quarta-feira, 8 de abril de 2015

Soluções reais para problemas posturais

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Quem nunca sentiu uma dor na coluna ou de cabeça que atire a primeira pedra. Embora muita gente não leve em consideração a dor de cabeça pode vir de problemas posturais. E, geralmente, esses problemas posturais vem de hábitos ruins ao longo do tempo. Mas como mudar os hábitos?

Vamos começar com com três pontos: Alongamentos para começar o dia, a troca da cadeira de casa e do escritório, a mudança de postura ao sentar e andar.

Sei bem que tudo isso envolve força de vontade e e disciplina. Tirando isso, com as dores já instaladas, algumas outras coisas podem te ajudar. Vela algumas soluções reais e permanentes para problemas posturais:
  • Fisioterapia: exercícios e alongamentos que ajudarão a fortalecer a musculatura de suas costas, forçando uma postura melhor. Existem algumas rotinas que focam em uma reeducação para a forma de andar, uma outra causa de má postura.
  • RPG: Reeducação Postural Global. É mais recomendado para pessoas com muitos vícios posturais. Funciona de forma parecida com a fisioterapia, mas com os exercícios focados em consertar erros posturais. É bem mais leve que a fisioterapia.
  • Yoga: podemos dizer que a yoga é uma musculação, alongamento e aeróbica juntos. Dependendo do do estilo praticado, você pode focar em alongamemto, relaxamento, ganho de força e/ou definição muscular. É um esporte completo, mas não recomendado para aqueles com problemas mais graves de postura.
  • Pilates: é uma vertente da fisioterapia, mas com exercícios mais pesados. Seus focos são o alongamento e fortalecimento muscular, mas também pode ser praticado para definição corporal. Um bom instrutor de pilates é aquele que varia muito os exercícios e vai saber seus limites. Caso contrário, ele pode ajudar a agravar problemas e tornar a prática um tédio completo.
  • Hidroginástica: exercício de baixo impacto e resultados em longo prazo. É uma opção de trabalho postural mais tranquilo, sem muito esforço físico e bom para manter a forma. Muito recomendado para quem tem problemas como osteoporose e artrite além dos posturais.
  • Musculação: modo de tratamento mais pesado, nunca deve ser feito sem o auxílio de um profissional. Este irá orientá-los as exercícios mais apropriados para seu problema específico de postura. Em alguns casos, pode ser necessário um personal trainer para um tratamento especial.
  • Cirurgia: sim, em alguns casos mais extremos, ela é necessária. Novamente lembramos: o quanto antes começamos um tratamento, menor a chance de necessitar deste tipo de intervenção, que tem alto grau de risco.
  • Analgésicos: são paliativos. Atacam a dor mas não as causas dela. Se um médico te recomendar eles e mais nada, corra pois este é um médico de péssima qualidade.

Os ganhos dessa dedicação são muitos.  O começo é difícil. Mas ninguém nasce andando. Portanto, mãos, pernas, braços e colunas a obra!

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Anatomia do tornozelo: ligamentos e musculos



A articulação do tornozelo é formada por três ossos: tíbia, fíbula e tálus. A forma os dois primeiros de uma cúpula que se encaixa no topo da terceira. Permite, nomeadamente, tornando os movimentos para frente e para trás, que são movimentos de flexão e extensão do pé. No sentido lateral, as paradas do maléolo fibular e maléolo tibial, que são os dois apêndices ósseos continuar fíbula e tíbia em ambos os lados, impedindo um movimento completo, mas não permitem o início de rotação lateral.

O talo repousa sobre o calcâneo para formar um conjunto bastante plano, sem muito movimento. A articulação subtalar é uma fonte de conflito e apoiar a transmissão das forças que regem o peso corporal e movimentos finos de estabilidade do pé. Quando a cartilagem se deteriora essa articulação, há uma degeneração das articulações e dor, que por vezes requer cirurgia para suprimir ou aliviar.
Curiosamente, dada a sua importância na geração de lesões esportivas, um apêndice ou cauda no talo. Na parte traseira empurrando o pé como o lugar para chutar uma bola difícil, isso alterna alívio osso, colidiu com a parte de trás da tíbia e do partido. A fratura é tolerável, por vezes, mas outros necessitam de intervenção cirúrgica, a remoção do partido, para permitir que o atleta mantenha em bater uma bola sem sentir dor. Não deve ser confundida com uma variação anatômica, o trígono OS do tálus, que oferece a imagem radiográfica de uma linha de tálus soltas, muitas vezes indistinguível da fratura.

O tálus articula o sentido que leva aos dedos, com o navicular e cubóide, localizado no pé interno e externo, respectivamente. Entre o escafóide ea linha formada pelos metatarsos, são os três pontos. Os metatarsos são bases quase plana e uma cabeça esférica de articulação com as primeiras articulações dos dedos.

Ligamentos

LCL :
A partir da ponta do maléolo lateral foi dividida em três parcelas (talo fibular posterior, fibular anterior e calcâneo talo fibular) lado segurando o tornozelo. Se quebrar, produz rapidamente um grande inchaço que devem reverter o mais rapidamente possível através da aplicação de frio (por exemplo, através de um neoprene polvo) e é muito fácil para o tornozelo para torcer na inversão dos movimentos do pé.

Ligamento deltóide :
Pelo contrário, este ligamento da ponta do maléolo medial e exploração do interior do tornozelo.
Sindesmal ligamentos , sindesmose ou ligamento tibiofibular:
A
marre a porção distal da tíbia e fíbula para mantê-los juntos neste papel que valeram à superfície articular da cúpula do tálus. Seu fracasso coloca muitos problemas. Demora um tempo para cicatrizar e pode deixar seqüelas permanentes de dor e instabilidade necessitando de intervenção cirúrgica. O ligamento conecta dois ossos frontal todos o caminho para a volta de sua união, não só na parte da frente do tornozelo. Então, quando ele quebra, você pode deixar franja pendendo para a dor nas articulações e volta no tornozelo.

Músculos

Músculos extrínsecos do pé :
São responsáveis ​​pelo movimento do tornozelo e do pé. Apesar de estarem na perna, exercendo a sua tracção puxando as inserções ósseas do tornozelo e do pé. Gerenciar os movimentos de dorsiflexão, flexão plantar, inversão e eversão do pé.

musculatura intrínseca do pé :
Eles estão localizados no pé, começar os movimentos do dedo: flexão, extensão, abdução e adução.

flexores plantares :
Tem que puxar o pé para trás. Assim, estão localizados na parte de trás da perna na panturrilha. Eles são o sóleo e os gêmeos com o tendão de Aquiles, que é comum a ambos.

flexores dorsais:
são aqueles que levantar o pé para cima e estão localizados na parte frontal da perna. Eles são o tibial anterior, peroneal terceiro e extensores dos dedos.

Inversores do pe :
As pastilhas tibial anterior no primeiro metatarso e cuneiforme.

Eversores do pé :
Fibular longo e fibular curto é inserido no primeiro cuneiforme e base do primeiro metatarsiano, enquanto o fibular anterior inseridos nas bases do quarto e quinto.

A fáscia plantar :
é uma estrutura anatômica a ser levado em conta, pois, quando inflamado, dá origem à fascite plantar temido, muito angustiante e incapacitante. É uma estrutura que forma o piso do arco plantar e está inserido na porção inferior do calcâneo.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Saiba mais sobre as fraturas de clavícula

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As fraturas da clavícula,  a fratura do osso na região superior do peito que está entre o esterno (osso do centro do tórax) e a escápula (lâmina do ombro) são frequentes, podendo acometer crianças e adultos e ocorrendo, geralmente, por conta de traumas diretos ou indiretos no membro superior. Podem ocorrer em acidentes ciclísticos, motociclísticos, quedas de cavalo, no futebol ou demais esportes e, em recém-nascidos, durante o trabalho de parto.

A clavícula, na parte de cima do peito e muito perto do ombro é praticamente impossível que tenham que dispor de um gesso para imobilizar o peito todo e o ombro; e a operação não é necessária a menos que a clavícula tenha se partido em vários fragmentos ou esteja afetando nervos ou artérias. Pois é, quando você quebra sua clavícula, geralmente vai sair do hospital com alguns calmantes para a dor e advertido de que NÃO pode mover o braço

A fraturas que apresentam maiores desvios, fraturas expostas ou acompanhadas de fraturas de outros ossos, associadas a lesões vasculares e fraturas do terço distal da clavícula, são indicações de tratamento cirúrgico. Neste caso, em geral é realizada a colocação de placa e parafusos para fixação da fratura, mas também podem ser utilizados outros materiais, como hastes flexíveis.

O tempo de consolidação da fratura é ao redor de seis a oito semanas e deve ser acompanhado pelo ortopedista,
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Dica de Livro sobre Fisioterapia Ortopédica


Livro - Fisioterapia Ortopédica

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Fisioterapia Ortopédica: Exame, Avaliação e Intervenção apresenta uma ampla e acessível cobertura da fisioterapia ortopédica, trazendo toda a informação necessária para fornecer um cuidado de alto nível aos pacientes, constituindo-se em fonte única para a avaliação biomecânica e a elaboração de planos de tratamento específicos.

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Inclui 500 vídeos em Inglês.

Revisão Técnica: Silviane Machado Vezzani & Débora Grace Schnarhdorf
Tradução: Maria da Graça Figueiró da Silva & Paulo Machado

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Fratura no fêmur: o principal é a prevenção

 



O fêmur é o osso da coxa, o maior do nosso corpo. Sua extremidade superior é o local onde o membro inferior se articula com a bacia, possibilitando a movimentação do quadril. Esta região, conhecida como fêmur proximal, é sede frequente de fraturas.

O fêmur proximal pode quebrar em pacientes jovens envolvidos em acidentes com grande impacto, como quedas de altura significativas e acidentes automobilísticos. Entretanto, fraturas do fêmur proximal são mais frequentes em pacientes idosos, com ossos fracos e osteoporóticos. Nestes pacientes, o osso pode quebrar após uma simples queda da própria altura.

O sintoma mais comum da fratura do fêmur proximal é dor na virilha e coxa, que pode estar associada ao encurtamento da perna. No hospital, o médico fará radiografias e possivelmente, tomografia computadorizada. Em casos de dúvida, até mesmo uma ressonância magnética pode ser necessária. O tratamento é quase sempre cirúrgico e, dependendo da fratura, pode ser utilizada uma haste de metal para fixar a fratura ou até mesmo substituir a articulação por uma prótese interna.

O mais importante para se evitar a fratura do fêmur em idosos é a prevenção. Estes pacientes necessitam de precauções constantes para evitar quedas. Devem sempre utilizar calçados adequados, colocar tapetes anti-derrapantes em suas casas - principalmente no banheiro - e corrimãos nos corredores e escadas. Além disso, é essencial o controle da osteoporose através de consultas médicas regulares, e, em muitos casos, reposição de cálcio e vitamina D.

Autor: Leandro Ejnisman, ortopedista do Einstein
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