Canelite, periostite medial da tíbia ou síndrome do estresse tibial medial é a inflamação de uma fina camada de te...

Canelite ou Síndrome do Estresse Medial Tibial








Canelite, periostite medial da tíbia ou síndrome do estresse tibial medial é a inflamação de uma fina camada de tecido conjuntivo (periósteo) que recobre o osso da canela (tíbia), vizinha aos músculos do compartimento anterior da perna. Em casos mais graves, podem ocorrer microfissuras no osso e gerar a temida fratura por estresse, principalmente em casos de persistência na prática da corrida.

A dor se manifesta sempre que a corrida se torna muito intensa ou sob condições que favorecem o desencadeamento da canelite, como treinos longos em superfícies muito duras e o uso de tênis inadequados. Correr na grama, ou em pisos que geram menos impacto, pode atenuar o problema, mas não substitui a necessidade do fortalecimento muscular da região da perna e o respeito pela progressão lenta do volume dos treinos.

Aos primeiros sinais de dor, uma avaliação clínica complementada por exame de imagem (ressonância magnética ou cintilografia óssea) deve ser feita por um ortopedista para diagnosticar ou afastar a canelite, ou uma fratura por estresse.

Causas:

Além do tipo de pisada (pé pronado ou supinado), prática de esportes em terreno rígido, calçados inadequados e excesso de treino é de fundamental influência o encurtamento da musculatura posterior do membro inferior (pé, perna e coxa).

Sintomas:

Inicia-se com uma dor em queimação na face anterior e medial da perna ("canela") após atividades que envolvam a corrida, evolui para dor no começo que melhora com o aquecimento, mas conforme se realiza o exercício a dor piora, chegando num quadro mais grave com dor constante para atividades simples como caminhar e até dor ao toque na região.

Tratamento:

É importante a fisioterapia atuar no começo da instalação da lesão, pois a evolução do quadro pode ter graves conseqüências como uma fratura da tíbia ou até uma síndrome compartimental (diminuição do fluxo sanguíneo e de demais líquidos). Como dito anteriormente é importante eliminar as causas, mas acima de tudo identificar quais músculos estão encurtados e libera-los através de terapia manual (osteopatia, RPG), pois são esses músculos que encurtados irritam o periósteo e provocam uma diminuição no calibre de vasos, o que cria um ciclo que mantém a lesão.



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