5 cursos online sobre Fisioterapia na Traumato-Ortopedia


O profissional que trabalha com Fisioterapia na Traumato-Ortopedia precisa estar atualizado com áreas que estão correlacionadas, assim como assuntos que podem ser aplicados na prática diária.

Pensando nisso, separei 5 cursos online para quem lida com essa especialidade da Fisioterapia.

Para ter mais informações sobre os cursos, basta clicar no nome ou na imagem dele.

Curso Online de Fisioterapia Desportiva

Curso Fisioterapia Desportiva

O curso Fisioterapia Desportiva oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre fisiopatologia, lesões, reabilitação, desportiva e muito mais.

Curso Online de Testes Especiais em Fisioterapia

 Curso Testes Especiais em Fisioterapia

O curso Testes Especiais em Fisioterapia, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre lombar, avaliação postural, Teste de Valsalva, Teste de Milgram e muito mais.

Curso Online de Técnicas Posturais
 
Curso Técnicas Posturais

O curso Técnicas Posturais, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre cadeias musculares, posturas, R.P.G, Isostretching, Pilates e muito mais.

Curso Online de Alongamento Terapêutico

 Curso Alongamento Terapêutico

Os profissionais em fisioterapia poderão atualizar o conhecimento, a respeito dos princípios gerais que envolvem os conhecimentos teóricos dessa técnica, procurando trabalhar melhor com o ser humano de uma forma integral, aprimorando os conceitos do alongamento, visando à melhoria da saúde e qualidade de vida.

Curso Online de Tratamento Miofascial

 Curso Tratamento Miofascial

O curso Tratamento Miofascial, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de Fisioterapia conhecimentos sobre sistema fascial, princípios da osteopatia, fisiologia neuromuscular, filosofia osteopática e muito mais.

Classificação de fratura de colo de fêmur

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Mais comum em mulheres idosas, por uma simples queda ou torção do pé durante a marcha, o que faz com que haja uma força de rotação. A capacidade de recuperação é baixa, pois afeta vasos capsulares e diminui o suprimento sanguíneo principal na cabeça do fêmur, o osso intra-articular não fica em contato com tecidos moles para que haja a osteogênese e o líquido sinovial impede a coagulação do hematoma da fratura. (Apley, 2002)

Para que seja de simples e de fácil aplicação, é importante um sistema de classificação de fraturas útil. Esse sistema deve possibilitar o prognóstico em longo prazo baseado na radiografia.

O mais utilizado sistema de classificação de fraturas, é o elaborado por Garden em 1961, que reconhece quatro diferentes tipos de fratura de colo de fêmur em radiografias AP.

Fraturas de Grau I possui alinhamento em valgo com a face lateral do colo compactada contra a cabeça. (Bucholz e Heckman, 2006)

Grau II são fraturas completas, porém não deslocadas. (Bucholz e Heckman, 2006)

Grau III fraturas deslocadas do colo do fêmur, porém mantém uma continuidade entre os dois fragmentos, mas há diminuição do ângulo trabecular. (Bucholz e Heckman, 2006)

Grau IV dissociação total da cabeça e colo do fêmur, nesse caso há alinhamento da cabeça com o acetábulo e as trabéculas compressivas primárias. (Bucholz e Heckman, 2006)
 
O principal objetivo da fisioterapia na fratura de fêmur é aumentar a força muscular, melhorar a resistência e eficiência da deambulação. É importante que o profissional conheça o tipo de fratura e o material usado na fixação cirúrgica, para que seja aplicada maneira correta o tempo de deambulação, descarga de peso e alguns movimentos restritos ao membro acometido.

Conheça alguns dos diversos vilões da coluna vertebral



​Não há como negar que a Coluna Vertebral é  lesada em ações do cotidiano. Má postura, estresse, colchão inadequado e sedentarismo contribuem para problemas na estrutura óssea. Isso é uma preocupação constante para nós, fisioterapeutas.

 A nossa coluna começa a sofrer processos degenerativos a partir da segunda década da vida, devido à necessidade de compartilhar duas funções mecânicas antagônicas: sustentar o peso do tronco e ao mesmo tempo ser flexível.

Apesar disso, no fundo, nunca somos muito jovens para causar danos à coluna, de maneira que policiar hábitos é uma atitude que tem que ser implementada na infância e seguir conosco pela vida: geralmente são ações equivocadas que repetimos diariamente as que prejudicam mais o órgão.

Há alguns hábitos de vida que favorecem o aparecimento de problemas na coluna. Vamos falar de alguns:

Sedentarismo

A falta de atividade física prejudica o corpo todo, em verdade. O sedentarismo interfere no metabolismo do disco intervertebral, que precisa de movimento para manter o equilíbrio vital das células. Como a estrutura da coluna objetiva a facilitação do movimento, a ausência dele a acomoda, resultando em uma dor excruciante.

Para evitar isso, o jeito é se mexer. Atividades como caminhada, corrida, natação, dança, balé, musculação, equitação, ioga e pilates são alguns ótimos jeitos de cuidar da coluna - mas não sendo possível, qualquer outro exercício está valendo.

Má postura

O maior problema com a má postura é que ela vicia. O cérebro tem uma facilidade atroz de acostumar com uma postura inadequada e a correção é sempre difícil. A postura inadequada, seja no trabalho ou no lazer, acarreta sobrecarga nas regiões cervical, dorsal e lombar, predispondo processos inflamatórios e desgaste dos discos e articulações da coluna.

Crianças que passam grande parte do dia sentadas de forma errada na escola ou à frente do computador e video-game em casa, poderão carregar sequelas para o resto de suas vidas.

Fatores como calçados inadequados ou bolsas e mochilas muito pesadas também contribuem para a má postura. Não devemos transportar mais que 10% do nosso peso, no entanto, isto dificilmente é respeitado, principalmente na fase escolar. Assim como o corpo tem facilidade para se adaptar à postura ruim, ele também o faz com a boa, então se policiar é indispensável.

Estresse

De maneira geral, o estresse coloca o corpo em estado de alerta, o que acarreta a liberação de substâncias de reduzem a circulação sanguínea de maneira a facilitar uma fuga, caso necessária. Essa redução afeta diretamente a coluna.

Pessoas em situação de constante estresse tendem a apresentar dores articulares, na coluna e nos músculos. Pode-se afirmar que em 25% dos casos a causa única da dor na coluna é o estresse.

Viver tranquilo numa casa de praia não está ao alcance de todos, então vale se alimentar de forma balanceada, se exercitar, manter um sono regular e de qualidade e trabalhar o lado psicológico para ficar à mercê dos desafios do dia-a-dia.

Colchão inadequado

Cuidado com o lugar onde se deve passar 1/3 da vida. O colchão não pode ser nem duro demais - pois a coluna tem curvaturas próprias que necessitam se acomodar -, e nem mole demais - o que acaba criando pontos de pressão sobre a coluna. Com relação ao travesseiro, a dica é utilizar um cuja altura seja o comprimento do ombro ao pescoço.

Principais patologias do joelho




O complexo articular do joelho é formado basicamente por três peças ósseas, sendo elas o fêmur, a tíbia e a patela. Estas estruturas formam duas articulações diferentes, denominadas articulação patelofemoral e tibiofemoral. Este complexo articular possui um formato semelhante a uma dobradiça, o que implicaria apenas na realização de movimentos de flexão e extensão, contudo, sabe-se que o joelho realiza também os movimentos de rotação lateral e rotação medial da Tíbia, quando o mesmo se mantém posicionado em flexão.

O fisioterapeuta lida, diariamente, com lesões no joelho. Olha as principais:

– Ligamento Cruzado Anterior

O LCA conecta a tíbia ao fêmur, protegendo o joelho de importantes movimentos que o esporte exige, por exemplo, envolvendo rotação e translação, como é o caso dos movimentos para mudar de direção. Uma vez rompido o LCA, o indivíduo passa a sentir bastante dificuldade para realizar algumas atividades que envolvam a rotação do joelho.

– Ligamento Cruzado Posterior

A principal função do LCP é impedir a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur, além de prevenir a rotação externa da tíbia. Lesões nesta estrutura levam à instabilidade do joelho e hiperpressão femoropatelar, podendo causar desde a dor característica até alterações degenerativas.

– Luxação patelar

A patela pode luxar ou sair da articulação com menor frequência ou de forma recidivante, principalmente em mulheres jovens. Para o surgimento de patologias a partir da luxação patelar, diversos fatores são analisados como sexo, idade, atividades corriqueiras, dentre outras. Em alguns casos é comum o surgimento da Síndrome fêmoro-patelar que causa, dentre outros sintomas, dor no joelho pelo contato entre a patela e o fêmur por questões anatômicas ou desequilíbrios musculares. Entre as causas para a luxação patelar estão os casos de patela alta e alterações ósseas do fêmur, por exemplo.

– Condromalácia patelar

Conhecida popularmente por joelho de corredor, a condromalácia patelar surge em decorrência de um “amolecimento” da cartilagem. A causa não é exata, mas pode estar relacionada com fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos. Um dos fatores comuns é por sobrecarga. Dentre os sintomas podem ser apontados: inchaço por baixo da edema do joelho; dor constante no meio do joelho; dor durante uma corrida, ao descer ou subir escadas e ao ficar muito tempo sentado.

– Artrose do joelho

Por suportar bastante peso ao longo do dia é normal que com o passar dos anos seja verificado um processo de desgaste da cartilagem ou “artrose”. Muitas vezes, o paciente apresenta o problema no joelho, mas não sente dores associadas.

– Tendinite patelar

Patologia do tendão patelar que, normalmente, relaciona-se com atividades no esporte que envolvem saltos e desacelerações bruscas, é o caso do atletismo e do futebol, por exemplo. Também conhecida como “joelho do saltador”, trata-se de uma das doenças do joelho mais comuns que afetam os atletas.

– Sindrome do corredor

Consiste numa inflamação da banda iliotibial (região lateral da coxa) como consequência da flexo-extensão excessiva do joelho que é resultante de fatores que promoveram um aumento na tensão ou atrito na região. Os principais sintomas são hipersensibilidade, dor e queimação na região lateral do fêmur. Diversos fatores podem favorecer o aparecimento da lesão, como calçados inadequados, sobrecarga provocada por treinamentos e competições e encurtamentos musculares.

– Lesões de menisco

O menisco é uma estrutura localizada no meio do joelho, entre o fêmur e a tíbia. Eles são responsáveis pela absorção dos impactos realizados sobre os joelhos e diferentes situações podem gerar lesões nessas estruturas, especialmente, nos casos de movimentos de giro.

– Cisto de Baker

Diferentes patologias que afetam os joelhos, como artrose, lesões meniscais, lesões na cartilagem, dentre outras, podem promover um aumento na produção de líquido sinovial, popularmente conhecida por sinovite, que levará a formação do cisto de Baker. Os principais sintomas são dor e rigidez no joelho e inchaço na parte de trás (às vezes, estendendo-se para a perna). O aumento de líquido provoca uma saliência, causando sensação de desconforto atrás do joelho.

3 níveis de lesão no tornozelo




A entorse de tornozelo é uma torção do pé muito comum. Sendo esta a causa de mais de 85% das lesões no tornozelo. Na maioria dos casos ocorre uma pequena lesão, sem ruptura de ligamentos e com prognóstico terapêutico.

A entorse do tornozelo é a rotação violenta ou um movimento muito rápido da articulação, é o trauma mais freqüente na maioria dos esportes, afeta principalmente aqueles que praticam voleibol, basquetebol e futebol.

As entorses mais comuns são em inversão do pé, que força a articulação para fora. Neste caso, pode haver lesão em algum dos ligamentos que ligam a fíbula aos ossos do pé (talofibular anterior e posterior e calcaneofibular).

A gravidade destes traumas é dividida em três diferentes níveis:

Primeiro nível: estiramento dos ligamentos, mas sem ruptura dos mesmos. Pode haver alguma dor e inchaço;

Segundo nível: ruptura parcial dos ligamentos e instabilidade articular. Acompanha dor, edema e rigidez articular, de intensidade moderada a severa;

Terceiro nível: ligamentos totalmente rompidos e grande instabilidade no pé (falta de “firmeza” ao andar).

2 tipos de tratamento para Hérnia de Disco

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Hérnia discal é a herniação do núcleo pulposo através do anel fibroso, constituindo-se como uma das principais causas de dor na coluna. O tratamento é feito com o objetivo de restabelecer o equilíbrio da coluna comprometido com o rompimento da estrutura discal.

Há dois tipos de tratamento para a Hérnia:

O tratamento tem o objetivo de restabelecer a estabilidade da coluna vertebral comprometida com a ruptura da estrutura discal. Não basta sedar a dor, mas sim restabelecer o equilíbrio da unidade funcional. O tratamento pode ser conservador como repouso, bloqueio anestésico, uso de analgésicos e antiinflamatórios, calor, fisioterapia e reeducação através de exercícios corporais.

Já a cirurgia é aconselhada para garantir o restabelecimento da resistência e estabilidade da coluna vertebral. Sendo esta uma estrutura que suporta grandes cargas, apenas a retirada da hérnia não alcança esse objetivo principal, sendo necessário à fixação dos elementos operados.

Assim, cirurgias de apenas ressecção parcial ou total do disco, estão fadadas ao descrédito, pois em seus resultados a médio e longo prazo os pacientes revelam-se incapacitados para exercer atividades físicas e, na maioria das vezes, há uma reincidência do quadro álgico.