Nesse curso você vai aprender o que é, como avaliar e como tratar um paciente com escoliose , através do método Pilate...

Material: Curso online de Pilates nas Escolioses



Nesse curso você vai aprender o que é, como avaliar e como tratar um paciente com escoliose , através do método Pilates. o Professor Marcos Minello vai mostrara ferramentas digitais e analógica, para avaliar e uma nova visão para o tratamento global.

De forma bem explicativa e visual, você aprendera as melhores formas de avaliar um paciente com escoliose e entende que exercícios devemos trabalha com cada um.

Vídeos curtos para facilitar o aprendizado
Conteúdo embasado
Teoria e Prática

Conteúdo:
O que é escoliose
Rotação automática
Mobilidade ativa frontal
Mobilidade ativa horizontal
Mobilidade ativa sagital
Teste de Adams teórico
Teste de Adams e mobilidade ativa prático
Conclusão do teste de Adams para descobrir a escoliose
Ângulo de Cobb
Método Nash e Moe
Usando o app prumo para ver escoliose
Entendendo melhor o uso do app Prumo

Exercícios:
Bola
Step Barrel
Ladder Barrel
Chair
Reformer
Cadillac

Clique na imagem abaixo para ter mais detalhes de valor de investimento e forma de pagamento.

Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por Marcos Minello



  Reunimos os "Conhecimentos dos Especialistas" e criamos uma coletânea de 5 livros digitais com informações avançadas sobre o...

Material: 5 Livros sobre o tratamento de patologias com o Método Pilates


 


Reunimos os "Conhecimentos dos Especialistas" e criamos uma coletânea de 5 livros digitais com informações avançadas sobre o tratamento de patologias com o Método Pilates



Livro 1 – Pilates nas Disfunções do Quadril

Anatomia e Biomecânica da Cintura Pélvica

Patologias do Quadril

Biomecânica e Aplicações do Pilates

Prescrição de Exercícios para o Quadril

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Lorena dos Santos Rios
Fisioterapeuta, CREFITO-7: 13-448F

167 páginas e 65 exercícios



Livro 2 – Pilates nos Desvios Posturais

Coluna Vertebral e Postura

Sistemas de Equilíbrio do Tronco

Alterações Posturais

Terapêutica Postural Aplicada ao Pilates

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Ana Paula de Sousa Pereira
Fisioterapeuta, CREFITO-14: 183-031F

174 páginas e 97 exercícios

 

Livro 3 – Pilates nas Patologias Neurológicas

Anatomia e Funcionamento Normal

Controle Motor

Principais Patologias

Avaliação Geral

A prática do Método Pilates — Exercícios

Referências Bibliográficas

Autora: Karla Vergaças Seleme
Fisioterapeuta, CREFITO-3: 121-017F

214 páginas e 64 exercícios

 


Livro 4 – Pilates nas Patologias do Joelho

Pilates na Síndrome da dor Patelofemoral

Lesão meniscal

Gonartrose ou Osteoartrose do Joelho

Propriedades do Ligamento

Anatomia e biomecânica do Pé

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Érika Cássia Barroso Batista
Fisioterapeuta, CREFITO-3: 167-261F

165 páginas e 69 exercícios

 

Livro 5 – Pilates nas Patologias do Ombro

Biomecânica

Músculos

O Manguito Rotador e a Estabilização

Síndrome do Impacto

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Aline Cristina Longhini Alberti
Fisioterapeuta, CREFITO-3: 173-719F

222 páginas e 75 exercícios

Estes livros são um investimento em você!

Mas isso só terá resultados se você colocar em prática agora. Conhecimento é a única coisa que ninguém pode te forçar a ter, mas também ninguém conseguirá retirar de você.

Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por VOLL Pilates

O Box Anatomia Fácil 2.0 representa a junção dos 3 Cursos de Anatomia disponíveis para compra separada, são eles: Curso de Sistema Ósseo,...

Material: Box Anatomia Fácil 2.0





O Box Anatomia Fácil 2.0 representa a junção dos 3 Cursos de Anatomia disponíveis para compra separada, são eles: Curso de Sistema Ósseo, Curso de Sistema Articular e Curso de Sistema Muscular.

São cursos aprofundados e detalhados ministrados pelo Professor Rogério Gozzi, Fisioterapeuta, Professor há mais de 11 anos, especialista em fisiologia do exercício e biomecânica do aparelho locomotor pela USP e criador do Canal Anatomia Fácil (Youtube), canal com mais de 400 mil inscritos e 35 milhões de visualizações, selecionado pelo Google/Youtube como Conteúdo Educativo de Excelência.



O Box Anatomia Fácil 2.0 foi criado para facilitar o acesso aos três cursos para todos aqueles que tem necessidade de consumir os três ao mesmo tempo.

Adquira já o Box Anatomia Fácil 2.0!



Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por Aprende Web


O joelho é uma das mais complexas articulações do corpo humano pois possui uma  estrutura cápsulo-ligamentar complexa. Ele deve suportar gra...

Lesão do Ligamento Cruzado Anterior e a Fisioterapia





O joelho é uma das mais complexas articulações do corpo humano pois possui uma  estrutura cápsulo-ligamentar complexa. Ele deve suportar grandes forças, dar estabilidade e possuir uma grande amplitude de movimento, tudo isso é fornecido pelas estruturas ósseas, musculares, ligamentares e menisco. Funcionalmente, é indispensável para locomoção e movimentos básicos como corrida, sentar entre outros.

Dentre essas lesões, as comumente ocorridas são as ligamentares, com evidência para a lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) . O LCA é o ligamento do joelho lesionado em boa parte de todas as lesões ligamentares, em que a maioria destas ocorre em atividades esportivas, principalmente as que envolvem aceleração e desaceleração. No consultório, há muito mais recperação para esse tipo de lesão do que lesão de outros ligamentos da região.

Na maioria dos casos, o tratamento da ruptura do LCA é cirúrgico, visando reestabelecer a função articular. A cirurgia consiste na reconstrução ligamentar através de enxerto realizado com tendões, como o tendão patelar e dos músculos grácil e semitendinoso, para formar um neo-ligamento e criar uma réplica do ligamento original, porém para obter capacidade funcional igual ao membro não operado é necessário reabilitação.

A fisioterapia após a ligamentoplastia do LCA tem o objetivo de controlar a inflamação, ganho do arco de movimento e aliviar a dor. Já na fase final a fisioterapia da enfoque no recrutamento muscular e estímulo sensório-motor.

Fernandes e Macedo (2009) afirmam que na fase pós-cirúrgica a fisioterapia tem como objetivo diminuir edema evitando uma possível inibição reflexa do músculo quadríceps e treino de marcha. Na fase clínica deve-se manter a extensão completa de joelho, aumentar força e mobilidade patelar, o que concorda com os estudos de Bossine e Mesquita (2011) e Dambros et al.,(2012) que diz que a reabilitação é fundamental após a reconstrução cirúrgica do LCA, segundo os autores o tratamento fisioterapêutico tem o objetivo de reduzir o quadro álgico, edema, processo inflamatório, melhora do controle neuromuscular, força muscular, amplitude de movimento (ADM), marcha e propriocepção.

De acordo com os estudos de Pereira e Souza (2012) e Soares et al.,(2011) os exercícios em cadeia cinética fechada (CCF) são mais indicados quando comparados com exercícios em cadeia cinética aberta (CCA) porque são exercícios multiarticulares onde ocorre uma flexão simultânea de quadril, joelho e tornozelo, gerando uma co-contração de diversos músculos. Esse fator é importante para a estabilização dinâmica e recrutamento muscular semelhante a atividades o do dia a dia, sendo assim exercícios mais funcionais e eficientes para a reabilitação do LCA e evitam a translação da tibia anteriormente, que é um movimento prejudicial para o exerto de LCA.

Nos vários protocolos encontrados, existem dois principais para a reabilitação pós-cirurgica de LCA, sendo eles:

  • Normal: tem como objetivo recuperar o joelho de pacientes não atletas e o tempo de tratamento pode chegar até a oito meses (BOSSINO, MESQUITA, 2011)
  • Acelerado: chega de quatro a seis meses de tratamento, para reabilitar o paciente atleta no menor tempo possível, afim de deixa-lo apto para as suas atividades profissionais (BOSSINO, MESQUITA, 2011).

Pode-se notar que tanto o protocolo normal quanto o acelerado tem o intuito de deixar o paciente o mais funcional possível, sendo basicamente um só, diferenciando apenas na forma de usa-los, adequando sempre às necessidades do paciente, Pimenta et al.,(2012) propôs as seguintes condutas:

  • Primeira fase: mobilização patelar, isometria para ganhar amplitude de movimento (ADM), imobilização de joelho em extensão, controlar o edema, dor, deambulação com muletas sem apoio do membro operado, mobilização passiva continua (CPM).
  • Segunda fase: deambulação com carga parcial com auxílio de muletas e imobilizador em extensão, exercícios isotônicos sem carga, a ADM passiva deve está em 90º, o objetivo e ganhar até 120º, exercício ativo livre para flexão e extensão de joelho, propriocepção sem descarga de peso, alongamentos leves.
  • Terceira fase: entra os exercícios em cadeia cinética fechada (CCF), elevação da perna com peso, bicicleta, alongamentos mais fortes, iniciam-se trotes em linha reta e com mudança de direção.
  • Quarta fase: o paciente continua os alongamentos, o ganho de ADM deve estar completo, continuar exercícios em CCF e dar inicio aos exercícios e cadeia cinética aberta (CCA), deve-se continuar a propriocepção e pliometria, iniciar treino de atividade esportiva (corrida em linha reta, com mudança de direção, corrida em oito), deve-se iniciar musculação e natação liberando o paciente para suas atividades esportivas.

Confirmando o relato dos autores acima já citados, para Bossini e Mesquita (2011), a intervenção fisioterapêutica é importante no pós-operatório imediato porque atua diminuindo o quadro álgico, melhorando a segurança do paciente, diminui aderência e melhorando o tônus do quadríceps, acelerando a alta hospitalar e a recuperação da funcionalidade do paciente. O uso do protocolo de reabilitação é importante também para que ele não tenha uma lesão reincidiva e também não aconteçam lesões secundárias. Após a fase de reabilitação o indivíduo deve continuar fazendo um programa de prevenção de lesão, fazendo assim uma manutenção do quadro.

A fisioterapia age aumentando a amplitude de movimento, ganho de força, melhora a cicatrização dos tecidos lesionados e redução de espasmos muscular. Pode-se perceber o uso de vários recursos nessa fase de pós-operatório, os protocolos independente se normal ou acelerado trazem respostas positivas para a recuperação funcional.

O uso do protocolo é importante para que não haja uma lesão reincidiva ou secundária. Após a reabilitação deve-se continuar um programa de prevenção de lesão para a manutenção da funcionalidade.

Referencias Bibliográficas:

ALMEIDA, R. F.; PEREIRA, A. A. J. Avaliação funcional do joelho em praticantes de musculação. Conexões: Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, Campinas. v. 8, n. 2, p. 83-92, 2007.

BOSSINO, E. S,; MESQUITA, P. M. Reabilitação do ligamento cruzado anterior após reconstrução com enxerto do tendão patelar: revisão de literatura. Rev. para. med; n. 25, v. 1, 2011.

COHEN, M.; CARNEIRO FILHO, M.; ABDALLA, R. J.; MESTRINER, L. A.; FERREIRA FILHO, F. S.; A importância da reabilitação no tratamento incruento e cirúrgico na insuficiência do ligamento cruzado anterior: nota preliminar. Rev Bras Ortop. n. 25, v. 1-2, 1990.

DAMBROS, C. et al. Efetividade da crioterapia após reconstrução do ligamento cruzado anterior. São Paulo: Acta ortop. Bras; n. 20, v. 5, 2012.

ELLENBECKER, T. S. Reabilitação dos ligamentos do joelho. São Paulo: Manole, 2002.

FERNANDES, R. F.; MACEDO, C. S. G. Eficácia da fisioterapia na funcionalidade e dor de indivíduos com lesão no joelho submetidos a procedimento cirúrgico. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, n. 13, v. 1, p. 9-13, 2009.

GOMES, J. J.; HAJJAR, N. E. A abordagem fisioterapêutica no tratamento pós-operatório de lesão do ligamento cruzado anterior: Estudo de caso. 3º Seminário de Fisioterapia da Uniamérica, 2009.

HALL, S. J. Biomecânica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. p. 123-26, 2005.

LUSTOSA, L. P.; FONSECA, S. T.; ANDRADE, M. A. P. Recontrução do ligamento cruzado anterior: impacto do desempenho muscular e funcional no retorno ao mesmo nível de atividade pré-lesão. Acta Ortopédica Brasileira; n. 15, v. 5, p. 280-84, 2007.

MAGEE D. J. Avaliação musculoesquelética. 4ª Edição: Manole. Barueri, 2005.

MANSKE, R. C.; PROHASKA, D.; LUCAS B. Recent advances following anterior cruciate; ligament reconstruction: rehabilitation perspectives – Critical reviews in rehabilitation medicine. Cur Rev Musculoskelet Med; n. 5, v. 1, p. 59-71, 2012.

PEREIRA, W. S.; SOUZA, A. L. V.Benefícios da cadeia cinética fechada na reabilitação de pacientes com lesão do ligamento cruzado anterior. Corpus et Scientia, n. 8, v. 1, 2012.

PIMENTA, T. S. et al., Protocolos de tratamento fisioterápico após cirurgia do ligamento cruzado anterior. Acta Biomédica Brasiliensia; n. 3, v. 1, 2012.

SILVA, A. S.; MIRANDA, P. V. B.; SOARES, J. F.; AMOR, A.; DEMARCHI, K. L.; PIEDADE, S. R.; REGAZZO, P. H. Avaliação da qualidade de vida em pacientes submetidos à reconstrução do LCA. Saúde em Revista, Piracicaba; v. 9, n. 22: p. 47-52, 2007.

SOARES, M. S. et al. Intervenção fisioterapêutica no pós-operatório de lesões do ligamento cruzado anterior. TEMA – Revista Eletrônica de Ciências; n. 11, v. 16, 2011.

THOMPSOM, L. C.; HANDOLL, H. H. G.; CUNNINGHAM, A.; SHAW, P. C. Physiotherapist-led programmes and interventions for rehabilitation of anterior cruciate ligament, medial collateral ligament and meniscal injuries of the knee in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews, Issue 2. Art. No. CD001354, 2002.


Faça Fisioterapia