A Discopatia Degenerativa não é propriamente uma doença, mas um termo empregado para descrever alterações normais que ocorrem nos discos i...

Saiba mais sobre a Discopatia degenerativa






A Discopatia Degenerativa não é propriamente uma doença, mas um termo empregado para descrever alterações normais que ocorrem nos discos intervertebrais que ocorrem com o envelhecimento.

Em alguns casos, a Discopatia Degenerativa pode se manifestar com sintomas bastante similares aos de uma Espondilite Anquilosante. As alterações que ocorrem nos discos podem resultar em dores no pescoço ou nas costas, além de osteoartrite e hénias de disco.

Qual a causa da discopatia degenerativa?

A medida em que envelhecemos, os discos localizados entre as vértebras também sofrem um processo de desgaste.

Eles perdem uma quantidade significativa do conteúdo líquido, perdendo um pouco de sua capacidade amortecedora. A perda de líquidos também diminui a espessura dos discos e a distância entre as vértebras.

A diminuição na distância entre as vértebras e, conseqüentemente, da estabilidade da coluna vertebral, tende a ser compensado pelo organismo através da formação de pontes ósseas entre uma vértebra e a seguinte. Estas pontes, chamadas Osteófitos, podem pressionar as raízes nervosas ou a própria medula, causando dor e comprometimento da função do nervo afetado.

Com o tempo, o material gelatinoso dentro do disco pode ser forçado para fora através de minúsculas rupturas, resultando em hérnias de disco.

Todas estas alterações são mais freqüentes em pessoas que fumam e aquelas que executam trabalhos pesados com sobrecarga de peso. Pessoas obesas também apresentam um risco maior para sintomas de discopatia degenerativa.

Uma lesão aguda (p.ex.: uma queda), resultando em hérnia de disco, também pode dar início a um processo de discopatia degenerativa.

Quais são os sintomas?

Dores nas costas e na região do pescoço são as manifestações mais comuns da doença. Contudo, os sintomas variam de pessoa para pessoa e de acordo com o local da coluna vertebral afetado.

Muitas pessoas não sentem coisa alguma, ao passo que outras com lesões semelhantes se queixam de dormências ou dores severas e incapacitantes.

Se o disco afetado estiver na região do pescoço, os sintomas podem incluir dores cervicais ou no braço. Na coluna inferior, os sintomas incluem dores lombares, nas nádegas ou nas pernas.

Em todos os casos, a dor tende a piorar com os movimentos de extensão da coluna. Por exemplo: ao se abaixar para amarrar um cadarço ou ao se esticar para alcançar algo em uma prateleira mais alta.

Como a discopatia degenerativa é diagnosticada?

Através da sua história e do exame do clínico, o medico é capaz de ter uma boa idéia do problema. Porém, alguns testes serão necessários para identificar a extensão da discopatia degenerativa.

Os principais exames solicitados incluem radiografias, tomografias computadorizadas e ressonância nuclear magnética da coluna vertebral.

Como é feito o tratamento?

O uso de compressas frias ou quentes, e comprimidos ou injeções de antiinflamatórios ajudam aliviar o desconforto, mas só devem ser utilizados sob orientação medica.

Dependendo da extensão da doença e da associação com problemas como osteoartrite, hérnia de disco ou estenose vertebral, seu médico poderá recomendar outros tratamentos (p.ex.: fisioterapia, alongamentos ou mesmo cirurgia).

Publicado em 22/03/10 e revisado em 21/12/17

Sei bem que trabalhar com o Treinamento Funcional todo dia pode ser difícil. Para facilitar esse trabalho, uma palavra torna-se obrigatória:...

Variedade de atividades no treinamento funcional!



Sei bem que trabalhar com o Treinamento Funcional todo dia pode ser difícil. Para facilitar esse trabalho, uma palavra torna-se obrigatória: variedade.

Você acabou de achar um guia (e-book) que vai te dar variedade de atividades no treinamento funcional! 

O valor do investimento é R$ 39,90 e você pode pagar em até 4x no cartão.  IMPERDÍVEL! 

A ação integrada dos músculos que constituem as cadeias musculares é responsável pela manutenção do alinhamento postural. O encurtam...

Cadeias musculares e alinhamento postural




A ação integrada dos músculos que constituem as cadeias musculares é responsável pela manutenção do alinhamento postural. O encurtamento destes músculos leva o indivíduo a adotar .posturas incorretas., aqui chamadas alterações posturais.

Neste aspecto a abordagem postural é sem dúvida importante, sendo considerada a base de toda compreensão funcional, norteando procedimentos corretivos seja nas disfunções músculo-esqueléticas, neuro-musculares ou cardiorespiratórias-circulatórias. Trata-se de um método de avaliação, reajustamento osteoarticular e regularização das tensões musculares, sendo utilizado a partir de uma metodologia própria.

Vários são os métodos utilizados para a avaliação, sendo essencial a ênfase na fidedignidade dos resultados. Do ponto de vista ergonômico a avaliação postural é apenas uma parte do processo avaliativo, havendo necessidade segundo Gould (1993) de ser acompanhada de outros exames e testes.
Podemos de acordo com Fernandes (1998), sistematizar os métodos de avaliação postural mais utilizados: análise dos pontos anatômicos do corpo humano de forma estática usando o simetrógrafo ou fio de prumo e em modelos pré-determinados como: New York Postural Test, Adam.s e Kendall.

Neste contexto, o referido autor em seu artigo sobre os métodos de avaliação postural, concluiu que estas formas são caracterizadas como procedimentos estáticos, o que exclui, da análise, os possíveis desvios posturais de origem funcional.

Como em todos os testes, é preciso haver uma padronização ao avaliar o alinhamento postural. O alinhamento esquelético ideal usado como padrão utiliza como referência o fio de prumo, sobre estruturas anatômicas pré-definidas.
O ponto na linha onde o fio de prumo é suspenso deve ser ponto fixo padronizado. Como o único ponto fixo na postura é na base onde os pés estão em contato com o solo, o ponto de referência deve ser a base (KENDALL,1996).

Os desvios a partir do alinhamento do prumo são descritos como leves, moderados ou acentuados, neste caso foram mensurados em graus e deslocamentos utilizando-se da cinemetria, que analisa a postura através da imagem de câmera fotográfica ou de vídeo, em que são marcados pontos anatômicos na pele dos sujeitos como referência.

Apesar de toda a sofisticação existente para mensurar e quantificar dados, as avaliações clássicas são realizadas de forma segmentada. Na busca de analisar a postura corporal pode-se utilizar os protocolos citados, mas independente da técnica ou método é importante observar a relação entre a postura global e o fio de prumo. Portanto, para avaliar de forma global utilizou-se o método das cadeias, que considera o sistema muscular de forma integrada. Na verdade, não há técnicas boas ou más; há, isto sim, aplicação desastrosa de técnicas quando, seguindo a tendência ou a rotina, elas são aplicadas em todos os indivíduos e analisadas de forma segmentada.

A abordagem deve ser mais individualizada, o método das cadeias musculares propõe a cada um,  sobretudo, a possibilidade de conhecer-se e de cuidar de si mesmo. Nossos gestos e atitudes são variados, nossas estáticas são caracterizadas principalmente pela escolha de um tipo de equilíbrio e a gestão desse equilíbrio determina a atividade dos grupos musculares cujas solicitações influenciam as formas do corpo.

A busca pela descoberta de novas formas de avaliar a postura, além dos métodos já utilizados, tem se caracterizado nos últimos anos (SPERANDIO, 2000).
Este fato se confirma quando se utiliza a palavra globalidade, pois a atuação normalmente proposta é parcial ou fragmentada. Habitualmente é feita uma boa avaliação, observando-se alterações posturais existentes, porém não se estabelecem relações entre alteração postural e músculo encurtado.

Tais informações são relevantes quando se investiga a postura corporal, uma vez que há necessidade de avaliar-se em diferentes atitudes posturais. Através destas observações concluímos que as posturas adotadas provocam desequilíbrios musculares (DENYS-STRUYF, 1995).

Cada indivíduo faz compensações próprias, assim também o tratamento deve ser individualmente planejado, a partir da avaliação realizada. Não é possível, propor avaliações padronizadas nem, indicar um mesmo tratamento a diferentes indivíduos.
Para avaliar através das cadeias musculares é preciso conhecer as cadeias e seus respectivos grupos musculares para poder identificar alterações posturais ocasionadas pelo encurtamento desses músculos; para tanto é preciso saber aplicar os testes específicos descritos no método."




Seja um profissional completo, com domínio absoluto e pleno de cada caso e com a absoluta certeza que fez as melhores escolhas para o seu cliente.

[3 Cursos] Cadeias Musculares + Avaliação Postural + Bônus Curso Tratamento. Clique aqui e saiba mais

Pilates Clínico é um método que  tem como objetivo equilibrar o desempenho em relação ao esforço físico através da integração dos mov...

7 benefícios do Pilates Clínico



Pilates Clínico é um método que  tem como objetivo equilibrar o desempenho em relação ao esforço físico através da integração dos movimentos trabalhando vários grupos musculares simultaneamente, com deslocamentos suaves e contínuos, com ênfase na concentração, no fortalecimento e na estabilização do abdômen, coluna e região pélvica.

Veja 7 benefícios da aplicação dessa forma de PIlates.

1) Melhoria da postura

Os exercícios de Pilates Clínico devem ser realizados com um alinhamento postural correto. A prática regular da modalidade permitirá ao individuo melhorar a sua consciência corporal e ativar a sua musculatura postural de forma mais eficiente, melhorando assim a postura.

2) Aumento da força e resistência muscular

As aulas de Pilates Clínico também envolvem exercícios com pesos e outros equipamentos que permitem o aumento da força muscular e resistência muscular. Além disso, a prática regular promove uma maior tolerância ao esforço, combatendo o sedentarismo.

3) Aumento da flexibilidade

É essencial que haja uma componente de alongamentos durante as aulas de Pilates Clínico. A manutenção da mobilidade é essencial para o cotidiano. Pessoas com pouca flexibilidade têm tendência a ter uma postura mais incorreta e a realizarem mais compensações musculares  desnecessárias durante as atividades de vida diárias, sobrecarregando por vezes as articulações.

4) Alívio da dor articular e muscular

O Pilates Clínico é uma modalidade de exercício terapêutico. Como tal, apresenta benefícios no alívio da dor e na recuperação de lesões musculo-esqueléticas através da prática de exercícios devidamente adaptados à condição do individuo.

5) Aceleração da reabilitação pós-lesão e prevenção de lesões

A prática de exercício ajuda na recuperação de várias lesões músculo-esqueléticas, permitindo ainda que mantenha a condição física enquanto recupera.

A maioria das lesões músculo-esqueléticas relacionam-se com a má postura e com a realização de movimentos repetitivos ao longo do dia. O Pilates Clínico atua como um método de prevenção de lesões, uma vez que promove o correto alinhamento postural através da atividade física.

6) Melhor concentração

A concentração é um dos princípios base do Pilates para que os exercícios sejam realizados corretamente. Com a prática regular, será mais fácil concentrar-se ao realizar determinados exercícios que sejam mais exigentes e estes benefícios também se traduzem posteriormente noutras tarefas do dia-a-dia.

7) Alívio da tensão muscular, stress e promoção do bem-estar

O Pilates Clínico é uma modalidade de exercício mais calma, comparativamente às modalidades tradicionais que se praticam no ginásio. Isto permite que a aula além de um momento de aprendizagem, também possa ser um momento de descontração, onde pode socializar com todos os participantes e distrair-se da sua rotina diária.

Para entender melhor o Pilates Clínico, preciso falar da Coletânea de Pilates Clinico. Você conhece os exercícios certos para tratar casos clínicos com Pilates?  Tenha em mãos conhecimentos específicos para casos clínicos complexos. Clique aqui e saiba mais!


Até a próxima! 

O exame ortopédico aliado a exames radiológicos não tem dificuldade para se firmar um diagnóstico. Como sinal básico, estando o joelho ...

Testes para diagnosticar condromalácia



O exame ortopédico aliado a exames radiológicos não tem dificuldade para se firmar um diagnóstico. Como sinal básico, estando o joelho levemente fletido e a coxa relaxada, quando se empurra a rótula lateralmente, aparece uma dor aguda (Teste de compressão da Patela).
O exame clínico minucioso é fundamental para um correio diagnóstico e conduta adequada, mais do que qualquer exame complementar a semiologia permiti-nos realizar a maioria dos diagnósticos da vasta patologia do joelho.

A confiança do paciente não se ganha com palavras, mas, sobretudo com o toque cuidadoso do terapeuta.

> Inspeção estática:

Antes de proceder-se o exame regional do joelho devemos avaliar o membro inferior como um todo, iniciando com uma inspeção estática observando o indivíduo de pé e por todos os ângulos.

Nesse momento deve-se avaliar a postura dando especial atenção ao alinhamento dos membros. Observar a altura da crista ilíaca para verificar desnivelamento ou báscula, atitudes viciosas como abdução e adução ou flexão.

Devemos analisar se existe alinhamento em valgo, varo, flexão da articulação ou recurvado.
Ao nível do pé ou tornozelo devemos verificar o apoio plantar observando se existe tendência para pé chato ou cavo, retropé varo ou valgo e o posicionamento do antepé.

Todas essas alterações podem interferir na postura do joelho.

Devemos ainda procurar por marcas ou cicatrizes.


> Inspeção dinâmica:

A análise da marcha é um dos pontos de maior importância na inspeção dinâmica. Devemos inicialmente avaliar o andar do indivíduo, se é natural ou apresenta alterações como piora do alinhamento do membro de apoio, claudicações, dificuldade ou assimetrias.

Uma das principais alterações é o aumento do varismo, também chamado de flambagem, que significa já haver comprometimento dos ligamentos do joelho.


> Inserções ósseas e ligamentos:

São palpados os pólos superior e inferior da patela com suas bordas medial e lateral o que é melhor realizado com o paciente deitado, a procura dos pontos dolorosos.

A seguir são palpados os côndilos medial e lateral e a tuberosidade anterior da fíbula.

Todos os pontos dolorosos são locais de origem e inserção de ligamentos e tendões. São palpados os complexos ligamentares medial e lateral do joelho, os tendões quadriceptal e patelar, os tendões isquiotibiais mediais e pata de ganso (grácil, semimembranoso e sartório) e os laterais.

A palpação da região posterior da articulação permite apenas a abordagem das partes moles do cavo poplíteo e do pulso da artéria poplítea.


> Femuro-patelar:

O exame dessa articulação deve ser sempre dinâmico, pois é nessa situação que as instabilidades manifestam-se.

Uma boa maneira de avalia-la é a partir da posição sentada solicitando ao paciente que realize a extensão contra uma resistência manual e observando a trajetória da patela sobre o fêmur que apresenta apenas ligeira tendência a lateralização ao final da extensão. Caso esse movimento seja excessivo ou reproduza os sintomas deve ser considerada sugestiva de instabilidade. A manobra pode sensibilizada através da rotação externa da perna ao mesmo tempo que se opõe resistência a subluxação lateral. A rotação interna diminui essa tend6encia e os sintomas também, exceto nos casos de instabilidade medial, geralmente de origem iatrogênica.


> Existem outros testes que podem ser realizados:

Condromalácia patelar - Uma das mãos fixadas na superfície inferior da patela e com a outra deslizar os três dedos no centro da patela realizando movimentos circulares.
Crepitação - flexo-extensão passiva do joelho com uma das mãos na interlinha e a outra no pé.

Lachman - gaveta anterior em 15° de flexão.

Mc murray - flexão total de coxofemoral, examinador fixa uma das mãos no joelho e a outra no tornozelo.

Apley - realizada em decúbito ventral com joelho em 90° de flexão, aplica-se a compressão axial à perna e realizando rotações variando o grau de flexão para buscar o local da lesão.

Compressão patelar - paciente em DD, terapeuta inferioriza a patela do mesmo e solicita uma contração lenta do quadríceps enquanto realiza uma compressão da patela sob a maca.

Publicado em 31/08/11 e atializado em 06/07/17

A fratura é a perca de continuidade óssea, podendo ocorrer por uma ação direta de uma força ou indireta por tração, torção ou compressão ...

Estabilização de fraturas





A fratura é a perca de continuidade óssea, podendo ocorrer por uma ação direta de uma força ou indireta por tração, torção ou compressão do osso lesado. Diz-se fratura fechada quando não há contato com o exterior, aberta quando há comunicação com o meio exterior e exposta quando o peça óssea fraturada se insinua para fora do corpo. Além disso, as fraturas podem ser dividas em transversais, obliquas, espirais ou comunicativas.

O modo como um osso se fratura geralmente esta relacionada com o modo de como a força é aplicada. A tíbia e a fíbula são componentes ósseos da parte distal da perna e são responsáveis pelo apoio de peso e pela inserção muscular. A tíbia é o osso longo que mais sofre fraturas, as fraturas são normalmente por um trauma direto sobre a área. As complicações após a imobilização decorrente do período de recuperação e consolidação de fratura são rigidez articular, atrofia muscular da parte distal da perna e possivelmente da musculatura da parte proximal da coxa e quadril, assim como um padrão anormal da marcha. É importante que o fisioterapeuta realize uma avaliação para determinar o tipo de conduta e tratamento há ser executado na reabilitação inclusive é importante observar amplitude de movimento, mobilidade articular, flexibilidade muscular, comprometimento de força, propriocepção, equilíbrio e marcha, o fisioterapeuta precisa também determinar as necessidades funcionais que serão impostas ao paciente e estabelecer objetivos a curto e a longo prazo de
acordo com essas necessidades

O uso do gesso é o método popular de tratamento para a fratura. Este método foi utilizado independentemente dos danos dos tecido moles e do esmagamento, pela estabilidade da fratura.

Os primeiros dias de tratamento conservador envolve um período de tração, depois a aplicação de um gesso para imobilizar a perna.

O gesso deve incluir a articulação proximal e distal para imobilizar corretamente a estrutura lesionada. O gesso não deve ser mantido por um período de mais de 8-12 semanas para evitar a rigidez da articulação, após a retirada deve ser substituída por uma órtese.

A radiografia deve ser repetida depois de 15 dias, 1 mês e 2 meses para permitir um controle da posição dos ossos na fratura.

Depois de 4-8 semanas ou quando o medico vê o sinal da consolidação óssea, se remove o gesso longo que chega acima do joelho e substituí-lo por uma órtese.

Os fatores que afetam os resultados e os tempos de recuperação são o deslocamento inicial dos fragmentos, o grau de esmagamento e as condições do membro afetado.

Complicações do gesso

A rigidez articular é claramente o principal problema do tratamento com gesso em fraturas da tíbia. Esta deficiência é causada por fraturas que são imobilizados com gesso por um longo período.

Recomendamos a mobilização passiva feita por um fisioterapeuta experiente para recuperar a amplitude de movimento normal no menor tempo possível. Quando a dor o permitir, você tem que fazer exercícios ativos para recuperar a funcionalidade e a força.

Publicado em 26/05/10 e revisado em 06/07/17

Nesse curso você vai aprender o que é, como avaliar e como tratar um paciente com escoliose , através do método Pilate...

Material: Curso online de Pilates nas Escolioses



Nesse curso você vai aprender o que é, como avaliar e como tratar um paciente com escoliose , através do método Pilates. o Professor Marcos Minello vai mostrara ferramentas digitais e analógica, para avaliar e uma nova visão para o tratamento global.

De forma bem explicativa e visual, você aprendera as melhores formas de avaliar um paciente com escoliose e entende que exercícios devemos trabalha com cada um.

Vídeos curtos para facilitar o aprendizado
Conteúdo embasado
Teoria e Prática

Conteúdo:
O que é escoliose
Rotação automática
Mobilidade ativa frontal
Mobilidade ativa horizontal
Mobilidade ativa sagital
Teste de Adams teórico
Teste de Adams e mobilidade ativa prático
Conclusão do teste de Adams para descobrir a escoliose
Ângulo de Cobb
Método Nash e Moe
Usando o app prumo para ver escoliose
Entendendo melhor o uso do app Prumo

Exercícios:
Bola
Step Barrel
Ladder Barrel
Chair
Reformer
Cadillac

Clique na imagem abaixo para ter mais detalhes de valor de investimento e forma de pagamento.

Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por Marcos Minello



  Reunimos os "Conhecimentos dos Especialistas" e criamos uma coletânea de 5 livros digitais com informações avançadas sobre o...

Material: 5 Livros sobre o tratamento de patologias com o Método Pilates


 


Reunimos os "Conhecimentos dos Especialistas" e criamos uma coletânea de 5 livros digitais com informações avançadas sobre o tratamento de patologias com o Método Pilates



Livro 1 – Pilates nas Disfunções do Quadril

Anatomia e Biomecânica da Cintura Pélvica

Patologias do Quadril

Biomecânica e Aplicações do Pilates

Prescrição de Exercícios para o Quadril

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Lorena dos Santos Rios
Fisioterapeuta, CREFITO-7: 13-448F

167 páginas e 65 exercícios



Livro 2 – Pilates nos Desvios Posturais

Coluna Vertebral e Postura

Sistemas de Equilíbrio do Tronco

Alterações Posturais

Terapêutica Postural Aplicada ao Pilates

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Ana Paula de Sousa Pereira
Fisioterapeuta, CREFITO-14: 183-031F

174 páginas e 97 exercícios

 

Livro 3 – Pilates nas Patologias Neurológicas

Anatomia e Funcionamento Normal

Controle Motor

Principais Patologias

Avaliação Geral

A prática do Método Pilates — Exercícios

Referências Bibliográficas

Autora: Karla Vergaças Seleme
Fisioterapeuta, CREFITO-3: 121-017F

214 páginas e 64 exercícios

 


Livro 4 – Pilates nas Patologias do Joelho

Pilates na Síndrome da dor Patelofemoral

Lesão meniscal

Gonartrose ou Osteoartrose do Joelho

Propriedades do Ligamento

Anatomia e biomecânica do Pé

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Érika Cássia Barroso Batista
Fisioterapeuta, CREFITO-3: 167-261F

165 páginas e 69 exercícios

 

Livro 5 – Pilates nas Patologias do Ombro

Biomecânica

Músculos

O Manguito Rotador e a Estabilização

Síndrome do Impacto

Exercícios de Solo, Barrel, Chair, Cadillac e Reformer

Referências Bibliográficas

Autora: Aline Cristina Longhini Alberti
Fisioterapeuta, CREFITO-3: 173-719F

222 páginas e 75 exercícios

Estes livros são um investimento em você!

Mas isso só terá resultados se você colocar em prática agora. Conhecimento é a única coisa que ninguém pode te forçar a ter, mas também ninguém conseguirá retirar de você.

Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por VOLL Pilates

O Box Anatomia Fácil 2.0 representa a junção dos 3 Cursos de Anatomia disponíveis para compra separada, são eles: Curso de Sistema Ósseo,...

Material: Box Anatomia Fácil 2.0





O Box Anatomia Fácil 2.0 representa a junção dos 3 Cursos de Anatomia disponíveis para compra separada, são eles: Curso de Sistema Ósseo, Curso de Sistema Articular e Curso de Sistema Muscular.

São cursos aprofundados e detalhados ministrados pelo Professor Rogério Gozzi, Fisioterapeuta, Professor há mais de 11 anos, especialista em fisiologia do exercício e biomecânica do aparelho locomotor pela USP e criador do Canal Anatomia Fácil (Youtube), canal com mais de 400 mil inscritos e 35 milhões de visualizações, selecionado pelo Google/Youtube como Conteúdo Educativo de Excelência.



O Box Anatomia Fácil 2.0 foi criado para facilitar o acesso aos três cursos para todos aqueles que tem necessidade de consumir os três ao mesmo tempo.

Adquira já o Box Anatomia Fácil 2.0!



Visualizar

Informações sobre o Produto:

Criado por Aprende Web


O joelho é uma das mais complexas articulações do corpo humano pois possui uma  estrutura cápsulo-ligamentar complexa. Ele deve suportar gra...

Lesão do Ligamento Cruzado Anterior e a Fisioterapia





O joelho é uma das mais complexas articulações do corpo humano pois possui uma  estrutura cápsulo-ligamentar complexa. Ele deve suportar grandes forças, dar estabilidade e possuir uma grande amplitude de movimento, tudo isso é fornecido pelas estruturas ósseas, musculares, ligamentares e menisco. Funcionalmente, é indispensável para locomoção e movimentos básicos como corrida, sentar entre outros.

Dentre essas lesões, as comumente ocorridas são as ligamentares, com evidência para a lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) . O LCA é o ligamento do joelho lesionado em boa parte de todas as lesões ligamentares, em que a maioria destas ocorre em atividades esportivas, principalmente as que envolvem aceleração e desaceleração. No consultório, há muito mais recperação para esse tipo de lesão do que lesão de outros ligamentos da região.

Na maioria dos casos, o tratamento da ruptura do LCA é cirúrgico, visando reestabelecer a função articular. A cirurgia consiste na reconstrução ligamentar através de enxerto realizado com tendões, como o tendão patelar e dos músculos grácil e semitendinoso, para formar um neo-ligamento e criar uma réplica do ligamento original, porém para obter capacidade funcional igual ao membro não operado é necessário reabilitação.

A fisioterapia após a ligamentoplastia do LCA tem o objetivo de controlar a inflamação, ganho do arco de movimento e aliviar a dor. Já na fase final a fisioterapia da enfoque no recrutamento muscular e estímulo sensório-motor.

Fernandes e Macedo (2009) afirmam que na fase pós-cirúrgica a fisioterapia tem como objetivo diminuir edema evitando uma possível inibição reflexa do músculo quadríceps e treino de marcha. Na fase clínica deve-se manter a extensão completa de joelho, aumentar força e mobilidade patelar, o que concorda com os estudos de Bossine e Mesquita (2011) e Dambros et al.,(2012) que diz que a reabilitação é fundamental após a reconstrução cirúrgica do LCA, segundo os autores o tratamento fisioterapêutico tem o objetivo de reduzir o quadro álgico, edema, processo inflamatório, melhora do controle neuromuscular, força muscular, amplitude de movimento (ADM), marcha e propriocepção.

De acordo com os estudos de Pereira e Souza (2012) e Soares et al.,(2011) os exercícios em cadeia cinética fechada (CCF) são mais indicados quando comparados com exercícios em cadeia cinética aberta (CCA) porque são exercícios multiarticulares onde ocorre uma flexão simultânea de quadril, joelho e tornozelo, gerando uma co-contração de diversos músculos. Esse fator é importante para a estabilização dinâmica e recrutamento muscular semelhante a atividades o do dia a dia, sendo assim exercícios mais funcionais e eficientes para a reabilitação do LCA e evitam a translação da tibia anteriormente, que é um movimento prejudicial para o exerto de LCA.

Nos vários protocolos encontrados, existem dois principais para a reabilitação pós-cirurgica de LCA, sendo eles:

  • Normal: tem como objetivo recuperar o joelho de pacientes não atletas e o tempo de tratamento pode chegar até a oito meses (BOSSINO, MESQUITA, 2011)
  • Acelerado: chega de quatro a seis meses de tratamento, para reabilitar o paciente atleta no menor tempo possível, afim de deixa-lo apto para as suas atividades profissionais (BOSSINO, MESQUITA, 2011).

Pode-se notar que tanto o protocolo normal quanto o acelerado tem o intuito de deixar o paciente o mais funcional possível, sendo basicamente um só, diferenciando apenas na forma de usa-los, adequando sempre às necessidades do paciente, Pimenta et al.,(2012) propôs as seguintes condutas:

  • Primeira fase: mobilização patelar, isometria para ganhar amplitude de movimento (ADM), imobilização de joelho em extensão, controlar o edema, dor, deambulação com muletas sem apoio do membro operado, mobilização passiva continua (CPM).
  • Segunda fase: deambulação com carga parcial com auxílio de muletas e imobilizador em extensão, exercícios isotônicos sem carga, a ADM passiva deve está em 90º, o objetivo e ganhar até 120º, exercício ativo livre para flexão e extensão de joelho, propriocepção sem descarga de peso, alongamentos leves.
  • Terceira fase: entra os exercícios em cadeia cinética fechada (CCF), elevação da perna com peso, bicicleta, alongamentos mais fortes, iniciam-se trotes em linha reta e com mudança de direção.
  • Quarta fase: o paciente continua os alongamentos, o ganho de ADM deve estar completo, continuar exercícios em CCF e dar inicio aos exercícios e cadeia cinética aberta (CCA), deve-se continuar a propriocepção e pliometria, iniciar treino de atividade esportiva (corrida em linha reta, com mudança de direção, corrida em oito), deve-se iniciar musculação e natação liberando o paciente para suas atividades esportivas.

Confirmando o relato dos autores acima já citados, para Bossini e Mesquita (2011), a intervenção fisioterapêutica é importante no pós-operatório imediato porque atua diminuindo o quadro álgico, melhorando a segurança do paciente, diminui aderência e melhorando o tônus do quadríceps, acelerando a alta hospitalar e a recuperação da funcionalidade do paciente. O uso do protocolo de reabilitação é importante também para que ele não tenha uma lesão reincidiva e também não aconteçam lesões secundárias. Após a fase de reabilitação o indivíduo deve continuar fazendo um programa de prevenção de lesão, fazendo assim uma manutenção do quadro.

A fisioterapia age aumentando a amplitude de movimento, ganho de força, melhora a cicatrização dos tecidos lesionados e redução de espasmos muscular. Pode-se perceber o uso de vários recursos nessa fase de pós-operatório, os protocolos independente se normal ou acelerado trazem respostas positivas para a recuperação funcional.

O uso do protocolo é importante para que não haja uma lesão reincidiva ou secundária. Após a reabilitação deve-se continuar um programa de prevenção de lesão para a manutenção da funcionalidade.

Referencias Bibliográficas:

ALMEIDA, R. F.; PEREIRA, A. A. J. Avaliação funcional do joelho em praticantes de musculação. Conexões: Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, Campinas. v. 8, n. 2, p. 83-92, 2007.

BOSSINO, E. S,; MESQUITA, P. M. Reabilitação do ligamento cruzado anterior após reconstrução com enxerto do tendão patelar: revisão de literatura. Rev. para. med; n. 25, v. 1, 2011.

COHEN, M.; CARNEIRO FILHO, M.; ABDALLA, R. J.; MESTRINER, L. A.; FERREIRA FILHO, F. S.; A importância da reabilitação no tratamento incruento e cirúrgico na insuficiência do ligamento cruzado anterior: nota preliminar. Rev Bras Ortop. n. 25, v. 1-2, 1990.

DAMBROS, C. et al. Efetividade da crioterapia após reconstrução do ligamento cruzado anterior. São Paulo: Acta ortop. Bras; n. 20, v. 5, 2012.

ELLENBECKER, T. S. Reabilitação dos ligamentos do joelho. São Paulo: Manole, 2002.

FERNANDES, R. F.; MACEDO, C. S. G. Eficácia da fisioterapia na funcionalidade e dor de indivíduos com lesão no joelho submetidos a procedimento cirúrgico. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, n. 13, v. 1, p. 9-13, 2009.

GOMES, J. J.; HAJJAR, N. E. A abordagem fisioterapêutica no tratamento pós-operatório de lesão do ligamento cruzado anterior: Estudo de caso. 3º Seminário de Fisioterapia da Uniamérica, 2009.

HALL, S. J. Biomecânica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. p. 123-26, 2005.

LUSTOSA, L. P.; FONSECA, S. T.; ANDRADE, M. A. P. Recontrução do ligamento cruzado anterior: impacto do desempenho muscular e funcional no retorno ao mesmo nível de atividade pré-lesão. Acta Ortopédica Brasileira; n. 15, v. 5, p. 280-84, 2007.

MAGEE D. J. Avaliação musculoesquelética. 4ª Edição: Manole. Barueri, 2005.

MANSKE, R. C.; PROHASKA, D.; LUCAS B. Recent advances following anterior cruciate; ligament reconstruction: rehabilitation perspectives – Critical reviews in rehabilitation medicine. Cur Rev Musculoskelet Med; n. 5, v. 1, p. 59-71, 2012.

PEREIRA, W. S.; SOUZA, A. L. V.Benefícios da cadeia cinética fechada na reabilitação de pacientes com lesão do ligamento cruzado anterior. Corpus et Scientia, n. 8, v. 1, 2012.

PIMENTA, T. S. et al., Protocolos de tratamento fisioterápico após cirurgia do ligamento cruzado anterior. Acta Biomédica Brasiliensia; n. 3, v. 1, 2012.

SILVA, A. S.; MIRANDA, P. V. B.; SOARES, J. F.; AMOR, A.; DEMARCHI, K. L.; PIEDADE, S. R.; REGAZZO, P. H. Avaliação da qualidade de vida em pacientes submetidos à reconstrução do LCA. Saúde em Revista, Piracicaba; v. 9, n. 22: p. 47-52, 2007.

SOARES, M. S. et al. Intervenção fisioterapêutica no pós-operatório de lesões do ligamento cruzado anterior. TEMA – Revista Eletrônica de Ciências; n. 11, v. 16, 2011.

THOMPSOM, L. C.; HANDOLL, H. H. G.; CUNNINGHAM, A.; SHAW, P. C. Physiotherapist-led programmes and interventions for rehabilitation of anterior cruciate ligament, medial collateral ligament and meniscal injuries of the knee in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews, Issue 2. Art. No. CD001354, 2002.


A dor no ombro é tipicamente caracterizada por sintomas nas várias articulações, músculos, tendões e bursa, envolvidos com o movimento do ...

Dor no Ombro




A dor no ombro é tipicamente caracterizada por sintomas nas várias articulações, músculos, tendões e bursa, envolvidos com o movimento do ombro. O aparecimento de dor no ombro é variável e pode ocorrer sem nenhuma causa direta, ou pode estar relacionada a trauma, movimentos repetitivos, ou a um evento neurológico (ou seja, um acidente vascular cerebral). A dor no ombro, muitas vezes causa limitação de atividade de curto prazo e, menos freqüentemente se transforma em uma condição crônica.

Epidemiologia e Economia A dor no ombro é superada apenas pela dor na região lombar e joelho, em termos de áreas mais comuns de dor musculoesquelética.

• Em 1 ano as taxas de prevalência de distúrbios do ombro variam de 5% a 47%.

• A prevalência total varia de 14% para 21% .

• 18% dos pagamentos de seguro de invalidez feito para dor musculoesquelética podem ser atribuídos aos pacientes com distúrbios cervicais e do ombro.


Fisiopatologia

• Múltiplos fatores podem contribuir para dor no ombro, isoladamente ou em combinação: Condições inflamatórias: Os tendões e a bursa tornam-se inflamados, muitas vezes devido ao uso excessivo ou a fatores anatômicos.  Tendões do ombro também pode ser rompidos (ou seja, ruptura do manguito rotador), ou superfícies articulares podem ser danificadas por processos degenerativos (isto é, osteoartrite) ou doença auto-imune (ou seja, artrite reumatóide).

• Movimento excessivo: Cápsulas e ligamentos são maleáveis e permitem a movimentação excessiva, resultando em instabilidade do ombro. Este problema origina-se a partir de fatores congênitos (que pode causar várias formas de instabilidade) ou de traumas (que provoca uma forma específica de instabilidade). Excessivos movimentos do ombro podem resultar em subluxação ou luxação.

• Limitação de movimentos: Cápsulas e ligamentos restringem o movimento do ombro, especialmente em caso de elevação dos braços acima da cabeça ou atrás das costas. Esse problema é comum após imobilização prolongada, mas também pode ocorrer quando a articulação do ombro torna-se irritada sem nenhuma causa específica (ex., capsulite adesiva).

• Fraqueza muscular / desequilíbrio: Os músculos que movimentam a cabeça do úmero e escápula são fracos, resultando em movimento ineficiente do ombro. Este problema pode ser resultado de má postura, ou pode ocorrer em atletas que treinam muito ou de forma indevida. Fraqueza do músculo do ombro também pode ocorrer após um acidente vascular cerebral.


Características Clínicas

Os sintomas específicos de dor no ombro variam consideravelmente. Quando a dor no ombro é grave, pode irradiar para outras áreas do corpo, incluindo o braço e cotovelo (mas não geralmente abaixo do cotovelo) e certas áreas do pescoço (mas não geralmente a coluna cervical superior, ou a cabeça). Outros sintomas incluem fraqueza, movimento limitado do braço e da mão, a dificuldade em vestir-se, dificuldade em executar o trabalho mesmo em casa, e interrupção do sono. A articulação do ombro compreende várias estruturas anatômicas e cada qual pode ser uma fonte de dor, tais como a articulação glenoumeral (articulação primária), a escapulotorácica (secundária), e as articulações esternoclavicular e acromioclavicular (acessórias). Grupos musculares que são fontes potenciais de dor no ombro incluem o manguito rotador (responsável pela manutenção do equilíbrio glenoumeral), estabilizadores escapulares(responsáveis pela posição da escápula) e ainda músculos responsáveis pelos movimentos de força.Finalmente, há a bursa que pode causar dor no ombro, e a mais relevante está localizada em uma área conhecida como o espaço subacromial.

Critérios diagnósticos Uma variedade de critérios de diagnóstico são utilizados para identificar a dor no ombro, e são mais relevantes para uma determinada região anatômica. Em geral, estes critérios devem cumprir duas funções importantes. Primeiro, eles devem confirmar o ombro, como a fonte primária dos sintomas, pois a dor no ombro pode ser referida a partir do pescoço, ou mesmo de estruturas viscerais como o coração. Em segundo lugar, os critérios devem identificar as áreas anatômicas do ombro envolvidas de forma específica, para que o tratamento possa ser direcionado.


Diagnóstico e Tratamento

Diagnóstico e Tratamento Distúrbios do ombro são uma razão comum para as pessoas procurarem cuidados de saúde, com uma incidência anual em geral estimada em 12/1000 visitas a consultórios médicos.

Supondo-se que outras fontes de dor foram efetivamente excluídas, a dor no ombro não caracteriza risco de vida. Pode ser difícil de tratar, já que apenas 50% dos pacientes com novos episódios de transtorno no ombro experimentam recuperação completa aos 6 meses, e esta taxa só aumenta para 60% em 1 ano.

Tratamentos comuns para doenças do ombro incluem injeções de corticosteróides, manipulação articular, fisioterapia e cirurgia, sem a vantagem óbvia de um tratamento sobre outro.

Publicado em 27/10/11 e revisando em 11/05/17

A articulação temporomandibular (ATM)  é a "junta" da mandíbula com o crânio, que pode ser apalpada logo à frente do ouvido. Ess...

Músculos e Movimentos da Articulação Temporomadibular


http://www.fortius.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/07/IMG_0308.jpg

A articulação temporomandibular (ATM)  é a "junta" da mandíbula com o crânio, que pode ser apalpada logo à frente do ouvido. Essa articulação é responsável por permitir todos os movimentos da mandíbula e seu funcionamento se relaciona com vários sistemas do corpo como o mastigatório, o fonoarticulatório (da fala), o respiratório, o sistema postural e o vestíbulo coclear (que controla o equilíbrio e a audição).

A ATM se relaciona com alguns músculos, que tem função de elevação, protusão, desvio e outros. Estão nesse grupo:

Pterigoideo Lateral: É um músculo da mastigação muito importante na ATM.

Feixe superior:
Origem: asa maior do esfenoide.
Inserção: cápsula articular.

Feixe inferior
Origem: face lateral da lâmina lateral do processo pterigoide do osso esfenoide.
Inserção: fóvea pterigoidea da mandíbula.
Função: elevação, protrusão e desvio lateral.

Pterigoideo Medial: 

Origem: asa interna do processo pterigoideo.
Inserção: ângulo interno da mandíbula, medialmente a inserção do masseter.
Função: elevação e desvio lateral (unilateral)

Temporal: 

Origem: fossa temporal e superfície lateral do crânio.
Inserção: processo coronoide e borda anterior da mandíbula.
Função: elevação da mandíbula.

Masseter: 

Origem: arco zigomático.
Inserção: ângulo da mandíbula.
Função: elevação da mandíbula.

Aprenda mais sobre Fisioterapia na ATM com o Mini-Curso de Fisioterapia na ATM

Posturas da ATM e da mandíbula

  • Relação cêntrica: côndilo-disco está mais superior e anterior na fossa mandibular
  • Máxima intercuspidação habitual: dentes superiores contatam os inferiores
  • Repouso: dentes não estão em oclusão
  • Rotação: côndilos giram no seu longo eixo
  • Translação: côndilo caminha anteriormente
  • Abaixamento: abertura da boca
  • Protrusão e retrusão: boca para frente e para trás.

Movimentos 

1. Depressão mandibular (abertura da boca) e elevação mandibular (fechamento da boca):

Na depressão o côndilo gira em relação ao disco e o disco gira em relação à eminência.No final do movimento ocorre uma translação do côndilo e do disco juntos ao longo da eminência o que resulta numa abertura posterior no compartimento superior. Já na elevação da mandíbula ocorre o inverso, primeiro há translação posterior seguida pelo giro do côndilo posteriormente sobre o disco.

2. Protrusão mandibular (projeção do queixo para frente) e retrusão mandibular (deslizamento dos dentes para trás):

Durante a protrusão e retrusão o movimento é de translação e ocorre na articulação superior. O côndilo e o disco conjuntamente translacionam anterior e inferiormente ao longo da eminência articular na protração e posterior e superiormente na retração.

3. Desvio lateral da mandíbula (deslizamento dos dentes para ambos os lados).

No desvio lateral a mandíbula desloca-se em torno de um eixo vertical onde um côndilo gira e o outro translaciona para frente.

Os movimentos mandibulares são criados por combinações de rotação e deslizamento nas articulações superiores e inferiores. Sendo controlados pela delicada interação de muitos músculos.

Conheça o Mini-Curso de Fisioterapia na ATM

Quem tem filho pequeno, principalmente menino, raramente estará livre de um episódio que envolva fraturas, inclusive podendo necessitar de...

Fratura infantil




Quem tem filho pequeno, principalmente menino, raramente estará livre de um episódio que envolva fraturas, inclusive podendo necessitar de um procedimento cirúrgico. A cirurgia é uma atitude bem diferente com relação à antiga abordagem de imobilização do membro fraturado com gesso.

Para diminuir o tempo em que a criança fica imobilizada com gesso, os cirurgiões ortopédicos pediátricos têm recorrido ao uso de hastes flexíveis de titânio, principalmente em casos de fraturas com desvios nos ossos do antebraço, úmero, fêmur e tíbia.

O gesso é usado, em média, de três a oito semanas (depende da fratura) e, além do incômodo, a chance do osso não se fixar de maneira correta é maior. Com as hastes, esses inconvenientes são quase inexistentes. Elas são introduzidas por meio de uma cirurgia minimamente invasiva, com cortes pequenos. A haste é posicionada no osso onde ocorreu a fratura e permanece no local. Após esse período, uma nova cirurgia é feita para a retirada delas.

As fraturas no paciente pediátrico têm como causas principais quedas de lugares altos, acidentes durante atividades esportivas ou de lazer (skate, bicicleta, futebol, pipa), entre outras. Os locais mais fraturados são os dedos da mão, o antebraço (distal e diafisária), o úmero (supracondiliana), os dedos do pé e tornozelo (maléolo lateral).

Saiba mais sobre o assunto por meio das nossas respostas de algumas perguntas frequentes:

Como saber se é uma fratura? Em geral, a criança sente uma dor intensa no local do trauma e isso faz com que o membro afetado fique praticamente imóvel (quando mexe dói demais). Além disso, pode ocorrer edema (aumento do volume), equimose (marcas arroxeadas) e deformidades.

E o que fazer nesses casos? Colocar gelo no local por 15 minutos; dar um analgésico, como o Ibuprofeno; tentar imobilizar a região afetada com um pedaço de madeira, papelão, palito de sorvete ou faixa; procurar atendimento médico e, de preferência, em um local que tenha ortopedista.

Mito ou verdade:

Os ossos dos pequenos são mais frágeis? A maior incidência de fraturas nas crianças ocorre por conta de algumas peculiaridades dos ossos, tais como lesões nas cartilagens de crescimento por serem locais frágeis, maior fragilidade óssea devido ao rápido crescimento dos ossos (hipervascularização e ossos menos densos) e maior maleabilidade do osso, o que provoca fraturas específicas (como em galho verde e deformidade plástica). O mito é que a fragilidade é causada pela falta de cálcio, como muitos pais acreditam.

De qualquer maneira, a melhor medida a se tomar para evitar as fraturas é a prevenção com a utilização de material de proteção individual como luvas, cotoveleiras, joelheiras, capacetes, etc., que são muito úteis, mas não muito usados. Além disso, é importante que seja feita a conscientização dos pais e cuidadores sobre o risco que envolve determinada atividade e as medidas preventivas para evitar lesões em si ou nos outros.

Fáscia são planos de tecido conjuntivo, organizados no corpo humano em camadas. Elas envolvem e dão forma aos músculos, preenchem os...

Fáscias, Pontos Gatilhos e Fisioterapia



Fáscia são planos de tecido conjuntivo, organizados no corpo humano em camadas. Elas envolvem e dão forma aos músculos, preenchem os espaços e dão unidade à estrutura, ao mesmo tempo em que criam as condições necessárias a que cada segmento do corpo funcione de maneira adequada e em cooperação mútua. Flexibilizar os tecidos, descolar as camadas umas das outras e reposicioná-las, reduzindo as tensões e os encurtamentos, estão entre as principais tarefas empreendidas no processo de integração. 

Saiba mais sobre a fascia e aprenda a trabalhar nessa estrutura

Ela tem a capacidade de gerar tensão em todo o corpo. Existem células chamadas de Fibroblastos e Miofibroblastos com alto poder de contração, além de músculatura lisa e proteínas contráteis na matriz extracelular. Isso recebe o nome de Tensegridade: todo o sistema corporal se une em uma malha pré-tensionada que ajusta o meio interno a demanda do ambiente.

As fáscias musculares normalmente são acometidas devido à formação de pontos gatilhos, que são estruturas de maior tensão ao longo do ventre muscular, ocorrem por estresse constante na musculatura.

Os pontos gatilhos são nódulos dolorosos no tecido muscular degenerado, a dor referida pode ser evocada por estímulos mecânicos. Pode manter-se assintomáticos até que a movimentação ou a pressão provoque dor intensa ou espasmo muscular. Desenvolve-se geralmente após espasmo ou tensão muscular prolongada ou como sequela de traumatismos agudos ou por micro traumatismos crônicos tais como os gerados por contração muscular e movimentos inadequados. Parecem constituir entidade clínica específica.

A presença de pontos-gatilhos ativos caracteriza a síndrome dolorosa miofascial, que é uma afecção álgica do aparelho locomotor que acomete músculos, tendões, fascias e ligamentos. Caracteriza-se pela ocorrência de dor e pelo aumento de tensão dos músculos afetados. Fadiga e isquemia muscular localizada, devido à contração estática, constante repetição de movimento, posturas inadequadas, estresses emocionais, parecem estar envolvidas com sua gênese. A síndrome dolorosa miofascial também pode estar associada ou ser secundária a outras afecções músculo-esqueléticas, metabólicas como a diabetes e hipotireoidismo, inflamatórias e/ou infecciosas.

Os músculos cervicais, escapulares e do membro superior, como os extensores e flexores de punho e dedos, além dos intrínsecos e lumbricais da mão, frequentemente são afetados. A síndrome dolorosa miofascial está presente em grande parte dos casos de LER/DORT, dores na coluna vertebral, cintura escapular e pélvica, além dos membros, pois quando há tendinite e/ou neuropatia periférica e/ou artropatias, há contração muscular reflexa, ocasionando o ciclo vicioso dor-espasmo-dor, além da fraqueza e fadiga da musculatura regional e a distância.

Frequentemente, as lesões ligamentares e a inflamação induzem à formação de pontos-gatilho e de dolorimento nos músculos adjacentes, que se tornam à causa imediata da dor. O tratamento direcionado para a dor muscular não visa a etiologia da dor e, portanto, permite a recorrência dos pontos-gatilho e pontos de dor. O tratamento da doença de base como a bursite, e o da irritação (sensibilização) espinal segmentar (raiz nervosa), frequentemente associada é necessário em associação ao tratamento do ponto-gatilho.

Para atuar nos pontos de gatilhos, o fisioterapeuta utiliza como principal ferramenta as mãos, como o próprio nome da especialidade nos mostra, sendo estas o intermédio da realização dos testes e manobras inclusas no exame físico e tratamento. A Terapia Miofascial é um método de cinesioterapia passiva, que através da terapia manual, tem o objetivo da inibir os prejuízos funcionais. Outras técnicas que podem ser utilizadas podemos citar a Quiropraxia, Rolfing, Cyriax, Osteopatia, Maitland, McKenzie, Mulligan, Crochetagem, Mobilização Neural, Estabilização Segmentar Terapêutica, etc...

É profissional e quer saber mais sobre esse assunto? Eu indico o curso online de fascia, que te dará muito conhecimento sobre Fascia.

O Pilates trabalha o corpo de uma forma global, enfatizando os princípios básicos, dentre eles: respiração, posicionamento da pelve, po...

Pilates e a Escoliose




O Pilates trabalha o corpo de uma forma global, enfatizando os princípios básicos, dentre eles: respiração, posicionamento da pelve, posicionamento da caixa torácica, movimentação e estabilização da cintura escapular e posicionamento da cabeça e coluna cervical. Trazendo essa consciência ao praticante, fará com que se habitue a posturas mais adequadas no seu dia-a-dia, aliviando dores nas costas e amenizando o desvio da escoliose.

A escoliose idiopática (estrutural) é uma alteração tridimensional da coluna vertebral, sua etiologia ainda é desconhecida e seu início ocorre na puberdade, tendo seu grande momento de progressão associado ao estirão de crescimento. A prevalência de escoliose em adolescentes varia de 1 a 3% da população, sendo as meninas mais afetadas que os meninos.. É caracterizada pela presença de uma proeminência rotacional no lado convexo da curva. Nessa condição, as vértebras são rodadas no sentido da convexidade, que é melhor visualizada quando o paciente realiza flexão anterior de tronco, causando uma gibosidade.

Curso excelente de Pilates nas Escolioses

É comum as crianças desenvolverem algum tipo de desvio na coluna, porém, dores são mais comuns na fase adulta, principalmente se não forem adotados hábitos e tratamentos adequados. Mudar os hábitos e incluir exercícios físicos entre as atividades de rotina ajudam a amenizar esse problema e evitar dores.

Veja abaixo alguns problemas posturais:

- Praticante que trabalha em frente ao computador;
- Quando o praticante permanece por horas no trânsito, com o banco ajustado inadequadamente para uma postura correta;
- Quem suporta muito peso nas costas (em bolsas ou mochilas cheias).

Esses definitivamente são hábitos que podem agravar o desenvolvimento de escoliose! Por tanto se você se encaixa em um dos perfis acima citados, procure mudar sua rotina postural.

A técnica do Pilates ajuda a evitar lesões na coluna e prevenir doenças. No Pilates conseguimos um treinamento muscular mais específico em aulas personalizadas. Trabalhamos com a estabilização da coluna, que é o fortalecimento dos músculos profundos, responsáveis por manter as vértebras e seus componentes articulares na posição correta.

O Pilates é um excelente exercício para a escoliose, pois trabalha o fortalecimento, alongamento e equilíbrio corporal. Isso melhora o alinhamento vertebral, reduzindo as tensões musculares e as compressões discais com a flexibilidade que o corpo ganha. Como método de reabilitação para escoliose baseia-se no grau da lesão, na intensidade dos sintomas, nos fatores adicionais a esta lesão e na capacidade de execução dos exercícios pelo paciente. Não deve haver sobrecarga ou dor, nem durante, nem após a execução.

O fisioterapeuta que trabalha no hospital atua na promoção e recuperação da saúde de pacientes acometidos por diferentes enfermidades, p...

Fisioterapia Hospitalar na Traumato-Ortopedia



O fisioterapeuta que trabalha no hospital atua na promoção e recuperação da saúde de pacientes acometidos por diferentes enfermidades, perpassando desde o pré-operatório cirúrgico, atuando na educação e conscientização sobre técnicas respiratórias que irão prevenir acometimentos no pós-operatório, até pessoas com quadros de complexidade mais grave, em atendimento na UTI.

Há algumas patologias ortopédicas que levam o paciente ao hospital e que precisam da fisioterapia hospitalar. Alias se você quer saber mais sobre a atuação da fisioterapia ortopédica em hospital, o ebook completo de fisioterapia hospitalar fala sobre o assunto.

Nas patologias ortopédicas, como cirurgias de fraturas, a sua atuação vai ser na melhora da funcionalidade do paciente. Para uma atuação digna e efetiva, é necessário que o profissional seja capaz de realizar uma avaliação e um diagnóstico cinético-funcional efetivos, traçar um plano de tratamento fisioterapêutico adequado, executar as técnicas e acompanhamento (reavaliação) da resposta do paciente à intervenção, ter como objetivo final uma melhora na função (independentemente da área de atuação e do sistema ou órgão acometido) e da qualidade de vida.

Portanto, o fisioterapeuta que deseja trabalhar em um hospital deve ter uma formação ampla e não só em Fisioterapia Respiratória ou Fisioterapia em Terapia Intensiva.

Até a próxima!

Rudolph Klapp, pediatra alemão, estudou os animais e observou que os quadrúpedes não apresentavam escoliose, então quis adotar essa posiç...

Saiba mais sobre o Método Klapp



Rudolph Klapp, pediatra alemão, estudou os animais e observou que os quadrúpedes não apresentavam escoliose, então quis adotar essa posição nos humanos e pediu que todos andassem de "quatro". Observou também os desvios da coluna nos planos frontal e sagital e que na posição bípede os humanos podem apresentar escoliose pela ação da gravidade.

Os seus exercícios se baseiam no : treinamento e fortalecimento da musculatura do tronco na posição de "gatas" e joelhos. As extremidades, coxo-femurais e escápulo-umerais não são imobilizados (mobiliza para atuar na coluna) pelo Fisioterapeuta. São utilizados para amplos movimentos (a coluna fica fixa).

* Princípios básicos :

1) Relaxamento dentro da posição inicial;
2) Sucessão de fases : mobilização, alongamento, fortalecimento, correção (deslocamento dinâmico);
3) Movimento braço-mão precede, em geral, o deslocamento do joelho;
4) Limite do equilíbrio (dentro de uma posição/deslocamento possível);
5) Coxa de sustentação (mais próxima da vertical para manter a retroversão do quadril);
6) Ponta do pé (desliza sobre o chão);
7) Equilíbrio entre a tração cervical e retroversão;
8) Pequenos grupos;
9) Comando de voz (muito importante);
10) As cinturas voltam obrigatoriamente à horizontal.

* Fundamentos da técnica :

1) Movimentos em linha reta;
2) Material para proteger as articulações;
3) Roupas adequadas e que exponham melhor o corpo;
4) Intercalar exercício respiratório e relaxamento;
5) Posição inicial :
* Apoio sobre os joelhos e mãos
* Braços estendidos
* Dedos das mãos para frente
* Mãos apoiadas em distância biacromial
* Cabeça em extensão axial
* Ângulo reto entre coxa e perna
* Ponta dos pés em contato com o solo

* Contra-indicações :

- Limitação de movimento, hiperfrouxidão ligamentar, quadro álgico aumentado, cervicalgia aguda, etc.

* Exercícios :

1º) Engatinhar ou marcha em 4 apoios

- posição inicial : 4 apoios;
- deslocamento feito em marcha cruzada em avanço alternando mão e joelho do lado oposto;
- ao avançar, o joelho deverá estar inteiramente ao lado da mão;
- os joelhos deslizam sem deixar o chão;
- os cotovelos permanecem estendidos;
- a cabeça segue a movimentação lateral do tronco;
- olhar em direção ao joelho avançado;
- o braço impulsionado descreve um semi-círculo com a curva para fora razante ao chão;
- dedos voltados para frente.

2º) Deslizar

- posição inicial : 4 apoios;
- o tronco é inclinado em posição baixa;
- cotovelos estendidos para frente;
- mãos deslizam para frente sobre o solo ficando bem afastadas do tronco;
- as coxas permanecem verticais durante todo o movimento.

3º) Deslizar com movimento de cobra

- Idem "deslizar", só que no deslocamento a marcha é cruzada.

4º)Pulo do coelho

- Posição inicial : 4 apoios;
- Levantar o tronco até a vertical mantendo os braços elevados ficando de joelhos;
- Abaixar o tronco mantendo os cotovelos no mesmo plano e estendidos até tocar as mãos no chão;
- Pular para frente : os joelhos são trazidos para frente por u salto contraindo os músculos abdominais, indo para trás das mãos;
- Voltar à posição inicial com deslizamento simétrico ou não das mãos à frente.

5º) Virar o braço

- posição inicial : 4 apoios;
- com os braços alongados para frente sem apoio dos cotovelos;
- estender um dos braços levando-o para trás e para o alto (mantendo o cotovelo estendido), olhando para ele;
- abaixar o braço;
- olhar para frente;
- realizar o pulo.

6º) Arco grande

- posição inicial : 4 apoios;
- alongar o braço direito diagonal à frente (para a esquerda);
- o joelho esquerdo dá um passo à frente enquanto que o cotovelo esquerdo flete a 90º e fica ao lado do joelho esquerdo;
- estender a perna direita levando a ponta do pé direito para trás da perna esquerda;
- fazer a rotação externa da coxofemural direita;
- o tronco permanece bem inclinado;
- ombros em linha horizontal;
- cabeça erguida olha a mão esquerda;
- levar a mão esquerda para frente;
- a perna estendida (direita) dá um passo;
- o braço direito volta para direção do joelho direito.

7º) Engatinhar perto do chão ou marcha em 4 apoios baixos com mergulho e extensão

- posição inicial : 4 apoios com cotovelos fletidos à 90º, dedos das mãos para frente;
- cabeça erguida;
- "pular" para frente com as mãos;
- um dos joelhos faz um pequeno passo;
- cifose total do tronco que se desloca para trás;
- aproximação do nariz ao joelho avançado;
- estender progressivamente o tronco bem perto do chão.

8º) Grande curva

- posição inicial : 4 apoios;
- levar com um impulso para trás e cima o braço direito até a posição vertical;
- manter a palma da mão direita voltada para dentro;
- dar um passo à diante com o joelho esquerdo indo até a mão esquerda;
- neste momento, a mão esquerda fica apoiada sobre os dedos;
- a cabeça vira para mão que está no chão;
- fletir o cotovelo esquerdo;
- descer o braço direito para o lado esquerdo mantendo o cotovelo estendido;
- o braço direito volta para o lado direito numa meia volta sem levar junto o tronco.

9º) Marcha em 4 apoios com lançamento do braço à frente e extensão da perna

- posição inicial : 4 apoios;
- passo com o joelho esquerdo junto à mão esquerda;
- braço direito é estendido ao longo do tronco mantendo a palma da mão para fora;
- com um impulso, levar o braço direito para frente e estender simultaneamente a perna direita;
- a cabeça para a mão que está no chão.

10º) Andar de joelhos com extensão

- posição inicial : ajoelha com braços abertos horizontalmente;
- flexionar o tronco até a posição horizontal;
- um dos joelhos dá o passo;
- braços são lançados para frente ao longo da cabeça e do tronco;
- "mergulhar" o tronco ( a cabeça vai em direção ao joelho avançado) estendendo simultaneamente os braços;

Fonte: Fisioweb.com.br

Publicado em 15/01/10 e revisado em 09/02/17

Embora essas duas áreas de atuação da Fisioterapia se pareçam e muitas vezes tenham os mesmos objetivos e tratamentos, há algumas difere...

Fisioterapia Desportiva x Fisioterapia Ortopédica




Embora essas duas áreas de atuação da Fisioterapia se pareçam e muitas vezes tenham os mesmos objetivos e tratamentos, há algumas diferenças que merecem ser discutidas.

Elas são parecidas porque tanto a fisioterapia na ortopedia quanto a fisioterapia desportiva  tratam  ligamentos, musculaturas, articulações. Porém, uma das coisas que há diferem é a população a ser tratada.

A fisioterapia na ortopedia pode atuar em fraturas, torções, amputações e lesões musculares, inclusive evitando que estas ocorram, e evitando, em alguns casos, uma cirurgia, trabalhando de forma preventiva. Trabalha, também, com pessoas que não são ativas fisicamente.

Já na fisioterapia desportiva, o fisioterapeuta atua na prevenção, planejamento, implantação, coordenação e supervisão de programas destinados à recuperação funcional de atletas amadores ( pessoas fisicamente ativas) e profissionais. Orienta o atleta e os praticantes de atividades físicas, fortalecendo e preparando as regiões mais susceptíveis a lesões em cada esporte.

Além da população ser diferente e embora os métodos de trabalho e os tipos de tratamentos sejam parecidos, a sobrecarga na hora do tratamento será maior para pessoas fisicamente ativa pela sua própria resistência física.

Faça Fisioterapia