Se os ligamentos forem forçados além dos limites normais da articulação, poderão sofrer uma deformação ou lesão permanente, dependendo d...

Exames para identificação da lesão do ligamento cruzado anterior


    Se os ligamentos forem forçados além dos limites normais da articulação, poderão sofrer uma deformação ou lesão permanente, dependendo da severidade da entorse a que foi submetido. A entorse poderá ocorrer em qualquer direção de movimento.

    Para Schenck (1999, p. 499),

    "as rupturas do LCA ocorrem com mais freqüência durante esportes que exigem movimentos de torção, salto e pivô. Geralmente estas lesões ocorrem sem contato. O pé está no solo, o joelho está flexionado e, quando o atleta realiza uma súbita mudança de direção, uma força valga é aplicada ao joelho, com a parte inferior da perna em rotação externa, resultando em incapacidade imediata. O mesmo mecanismo também ocorre em esportes de contato, como lesões que ocorrem no futebol americano e em lutas, quando o pé do atleta está no solo e ele é atingido na região póstero-lateral do joelho. Menos frequentemente, uma ruptura do LCA pode ocorrer com o joelho em hiperextensão e a perna em rotação interna. Esse tipo de lesão é raro em esportes individuais, exceto na ginástica e no esqui em declives. Quase todos os atletas que rompem o LCA serão incapazes de continuar praticando o esporte. O atleta em geral precisará de ajuda para levantar-se, e a extensão total do joelho será difícil e dolorosa no dia seguinte, devido à extremidade do LCA, que estará presa ao lado de fora da incisura intercondilar, bloqueando a extensão".

    No momento em que ocorrer a lesão o atleta poderá relatar ter ouvido um som de "estalido" muitas vezes podendo ser ouvido por outras pessoas que encontram-se nas proximidades do lesionado. Geralmente uma efusão é detectada horas após a lesão, o que indica a presença de hemartrose.

    Pessoas com lesões graves no LCA podem sentir dor repentina. Como descrito anteriormente normalmente ouve-se um "estalo" no joelho, causando um falseamento na articulação. Muitas vezes, após o trauma inicial, o indivíduo consegue sair andando, contudo isso não deve enganar o examinador.

    Para Dunitz (2001) o paciente pode desenvolver com o tempo um problema de "falseamento" recorrente (ele sente uma instabilidade que faz com que sinta que vai cair). Isso com freqüência indica lesão séria no LCA, que exige correção cirúrgica. Em algumas horas, após um trauma, pode aparecer um inchaço, causando desconforto e dor. O inchaço é sempre resultado de hemartrose (sangue no joelho) e 70% dos casos destas se devem a lesões no LCA.

    O que nos traz Dunitz (2001) é corroborado por Schenck (1999) onde o mesmo afirma que após ruptura do LCA, o atleta andará com o joelho flexionado, se for capaz de tolerar qualquer carga de peso. Ainda afirma o mesmo autor que a hemartrose desenvolve-se dentro de 6 a 12 horas após a lesão e quando isso ocorre geralmente é de moderada a grave.

Exames para identificação da lesão

    Os exames utilizados para identificação de lesões no LCA podem ser de ordem física ou radiográfica (imagem). O teste físico de Lachman é muito utilizado para a identificação imediata de possibilidade de lesões graves no LCA. Ainda utiliza-se muito o teste de gaveta em flexão.

    Segundo Dunitz (2001, p. 275), "Para identificar uma possível lesão do LCA faz-se "um teste de gaveta com o joelho em flexão de 20-30º e a tíbia em rotação neutra (teste de Lachman)". O teste é realizado empurrando-se a tíbia para frente em relação ao fêmur. Um teste de Lachman positivo é diagnóstico para ruptura do LCA.

    Para APPLETON & LANGE (2001) o teste de Lachman é o teste mais sensível para insuficiência do LCA. O teste de Lachman é comparado com o joelho contralateral normal. O exame pode ser classificado como Lachman 1+, demonstrando até 5 mm de translação tibial anterior do que no joelho contralateral normal; como 2+, de 5 a 10 mm; e como 3+, maior do que 10 mm.

    Outro teste utilizado é o teste de gaveta em flexão de 70-90º, com o joelho em rotação neutra ou interna. Entretanto, esse teste não é tão confiável como o este de Lachman, porque os músculos posteriores da coxa e corno posterior medial podem resistir a essa gaveta. O teste de Pivot Shift, ou teste da gaveta rotatória, pode ser positivo. Este teste é de difícil execução, especialmente em lesão aguda. Um teste positivo de Pivot Shift pode ser uma indicação para cirurgia em indivíduos ativos, desde que indique lesão crônica do LCA. A estabilidade em varo ou em valgo (lado) do joelho em 20-30º de flexão e extensão deve ser aplicada para excluir a possibilidade de lesão em outros ligamentos como LCM e LCL.

    Muitas vezes uma simples radiografia poderia ajudar para um planejamento pré-cirúrgico, mas não se faz necessário para diagnóstico de uma ruptura no LCA. Em casos raros, uma avulsao da espinha tibial irá ocorrer, o que afetaria o plano de tratamento definitivo.

    Segundo Dunitz (2001, p. 276), "[...] a artroscopia fornecerá o diagnóstico definitivo, principalmente quando combinada com sondagem do LCA. No entanto, a artroscopia diagnóstica é em geral desnecessária, uma vez que o diagnóstico pode ser confirmado no período do tratamento".

Retirei daqui

Atletas, praticantes de esportes recreativos e sedentários têm algo em comum: o risco de sofrer uma lesão ligamentar no joelho. O ligamento ...

Entenda as lesões de ligamentos no joelho



Atletas, praticantes de esportes recreativos e sedentários têm algo em comum: o risco de sofrer uma lesão ligamentar no joelho. O ligamento é uma estrutura fibrosa, semelhante a uma corda, e apresenta diferentes espessuras de acordo com sua localização. O ligamento conecta um osso a outro dentro de uma articulação e sua principal função é de estabilizar a junta, ou seja, mantê-la no lugar a fim de impedir que um osso se desloque sobre o outro e assuma uma posição anormal. No joelho, existem quatro principais ligamentos: os cruzados anterior e posterior, e os ligamentos colaterais medial e lateral.

Segundo o médico Paulo Henrique Araujo, ortopedista e cirurgião graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, com especialização em Traumatologia ortopédica e cirurgia do joelho e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), a lesão ligamentar pode ocorrer em várias situações e, principalmente, em decorrência de torções e traumas diretos durante a prática esportiva ou por ocasião de acidentes de trânsito, por exemplo.

"Geralmente, o paciente sente e ouve um estalo no joelho, seguido por dor, no momento do trauma. Se o ligamento acometido for um dos cruzados, que se localizam dentro do joelho, o derrame articular (água no joelho) aparece em seguida. Ao passo que, se a lesão for de um dos ligamentos colaterais, um inchaço se instalará no joelho", detalha o ortopedista.

Segundo o ortopedista, a lesão ligamentar mais frequente no joelho é a lesão do ligamento colateral medial - no lado interno do joelho -, que ocorre quando ele é forçado para dentro e a perna para fora. "Nesses casos, a indicação para cirurgia é exceção, pois esse ligamento tem uma boa capacidade de cicatrização. Por outro lado, a lesão ligamentar mais comum que leva ao tratamento cirúrgico acomete o ligamento cruzado anterior (LCA) e afeta, no Brasil, principalmente, jogadores de futebol, sejam os profissionais ou os de fim de semana", esclarece. Já a lesão do ligamento cruzado posterior (LCP) está mais associada a traumas de maior intensidade, como acidentes automobilísticos, muito embora também possa acontecer no esporte.

O médico ortopedista deve ser consultado para detectar o tipo da lesão e o tratamento adequado. Existem consequências imediatas e tardias quando a pessoa não dá atenção ao problema, realiza tratamento não adequado ou interrompe o processo de recuperação. "As imediatas são novos episódios de entorse, ou seja, instabilidade. Com isso, vem a insegurança, dor e o derrame articular. As consequências tardias são maiores danos na articulação, incluindo lesões de meniscos e cartilagem. Quanto maior o acometimento articular, maior a chance do paciente desenvolver uma artrose no futuro", finaliza Araujo.

A entorse do joelho é uma lesão dos ligamentos, cordões resistentes de tecido fibroso que ligam os ossos da perna superior e inferior na ...

Resumo de entorse no joelho


A entorse do joelho é uma lesão dos ligamentos, cordões resistentes de tecido fibroso que ligam os ossos da perna superior e inferior na articulação do joelho. A articulação do joelho tem quatro ligamentos principais.

  • Ligamento cruzado anterior (LCA) - A ACL eo ligamento cruzado posterior (LCP) ponte no interior da articulação do joelho, formando um "X" que estabiliza o joelho contra o front-to-back e back-to-front forças. A ACL tipicamente torce durante um dos movimentos do joelho seguintes: uma súbita parar; uma torção de pivô, ou mudança de direcção ao nível da articulação; overstraightening extrema (hiperextensão); ou um impacto directo para o exterior do joelho ou inferior da perna. Estas lesões são vistos entre os atletas no futebol, basquete, futebol, rugby, luta livre, ginástica e esqui.

  • Ligamento cruzado posterior (LCP) - As obras PCL com a ACL para estabilizar o joelho. Na maioria das vezes torce por causa de um impacto direto para a frente do joelho, como bater o joelho no painel em um acidente de carro ou pouso forçado em um joelho dobrado durante a prática desportiva. Em atletas, as lesões PCL são mais comuns entre aqueles que jogam futebol, basquete, futebol e rugby.

  • O ligamento colateral medial (LCM) - O MCL apoia o joelho ao longo do lado interno da perna. Como o ACL, a MCL pode ser rasgado por um golpe direto de lado para lado de fora do joelho ou perna, o tipo de golpe que pode acontecer no futebol, futebol, hóquei e rugby. O MCL pode ser ferido por uma torção no joelho grave durante esqui ou wrestling, especialmente quando uma queda torce para fora da perna, longe da parte superior da perna.

  • Ligamento colateral lateral (LCL) - A LCL suporta o lado exterior do joelho. É o ligamento pelo joelho susceptível de ser torcido, porque a maioria das lesões LCL são causadas por um golpe para o interior do joelho, e que a área é geralmente protegido por a perna oposta.

Como outros tipos de entorses, distensões do joelho são classificados de acordo com um sistema de classificação:

  • Grau I (leve) - Essa lesão se estende do ligamento, o que causa lesões microscópicas no ligamento. Estas lágrimas minúsculas não afetar significativamente a capacidade global da articulação do joelho para suportar seu peso.

  • Grau II (moderada) - O ligamento é parcialmente arrancada, e há uma certa instabilidade ligeira a moderada (ou periódica dando) do joelho em pé ou em movimento.

  • Grau III (grave) - O ligamento é rasgada completamente separados ou na sua extremidade a partir do osso, e do joelho é mais instável.

Quando um ligamento do joelho sofre uma entorse grave, há uma boa chance de que outras partes do joelho também pode ser ferido. Por exemplo, porque o MCL ajuda a proteger o ACL a partir de certos tipos de forças de joelho extremos, o ACL pode tornar-se vulnerável a danos quando a MCL é rasgada. Em mais de metade das entorses moderadas ou graves MCL, a ACL também é torcido.

Entorse no joelho são muito comuns. Entorses ACL tende a causar sintomas mais significativas quando comparadas a lesões MCL. Muitos entorses MCL são tão leves que não resultar em uma visita a um médico.

Mais do que qualquer outro grupo, atletas de competição têm um risco muito elevado de entorse no joelho e outros tipos de problemas no joelho. Nas escolas da Europa elevados, o joelho é a articulação mais lesada entre os atletas que competem no futebol, futebol ou wrestling.

Os sintomas

Os sintomas de uma entorse do joelho variam dependendo do ligamento específico que é rasgada:

ACL Entorse

  • A pop dentro do seu joelho no momento da lesão

  • Significativo inchaço no joelho dentro de algumas horas após a lesão

  • Dor severa do joelho que o impede de participação contínua em seu esporte

  • Preto-e-azul descoloração ao redor do joelho

  • Instabilidade do joelho - a sensação de que seu joelho ferido reverterá ou dar se você tentar ficar

PCL Entorse

  • Leve inchaço no joelho, com ou sem instabilidade do joelho

  • Leve dificuldade em mover o joelho

  • Dor leve na parte de trás do joelho que piora quando você se ajoelhar

MCL Entorse

  • Dor no joelho e inchaço

  • Joelho de flambagem para o exterior

  • Uma área de sensibilidade sobre o MCL rasgada (no lado interior do joelho)

LCL Entorse

  • Dor no joelho e inchaço

  • Joelho de flambagem para o interior

  • Uma área de sensibilidade sobre o LCL rasgada (no lado exterior do joelho)

Diagnóstico

O seu médico vai querer saber exatamente como você machucou seu joelho. Ele ou ela vai perguntar sobre:

  • O tipo de movimento que causou a lesão (parada súbita, torção, pivô, hiperextensão, contato direto)

  • Se você sentiu uma pop dentro do seu joelho quando a lesão aconteceu

  • Quanto tempo levou para que o inchaço apareça

  • Se a dor severa do joelho afastado imediatamente após a lesão

  • Se seu joelho sentiu imediatamente instável e não poderia suportar o peso

O médico irá examinar ambos os joelhos, comparando o seu joelho lesionado com o um não lesionado. Durante este exame, o médico irá verificar o seu joelho machucado por sinais de inchaço, deformidade, ternura fluido, dentro da articulação do joelho e descoloração. Se você não tem muita dor e inchaço, o médico vai avaliar o alcance de seu joelho do movimento e vai puxar contra os ligamentos para verificar a sua força. Durante o exame, você vai dobrar o joelho eo médico irá puxe para a frente ou para trás empurrar em sua perna onde se encontra o joelho.

Se os resultados de seu exame físico sugerem que você tem uma lesão no joelho significativa, você vai precisar de testes de diagnóstico para avaliar melhor o seu joelho. Estes podem incluir padrão raios-X para verificar se há separação ligamento do osso ou fratura. As análises também podem incluir uma ressonância magnética (MRI) ou a câmera guiada por uma cirurgia no joelho (artroscopia).

Duração prevista

Quanto tempo uma entorse do joelho dura depende do tipo de entorse do joelho, a gravidade da sua lesão, o seu programa de reabilitação e os tipos de esportes que você joga. Em geral, mais suave Grau I e classe II MCL ou LCL entorses curar dentro de 2 a 4 semanas, mas outros tipos de entorse do joelho pode levar 4 a 12 meses.

Prevenção

Para ajudar a evitar ferimentos esporte-relacionados do joelho, você pode:

  • Aquecer e alongar antes de participar de atividades esportivas.

  • Faça exercícios para fortalecer os músculos das pernas em torno de seu joelho, especialmente o quadríceps.

  • Evitar aumentos súbitos na intensidade de seu programa de treinamento. Nunca empurrar-se muito difícil, muito rápido. Aumente sua intensidade gradualmente.

  • Usar calçados confortáveis ​​e de apoio que se encaixam os pés e se encaixam no seu esporte. Se você tiver problemas no alinhamento do pé que pode aumentar o risco de um joelho torcido, pergunte ao seu médico sobre palmilhas que podem corrigir o problema.

  • Se você joga futebol, pergunte ao seu médico de medicina desportiva ou treinador atlético sobre tipos específicos de chuteiras de calçados que podem ajudar a reduzir o risco de lesões no joelho.

  • Se você ski, use dois modos ligações de lançamento que estão devidamente instalados e ajustados. Certifique-se que o mecanismo de ligação está em boas condições de funcionamento e que as suas botas e presilhas são compatíveis.

Tratamento

Se você tem um Grau I ou II Grau entorse do joelho, o médico provavelmente irá recomendar que você siga a regra de RICE:

  • R est a articulação.

  • Eu ce a área lesionada para reduzir o inchaço.

  • C ompress o inchaço com uma bandagem elástica.

  • E levate o joelho lesionado.

O seu médico pode sugerir que você usar uma cinta joelho durante um curto período de tempo e que você tome um medicamento anti-inflamatório não esteróide (AINE), tais como o ibuprofeno (Advil, Motrin e outros), para aliviar a dor e aliviar o inchaço. Como sua dor no joelho gradualmente vai embora, o seu médico irá prescrever um programa de reabilitação para fortalecer os músculos em torno de seu joelho. Este programa deve ajudar a estabilizar o joelho e impedi-lo de ferir-lo novamente.

Se você tem uma entorse do joelho Grau III ou se vários ligamentos estão lesionados, o tratamento depende do tipo específico de entorse:

  • Grau III ACL ou PCL entorse - O ligamento rasgado pode ser reconstruída cirurgicamente usando um pedaço de seu próprio tecido (auto-enxerto) ou um pedaço de tecido do doador (enxerto). Quase todas as reconstruções do joelho usar a câmera guiada (artroscopia) a cirurgia.

  • Grau III entorse MCL - Essa lesão geralmente é tratada de forma conservadora com RICE, NSAIDs (tais como o ibuprofeno) e fisioterapia. Em certos casos, a cirurgia pode ser utilizado para reparar uma MCL rasgada.

  • Grau III entorse LCL - Em um grave entorse LCL, o ligamento rompido muitas vezes é reparado cirurgicamente.

  • Lesão simultânea de vários ligamentos - O seu médico irá discutir as várias opções cirúrgicas disponíveis.

Quando chamar um profissional

Se você ferir o seu joelho, contacte o seu médico para solicitar uma avaliação urgente se o joelho:

  • Torna-se muito dolorosa ou inchada

  • Não é possível suportar o peso

  • Sente como se reverterá ou dar

Prognóstico

Cerca de 90% das pessoas com lesões do LCA e 80% com lesões PCL pode esperar uma recuperação completa após tratamento adequado e um programa de terapia física boa. Quase todos os entorses MCL ea maioria das entorses LCL têm um excelente prognóstico.

Como uma complicação a longo prazo, algumas pessoas com ACL ou PCL entorses, eventualmente, desenvolver dor de osteoartrite na articulação do joelho lesionado. Este sintoma pode não iniciar até 15 a 25 anos após a lesão no joelho inicial.

O chicote (SLC), também chamado de entorse do pescoço, chicote ou "chicote", é uma lesão causada por um movimento súbito e ...

Fisioterapia na sindrome Whiplash




O chicote (SLC), também chamado de entorse do pescoço, chicote ou "chicote", é uma lesão causada por um movimento súbito e abrupto da cabeça para trás (hiperextensão), frente (hiperflexão), ou ambos, onde os músculos , ligamentos e articulações do pescoço ficam lesionados.

É comum em pessoas que sofrem de acidentes de trânsito por colisão ou outro trauma.Quando o veículo para de repente, colide ou sofre batida traseira, o cinto de segurança impede que o corpo seja jogado para a frente, mas a cabeça pode avançar, em seguida, para trás, fazendo com que é conhecido como chicote ou whiplash .

SINTOMAS

A dor severa ou espasmo muscular na região do pescoço e da limitação drástica do movimento do pescoço. Muita dor no pescoço ou braços e dormência nas extremidades superiores.Outros sintomas incluem dores de cabeça, tontura e vertigem, zumbido nos ouvidos, distúrbios na visão. Esta pode ser acompanhada de outras lesões musculares, sangramento interno e pequenas edemas e em casos extremos, hérnia ou ruptura das vértebras.

O chicote vertical é mais comum em pessoas jovens, Apesar da sua natureza geralmente benigna, a sua abundância torna uma doença importante, especialmente pelo tempo necessário para erradicar os sintomas.

PREVENÇÃO

A melhor maneira de combater o chicote é a prevenção. 40-50 por cento de todas as lesões poderiam ser evitados por fornecer apoio para a cabeça adequada no veículo e ter certeza que eles estão bem colocados.

No caso das crianças, os carros devem estar preparados para fornecer assentos aprovados em conformidade com as características dos menores, bem como os cintos de segurança na parte traseira do veículo.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O diagnóstico de whiplash é complicado pela diversidade de trauma relacionado.

Tratamento de chicote vertical, geralmente consiste de imobilização do pescoço através de um colar, o descanso, a administração de anti-inflamatórios e, finalmente, a fisioterapia para fortalecer os músculos do pescoço e ombros.

Em casos onde a dor se torna crônica, há a possibilidade de um tratamento chamado "rizolisis ", que consiste em queimar os nervos da articulação afetada, para evitar dor transmitida.

POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES

Órgãos Nas crianças, o chicote pode ser muito mais grave, eles são mais propensos a desenvolver hemorragias internas e lesões na coluna vertebral.

PROGNÓSTICO

Estima-se que 50 por cento daqueles que sofrem de chicote vertical de desconforto entre um e três meses. Outro 40 por cento de desconforto ao ano, enquanto 10 por cento sofrem de dor na região do pescoço ao longo de sua vida.

Quando o problema persistir após um mês e meio da colisão pode ter causado o chicote vertical outras lesões mais graves nos ossos ou cérebro.

Whiplash ou tensão cervical exerce uma diminuição significativa da qualidade de vida, e tão ampla que as dores sofridas pelo afetado podem levar à ansiedade aguda ou até mesmo depressiva.

O tratamento de fisioterapia se faz necessário para a diminuição dessa dores e recuperação funcional da região cervical. Uso da eletroterapia para fazer analgesia e relaxamento da região junto com a cinesioterapia, com alongamentos manobras manuais podem abreviar o desconforto do paciente.


O assunto de hoje é Tendinite de punho. Impossível, para quem passa muito tempo no computador ou fazendo trabalhos repetitivos (como croché)...

Tendinite no punho e a Fisioterapia



O assunto de hoje é Tendinite de punho. Impossível, para quem passa muito tempo no computador ou fazendo trabalhos repetitivos (como croché), não sentir uma dorzinha na região do punho. Pois bem... Movimentos repetitivos em é excesso podem causar a Tenidinite. Mas o que é Tendinite no punho?

Tenidinite é a inflamação dos tendões que realizam o movimento do punho e dos dedos. Os tendões localizados na região posterior do punho passam, cada um, por um trajeto estreito, que lhes confere precisão nos movimentos. Na parte palmar, os tendões flexores dos dedos passam todos em um túnel comum, o túnel do carpo. Esses trajetos são chamados de túneis e são preenchidos por uma camada fina de lubrificante, o líquido sinovial, responsável pelo deslizamento dos tendões. Quando existe inflamação também nos túneis, temos as tenossinovites.

Causas: As causas das tendinites e das tenossinovites são várias. Podem ser secundárias a um traumatismo único e importante, às doenças reumatológicas ou traumatismos repetitivos.

Sintomas: Os sintomas mais comuns são dor no punho e, eventualmente no trajeto dos tendões. Pode haver aumento do volume devido ao acúmulo de líquido nas tenossinovites. Uma característica da dor é piorar com a realização do movimento e melhora com o repouso.

Diagnóstico: O diagnóstico é feito quando o médico examina o paciente e identifica a dor no trajeto dos tendões. A confirmação do diagnóstico é feita com exames de imagem, como a ultrassonografia e a ressonância magnética.

Tratamento: O tratamento tem como objetivo a retirada da causa da inflamação. Nos casos traumáticos, o uso de anti-inflamatórios e da imobilização colaboram com a melhora dos sintomas. Nas doenças reumatológicas, é fundamental o controle da doença de base através da medicação e, eventualmente, cirurgias para retirar tecidos inflamatórios que não respondem ao tratamento de remédios. Também nos casos reumatológicos e nos casos de microtraumatismos repetitivos, além das medidas analgésicas, são necessárias orientações para fortalecimento das musculatura, melhora da ergonomia, proteção articular e economia de energia. Tais orientações podem ser feitas pelo fisioterapeuta.

Com ajuda daqui

A metatarsalgia é a a dor na parte da frente do pé ( antepé),  abaixo da cabeça dos metatarsianos. A dor piora com o caminhar e piora ...

Saiba mais sobre a metatarsalgia










A metatarsalgia é a a dor na parte da frente do pé ( antepé),  abaixo da cabeça dos metatarsianos. A dor piora com o caminhar e piora muito com o uso de salto alto e sapatos apertados. É uma denominação das dores que afetam a porção inferior e anterior do pé (bola do pé), logo atrás dos dedos, sob as cabeças dos metatarsos. Acomete principalmente as regiões dos II, III e IV metatarsos, podendo também acompanhar o I, que pode também ter uma dor localizada isoladamente. Acompanha-se freqüentemente de espessamento da pele plantar (hiperqueratose), o que leva as pessoas freqüentemente às calistas, retornando em pouco tempo as mesmas calosidades.

Uma das causas principais é o uso de calçados de saltos altos, portanto, a predominância é maior nas mulheres. Há vários outros fatores, como o próprio formato do pé, com o I metatarso sendo menor que os II e III, pés cavos (arco do pé muito alto), encurtamento do tendão de Aquiles, levando a forçar mais a porção anterior do pé na marcha, atividades físicas com traumatismos excessivos nesta região, além da tendência de atrofia do amortecedor do pé (coxim plantar) que ocorre com a idade e também em doenças como os reumatismos e diabetes. O peso corporal – lembre-se que pessoas magras têm um risco significativamente menor de desenvolver metatarsalgia - é um agravantes. Tente manter um peso saudável.

Algumas vezes, um entorse moderado ou grave causa problemas mesmo após a cicatrização do ligamento. Pode ocorrer a formação de um pequen...

Complicações em entorses de tornozelos


Algumas vezes, um entorse moderado ou grave causa problemas mesmo após a cicatrização do ligamento. Pode ocorrer a formação de um pequeno nódulo em um dos ligamentos do tornozelo, causando atrito constante na articulação e acarretando inflamação crônica e, finalmente, uma lesão permanente. Freqüentemente, a injeção de uma mistura de corticosteróides no tornozelo, visando reduzir a inflamação, e de um anestésico local, para diminuir a dor, melhora o quadro.

A cirurgia raramente é necessária. Um nervo que percorre sobre um dos ligamentos do tornozelo também pode ser lesado em um entorse. A administração de uma injeção de um anestésico local freqüentemente alivia a dor e o formigamento (neuralgia), algumas vezes de forma permanente. Os indivíduos com um entorse no tornozelo podem andar de uma maneira que sobrecarrega os tendões (os cordões de tecido fortes e flexíveis que ligam um músculo a um osso ou um músculo a outro músculo) do lado externo do tornozelo, acarretando uma inflamação. Esse distúrbio, conhecido como tenossinovite fibular, pode causar edema crônico e dor no lado externo. O tratamento consiste no uso de suportes para o tornozelo que limitam os movimentos da articulação.

A administração de injeções de cortisona na bainha do tendão também podem ser eficazes, não devendo ser feito um uso abusivo desse tipo de tratamento. Ocasionalmente, o choque de um entorse grave provoca espasmo dos vasos sangüíneos da região do tornozelo com conseqüente redução do fluxo sangüíneo. Devido a essa redução, algumas áreas do osso e de outros tecidos podem ser afetadas por causa da privação sangüínea e podem começar a atrofiar. Esse problema, conhecido como distrofia simpática reflexa ou atrofia de Sudeck, pode provocar edema e dor no pé. A dor, freqüentemente intensa, pode passar de um local a outro do tornozelo e do pé.

Apesar da dor, o indivíduo afetado deve continuar andando. A fisioterapia e o uso de analgésicos pela via oral podem ser úteis. A injeção de um anestésico local no nervo que inerva o tornozelo, ou em torno dele (bloqueio nervoso), o uso de corticosteróides e a assistência psicológica podem auxiliar o paciente a conviver com a dor intensa e crônica. A síndrome do seio do tarso é a dor persistente na área situada entre o osso do calcanhar (calcâneo) e o osso do tornozelo (tálus), após um entorse. Essa síndrome pode estar relacionada à laceração parcial de ligamentos situados profundamente no pé. Freqüentemente, as injeções de corticosteróides e de anestésicos locais são úteis.

Algumas vezes, um entorse moderado ou grave causa problemas mesmo após a cicatrização do ligamento. Pode ocorrer a formação de um pequeno nódulo em um dos ligamentos do tornozelo, causando atrito constante na articulação e acarretando inflamação crônica e, finalmente, uma lesão permanente. Freqüentemente, a injeção de uma mistura de corticosteróides no tornozelo, visando reduzir a inflamação, e de um anestésico local, para diminuir a dor, melhora o quadro.

A cirurgia raramente é necessária. Um nervo que percorre sobre um dos ligamentos do tornozelo também pode ser lesado em um entorse. A administração de uma injeção de um anestésico local freqüentemente alivia a dor e o formigamento (neuralgia), algumas vezes de forma permanente. Os indivíduos com um entorse no tornozelo podem andar de uma maneira que sobrecarrega os tendões (os cordões de tecido fortes e flexíveis que ligam um músculo a um osso ou um músculo a outro músculo) do lado externo do tornozelo, acarretando uma inflamação. Esse distúrbio, conhecido como tenossinovite fibular, pode causar edema crônico e dor no lado externo. O tratamento consiste no uso de suportes para o tornozelo que limitam os movimentos da articulação.

A administração de injeções de cortisona na bainha do tendão também podem ser eficazes, não devendo ser feito um uso abusivo desse tipo de tratamento. Ocasionalmente, o choque de um entorse grave provoca espasmo dos vasos sangüíneos da região do tornozelo com conseqüente redução do fluxo sangüíneo. Devido a essa redução, algumas áreas do osso e de outros tecidos podem ser afetadas por causa da privação sangüínea e podem começar a atrofiar. Esse problema, conhecido como distrofia simpática reflexa ou atrofia de Sudeck, pode provocar edema e dor no pé. A dor, freqüentemente intensa, pode passar de um local a outro do tornozelo e do pé.

Apesar da dor, o indivíduo afetado deve continuar andando. A fisioterapia e o uso de analgésicos pela via oral podem ser úteis. A injeção de um anestésico local no nervo que inerva o tornozelo, ou em torno dele (bloqueio nervoso), o uso de corticosteróides e a assistência psicológica podem auxiliar o paciente a conviver com a dor intensa e crônica. A síndrome do seio do tarso é a dor persistente na área situada entre o osso do calcanhar (calcâneo) e o osso do tornozelo (tálus), após um entorse. Essa síndrome pode estar relacionada à laceração parcial de ligamentos situados profundamente no pé. Freqüentemente, as injeções de corticosteróides e de anestésicos locais são úteis.

Faça Fisioterapia