​Não há como negar que a Coluna Vertebral é  lesada em ações do cotidiano. Má postura, estresse, colchão inadequado e sedentarismo contribue...

Conheça alguns dos diversos vilões da coluna vertebral




​Não há como negar que a Coluna Vertebral é  lesada em ações do cotidiano. Má postura, estresse, colchão inadequado e sedentarismo contribuem para problemas na estrutura óssea. Isso é uma preocupação constante para nós, fisioterapeutas.

 A nossa coluna começa a sofrer processos degenerativos a partir da segunda década da vida, devido à necessidade de compartilhar duas funções mecânicas antagônicas: sustentar o peso do tronco e ao mesmo tempo ser flexível.

Apesar disso, no fundo, nunca somos muito jovens para causar danos à coluna, de maneira que policiar hábitos é uma atitude que tem que ser implementada na infância e seguir conosco pela vida: geralmente são ações equivocadas que repetimos diariamente as que prejudicam mais o órgão.

Há alguns hábitos de vida que favorecem o aparecimento de problemas na coluna. Vamos falar de alguns:

Sedentarismo

A falta de atividade física prejudica o corpo todo, em verdade. O sedentarismo interfere no metabolismo do disco intervertebral, que precisa de movimento para manter o equilíbrio vital das células. Como a estrutura da coluna objetiva a facilitação do movimento, a ausência dele a acomoda, resultando em uma dor excruciante.

Para evitar isso, o jeito é se mexer. Atividades como caminhada, corrida, natação, dança, balé, musculação, equitação, ioga e pilates são alguns ótimos jeitos de cuidar da coluna - mas não sendo possível, qualquer outro exercício está valendo.

Má postura

O maior problema com a má postura é que ela vicia. O cérebro tem uma facilidade atroz de acostumar com uma postura inadequada e a correção é sempre difícil. A postura inadequada, seja no trabalho ou no lazer, acarreta sobrecarga nas regiões cervical, dorsal e lombar, predispondo processos inflamatórios e desgaste dos discos e articulações da coluna.

Crianças que passam grande parte do dia sentadas de forma errada na escola ou à frente do computador e video-game em casa, poderão carregar sequelas para o resto de suas vidas.

Fatores como calçados inadequados ou bolsas e mochilas muito pesadas também contribuem para a má postura. Não devemos transportar mais que 10% do nosso peso, no entanto, isto dificilmente é respeitado, principalmente na fase escolar. Assim como o corpo tem facilidade para se adaptar à postura ruim, ele também o faz com a boa, então se policiar é indispensável.

Estresse

De maneira geral, o estresse coloca o corpo em estado de alerta, o que acarreta a liberação de substâncias de reduzem a circulação sanguínea de maneira a facilitar uma fuga, caso necessária. Essa redução afeta diretamente a coluna.

Pessoas em situação de constante estresse tendem a apresentar dores articulares, na coluna e nos músculos. Pode-se afirmar que em 25% dos casos a causa única da dor na coluna é o estresse.

Viver tranquilo numa casa de praia não está ao alcance de todos, então vale se alimentar de forma balanceada, se exercitar, manter um sono regular e de qualidade e trabalhar o lado psicológico para ficar à mercê dos desafios do dia-a-dia.

Colchão inadequado

Cuidado com o lugar onde se deve passar 1/3 da vida. O colchão não pode ser nem duro demais - pois a coluna tem curvaturas próprias que necessitam se acomodar -, e nem mole demais - o que acaba criando pontos de pressão sobre a coluna. Com relação ao travesseiro, a dica é utilizar um cuja altura seja o comprimento do ombro ao pescoço.

O complexo articular do joelho é formado basicamente por três peças ósseas, sendo elas o fêmur, a tíbia e a patela. Estas estruturas forma...

Principais patologias do joelho





O complexo articular do joelho é formado basicamente por três peças ósseas, sendo elas o fêmur, a tíbia e a patela. Estas estruturas formam duas articulações diferentes, denominadas articulação patelofemoral e tibiofemoral. Este complexo articular possui um formato semelhante a uma dobradiça, o que implicaria apenas na realização de movimentos de flexão e extensão, contudo, sabe-se que o joelho realiza também os movimentos de rotação lateral e rotação medial da Tíbia, quando o mesmo se mantém posicionado em flexão.

O fisioterapeuta lida, diariamente, com lesões no joelho. Olha as principais:

– Ligamento Cruzado Anterior

O LCA conecta a tíbia ao fêmur, protegendo o joelho de importantes movimentos que o esporte exige, por exemplo, envolvendo rotação e translação, como é o caso dos movimentos para mudar de direção. Uma vez rompido o LCA, o indivíduo passa a sentir bastante dificuldade para realizar algumas atividades que envolvam a rotação do joelho.

– Ligamento Cruzado Posterior

A principal função do LCP é impedir a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur, além de prevenir a rotação externa da tíbia. Lesões nesta estrutura levam à instabilidade do joelho e hiperpressão femoropatelar, podendo causar desde a dor característica até alterações degenerativas.

– Luxação patelar

A patela pode luxar ou sair da articulação com menor frequência ou de forma recidivante, principalmente em mulheres jovens. Para o surgimento de patologias a partir da luxação patelar, diversos fatores são analisados como sexo, idade, atividades corriqueiras, dentre outras. Em alguns casos é comum o surgimento da Síndrome fêmoro-patelar que causa, dentre outros sintomas, dor no joelho pelo contato entre a patela e o fêmur por questões anatômicas ou desequilíbrios musculares. Entre as causas para a luxação patelar estão os casos de patela alta e alterações ósseas do fêmur, por exemplo.

– Condromalácia patelar

Conhecida popularmente por joelho de corredor, a condromalácia patelar surge em decorrência de um “amolecimento” da cartilagem. A causa não é exata, mas pode estar relacionada com fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos. Um dos fatores comuns é por sobrecarga. Dentre os sintomas podem ser apontados: inchaço por baixo da edema do joelho; dor constante no meio do joelho; dor durante uma corrida, ao descer ou subir escadas e ao ficar muito tempo sentado.

– Artrose do joelho

Por suportar bastante peso ao longo do dia é normal que com o passar dos anos seja verificado um processo de desgaste da cartilagem ou “artrose”. Muitas vezes, o paciente apresenta o problema no joelho, mas não sente dores associadas.

– Tendinite patelar

Patologia do tendão patelar que, normalmente, relaciona-se com atividades no esporte que envolvem saltos e desacelerações bruscas, é o caso do atletismo e do futebol, por exemplo. Também conhecida como “joelho do saltador”, trata-se de uma das doenças do joelho mais comuns que afetam os atletas.

– Sindrome do corredor

Consiste numa inflamação da banda iliotibial (região lateral da coxa) como consequência da flexo-extensão excessiva do joelho que é resultante de fatores que promoveram um aumento na tensão ou atrito na região. Os principais sintomas são hipersensibilidade, dor e queimação na região lateral do fêmur. Diversos fatores podem favorecer o aparecimento da lesão, como calçados inadequados, sobrecarga provocada por treinamentos e competições e encurtamentos musculares.

– Lesões de menisco

O menisco é uma estrutura localizada no meio do joelho, entre o fêmur e a tíbia. Eles são responsáveis pela absorção dos impactos realizados sobre os joelhos e diferentes situações podem gerar lesões nessas estruturas, especialmente, nos casos de movimentos de giro.

– Cisto de Baker

Diferentes patologias que afetam os joelhos, como artrose, lesões meniscais, lesões na cartilagem, dentre outras, podem promover um aumento na produção de líquido sinovial, popularmente conhecida por sinovite, que levará a formação do cisto de Baker. Os principais sintomas são dor e rigidez no joelho e inchaço na parte de trás (às vezes, estendendo-se para a perna). O aumento de líquido provoca uma saliência, causando sensação de desconforto atrás do joelho.

A entorse de tornozelo é uma torção do pé muito comum. Sendo esta a causa de mais de 85% das lesões no tornozelo. Na maioria dos casos oc...

3 níveis de lesão no tornozelo





A entorse de tornozelo é uma torção do pé muito comum. Sendo esta a causa de mais de 85% das lesões no tornozelo. Na maioria dos casos ocorre uma pequena lesão, sem ruptura de ligamentos e com prognóstico terapêutico.

A entorse do tornozelo é a rotação violenta ou um movimento muito rápido da articulação, é o trauma mais freqüente na maioria dos esportes, afeta principalmente aqueles que praticam voleibol, basquetebol e futebol.

As entorses mais comuns são em inversão do pé, que força a articulação para fora. Neste caso, pode haver lesão em algum dos ligamentos que ligam a fíbula aos ossos do pé (talofibular anterior e posterior e calcaneofibular).

A gravidade destes traumas é dividida em três diferentes níveis:

Primeiro nível: estiramento dos ligamentos, mas sem ruptura dos mesmos. Pode haver alguma dor e inchaço;

Segundo nível: ruptura parcial dos ligamentos e instabilidade articular. Acompanha dor, edema e rigidez articular, de intensidade moderada a severa;

Terceiro nível: ligamentos totalmente rompidos e grande instabilidade no pé (falta de “firmeza” ao andar).

Hérnia discal é a herniação do núcleo pulposo através do anel fibroso, constituindo-se como uma das principais causas de dor na coluna. O tr...

2 tipos de tratamento para Hérnia de Disco


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Hérnia discal é a herniação do núcleo pulposo através do anel fibroso, constituindo-se como uma das principais causas de dor na coluna. O tratamento é feito com o objetivo de restabelecer o equilíbrio da coluna comprometido com o rompimento da estrutura discal.

Há dois tipos de tratamento para a Hérnia:

O tratamento tem o objetivo de restabelecer a estabilidade da coluna vertebral comprometida com a ruptura da estrutura discal. Não basta sedar a dor, mas sim restabelecer o equilíbrio da unidade funcional. O tratamento pode ser conservador como repouso, bloqueio anestésico, uso de analgésicos e antiinflamatórios, calor, fisioterapia e reeducação através de exercícios corporais.

Já a cirurgia é aconselhada para garantir o restabelecimento da resistência e estabilidade da coluna vertebral. Sendo esta uma estrutura que suporta grandes cargas, apenas a retirada da hérnia não alcança esse objetivo principal, sendo necessário à fixação dos elementos operados.

Assim, cirurgias de apenas ressecção parcial ou total do disco, estão fadadas ao descrédito, pois em seus resultados a médio e longo prazo os pacientes revelam-se incapacitados para exercer atividades físicas e, na maioria das vezes, há uma reincidência do quadro álgico.

A fisioterapia ortopédica é uma disciplina da Fisioterapia que foca na recuperação ou prevenção de lesões e doenças que afetam os músculos, ...

O que faz um profissional de Fisioterapia Ortopédica?


fisioterapia

A fisioterapia ortopédica é uma disciplina da Fisioterapia que foca na recuperação ou prevenção de lesões e doenças que afetam os músculos, ossos e ligamentos do corpo. Os profissionais desta área utilizam métodos como massagens, ginástica, alongamentos, fortalecimento muscular e outros equipamentos especiais para auxiliar na recuperação da lesão. Como terapia, são aplicadas também técnicas de mobilização e manipulação articular.

O chamado "trauma ortopédico" ocorre em acidentes como quedas, lesões esportivas, acidentes automobilísticos, etc. Este tipo de lesão apresenta riscos e exige cuidado. Como método de recuperação são utilizadas técnicas para fortalecer, alongar e estabilizar o músculo lesionado.

Dentre as possibilidades de tratamento na fisioterapia ortopédica estão:
  • Disfunções osteomioarticulares e tendíneas, que podem resultar de traumas e fraturas.

  • Lesões por esforço repetitivo e patologias ortopédicas (geralmente trata-se de tendinites e entorses).

  • Lesões nos ombros, cotovelos, punhos, mãos, quadril, joelho, pés, tornozelos e coluna vertebral.

Além de trabalhos executados manualmente para recuperação, o fisioterapeuta ortopédico também utiliza técnicas com uso de aparelhos, como a eletroterapia, que consiste no uso do calor / frio e estimulação elétrica.

Apesar de serem usadas técnicas semelhantes, o tratamento aplicado a um atleta profissional e a uma pessoa comum é diferente, já que a constituição física de cada um difere muito.

No âmbito esportivo, a área de fisioterapia ortopédica se torna especialmente indispensável pois seus avanços contribuem para melhor formação de atletas desde seu início. Além disso, esta disciplina também atua na cura de lesões e técnicas para recuperação durante sua carreira e para determinar o futuro do atleta, quando é necessário avaliar casos de invalidez ou não aptitude para continuar.

O tratamento fisioterápico na fase pré-operatória deve ter uma função preventiva que seria prevenir as complicações respiratórias, motoras...

12 aspectos no pré-operatório na artroplastia do quadril


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O tratamento fisioterápico na fase pré-operatória deve ter uma função preventiva que seria prevenir as complicações respiratórias, motoras e evitar as escaras de decúbito. Sendo assim iniciaremos da seguinte forma o tratamento:

1. Cinesioterapia motora dos membros inferiores associados à respiração profunda e lenta, procurando expandir o máximo o pulmão e manter as articulações preservadas, pois no pós-operatório imediato o paciente tende a ficar confinado a leito e ao quadro álgico presente;

2. Posicionamento adequado no leito para os membros inferiores devendo manter as pernas abduzidas, porque os movimentos de flexão, abdução, rotação interna ou externa acentuada podem luxar a prótese, evitando também a flexão da articulação coxofemoral acima 45º de como medida preventiva para a luxação;

3. Cinesioterapia motora para todos os membros inferiores procurando potencializar a musculatura abdutora do segmento a ser operado;

4. Manutenção das articulações do segmento que vai ser operado evitando assim bloqueio do joelho e tornozelo desnecessariamente;

5. Fortalecer o membro oposto ao que vai ser operado; deve ser bem trabalhado, pois ele é quem vai suportar, após a cirurgia, grande parte do peso corporal;

6. Orientação para a mudança de decúbito, pois o paciente não pode ficar em decúbito lateral para o lado da cirurgia; orientar o posicionamento correto na cama e a transferência para uma mesa ortostática ou, caso não haja a mesa ortostática, facilitar a mudança de deitado para sentado e posteriormente em pé;

7. Orientar sentar em cadeiras e vasos sanitários; o paciente deverá manter a perna que será operada em extensão, sentado com a região lombossacra na cadeira evitando assim uma angulação exagerada na mesma;

8. Orientação e prescrição quanto ao uso de muletas ou andador;

9. Orientar como será a reeducação de marcha, devendo ser iniciado quase sempre um andador; manter as pernas abduzidas, evitando girar o segmento operado em rotação interna ou externa;

10. Iniciar contrações isométricas de quadríceps e glúteos;

11. Flexão e extensão de tibio-társica com exercícios ativos livres/resistidos, assim como movimentos de inversão e eversão;

12. Quanto mais esclarecido o paciente estiver, mais fácil será sua recuperação e, desta forma, evitaremos uma série de complicações.

Fonte

1. Extensão de quadril no solo De joelhos, tronco ereto e mãos ao lado do corpo. Leve uma das pernas para ...

3 movimentos para alongar as coxas


1. Extensão de quadril no solo
De joelhos, tronco ereto e mãos ao lado do corpo. Leve uma das pernas para a frente, deixando-a flexionada no ângulo de 90 graus. Segure o pé de trás com a mão oposta e apoie a outra no chão. Permaneça por 15 segundos. No final, mude a perna.

2. Extensão de quadril unilateral
De pé, pernas semiflexionadas e afastadas na largura dos ombros e mãos ao lado do corpo. Flexione uma das pernas, segurando o pé com a mão do mesmo lado. Traga o calcanhar para perto do quadril, sem encostá-lo. Segure de 10 a 15 segundos. No final, inverta o lado.

3. Extensão de quadril deitado
Deitada de barriga para baixo, com as mãos ao lado do corpo. Flexione as duas pernas e segure os pés com as mãos, aproximando os calcanhares dos glúteos. Tente levantar um pouco os joelhos do chão. Mantenha o movimento por 15 segundos e relaxe.

A doença de Paget é pouco frequente na população mais jovem (com menos de 40 anos). Os homens são 50 % mais propensos a desenvolvê-l...

Sintomas da doença de Paget



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A doença de Paget é pouco frequente na população mais jovem (com menos de 40 anos). Os homens são 50 % mais propensos a desenvolvê-la que as mulheres. A doença de Paget é mais frequente na Europa (exceto na Escandinávia), Austrália e Nova Zelândia do que na América, África e Ásia. É particularmente frequente na Inglaterra. A título indicativo, nos Estados Unidos cerca de 1 % das pessoas com mais de 40 anos sofre desta doença.

A doença de Paget é habitualmente assintomática. Contudo, podem aparecer sintomas, como rigidez das articulações e cansaço, que se desenvolvem de forma lenta e subtil. Pode manifestar-se como uma dor profunda, por vezes intensa, que piora à noite. O aumento dos ossos pode comprimir os nervos (aumentando desse modo a dor) e levar a uma deformação óssea. Em certas ocasiões, a doença de Paget provoca o desenvolvimento de uma artrose dolorosa nas articulações adjacentes.

Os sintomas variam em função dos ossos afctados. O crânio pode aumentar de tamanho dando um aspecto mais proeminente às sobrancelhas e à testa, o que se pode constatar quando o chapéu já não se ajusta bem à cabeça. Este aumento do tamanho do crânio pode causar uma perda da audição devido à lesão provocada no ouvido interno (cóclea); pode haver cefaleias provocadas pela compressão dos nervos e pode constatar-se o aparecimento de veias dilatadas no couro cabeludo, devido a um aumento da circulação sanguínea no crânio. As vértebras podem alargar-se, enfraquecer e deformar-se, o que leva a uma diminuição da altura dos ossos. As vértebras afetadas podem comprimir os nervos da espinal medula, causando rigidez, formigueiro, fraqueza e inclusive paralisia nas pernas. Se os ossos da anca ou da perna forem afetados por esta doença, o doente pode ter as pernas arqueadas e dar passos curtos e instáveis. Um osso anormal é mais propenso a sofrer fraturas.

O aumento da circulação sanguínea através do osso anormal impõe um maior esforço ao coração, mas é raro que se manifeste um quadro de insuficiência cardíaca. O osso anormal transforma-se em canceroso em menos de 1 % dos pacientes.

A Reeducação Postural Global (RPG) é uma das técnicas mais indicadas para quem tem hipercifose, já que ela, como o próprio nome indica, ...

A Reeducação Postural Global na hipercifose


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A Reeducação Postural Global (RPG) é uma das técnicas mais indicadas para quem tem hipercifose, já que ela, como o próprio nome indica, realiza um trabalho progressivo de reeducação da postura. Oldack Borges de Barros, presidente da Sociedade Brasileira de RPG (SBRPG) conta que o trabalho feito é qualitativo, ou seja, os exercícios não são realizados à exaustão, mas trabalham bem as deformidades da coluna.

O acompanhamento de um profissional da área é fundamental, que poderá indicar exercícios a serem feitos, inclusive, em casa. Barros sugere um que a princípio, pode ser difícil: deite em uma cama de barriga para cima e junte a sola de um pé com a do outro. Mantenha toda a coluna apoiada na cama. Para a cabeça, use um apoio de dois a três centímetros. Respire pelo nariz, solte pela boca e, na saída do ar, tente "estufar" a "barriga" e "abaixar" o peito.

"É praticamente impossível quem tem hipercifose fazer isso porque você vai de encontro à hipercifose. É esse encontro que faz com que a coluna se alinhe", diz o especialista. O exercício deve ser feito uma vez por semana, de preferência durante uma hora. Mas, lembra Barros, o processo de alinhamento da coluna é sempre mais rápido quando acompanhado de um profissional de RPG.

Quem nunca sentiu uma dor na coluna ou de cabeça que atire a primeira pedra. Embora muita gente não leve em consideração a dor de cabeça pod...

Soluções reais para problemas posturais


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Quem nunca sentiu uma dor na coluna ou de cabeça que atire a primeira pedra. Embora muita gente não leve em consideração a dor de cabeça pode vir de problemas posturais. E, geralmente, esses problemas posturais vem de hábitos ruins ao longo do tempo. Mas como mudar os hábitos?

Vamos começar com com três pontos: Alongamentos para começar o dia, a troca da cadeira de casa e do escritório, a mudança de postura ao sentar e andar.

Sei bem que tudo isso envolve força de vontade e e disciplina. Tirando isso, com as dores já instaladas, algumas outras coisas podem te ajudar. Vela algumas soluções reais e permanentes para problemas posturais:
  • Fisioterapia: exercícios e alongamentos que ajudarão a fortalecer a musculatura de suas costas, forçando uma postura melhor. Existem algumas rotinas que focam em uma reeducação para a forma de andar, uma outra causa de má postura.
  • RPG: Reeducação Postural Global. É mais recomendado para pessoas com muitos vícios posturais. Funciona de forma parecida com a fisioterapia, mas com os exercícios focados em consertar erros posturais. É bem mais leve que a fisioterapia.
  • Yoga: podemos dizer que a yoga é uma musculação, alongamento e aeróbica juntos. Dependendo do do estilo praticado, você pode focar em alongamemto, relaxamento, ganho de força e/ou definição muscular. É um esporte completo, mas não recomendado para aqueles com problemas mais graves de postura.
  • Pilates: é uma vertente da fisioterapia, mas com exercícios mais pesados. Seus focos são o alongamento e fortalecimento muscular, mas também pode ser praticado para definição corporal. Um bom instrutor de pilates é aquele que varia muito os exercícios e vai saber seus limites. Caso contrário, ele pode ajudar a agravar problemas e tornar a prática um tédio completo.
  • Hidroginástica: exercício de baixo impacto e resultados em longo prazo. É uma opção de trabalho postural mais tranquilo, sem muito esforço físico e bom para manter a forma. Muito recomendado para quem tem problemas como osteoporose e artrite além dos posturais.
  • Musculação: modo de tratamento mais pesado, nunca deve ser feito sem o auxílio de um profissional. Este irá orientá-los as exercícios mais apropriados para seu problema específico de postura. Em alguns casos, pode ser necessário um personal trainer para um tratamento especial.
  • Cirurgia: sim, em alguns casos mais extremos, ela é necessária. Novamente lembramos: o quanto antes começamos um tratamento, menor a chance de necessitar deste tipo de intervenção, que tem alto grau de risco.
  • Analgésicos: são paliativos. Atacam a dor mas não as causas dela. Se um médico te recomendar eles e mais nada, corra pois este é um médico de péssima qualidade.

Os ganhos dessa dedicação são muitos.  O começo é difícil. Mas ninguém nasce andando. Portanto, mãos, pernas, braços e colunas a obra!

A articulação do tornozelo é formada por três ossos: tíbia, fíbula e tálus. A forma os dois primeiros de uma cúpula que se encaixa no to...

Anatomia do tornozelo: ligamentos e musculos




A articulação do tornozelo é formada por três ossos: tíbia, fíbula e tálus. A forma os dois primeiros de uma cúpula que se encaixa no topo da terceira. Permite, nomeadamente, tornando os movimentos para frente e para trás, que são movimentos de flexão e extensão do pé. No sentido lateral, as paradas do maléolo fibular e maléolo tibial, que são os dois apêndices ósseos continuar fíbula e tíbia em ambos os lados, impedindo um movimento completo, mas não permitem o início de rotação lateral.

O talo repousa sobre o calcâneo para formar um conjunto bastante plano, sem muito movimento. A articulação subtalar é uma fonte de conflito e apoiar a transmissão das forças que regem o peso corporal e movimentos finos de estabilidade do pé. Quando a cartilagem se deteriora essa articulação, há uma degeneração das articulações e dor, que por vezes requer cirurgia para suprimir ou aliviar.
Curiosamente, dada a sua importância na geração de lesões esportivas, um apêndice ou cauda no talo. Na parte traseira empurrando o pé como o lugar para chutar uma bola difícil, isso alterna alívio osso, colidiu com a parte de trás da tíbia e do partido. A fratura é tolerável, por vezes, mas outros necessitam de intervenção cirúrgica, a remoção do partido, para permitir que o atleta mantenha em bater uma bola sem sentir dor. Não deve ser confundida com uma variação anatômica, o trígono OS do tálus, que oferece a imagem radiográfica de uma linha de tálus soltas, muitas vezes indistinguível da fratura.

O tálus articula o sentido que leva aos dedos, com o navicular e cubóide, localizado no pé interno e externo, respectivamente. Entre o escafóide ea linha formada pelos metatarsos, são os três pontos. Os metatarsos são bases quase plana e uma cabeça esférica de articulação com as primeiras articulações dos dedos.

Ligamentos

LCL :
A partir da ponta do maléolo lateral foi dividida em três parcelas (talo fibular posterior, fibular anterior e calcâneo talo fibular) lado segurando o tornozelo. Se quebrar, produz rapidamente um grande inchaço que devem reverter o mais rapidamente possível através da aplicação de frio (por exemplo, através de um neoprene polvo) e é muito fácil para o tornozelo para torcer na inversão dos movimentos do pé.

Ligamento deltóide :
Pelo contrário, este ligamento da ponta do maléolo medial e exploração do interior do tornozelo.
Sindesmal ligamentos , sindesmose ou ligamento tibiofibular:
A
marre a porção distal da tíbia e fíbula para mantê-los juntos neste papel que valeram à superfície articular da cúpula do tálus. Seu fracasso coloca muitos problemas. Demora um tempo para cicatrizar e pode deixar seqüelas permanentes de dor e instabilidade necessitando de intervenção cirúrgica. O ligamento conecta dois ossos frontal todos o caminho para a volta de sua união, não só na parte da frente do tornozelo. Então, quando ele quebra, você pode deixar franja pendendo para a dor nas articulações e volta no tornozelo.

Músculos

Músculos extrínsecos do pé :
São responsáveis ​​pelo movimento do tornozelo e do pé. Apesar de estarem na perna, exercendo a sua tracção puxando as inserções ósseas do tornozelo e do pé. Gerenciar os movimentos de dorsiflexão, flexão plantar, inversão e eversão do pé.

musculatura intrínseca do pé :
Eles estão localizados no pé, começar os movimentos do dedo: flexão, extensão, abdução e adução.

flexores plantares :
Tem que puxar o pé para trás. Assim, estão localizados na parte de trás da perna na panturrilha. Eles são o sóleo e os gêmeos com o tendão de Aquiles, que é comum a ambos.

flexores dorsais:
são aqueles que levantar o pé para cima e estão localizados na parte frontal da perna. Eles são o tibial anterior, peroneal terceiro e extensores dos dedos.

Inversores do pe :
As pastilhas tibial anterior no primeiro metatarso e cuneiforme.

Eversores do pé :
Fibular longo e fibular curto é inserido no primeiro cuneiforme e base do primeiro metatarsiano, enquanto o fibular anterior inseridos nas bases do quarto e quinto.

A fáscia plantar :
é uma estrutura anatômica a ser levado em conta, pois, quando inflamado, dá origem à fascite plantar temido, muito angustiante e incapacitante. É uma estrutura que forma o piso do arco plantar e está inserido na porção inferior do calcâneo.

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As fraturas da clavícula,  a fratura do osso na região superior do peito que está entre o esterno (osso do centro do tórax) e a escápu...

Saiba mais sobre as fraturas de clavícula


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As fraturas da clavícula,  a fratura do osso na região superior do peito que está entre o esterno (osso do centro do tórax) e a escápula (lâmina do ombro) são frequentes, podendo acometer crianças e adultos e ocorrendo, geralmente, por conta de traumas diretos ou indiretos no membro superior. Podem ocorrer em acidentes ciclísticos, motociclísticos, quedas de cavalo, no futebol ou demais esportes e, em recém-nascidos, durante o trabalho de parto.

A clavícula, na parte de cima do peito e muito perto do ombro é praticamente impossível que tenham que dispor de um gesso para imobilizar o peito todo e o ombro; e a operação não é necessária a menos que a clavícula tenha se partido em vários fragmentos ou esteja afetando nervos ou artérias. Pois é, quando você quebra sua clavícula, geralmente vai sair do hospital com alguns calmantes para a dor e advertido de que NÃO pode mover o braço

A fraturas que apresentam maiores desvios, fraturas expostas ou acompanhadas de fraturas de outros ossos, associadas a lesões vasculares e fraturas do terço distal da clavícula, são indicações de tratamento cirúrgico. Neste caso, em geral é realizada a colocação de placa e parafusos para fixação da fratura, mas também podem ser utilizados outros materiais, como hastes flexíveis.

O tempo de consolidação da fratura é ao redor de seis a oito semanas e deve ser acompanhado pelo ortopedista,

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Tradução: Maria da Graça Figueiró da Silva & Paulo Machado

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