Nesse video uma fisioterapeuta explica e demonstra como deve ser o uso do Ultrasom nessa especialidade da Fisioterapia.

Video: Uso do ultrasom em patologias traumato-ortopédicas






Nesse video uma fisioterapeuta explica e demonstra como deve ser o uso do Ultrasom nessa especialidade da Fisioterapia.

A fratura de Smith é uma fratura da extremidade inferior do rádio com deslocamento palmar do fragmento radial distal e deslocação da articul...

A fisioterapia na fratura de Smith




A fratura de Smith é uma fratura da extremidade inferior do rádio com deslocamento palmar do fragmento radial distal e deslocação da articulação radiocubital distal. A fratura é provocada por uma queda no dorso do punho flexionado.

A melhor forma de se fazer uma redução da fratura de Smith é conseguida com a tração longitudinal, supinação, e mantendo o pulso no ponto morto

O tratamento de fisioterapia para uma fratura de Smith deve ser feita com Crioterapia ou Laserterapia e no tratamento de cinesioterapia deve ser feito mobilização cicatricial ( no pós operatório, massagem local, ganho de arco articular, alongamento passivo e evoluir conforme o tratamento para mobilização de punhos com theraband (resistência), trabalho de propriocepção e movimentos ativos (principalmente pronação e supinação).

Os principais desafios que o fisioterapeuta irá enfrentar em um tratamento de fratura de smith são a perda de amplitude de movimento, dor, edema, o que dificultará o retorno à função.

A Fisioterapia tem um importante papel no tratamento pós-operatório destas fraturas, agindo na prevenção e tratamento destas complicações, possibilitando ao paciente o retorno as suas atividades normais, em período breve, seguro e em melhor nível.

Fonte

As causas mais comuns de fraturas de quadril na população jovem são os acidentes automobilísticos e as quedas de grandes alturas. Já na ...

Atenção às fraturas de quadril


As causas mais comuns de fraturas de quadril na população jovem são os acidentes automobilísticos e as quedas de grandes alturas. Já na população idosa, as quedas domiciliares são as grandes vilãs, sendo este público mais vulnerável a esse tipo de fratura.

As fraturas de quadril constituem lesões traumáticas peculiares à idade avançada, representando, em média, 50% das internações ortopédicas por trauma nos hospitais de pronto-socorro, na população idosa. Estima-se que cerca de 80% desses casos ocorrem em idosos capazes de andar sozinhos e vivendo em comunidade.

Todo tipo de complicação referente às quedas deve ter uma atenção especial da equipe médica. Esse tipo de fratura pode levar o paciente a sérios problemas de saúde dos quais se destacam a trombose e a infecção, podendo causar a morte se não for tratada.
 Os casos de fraturas e traumas não estão apenas ligados a quedas domiciliares ou a acidentes, mas também à prática de exercícios físicos diários. Aquela pessoa que há muitos anos não exerce nenhuma atividade física e que, de repente resolveu se exercitar, deve ser mais cuidadosa, pois isso pode contribuir para alguma fratura no quadril. Nesses casos, o treino e a volta aos exercícios físicos devem ser graduais, com acompanhamento, sem tentar recuperar em duas semanas o que não era feito há anos.

As fraturas do colo do fêmur são um constante desafio para a ortopedia, mesmo com as melhorias na técnica e nos implantes disponíveis. Para favorecer a consolidação das fraturas, é fundamental entender sua classificação quanto ao deslocamento, local e tipo de traço, assim como o conhecimento dos princípios da redução adequada e da estabilização efetiva.

As fraturas do colo do fêmur podem ser classificadas, quanto à estrutura, em impactadas, não-deslocadas e deslocadas e, quanto à causa, em traumáticas, por sobrecarga e patológicas. Os mecanismos da fratura do colo do fêmur ocorrem por trauma direto sobre o tecido trabecular, forças transmitidas ao longo do eixo do fêmur e movimentos em rotação externa e abdução das fraturas impactadas.

A maioria dos casos de fraturas de quadril evolui para um tratamento cirúrgico e a recuperação do paciente é variável. Quando há necessidade de algum tipo de apoio, a recuperação pode demorar até três meses. Por isso é importante procurar atendimento rápido nessas situações.

Parte da cabeça do fêmur é metafisária, e o suprimento sanguíneo vem dos vasos retinaculares. O cirurgião, durante as manobras de redução e fixação da fratura, não deve acrescentar aos vasos mais agressão além da causada pela fratura. Substituições protéticas como as artroplastias são indicadas para tipos específicos de pacientes, devendo ser estudadas os diferentes tipos de implicações e de possíveis complicações. A as fraturas trocanterianas em geral são extracapsulares, e sempre se consolidam. Isto poderia fazer supor que o tratamento não-cirúrgico seria o ideal, não fosse a alta incidência de complicações clínicas, pela imobilidade no leito, e funcionais, pelas alterações anatômicas do fêmur proximal. As luxações do quadril são lesões de alto impacto frequentemente associadas à politraumatismos com lesões de órgãos pélvico-abdominais. São emergenciais, devendo ser reduzidas rapidamente.


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