1. Asma ...

6 ameaças inusitadas aos ossos



1. Asma
O problema, famoso por ocasionar falta de ar, também abala a massa óssea, segundo pesquisa de várias instituições sul-coreanas. Ou melhor: especula-se que é o tratamento contra as crises, feito com remédios à base de corticoides, que traria essa consequência. "Eles aumentam a atividade dos osteoclastos, células que retiram cálcio dos ossos", justifica o pneumologista Marcelo Alcantara Holanda, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. E isso deixaria fêmur, tíbia e companhia mais porosos. Logo, para atenuar esse risco, vale adotar medidas que diminuam as crises respiratórias, como não frequentar ambientes com poeira. Assim, uma menor quantidade de corticoide será usada, e mais íntegra ficará a massa óssea.


2. Ácido úrico
Em níveis elevados, ele desencadeia gota, cálculo renal, infartos... e fraturas. De acordo com um estudo da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, homens com essa molécula nas alturas correm um risco 62% maior de lesionar o quadril. Isso porque o quadro eleva a concentração do hormônio da paratireoide. E ele, por sua vez, remove o cálcio dos ossos. Logo, em excesso pode acarretar osteoporose. Para impedir a sobrecarga de ácido úrico circulante, comece maneirando nos frutos do mar.


3. Câncer
Alguns tipos de tumor - como os de próstata, mama, pulmão e rim -, se não tratados a tempo, tendem a se espalhar para os ossos e arruiná-los. Sem contar que, embora mais raros, há tumores que se originam no próprio tecido ósseo. No entanto, muitas vezes o que mais preocupa é o tratamento contra a doença. Os quimioterápicos reduzem o trabalho dos osteoblastos, células que depositam cálcio no esqueleto. Para evitar que o arcabouço do corpo fique debilitado nessas situações, os experts costumam lançar mão de suplementos e remédios. A ordem é seguir essas recomendações à risca.


4. Doença renal crônica
Quando os rins param de funcionar direito - traço típico dessa encrenca -, a produção de vitamina D é prejudicada, o que dificulta o aproveitamento de cálcio pelo corpo inteiro, inclusive nos ossos. Para piorar, nesse cenário o esqueleto abre mão de um pouco do mineral que lhe confere a cor branca para que outras áreas do organismo o utilizem. Quem foi diagnosticado com insuficiência renal deve tratar o quadro e ajustar a dieta para escapar da osteoporose. Já a população em geral precisa fazer de tudo para não padecer com hipertensão e diabete, dupla que arrasa os rins. Exercício e alimentação balanceada são boas táticas para prevenir esses problemas.


5. Doença celíaca
O glúten, proteína presente em trigo, centeio, malte e cevada, não é tolerado por pessoas com essa condição. Portanto, se ingerido por elas, ocasiona uma irritação no intestino que, em última instância, atrapalha a absorção de cálcio. De modo a avaliar o impacto da ingestão de glúten na ossatura de celíacos, cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, avaliaram 7 mil voluntários durante décadas. Constataram que os pacientes que davam uma escapada na dieta tinham maior risco de sofrer fraturas no quadril. Se não dá para prevenir a doença celíaca, ao menos é possível amenizar seus estragos ficando longe de itens com glúten.


6. Doenças inflamatórias intestinais (DIIs)
Uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro com cerca de 130 portadores de doença de Crohn ou retocolite - duas das principais DIIs - sugere que elas afetam a densidade óssea. Autora do artigo, a gastroenterologista e diretora científica do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil, Cyrla Zaltman, ressalta que participantes que usavam corticoides constantemente ou que não conseguiam controlar seu quadro apresentavam maiores danos no esqueleto. "Tanto a droga quanto a inflamação das DIIs prejudicam a calcificação dos ossos", esclarece Cyrla. Para preservá-los, nada melhor do que discutir seu cardápio com especialistas e se tratar direitinho.

A dor no quadril é uma queixa frequente nos consultórios médicos e nas clínicas de fisioterapia. No entanTo, nem sempre ...

Dor no quadril e bursite trocantérica




A dor no quadril é uma queixa frequente nos consultórios médicos e nas clínicas de fisioterapia. No entanTo, nem sempre o diagnóstico correto é feito, trazendo como consequência um tratamento indequado e o não alívio dos sintomas.

Uma boa anamnese e um exame físico detalhado são imprescindíveis para que se possa estabelecer um diagnóstico diferencial.

As alterações intra-articulares, como as artroses ou necroses avasculares causam além da dor, a diminuição da amplitude de movimento. Já as alterações periarticulares, sendo a bursite trocantérica a mais comum, não causam diminuição da mobilidade, além da dor.


A o nome bursite vem de bursa ( do latim pequena bolsa), que são estruturas com a função de diminuir o atrito entre os tendões e músculos sobre proeminências ósseas. Existem, no mínimo 13 bursas no quadril, mas as de interesse de estudo são a trocantérica, a iliopectínea e a isquioglútea. A trocantérica situa-se entre as inserções do glúteo médio e mínimo.

As causas da bursite trocantérica incluem traumas agudos na região, microtraumas repetitivos, fricção na banda iliotibial, discrepância entre membros, cirurgias no quadril, entre outros...

A semiologia para o diagnóstico da bursite trocantérica é controverso e obscuro, no entanto são citados alguns sinais que colaboram para o diagnóstico correto: dor à palpação no trocanter maior e que piora à noite, piora da dor na flexão associada à rotação interna e externa do quadril e que pode se associar à adução ou abdução. Como se vê, quase todos os movimentos do quadril encontram-se envolvidos e não há um teste sensivel e específico para o diagnóstico fiel. O mesmo ocorre pelo exame acurado do quadril, incluindo análise da marcha e pela exclusão de outras condições.

Os exames radiográficos são negativos, entretanto podem apresentar sinais de calcificação na região do grande trocanter.

Em trabalho realizado por Fujuki e colaboradores, 2006 foi demonstrdada uma manobra semiológica para ajudar no diagnóstico da bursite trocantérica. Essa manobra consiste em dois testes:

- 1 - Paciente em decúbito dorsal, cruza-se a o quadril afetado por cima do outro, mantendo o calcanhar na cama e fazendo 90 graus de flexão de quadril e joelho. O teste é positivo s eo paciente referir dor.

-2 - Paciente m decúbito dorsal com flexão de quadril e joelho a 90 graus e faz-se adução forçada. O teste é positivo se o paciente sentir dor.

O tratamento consiste em repouso relativo, uso de antiinflamatórios não-esteróides e fisioterapia(recursos analgésicos, ultrassom e exercícios). Caso a sintomatologia dolorosa não melhore pode-se optar por injeções de esteróides na área. Em casos extremos pode-se optar pelo procedimento cirúrgico, que consiste na remoção da busrsa inflamada.

Contratura isquêmica de Volkmann é uma contratura permanente de flexão da mão sobre o pulso, resultando em uma deformidade em forma de garr...

Contratura isquemica de Volkmann



Contratura isquêmica de Volkmann é uma contratura permanente de flexão da mão sobre o pulso, resultando em uma deformidade em forma de garra da mão e dos dedos.

Com isso,  causa uma restrição que pode danificar os nervos e músculos do antebraço. Isso pode levar a deformidades no punho, mão e dedos. A doença pode levar a graves danos ao seu braço se não for atendido rapidamente. Nos casos moderados, fisioterapia pode ser útil para aumentar o fluxo de sangue e diminuição da expansão, no entanto, esta condição pode requerer cirurgia. Fisioterapia, então, formar uma parte da reabilitação, o que lhe permite recuperar a mobilidade e força em suas mãos, dedos e antebraço. Não tente qualquer exercícios de fisioterapia, ao menos que este tenha sido indicado pelo seu fisioterapeuta.

Causas e sintomas da contratura de Volkmann

volkmann

Quase qualquer lesão traumática do braço tem o potencial de se desenvolver para esta condição, no entanto, o culpado mais comum em crianças é uma fratura no cotovelo. Também poderá ocorrer quando um antebraço for esmagado, fraturado, queimado, distúrbio hemorrágico, injeções de alguns medicamentos aplicados no antebraço ou mordida de animal.

O quadro clinico apresenta: 

• Dor (primeira manifestação), especialmente acentuada pelo alongamento passivo;

• Palidez;

• Ausência de pulso;

• Parestesias (formigamento);

• Paralisia.

Resultados que irão comprovar a contratura de Volkman: 

- O pulso estará em flexão palmar;

- A dor ocorrerá com o alongamento passivo do flexor dos dedos;

- A palpação da região afetada criará dor persistente;

- É possível que não sinta pulsações por conta do punho estar inchado;

Também existem limitações neurológicas visíveis a partir dos músculos que comprimem as vias neurais, haverá uma sensação de formigamento (parestesia);

Prevenção e Tratamento

Para evitar uma contratura isquêmica de Volkmann, mantenha seu braço elevado após a lesão. Isto reduz a probabilidade de inchaço no antebraço. Quando essa condição ocorre, você deve ter tratamento imediato, porque um nervo que é comprimido por mais de 12 a 24 horas podem sofrer danos irreparáveis.

O tratamento pode envolver fisioterapia com uso de talas dinâmicas em casos suaves para aliviar o inchaço e manter a amplitude de movimento. No entanto, o tratamento dos casos mais agressivos envolve uma cirurgia para reduzir o inchaço e melhorar a função do pulso danificado, mãos e dedos.

A recuperação

O objetivo da fisioterapia com esta condição é melhorar a força muscular e mobilidade articular. A recuperação total de contratura isquêmica de Volkmann muitas vezes é possível em casos leves, no entanto, a fisioterapia é freqüentemente necessária para melhorar a amplitude de movimento e funcionamento do punho, mão e dedos. Em casos mais graves, a recuperação total pode não ser possível, mesmo com extensa fisioterapia.

Se o braço está imobilizado, o foco da fisioterapia precoce pode ser educativo, incentivando você a manter seu braço elevado e gentilmente mover seu punho, mão e dedos, tanto quanto você puder. Uma vez que o braço já não está imobilizado, o fisioterapeuta pode prescrever exercícios de alongamento suaves, terapia de calor e exercícios ativos que visam aumentar a amplitude de movimento e força.

As fraturas da clavícula são frequentes, podendo acometer crianças e adultos e ocorrendo, geralmente, por conta de traumas diretos ou ...

Tratamentos da fratura de clavícula


http://images.slideplayer.com.br/1/83315/slides/slide_48.jpg

As fraturas da clavícula são frequentes, podendo acometer crianças e adultos e ocorrendo, geralmente, por conta de traumas diretos ou indiretos no membro superior. Podem ocorrer em acidentes ciclísticos, motociclísticos, quedas de cavalo, no futebol ou demais esportes e, em recém-nascidos, durante o trabalho de parto.

Independente da idade, o tratamento das fraturas da clavícula são submetidas em sua maioria ao tratamento conservador. As mais comuns são no terço médio do osso e apresentam índices de consolidação maiores que 95%. Esse tratamento consiste no uso de tipoia chamada "Velpeau" ou imobilizador "tipo 8", que devem ser usados corretamente para permitir a imobilização necessária para a consolidação.

Atualmente, não se utilizam mais rotineiramente imobilizações gessadas ou enfaixamentos torácicos devido ao grande desconforto e dificuldade para higiene do paciente. No tratamento conservador, não é necessário encaixe perfeito dos fragmentos fraturados pois o osso consolida com formação de calo e pequenos encurtamentos não interferem na função do ombro.

A fraturas que apresentam maiores desvios, fraturas expostas ou acompanhadas de fraturas de outros ossos, associadas a lesões vasculares e fraturas do terço distal da clavícula, são indicações de tratamento cirúrgico. Neste caso, em geral é realizada a colocação de placa e parafusos para fixação da fratura, mas também podem ser utilizados outros materiais, como hastes flexíveis.

O tempo de consolidação da fratura é ao redor de seis a oito semanas e deve ser acompanhado pelo ortopedista, que dará as orientações necessárias para obter os melhores resultados e a reabilitação adequada.

Faça Fisioterapia