deve estar assessorado com uma equipe multidisciplinar com médicos, fisioterapeutas e psicólogos.

Por se tratar de um problema da coluna, a osteopatia pode oferecer um alívio da dor e correção da estrutura através de técnicas de manipulação. Com ênfase especial à mecânica do corpo, a osteopatia tende a restabelecer a harmonia entre todas as estruturas que sustentam a coluna, e ao longo das sessões devolverem o equilíbrio da coluna ao seu eixo natural.

Uma boa opção para o tratamento da escoliose são o RPG associado as palmilhas posturais, pois elas atuam no pé, ajudando o seu corpo a reprogramar sua postura com estímulos nas plantas dos pés.

Está com dor e tem escoliose? Complete seu tratamento com seu  osteopata de confiança, ele saberá te ajudar !

O uso de próteses de quadril do tipo metal sobre metal continua gerando polêmica. Na semana passada, estudo publicado na revista científi...

Ortopedistas brasileiros afirmam que próteses de quadril com metal são seguras



O uso de próteses de quadril do tipo metal sobre metal continua gerando polêmica. Na semana passada, estudo publicado na revista científica "British Medical Journal" mostrou que estes implantes, principalmente os modelos mais antigos, podem causar intoxicação por cromo e cobalto, além de danos aos ossos. Mas os médicos Sérgio Rudelli, presidente da Sociedade Brasileira de Quadril, e Geraldo Motta, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, afirmam que não há comprovação de que estes problemas ocorram.

Em carta por e-mail, as duas entidades dizem que "a Sociedade Brasileira de Quadril, afiliada da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, esclarece que jamais recebeu qualquer reclamação ou queixa sobre intoxicação do organismo causada por próteses metálicas". Os dois médicos afirmam que essas próteses começaram a ser usadas no Brasil na década 1970, portanto, há mais de 40 anos. Com a evolução tecnológica, as próteses de polietileno e, mais recentemente, as de cerâmica, passaram a ser mais comuns. Na carta, Rudelli e Motta explicam que "hoje as próteses exclusivamente metálicas representam apenas uma parcela das 15 a 20 mil próteses implantadas anualmente no Brasil".

A recomendação da Sociedade Brasileira de Quadril é que pacientes que tenham recebido próteses inteiramente metálicas procurem seus médicos, se estiverem preocupados com possíveis danos à saúde.

Bastam 120 horas (divididas em finais de semana), um investimento de R$ 2 mil, uma plaquinha e uma ...

Quando o pilates faz mal à saúde


Bastam 120 horas (divididas em finais de semana), um investimento de R$ 2 mil, uma plaquinha e uma sala de aula para qualquer pessoa virar instrutor de pilates.

Pelas normas atuais, os aparatos descritos acima são o suficiente para ganhar o título de especialista e oferecer exercícios físicos intensos, com potencial de lesões sérias, para idosos, gestantes, crianças e adultos.

O pilates ganhou popularidade no Brasil e os estúdios tomaram conta das cidades. Fisioterapeutas, educadores físicos, terapeutas ocupacionais e bailarinos são os profissionais que mais ocupam o cargo de professor da modalidade e os mais indicados para função, desde que façam treinamentos específicos.

"Mas não há diretrizes que norteiem a formação, como conteúdo programático ou carga-horária", afirma o coordenador da Associação Brasileira de Pilates (ABP), Eduardo Freitas da Rosa.

"Em consequência disso, existem profissionais sem condições mínimas para atuar ou ministrar cursos sobre o método", complementa.

"Pilates é um curso livre, não há exigência de diploma não", respondeu a atendente de uma entidades que oferece capacitação da técnica, após a reportagem do iG Saúde perguntar se poderia participar da próxima turma que forma professores sem ter diploma em nenhuma área.

"São R$ 2 mil reais, pagos em até 10 vezes. O curso tem 120 horas e mais um estágio de 30 horas que você pode fazer na nossa unidade mesmo, com nossos matriculados", explicou a moça ao telefone.

É verdade que, no contato com outros 8 estúdios que oferecem curso de professor de pilates (três em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul, um na Bahia e outro em Florianópolis), só mais um aceitou a não formação prévia em universidades que ensinam noções de anatomia ou fisiologia.

O restante disse que as aulas eram voltadas apenas para fisioterapeutas e professores de educação física. Mas mesmo quem já cumpriu a graduação, pode "se especializar" em "pilates para idosos" ou "pilates para gestantes", por exemplo, após cumprir apenas 16 horas de treinamento.

"É muito sério isso que está acontecendo", lamenta a fisioterapeuta Cristina Abrami, diretora técnica do CGPA Pilates e uma das profissionais que batalha para a regulamentação da prática e o aumento da fiscalização.

"Hoje, se você colocar uma plaquinha na porta da sua casa oferecendo as aulas, no dia seguinte terá três alunos matriculados. Muitas academias oferecem o método em classes com mais de 10 alunos, sendo que a prática deve ser o mais personalizada possível", diz.

"Entregamos nosso corpo, a nossa saúde nas mãos de pessoas que podem ter feito apenas um workshop ou visto um DVD sobre pilates", alerta Cristina Abrami.

Especial: Saiba tudo sobre a dor

Neste contexto de mão de obra não regulamentada e capacitada para as aulas, a agravante é o perfil dos alunos. Nos últimos anos, pesquisas pipocaram enaltecendo o pilates como "remédio" para problemas crônicos, como dores intensas, osteoporose e outras alterações musculares e esqueléticas.

De fato, explica o ortopedista especializado em coluna do Hospital das Clínicas de São Paulo, Raphael Marcon, o método é excelente para a reabilitação e também para o condicionamento físico, com já evidências científicas confirmadas.

Isso indica que quando chegam às aulas, muitos praticantes já estão lesionados, com problemas de saúde e querendo amenizar os sintomas doloridos. O problema é quando o que era para ser remédio acaba como veneno. Segundo Marcon, o que ocorr é o caminho inverso.

"Os pacientes vão para as aulas de pilates para recuperar a dor, mas acabam voltando com mais dor ainda", afirma o especialista.

Veja quais são as dores que mais afastam as pessoas do trabalho

O presidente da Sociedade Brasileira de Coluna, Luis Eduardo Munhoz da Rocha, acrescenta que os exercícios de pilates fortalecem a região da lombar, mas podem exigir muito de uma estrutura já comprometida.

"Os discos existentes entre as vértebras podem já estar desgastados devido ao próprio estilo de vida (postura inadequada, genética e até obesidade)".

"Quando o pilates é ministrado por quem tem conhecimento, o limite individual de cada praticante é mais respeitado. Seja para a reabilitação, seja para o emagrecimento ou para o condicionamento físico."

A seguir, os especialistas ouvidos pela reportagem dão dicas para o pilates não fazer mal à saúde

- Desconfie das aulas de pilates oferecidas para mais de três alunos. Por ser muito específico, o curso deve abrigar no máximo três participantes

- Solicite a formação do instrutor. Se o objetivo for reabilitação física o ideal é procurar um fisioterapeuta. Caso o interesse seja esporte, procure um educador físico. Ambos devem ter certificado e capacitação em pilates em cursos com mais de 340 horas

- Passe por um médico antes caso o ponto de partida para a procura do pilates seja uma dor. Os médicos afirmam que o sintoma dolorido é o principal alerta de que algo no corpo não está bem. Pilates serve como coadjuvante no tratamento e não como medicação

- Peça a licença do estúdio. Os órgãos de classe (ou conselho federal de educação física ou conselho de fisioterapia) precisam autorizar o funcionamento da unidade

- Não utilize como único critério de seleção da escola o preço da mensalidade. Não é porque o curso é caro demais ou muito barato que os instrutores são gabaritados

- Se estiver grávida (ou ficar grávida durante o curso) pergunte ao seu médico se há alguma restrição ao pilates e siga o que ele indicar. Em alguns casos, a atividade pode colocar em risco a gestação

A Fratura da clavícula é a mais freqüentes de todas as fraturas, principalmente no período de recém-nascido. Muitas vezes ela pode passar...

Fratura de clavícula infantil



http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/41_fratura_de_clavicula.jpg

A Fratura da clavícula é a mais freqüentes de todas as fraturas, principalmente no período de recém-nascido. Muitas vezes ela pode passar desapercebida por todos em casa e mesmo num primeiro exame mais rápido na sala de partos ou no centro cirúrgico.

Esta fratura pode ser bem notada no primeiro exame feito pelo pediatra, no consultório, alguns dias após o nascimento. Costuma acontecer no momento em que o obstetra tenta liberar o ombro do bebe ao nascer. Nestes casos costuma haver uma redução dos movimentos dos braços do bebe, no lado fraturado. Na maioria das vezes são fraturas incompletas, chamadas de "fratura em galho verde".

Estas fraturas curam-se espontaneamente, não necessitando de imobilização. É recomendado que a mãe tenha cuidado ao manusear o bebê para não provocar dor. O prognóstico é excelente, sem nenhum prejuízo futuro para a criança. Na dúvida esclarecer com o pediatra.

No ponto da fratura alguns dias depois aparece um aumento parecendo um ovo.

Com o passar das semanas, tudo desaparece e dificilmente anos depois conseguiremos descobrir o lado fraturado.

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